Continuando sendo escravo da garota de programa - bebendo a porra das camisinhas usadas do lixo dela
Continuação do conto anterior. Deixem seus comentários que eu adoro ler.. fiquem ligados logo eu solto a continuação
Joyce estava deitada na cama pelada mexendo no celular respondendo alguns clientes, eu levantei fui até a pia e bebi um pouco de água. Era gostoso brincar com as camisinhas mas um gosto amargo persistia na minha boca e garganta pela quantidade de esperma engolido. Voltei pra cama mexi no celular um pouco e deitei do lado dela
"Você tem calcinha suja sua aí?" Eu perguntei já estava de pau mole
"Ahh é verdade, você gosta disso também. Tô tão chocada com as camisinhas que até esqueci. Acho que tem umas duas ali na mala que eu não lavei, usei ontem pra fazer programa" ela respondeu
"Posso pegar?" Perguntei, ela fez que sim e eu fui até lá, comecei a mexer nas roupas e entre algumas sainhas curtas de biscate, blusinhas e sutiãs achei duas calcinhas, tirei elas abri e contemplei o fundo, uma delas estava mais limpa, só alguns pontinhos brancos, ela era preta bem básica. A outra tinha sido mais usada, era vermelha de renda bem safada e estava bem manchada no fundo, aproximei meu nariz e inspirei, sentindo o odor de vagabunda que ela tinha, cheiro de porra, mijo, suor, lubrificante, literalmente o cheiro de uma mulher que tinha se prostituído a noite inteira usando aquilo. Suspirei soltando o ar e não consegui conter um gemido, enquanto meu pau já dava sinais de endurecer de novo
Joyce levantou a cabeça me olhando e riu
"Gostou? Essa aí tá bem suja" ela falou rindo "usei ela uns dois dias, o último cliente de ontem limpou o pau nela e eu dei uma limpada na buceta usando ela que tinha acabado o lencinho, tá bem sujinha"
Voltei pra cama segurando a calcinha e deitei do lado dela e cheirei de novo
"Cheirinho de puta, gostoso pra caralho" eu gemi "posso mamar no seu peito enquanto eu espero você acabar aí?"
"Pode" ela falou, sentou na cama e eu deitei na barriga dela, abocanhei um dos peitos e comecei a sugar, ela ajudou com a mão comprimindo o seio fazendo o leite esguichar na minha boca, eu fiquei ali sugando durante um tempo, sentindo o sabor doce e suave do leite materno que contrastava com o gosto forte da grande quantidade de esperma que eu tinha engolido
"Vai devagar, amor, o bico do meu peito fica sensível quando eu amamento" ela falou
Eu assenti e fui pro outro peito, chupei lá até ela reclamar e dei uma parada, voltei a cheirar a calcinha e fiquei um tempo intercalando entre peito e calcinha. Até que ela falou com um riso sarcástico e maldoso
"Amor, meu cliente que tava aqui antes de você tá mandando mensagem aqui, perguntando se era verdade mesmo. Quer saber se você tomou de verdade"
Eu fiquei com vergonha, estava meio reticente de revelar aquilo pra alguém que eu não conhecia
"O que você falou?" Eu perguntei
"Falei que é verdade mas ele não acreditou" ela respondeu "tá pedindo pra eu filmar e mandar pra ele ver, você deixa?"
"Melhor, não.. Eu tenho medo de vazar isso aí, sei lá.. tenho vergonha também" eu respondi com medo e vergonha
"Vergonha do que? De ser um viadinho que gosta de leite de macho? Isso ele já sabe que você é" ela falou rindo, aquilo me deu raiva e ciúmes
"Vai, amor, deixa eu filmar, mando pra ele em visualização única, não vai ter perigo, mando na sua frente e já apago o vídeo. Esse boy é meu cliente faz tempo, por isso tenho um pouco mais de intimidade com ele" ela pediu "vai, rapidinho, obedece a mamãe pra gente continuar a nossa brincadeira"
Meu pau estava duro e eu com tesão, então concordei, ela comemorou e falou
"Ótimo.. Fica de joelho então e pega o lixo"
Me ajoelhei no chão, com o lixo bem na frente e ela apontou a câmera pra mim, então começou a filmar
"Olha, amor, vou te mostrar como é verdade, vou fazer ele tomar uma bem na sua frente. Olha no chão quantas ele já tomou.. esses papéis todos do lixo que estão no chão ele gosta de ficar cheirando e lambendo.. papel higiênico com mijo, com porra, que cliente limpou o pinto e os caralho, ele pega tudo.. é muito nojento, se não bastasse esse negócio bizarro com a camisinha" ela falou
Eu estava com muita vergonha, com medo de ela salvar o vídeo de algum modo, mas estava com tesão, aquilo era tão humilhante que potencializava o prazer que eu tava sentindo de uma forma estranha. Comecei a procurar no cesto por uma puxei algumas vazias, até que achei uma enrolada em um papel, estava com um nó e tinha muita porra. Quando eu levantei ela, eu gemi e salivei
"Olha isso" ela falou chocada para o vídeo "olha a rola dele dura, ele tá gostando disso, é capaz até de se gozar a hora que engolir o leite, olha quanto tem nessa"
Eu mostrei a camisinha bem de perto a ponta cheia de leitinho, toda meladinha. Desfiz o nó, lambi a parte de fora, aproximei a borda dos lábios e despejei a substância na minha boca virando meu pescoço bem pra traz, pra aparecer no vídeo todo o esperma escorrendo pela camisinha e caindo dentro da minha boca. Senti o gozo caindo sobre a minha língua, salgado e amargo, sabor forte e delicioso de macho, então enfiei a língua dentro dela pra recolher qualquer resquício do meu precioso leitinho lá dentro, gemi de satisfação enquanto meu pau babava e eu sentia minha boquinha cheia. Joyce teve ânsia de novo e quase vomitou, mas se conteve falando
"Olha isso, ele bebeu mesmo, não era mentira, olha que nojo desse filho da puta"
Mostrei a camisinha vazia totalmente limpa e abri a boca, mostrando todo o esperma, meu pau latejando, minha glande vermelha e inchada pingava de tesão
"Agora engole, engole tudo pra ele ver, sem desperdiçar.. pra ele ver ele você é um viado de merda, um verme filho da puta, nojento do caralho" ela me humilhou, eu me masturbava lentamente enquanto brincava com o leitinho na língua, então depois de saborear tudo engoli de uma vez, mostrando em seguida minha língua limpa. Joyce aproximou bem a câmera da minha boca e filmando a camisinha vazia na minha mão. Encerrou a gravação e deitou na cama de novo, eu fiquei no chão sem saber o que fazer, então voltei pra cama de novo, ela estava com um risinho sarcástico, então perguntei
"O que ele falou?"
"Ele não tá acreditando, falou que nunca tinha visto nada tão nojento, tá te xingando um monte aqui" ela falou com um certo prazer sádico na voz em ver o resultado da sua humilhação sendo confirmado por outro. Ela então deu play em um áudio que ele tinha mandado e aquilo realmente me incomodou, eu achei que as coisas estavam saindo do controle, mas eu me sentia cada vez mais humilhado, com cada vez menos dignidade e isso me excitava muito, o prazer extremo envolvendo tudo aquilo me enlouquecia de tesão
O áudio tocou e eu ouvi uma voz de homem
"Caralho, não tô acreditando, tem louco pra tudo, olha isso.. o moleque chupou camisinha de puteiro do lixo, nojento pra caralho, é uma das piores coisas que eu já vi.. mostrei o vídeo pro meu parceiro que tá aqui comigo e ele também tá chocado" eu ouvia os dois rindo "não sei como você tá aguentando, um filho da puta desses não merece viver com gente normal, é muita doença uma coisa dessas"
Ele falava de modo agressivo e violento, o que me deixava com medo e tesão nessa estranha forma de submissão.. eu ficava imaginando ele fodendo a Joyce, ele devia ser bem pauzudo já que ela tinha dito que ele era cliente de muito tempo. Eu me masturbava nervoso, tremendo de medo com aquela situação, ao mesmo tempo não conseguia tirar a mão do pau ouvindo tudo aquilo.
"Nossa.. Ele tá te esculachando muito" Joyce comentou maldosa com desprezo "e você aí batendo punheta, você tá gostando do que ele tá falando né?"
Minha respiração tava pesada e eu gemia baixinho comendo conforme punhetava roçando na perna dela. Ela gravou um áudio respondendo ele
"Juro, amor, também não sei como tô aguentando, tô com muita ânsia assistindo isso e ele fica morrendo de tesão com tudo isso, tá aqui de pau duro batendo punheta com a boca cheia de porra de macho do lixo... Fiquei com tanta raiva de ter uma pessoa tão desprezível assim que eu arrebentei ele com a minha cinta, fiz até ele chorar, esse viadinho.. e é mais nojento ainda porque a porra vai ficando tempo no lixo, ela começa a ficar com cheiro forte, não sei como ele consegue tomar tanta sem passar mal.. às vezes eu fico com nojo quando o cliente goza na hora em mim e ele tá aqui pegando coisa que tá faz tempo lá, um cheiro forte" ela falou
"Merece mesmo espancar esse lixo" ele respondeu "tem que encher de porrada sem dó, eu tô com vontade de dar porrada nele.. o foda é que ninguém deve saber que esse cara faz isso, tipo as pessoas olham e nem imaginam que o moleque gosta disso. A gente tinha que deixar ele famoso isso sim, postar esses vídeos na internet pra todo mundo ver, quero ver se ele ia continuar com essa merda sabendo que todo mundo já assistiu ele chupando camisinha do lixo de puta" o cara respondeu
Nesse momento eu fiquei em choque, talvez ela não tivesse feito o que a gente tinha combinado e tinha enviado o vídeo normal pra ele, eu fiquei meio em pânico, afinal eu nem conhecia aquela mulher. Joyce riu ouvindo o áudio e notando meu nervosismo, então gravou outro áudio
"Ele tá aqui tremendo de medo ouvindo o que a gente tá falando, mas não larga do pau, impressionante.. quer deixar esse viadinho famoso, é, vida? Quer judiar do meu cliente? Pode não" ela falou rindo "pode não, ele paga bem, enquanto o pix estiver caindo na conta, ele pode lamber e tomar quanto lixo ele quiser"
Isso me deu um pouco de alívio, mas eu ainda estava nervoso ouvindo aquela conversa, incrivelmente meu pau estava pingando baba.
"Você não salvou o vídeo né, Joyce?" Eu gaguejei em choque
Ela riu e respondeu "não, relaxa, eu vou apagar fica tranquilo"
Engoli em seco e deitei do lado dela, voltei a chupar um dos peitos pra me acalmar
"Você ficou com tesão ouvindo meu cliente né?" Ela provocou
Eu assenti e ela pegou no meu pau "olha como vc tá duro..."
Masturbou lentamente e eu gemi, fui pro meio das pernas dela, cuspi na minha mão e passei saliva em sua xota, ela já estava molhada, enfiei os dedos dentro dela, sentindo seu interior
"Põe a camisinha, amor" ela falou, fiquei em pé na frente da cama e ela se aproximou deu uma chupada no meu pau que me fez arrepiar, então eu abri a camisinha, coloquei no pau, Joyce me ajudou e deu uma chupada com camisinha pra deixar ele lubrificado, então deitou na cama novamente e abriu as pernas, eu avancei e me deitei sobre ela, pincelando a rola na sua xota. Comecei a empurrar e ela ajudou com a mão conduzindo meu pau até a entrada, empurrei e ele escorregou pra dentro, Joyce deu uma gemida e eu suspirei satisfeito sentindo as paredes quentes da sua vagina envolvendo meu pau. Eu gemi e empurrei tudo até as bolas, penetrei lentamente por alguns segundos então dei um beijo em sua boca, ela correspondeu e nossas línguas se entrelaçaram, eu logo fiquei mais fogoso e esquentei o beijo, mas ela virou o rosto, descolando nossos lábios e disse
"Sua boca tá com cheiro de pau e gosto de porra, de tanta camisinha que você ficou tomando.. Tá me dando nojo de te beijar"
Achei excitante e como um bom submisso eu acatei concordando, desci até os peitos e comecei a mamar, suguei seu mamilo e logo os jatos de leite materno começaram a sair, comecei a penetrar impulsionando meu pau com a cintura, fazendo ele entrar e sair lentamente, eu degustava cada centímetro daquele buraco, sentindo seu interior quente e molhado se contraindo e envolvendo meu pau a cada estocada. Eu não conseguia conter gemidos de excitação, a buceta dela era um pouco larga, afinal ela já tinha transado muitas vezes naquele dia, mas mesmo assim era deliciosa. Eu não demorei muito pra acelerar o ritmo, Joyce começou a gemer mais alto enquanto meu pau entrava e saía de dentro dela, eu sentia seu interior ficando mais úmido e os barulhos molhados da penetração se misturavam com os nossos gemidos
"Vagabunda gostosa do caralho" eu falava
"Tá gostando, seu filho da puta? Tá gostando dessa bucetinha?" Ela respondia
Depois de uns dez minutos fudendo forte sem parar, eu parei ofegante e ainda com o pau enfiado dentro dela deitei sobre ela na mesma posição do papai e mamãe pra descansar. Eu estava suado e minhas pernas latejavam pelo esforço.
"Gozou?" Ela perguntou
"Não" eu respondi "só tô descansando"
Ela riu e eu voltei pros peitos pra tomar mais leite
"Acho que hoje você mamou mais que meu filho, não desgruda desse peito" ela falou, eu ri em resposta e ela falou "quer trocar de posição?"
"Sim" eu concordei, suguei com um pouco mais de força para juntar uma boa quantidade de leite na boca, engoli tudo suspirando de tesão e falei "vem sentar um pouquinho pra mim"
Ela concordou, tirei o pau de dentro dela e vi como ele estava melado, deitei na cama e Joyce levantou pegou o cesto de lixo do chão e colocou em cima da cama, segurou no meu pau, montou em mim e ficou roçando a xana na minha rola, eu grunhi sentindo a entrada quente e melada deslizando pelo meu pau, peguei a calcinha usada dela que estava jogada na cama e enterrei o nariz nela inspirando seu odor profundamente. Então, ela encaixou o pau e sentou de uma vez, eu gemi satisfeito sentindo seu peso sobre o meu corpo enquanto meu pau entrava lá no fundo da sua vagina e eu sentia aquele cheiro de pau, sexo e buceta de puta usada invadindo meu nariz.
"Isso, filho da puta, cheira minha calcinha suja, cheira" ela gemeu e logo começou a sentar sem dó, cavalgando com força, ela sentava muito bem, rebolando quando meu pau estava lá no fundo. Ela gemia alto e seus peitos balançavam conforme ela quicava, a cama rangia e eu não conseguia conter meus gemidos conforme eu sentia sua xota molhada subindo e descendo, engolindo meu pau inteiro. Cheirei a calcinha até me enterrar dentro daquele cheiro delicioso, até que não aguentei e enfiei minha língua no fundo da calcinha e dei uma longa lambida, o gosto era bem amargo, até um pouco azedo, mas delicioso, todas as secreções da prostituição acumuladas na minha língua. Quando Joyce viu essa cena montada em mim ela gemeu alto e sentou com força falando ofegante
"Ai caralho, vai limpar minha calcinha toda, vai? Limpa tudo então, passa a linguinha no fundo e limpa toda a sujeira dessa vagabunda"
Eu gemi alto quando ela sentou até o fundo e deu uma rebolada, então coloquei o fundo da calcinha na boca e suguei, minha saliva molhou o tecido e eu puxei todas as substâncias pra minha boca, quando tirei todas as manchinhas brancas e amarelas de porra, suor, mijo e gozo de buceta tinham sumido e eu saboreava aquela mistura de secreções na minha língua.
Joyce pegou a calcinha toda molhada com a minha saliva, mas livre das manchas e sorriu gemendo
"Isso mesmo, filho da puta, além de encher a boca de porra você ainda limpa calcinha com língua, é assim que eu gosto, bem comportado"
Seus peitos balançavam deliciosamente conforme ela cavalgava com os bicos durinhos e depois de me atender durante tanto tempo, logo depois de ter atendido um outro cliente, ela já estava toda suada e seu cheiro era delicioso. Então ela parou, ainda montada em mim e enfiou a mão no lixo puxando uma camisinha, era uma das últimas com bastante leite. Ela puxou e mostrou, levantando sobre o meu rosto, meus olhos brilharam de tesão e eu salivei, ela abriu o nó e aproximou da minha boca, eu chupei a parte de fora e ela deu uma rebolada de leve, senti o gosto de sexo e lubrificante barato, enquanto sentia o leite acumulado na ponta
"Você gosta né? Imagina o pauzão do macho que me comeu, tava aqui dentro, jorrando leite na camisinha, tenho certeza que você queria ele na sua boca, você gosta de chupar pau?" ela falou provocando
"Sim" eu falei entre gemidos "eu amo, amo engolir rola de macho até a garganta, ainda mais se for na frente de uma puta igual você me humilhando enquanto eu mamo"
Ela riu e sentou devagar, sua buceta quente e molhada deslizou por todo meu pau pra cima e pra baixo de novo fazendo ele ir lá pro fundo. Ela riu e respondeu
"Hmm, bom saber, eu sabia que você gostava.. pelo jeito que você gosta de porra, deve chupar igual uma vagabunda..gosta de dar o cuzinho também né? Não adianta negar que eu sei que você gosta, certeza que fica engolindo porra só sonhando em um macho desses fodendo você.. viado de merda"
Eu gemi enquanto ela cavalgava devagar e me humilhava, estar no poder deixava ela com tesão, o que fazia com que sua buceta ficasse encharcada e os bicos dos seus peitos furos pingando leite.
"Me dá leitinho, mamãe" eu gemi
"Qual? Do meu peito ou da camisinha?" Ela perguntou com voz de safada
"Dos dois" eu respondi excitado, ela riu com maldade e falou "então toma aqui"
E fez algo que eu não acreditei e quase me fez morrer de tesão, ela pegou a camisinha, ainda montada em mim com o meu pau dentro dela, e virou ela nos seus peitos, a grande gozada que tinha ali começou a escorrer e cair sobre aqueles peitos grandes e deliciosos, escorrendo sobre os mamilos.
Olhei para aqueles peitos lotados e senti um cheiro bem forte, acredito porque aquela era uma camisinha mais antiga que tava no fundo do cesto. Mesmo assim eu sentia tesão
"É pra limpar tudo, seu filho da puta, quero ver se vai aguentar lamber essa que tá aqui faz dias" Joyce provocou dizendo "vem tomar leite de macho no peito da mamãe, vem, limpa tudo com essa boca, viado filho da puta"
Levantei meu tronco e fiquei sentado na cama, com ela montada em mim e o pau enfiado até o fundo dentro dela. Meu rosto na altura dos seus peitos lambuzados exalando cheiro de macho. Não perdi tempo e dei uma lambida com vontade, senti o seio macio sob a minha língua enquanto o sabor amargo se espalhava pela minha boca. Comecei a lamber saboreando cada gota daquele líquido delicioso, quando eu afastava a boca para sentir o gosto, Joyce apertava o peito e o biquinho jorrava seu leite materno no meu rosto, escorrendo e se misturando com o esperma. Eu então lambia avidamente a mistura gemendo alto conforme ela dava uma leve reboladinha e eu sentia o pau mexendo no seu interior quente e molhado. Eu passava a língua pelos peitos melados sentindo o contraste do gosto forte e amargo do esperma com o gosto doce e suave do seu leite materno e me deliciava de prazer
"Tá gostoso o leite da mamãe com leite de macho?" Ela falou severa e dominadora mas logo complementou fazendo voz de bebê "olha que neném guloso da mamãe, limpa todo o peito da sua puta, limpa"
"Que delícia, mamãe, dá tudo na minha boquinha.. Isso é simplesmente delicioso" eu gemia totalmente entregue ao seu domínio. Eu lambia o esperma espalhado pelos peitos grandes e logo que sentia a consistência viscosa na minha língua eu abocanhava o peito e sugava com força, fazendo os jatinhos esguicharem na minha boca, às vezes eu tirava a boca e deixava a Joyce apertava o seio pra ajudar a sair e eu tirava a boca deixando o leite espirrar na minha cara e escorrer pelo peito se misturando com a porra. Então eu recomeçava esse processo.
Depois de um tempo naquilo eu terminei de limpar tudo, seus peitos que antes estavam melados escorrendo porra da camisinha, agora estavam limpos, só molhados com a minha saliva. Joyce suspirou fundo com os mamilos durinhos de tanto que eu tinha mamado e chupado aqueles peitos e disse que tava dolorida de tanto leite que tinha saído. Ficamos naquela posição agarrados durante alguns minutos descansando, eu sentado na cama e ela montada em mim com minha rola dura dentro da sua xota. Ficamos descansando por um tempo, ambos estávamos suados e melados de gozo. Então eu apertei sua bunda grande e carnuda, ela logo começou um sobe e desce lento com a buceta, eu desci a mão até o meio da sua bunda e toquei em seu cuzinho. Massageei aquele rabinho com a ponta dos dedos, senti suas preguinhas deliciosas, ficamos assim por mais um tempo, ela montada dando uma sentadinha lenta, intercalando com uma rebolada e eu com a mão na sua bunda mexendo no seu cuzinho. Estava delicioso mas logo meu tesão voltou a tomar conta de mim
"A gente pode fazer de quatro um pouco?" Eu pedi
"Hmm.. Quer me comer de quatro seu puto safado?" Ela provocou me olhando com cara de puta
"Quero muito, essa bunda gostosa, não tô aguentando de tesão" eu pedi "quero fazer por trás um pouco também"
"Tá louco pra comer meu cuzinho né seu filho da puta" ela gemeu manhosa, mas ainda severa, comprometida em me dominar por completo, logo sentou até o fim fazendo meu pau penetrar lá no fundo da sua vagina e rebolou com o quadril o que me levou a ver estrelas de tanto tesão
"Será que você vai aguentar? Eu acho que não vai" ela provocou "não tá aguentando minha bucetinha, vai se gozar todo só de me ver de quatro..."
Ela mexia seus quadros com destreza e habilidade fazendo sua xota quente e melada engolir meu pau inteiro. Eu gemia conforme ela sentava devagar e eu massageava seu cú com os dedos.
Eu então tirei a mão da sua bunda e levei os dedos até a minha boca, chupei e envolvi eles com a minha saliva e voltei para a sua bunda, Joyce ainda montada sorriu e logo gemeu quando eu enfiei o dedo no seu rabo. Brinquei com ele lá dentro, sentindo como era apertado, e sentindo seu reto comprimindo contra os meus dedos conforme ela apertava.
Ela continuava sentando devagarinho e eu enfiava e tirava meus dedos devagar de dentro do cú dela.
"Deixa eu comer seu cuzinho, vai" eu pedi "não tô aguentando de tesão"
Joyce sentou até o fim de novo e falou
"Implora, só vai comer meu cú se implorar, igual uma cadela"
Senti sua xota apertando meu pau, o peso do seu corpo sobre o meu
"Por favor, eu imploro, deixa eu comer seu cuzinho, não tô aguentando de tesão" eu falei totalmente entregue ao seu poder "sério, tô muito excitado e não vou conseguir segurar por muito tempo, eu preciso comer esse cuzinho, por favor"
Ela viu meu desespero e riu maldosa, ficou me torturando por um tempo, me fazendo implorar, mas logo cedeu, desmontou fazendo meu pau saltar pra fora da sua xota. Ela estava toda vermelha e inchada de tanto sentar e meu pau inteiro melado por conta do seu melzinho. Joyce foi pra borda da cama e ficou de quatro, empinando bem a sua bunda. A vagaba sabia o que estava fazendo...
Levantei e fui pra trás dela, quando contemplei aquela visão eu quase desmaiei de tesão, vi aquela bunda enorme empinada o que a tornava ainda mais deliciosa, com uma bucetinha inchada e vermelha, toda melada de tanto ser fodida, logo abaixo de um cuzinho delicioso que ainda estava fechadinho. Eu literalmente salivava vendo aquilo, não perdi tempo e ajoelhei, enterrando a minha cara no meio daquela bunda, primeiro focando na buceta, dei um belo trato ali, Joyce estava com a vagina sensível de tanto dar, de forma que conforme eu lambia e chupava, ela estremecia de leve. Foi então que eu subi e com uma longa lambida cheguei no cuzinho, Joyce deu um gritinho de susto pela lambida repentina. Encostei meu nariz ali e dei uma longa cheirada, degustando aquele delicioso cheirinho de cu de puta, não perdi tempo e comecei a lamber e chupar com vontade, ela involuntariamente piscava o cuzinho quando eu chupava, eu sentia suas preguinhas contra a minha língua o que fazia meu pau babar. Chupei com vontade, intercalava entre a sua xota e seu cú, enterrando a língua o mais fundo que eu conseguia no ânus dela e saboreando seu gosto delicioso de puta. Então me levantei e posicionei o pau ainda com a camisinha, punhetei de leve e esfreguei naquele grelinho, depois subi e acariciei o cuzinho com a minha glande.
"Vai pôr no cuzinho, amor?" Ela perguntou
"Um pouquinho na buceta com você de quatro primeiro" eu respondi
"Passa lubrificante quando for colocar no cuzinho, se não não entra" ela respondeu, pegou um tubo do lado da cama e me entregou, voltando a ficar de quatro. Encaixei na buceta e empurrei, meu pau entrou facilmente emitindo um barulho de molhado, o interior quente e molhado me fez gemer ainda mais vendo ela naquela posição, com meu atolado. Não perdi tempo e comecei a meter massageando o cuzinho dela com o dedo. Quando senti que estava no ápice do tesão, tirei da buceta vendo como ela estava inchada e molhada. Pincelei o cuzinho esfregando meu pau nele e me preparei pra meter. Joyce gemeu sentindo eu passando o pau ali e abriu a bunda com as duas mãos, deixando seu rabinho totalmente empinado e exposto, logo peguei o tubo de lubrificante, deixei a substância cair no meio da sua bunda espalhei com os dedos. Enfiei o dedo dentro dela pra espalhar por dentro e fiquei brincando ali por um tempinho pra dar uma laceada e deixar bem lubrificado.
"Passa no seu pinto também, amor" ela mandou e mesmo que meu pau já estivesse melado da xota dela, eu obedeci, passei bastante lubrificante em todo ele encapado com a camisinha e não perdi tempo, encaixei a cabecinha na entrada do cuzinho e pressionei, senti a glande contraindo contra as preguinhas dela e ela logo falou
"Devagar amor"
Eu diminuí a pressão, ela abriu a bunda com a mão empinando ainda mais pra mim e logo ele entrou, primeiro só a glande, Joyce deu uma reclamadinha, mas eu ignorei. Minha respiração estava ofegante e eu transtornado de tesão, então sem pensar enfiei de uma vez até as bolas, senti meu pau indo fundo naquele cuzinho, seu reto quente e melado se contraindo conforme meu pau entrava, uma sensação deliciosa sentir meu pau naquele buraco. Eu gemi alto quando meu pau entrou enquanto Joyce deu um grito falando
"Devagar, caralho, no cú machuca"
Eu ri e falei com a voz trêmula de tesão
"Desculpa, é que seu cú é muito gostoso"
Comecei um vai e vem bem lento, puxava o pau e penetrava de novo até o fundo, eu não conseguia conter uns gemidinhos sentindo como aquele buraco era gostoso, era quente e muito mais apertado do que a buceta, e a cena da Joyce de quatro com a bunda aberta e empinada era maravilhosa.
"Que cuzinho apertado dessa mamãe" eu provoquei
Desci a mão até os seus peitos com ela ainda de quatro e apertei senti o leite pingando, enterrei o pau mais uma vez.
Segurei na sua cintura e aumentei o ritmo, apertei forte sua bunda
"Aí caralho que dor.. seu pau é grosso, no cú machuca" ela reclamava
"Não tô aguentando de tesão, Joyce, você é muito gostosa de quatro e seu cú é muito bom" eu falei
Ela sentiu que eu não ia conseguir aguentar muito tempo e logo ia gozar, então resolveu aguentar a dor. Ela percebia pelos meus gemidos que eu tava quase gozando. E eu percebi que o tempo estava acabando, nós dois estávamos exaustos duas horas e pouco fudendo quase direto. Eu só queria gozar mais uma vez, Joyce apesar da dor preferiu aguentar quieta pra eu poder acelerar e gozar rápido.
Apesar de estar bem cansado e de eu já estar querendo parar, aquilo era muito gostoso e eu não queria que acabasse, eu sentia o amargo do esperma ainda na minha boca e o cheiro de sexo, suor e porra reinava naquele quarto que era preenchido com os sons da nossa transa, ir gemidos de Joyce e o som do meu corpo se chocando contra o dela conforme eu estocava. Senti a gozada vindo e parei, eu queria segurar até o máximo até não suportar mais, enfiei até o fundo e tirei, foi lindo sentir a Joyce empurrando meu pau pra fora e ver aquele cuzinho apertado todo vermelho e arrombado. Assim que o cuzinho dela cuspiu meu pau pra fora, ela peidou, quem faz anal está acostumado com o som do cuzinho colocando o ar que entrou durante a transa pra fora, isso sempre me deu tesão. Meu pau estava duro igual pedra, com as veias muito saltadas e a cabeçona vermelha bem inchada dentro da camisinha. Punhetei devagar e falei
"Isso, põe pra fora, faz de novo"
Joyce riu e falou
"Você gosta disso?"
E eu prontamente respondi "amo esse barulho, faz força pra sair de novo"
Ela riu e obedeceu, abriu bem a bunda com as mãos empinando aquele rabo maravilhoso, eu contemplei eu cuzinho arrombado e sua xota inchada e melada, e ela logo peidou de novo, eu gemi satisfeito e esfreguei a cabeça da rola ali. Peguei o tubo de lubrificante e espalhei no rabinho dele e na minha rola, encaixei e mandei ver de novo, Joyce gemeu de dor pela cravada repentina e eu de tesão. Segurei eu sua cintura e mandei ver sem dó, comecei a foder aquele rabo sem me preocupar se estava machucando ou não, eu puxava ela pela cintura contra o meu corpo e empurrava pra dentro impulsionando com o quadril. Meu pau entrava e saía e eu sentia aquele reto apertado comprimindo meu pau a cada metida o que aumentava meu tesão e fazia com que eu involuntariamente aumentasse a intensidade.
Fomos transando assim até eu eu totalmente hipnotizado de tesão desci a mão sem dó na sua raba com um tapa com toda a minha força, Joyce deu um gritinho de susto e logo me repreendeu com a voz trêmula de dor, impaciência e terei incontido
"Sem bater, se não você deixa minha bunda toda marcada"
Eu ri e falei "desculpa, me empolguei. É que você é muito gostosa"
Voltei a meter com força, vendo a marca vermelha da minha mão no seu rabo o que só tornava aquilo ainda mais excitante, nós estávamos realmente fazendo muito barulho, ambos estávamos gemendo alto e a cama não parava de ranger e bater. Então senti que eu não ia conseguir mais aguentar, uma sensação incontrolável tomou conta de mim, eu gemi loucamente e aumentei a intensidade das socadas só máximo que eu conseguia. Meu corpo inteiro doía e eu estava suando muito, Joyce literalmente gritava tomando no cuzinho, eu agarrei em seu cabelo enrolei minha mão, puxei pra trás e meti com toda a minha força. Até que comecei a gozar, um prazer absurdo tomou conta de mim, percorrendo todo o meu corpo como se fossem ondas de choque, eu comecei a me tremer todo involuntariamente, como se estivesse convulsionando de tesão, enterrei meu pau lá no fundo e senti ele jorrando leite na camisinha, senti os jatos saindo e gemi alto sem conseguir me controlar. Lentamente as ondas de choque do orgasmo foram passando e eu voltei a mim mesmo depois desse êxtase extremo, eu estava suado e ofegante
"Caralho" Joyce falou incrédula "fazia tempo que alguém não me comia assim.. o prédio inteiro deve ter ouvido, fizemos muito barulho"
"Nossa, Joyce, essa foi a melhor gozada que eu já dei na minha vida" eu falei
Ela sorriu cansada e eu puxei meu pau de dentro dela devagar, ela fez força e seu cuzinho cuspiu meu pau pra fora peidando logo que meu pau saiu e expulsando todo o ar. Olhei esfomeado e satisfeito para aquele cuzinho todo vermelho e arrombado. Ela sentou na cama e eu me deixei cair exausto na cama.
"Sorte que você passou bastante lubrificante, se não teria me rasgado inteira com a força que tava metendo" ela falou
Então ela ficou em pé, contemplei seu corpo delicioso, e pegou o lençol da cama pra limpar o cuzinho
"Meu cú tá todo melado de lubrificante.. tô exausta e o quarto tá uma bagunça" ela suspirou cansada "cheio de lixo espalhado e tá um cheiro forte.. preciso limpar tudo isso, tomar banho e responder o WhatsApp que tá cheio de cliente"
Ela estava cansada e passado o êxtase da transa provavelmente estava impaciente e com nojo querendo que eu fosse embora logo.
"Meu cú tá doendo" ela reclamou "e você vai limpar essa sujeira toda, esse monte de lixo espalhado", limpou no lençol
Eu estava cansado e queria dar uma relaxada antes de ir embora, talvez até mamar mais um pouquinho antes de ir. Então fiz a única coisa que acalma uma puta, peguei meu celular e mandei um bônus no Pix, assim que caiu e o celular dela apitou ela pegou o celular e olhou perguntando desconfiada
"O que é esse pix que vc mandou?"
Eu sorri e respondi
"Bônus por você ter sido uma puta perfeita e ter feito o melhor atendimento que eu já tive"
Ela sorriu e falou
"Assim que a mamãe gosta"
Achei sexy e sorri de volta, aquilo melhorou o humor dela
"Posso ficar aqui até o próximo chegar? Não vou fazer mais nada, fica tranquila, só limpar essa bagunça e descansar um pouco" eu pedi
Ela ficou em silêncio e depois de um tempo falou
"Tá, mas quando o próximo chegar você vai embora, ok?"
Eu concordei, ela levantou foi até o espelho e abriu a bunda, olhando o estrago que eu tinha feito
"Olha isso, você me arrombou inteira" ela falou "meu cuzinho tão apertado tá um buraco.. Minha buceta toda inchada.. tomara que meu cú volte logo a fechar pra eu atender o próximo"
Eu deitado na cama sorri em aprovação
"Olha sua mão marcada na minha bunda do tapa que você deu" ela falou
"Olha o que você fez na minha bunda e na minhas costas" eu falei mostrando os vergões que tinham ficado das cintadas que eu tinha levado
Ela riu e falou
"Mas você é um nojento filho da puta, merece apanhar mesmo.. Merece até coisa pior"
Eu adorava quando ela falava daquele jeito. Passei a mão no meu pau que estava meia bomba, ainda com a camisinha nele. Ela foi até a pia encheu um copo de água e bebeu
"Posso tomar um copo de água?" Eu pedi
"Não, não quero essa boca imunda de porra nos meus copos" ela falou
"Não tem copo descartável?" Eu falei
"Não quero gastar com você" ela falou rígida "se quiser bebe água da pia do banheiro, da privada"
Ela era maldosa, gostava de estar no comando e eu gostava dela assim. Ela sentou na cama e pegou seu celular, olhou pro meu pau e falou
"Você gozou tudo na camisinha" pegou no meu pau meia bomba e tirou a camisinha, levantou ela no alto e olhou pro leitinho no fundo, tinha menos por ser a segunda gozada do dia, mas ainda uma boa quantidade
"Toma seu leite também.." ela mandou "você tomou tudo que tinha no lixo e vai largar só a sua aqui cheia? Não é leite de macho de verdade igual você gosta.. é seu próprio gozo, entrei é leite de viadinho submisso, mas é porra"
Peguei da mão dela e segui o mesmo procedimento de chupar por fora saboreando gostinho de cú depois meter a língua lá dentro e colocar todo o leite dentro da boca. Como eu tinha acabado de gozar ele estava diferente dos outros que eu tinha tomado, que haviam ficado um tempo no lixo. As outras estavam mais líquidas e amargas, enquanto o meu estava ainda bem grosso, pegajoso e salgado. Brinquei com o líquido na língua e engoli de uma vez. Joyce mexia no celular, joguei a camisinha vazia no chão e ela falou rindo
"As meninas que atendem aqui estão falando do barulho que a gente fez, elas não sabem nem metade do que rolou aqui"
Aquilo me deixou excitado, imaginar que várias putas baratas como Joyce tinham ouvido toda a nossa foda. Eu me deliciava com a ideia de ficar pensando o que exatamente elas tinham ouvido.
"Viu, vou tomar banho aqui, preciso me lavar inteira, tô toda melada de suor, porra, lubrificante, gozo, coisa que saiu da minha buceta quando eu gozei, não tenho condições de atender nesse estado" ela falou "limpa tudo aí, pega todo esse lixo e troca o lençol pra mim, tem um limpo ali no canto, quero tudo arrumado quando eu sair do banho, dá um jeito nessa bagunça que você fez"
Eu gostei do tom de ordem, ela foi pro banheiro e eu prontamente levantei, comecei a arrumar as coisas catando o lixo espalhado e colocando no cesto. Perguntei onde tinha uma vassoura e Joyce disse que na porta que tinha no quarto, abri e era uma espécie de mini lavanderia, com um tanquinho, umas vassouras. Dei uma varrida no quarto todo, troquei os lençóis como ela havia indicado e sentei na borda da cama, eu gostava de ficar ali servindo ela.
"Posso tomar um banho também? Eu também tô todo melado de porra, bem suado" eu pedi
"Não, não pode.. você vai voltar pra sua casa fedendo porra de macho mesmo. Ficou engolindo leite a noite inteira agora quer sair daqui como se nada tivesse acontecido? Vai tomar banho porra nenhuma, se quiser se lavar, se lava na sua casa" ela falou severa
Eu estava achando excitante ela me tratando daquele jeito, apertei meu pau com força e olhei ela tomando banho, meu pau começou a endurecer. Ela era linda e gostosa, ficava muito sexy tomando banho, não aguentei e comecei a tomar bater uma de leve. Meu pau doía um pouco, por já ter transando bastante durante muito tempo e gozado mais de uma vez. Ainda assim era excitante ver ela tomando banho, ela se ensaboava deliciosamente, depois repassava, ensaboava seu cuzinho e sua buceta com um delicioso barulho molhado de sabão e água.
"Tá animado aí hein" ela falou me vendo bater punheta
"É que você é muito gostosa" eu falei com a voz trêmula "foi só olhar você pelada tomando banho que meu pau endureceu"
"Pelo menos broxa você não é" ela comentou
Depois de uns minutos se lavando ela afastou um pouco as pernas deu uma leve agachada e começou a mijar, eu quase gozei de ver a cena, sua urina clarinha escorrendo em jatos pelas suas coxas grossas
"Ai Joyce que tesão" eu gemi
"O que?" Ela perguntou sem entender, eu sorri e respondi
"Você mijando" eu respondi excitado
"Ai meu Deus, você gosta disso também?" Ela perguntou
"Amo... Mija em mim, mija na minha boca" eu pedi com tesão
"Outro dia.. quando você pagar outro programa eu deixo" ela falou
"Deixa eu chupar essa bucetinha toda mijadinha" eu falei
"Não, amor.. Se quiser paga e eu deixo" ela falou
Eu estava com pouco dinheiro, já tinha gastado demais com aquela vagaba, então deixei quieto. Ela saiu do banho se enxugou e veio pro quarto, começou a se enxugar e eu de pau duro punhetando.
"Vem cá ver se eu tô cheirosa pro próximo macho" ela falou "cheira a bucetinha da sua puta"
Eu prontamente sentei na borda da cama e ela se aproximou colocou um pé em cima da cama de forma que sua vagina ficou na altura do meu rosto
"É só pra cheirar, não é pra você encostar" ela falou
Ela abriu os lábios com os dedos e eu vi ela bem vermelhinha abertinha pra mim. Aproximei meu nariz ei inspirei fundo, senti um cheiro suave de vagina, misturado com o cheiro do sabonete íntimo, estava limpa e gostosa.
"Tá cheirosa, mamãe" eu falei bem submisso "bem limpinha.. Nem parece xota de puta, igual a hora que eu cheguei toda melada e usada do jeito que eu gosto.. assim tá uma delícia também"
Ela desceu a perna satisfeita e se olhou no espelho, eu vi como ela era gostosa e meu pau babou, então ela deitou na cama do meu lado e pegou seu celular pra responder cliente
"Não para de bater punheta você, tá louco" ela reclamou "além de esquisito é um punheteiro filho da puta"
Eu gemi quando ela falou isso
"E você ainda gosta que eu fale isso, nunca vi uma coisa dessa, quanto mais eu xingo mais você gosta.. Daqui a pouco vai estar se gozando inteiro aí" ela falou com desprezo
"É que você é muito gostosa" eu respondi e ela revirou os olhos
Ela começou a responder os clientes buscando algum pra atender
"Posso mamar mais um pouquinho?" Eu pedi "por favor, juro que vou embora depois, só uma mamadinha"
Ela olhou contrariada mas cedeu
"Tá, vem.. só um pouco... Mas chupa meu peito devagar, meus mamilos estão doloridos das chupadas que você deu, não sei nem como vou dar de mamar pro meu filho quando eu chegar em casa.. você não precisa sugar com força, só põe a boca e puxa devagarinho que sai o leite"
Eu concordei, me ajeitei perto dela e e olhei aquele peito grande com biquinho rosado que tinha acabado de sair do banho, cheirosa e macia. Dei uma lambidinha, coloquei a boca com suavidade, sem a fome e o fervor do sexo e suguei devagarinho, demorou um pouco mas logo eu senti umas gotinhas na minha língua, não me apressei e saboreei aos poucos. Fiquei ali durante um tempo, me aconcheguei nos braços dela e fiquei descansando enquanto ela respondia clientes no WhatsApp, punhetando e mamando, às vezes eu até parava de chupar, ficava só com a boca ali ou passando a língua devagar naquele biquinho, Joyce às vezes apertava o peito de leve fazendo pequenos jatos esguicharem na minha boca, eu gemia e suspirava satisfeito engolindo todo o leite materno que ela soltava na minha boca, doce, suave e delicioso.
Eu estava quase gozando quando ela falou de repente
"Amor, se arruma pra ir embora e vai.. Tá vindo cliente"
Eu suspirei contrariado, estava tão gostosinho e aconchegante ali e eu tava quase gozando de novo, mas concordei como eu tinha prometido.
"Viu, deixa eu te falar" eu chamei meio sem jeito "tem como você apagar o vídeo que você fez aquela hora?"
Ela me olhou curiosa e riu falando
"Eu mandei pra ele de visualização única, eu já tinha te mostrado"
"Sim, mas eu quero dizer do seu celular... Você prometeu que ia apagar, eu só deixei filmar por isso" eu falei com um pouco de medo
"Relaxa, meu amor, não vou fazer nada, só quero o vídeo pra mostrar pras minhas amigas, não vou mandar pra ninguém, fica tranquilo, se não elas não vão acreditar" ela respondeu "eu nem posso ficar vazando vídeo de cliente se não os outros clientes não tem confiança de vir aqui, aí eu perco dinheiro"
"Tá bom então.." eu falei com medo, meio contrariado, mas fazer o que
Ela também levantou e foi se arrumar, eu me vesti mas fiquei de pau pra fora batendo punheta e vendo ela se arrumar. Pegou uma lingerie na bolsa dela e vestiu, uma calcinha vermelha de renda e um sutiã também vermelho que ressaltavam o quanto ela era gostosa, seus peitos grandes e sua bunda farta. Deu uma arrumada no cabelo e eu perguntei
"Joyce, eu posso voltar mais vezes?"
Ela me olhou incrédula e falou
"Você gostou? Eu te tratei igual merda a noite inteira"
"Eu amei.. me tratou igual eu pedi, uma mamãe dominadora bem sádica e cruel.. e foi o melhor sexo que eu já tive, sem contar que você é extremamente gostosa" eu respondi
Ela riu e falou
"Eu nem precisei fingir, você é realmente desprezível.. mas Tá bom, desde que você pague bem igual pagou hoje, pode vir quando quiser, você já tem meu número"
Eu concordei e ela falou que tinha uma ideia antes de eu sair, pediu pra eu esperar falando que queria fazer uma coisa.
Saiu do quarto e eu fiquei de pau de fora punhetando, ouvi ela batendo em um dos quartos do corredor quando a porta abriu eu ouvi a conversa:
"Amiga, deixa eu te pedir um negócio, depois eu explico" Joyce falou rindo "Pega uma camisinha sua aí pra mim, do lixo mesmo, usada com porra"
"Que?" Ouvi uma outra voz feminina falando "como assim? Tem a ver com essa barulheira que eu ouvi?"
"Amiga... Tem... Depois eu explico, babado fortíssimo" Joyce falou "você não vai nem acreditar"
A outra riu e concordou, depois de um tempo Joyce voltou segurando duas camisinhas cheias de leite como eu gostava
"O que você vai fazer?" Eu perguntei
"Aqui você não pergunta, aqui você obedece" ela falou "de joelhos"
Eu gemi, eu amava quando ela fazia aquilo.
Ajoelhei no chão e olhei pra ela, toda gostosa de calcinha e sutiã na minha frente e ela falou
"Você não quer voltar mais vezes? Vai ter que me provar que merece, vai voltar pra sua casa com a cara gozada de porra e eu quero que você filme no caminho pra provar que não se limpou no caminho"
Eu achei aquilo um pouco extremo "Joyce, calma.. Eu tenho que pegar Uber, minha casa é longe, como eu vou chegar em casa nesse estado? Você já não deixou eu tomar banho e me lavar.."
"Foda-se eu te falei que não ia ter piedade, quero que o Uber saiba que você é uma putinha, um viadinho cheio de leite de macho na cara, que é isso que você merece.. quero que todo mundo que te veja na rua sinta o nojo que eu tô sentindo de você agora nesse estado" ela falou com raiva
Eu estava nervoso e me sentindo pressionado e encurralado, a ideia era excitante, mas será que não era muito além dos limites? Meu pau babou quando eu ouvi aquelas palavras, então eu gemi e me submeti, fechei o olho e dei minha cara pra ela de joelhos
"Tá bom.. tudo que você mandar" eu disse
"Muito bem, assim que a mamãe gosta" ela falou
Pegou a primeira camisinha e virou ela, usando os dedos na parte de fora pra fazer todo o líquido sair, senti a substância espessa caindo no meu rosto, escorrendo pela minha testa, bochecha, boca, queixo. Ela fez o mesmo com a outra, era extremamente desagradável a textura e o cheiro forte exalava, escorrendo pelo meu rosto tudo, testa, bochechas, queixo, mas me dava tesão, o cheiro e o gosto, a viscosidade, tudo me excitava. Eu também estava nervoso e ansioso com essa volta pra casa.
"Olha como você tá, assim que eu quero, todo mundo que olhar pra você na rua vai saber que você é um viadinho de puteiro.. e mete o pé agora" ela falou brava
Eu guardei o pau na calça ainda duro e saí de barraca armada com a cara toda gozada, cheguei na calçada e pedi um Uber. Andei até a esquina e fiquei esperando o Uber chegar, vi que ia demorar um pouco e decidi ir até um poste pra ver o cliente tá Joyce chegando, fiquei em um ponto meio escuro, meu rosto todo melado e lambi minha boca, sentindo o sabor do esperma. Apertei meu pau com força e estremeci, decidi bater uma ali mesmo e foda-se, eu estava com muito tesão pra esperar chegar em casa, a rua estava vazia e naquele trecho não era tão visível o que eu estava fazendo, eu já ia ter que encarar o Uber estando todo gozado qual era o problema de bater uma. Tirei meu pau pra fora e comecei a bater punheta, era excitante fazer aquilo na rua com medo de ser pego e estando coberto de porra... Dei uma cuspida pra lubrificar e bati com vontade, fiquei ali e logo um cara chegou de carro, parou, esperou um pouco e logo entrou. Fiquei imaginando que era ele que ia foder aquela gostosa da Joyce e que era a porra de um cara como aquele que eu tinha tomado e levado na cara, aquilo me excitou, fiquei pensando nele e no seu pau grande metendo na Joyce e não consegui me conter, dei uma bela gozada gemendo ali na rua mesmo.
Peguei meu celular e tirei uma foto do meu pau e das gotas de leite caindo na calçada e mandei pra ela no whatsapp
"Você não deixou eu terminar aí, tive que bater aqui na rua esperando o Uber.. Não aguentei o tesão sentindo o leite na minha cara"
Enviei, guardei o pau satisfeito e esperei meu Uber como um bom submisso
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