gozando no japeri
Vou relatar um acontecimento real, que não é atual mas hoje tive um gatilho de algo muito similar que me despertou o desejo de relatar. Trabalho na zona sul do rj a 8 anos, então sou habituada a rotina de transporte público, principalmente as superlotações nos horários de pico, sempre pego o ramal Japeri no horário de 5h/5:20, nesse dia em específico, peguei exatamente as 5h pois precisava chegar no trabalho antes das 7h, quando o trem parou na estação e abriu as portas, achei que não fosse conseguir embarcar, uns 5 homens extremamente altos e grandes estavam ocupando todo espaço da porta, porém, coloquei a minha bolsa pra frente, agarrei com toda força e me enfiei entre eles, fui andando de lado me enfiando entre as pessoas até chegar em algum espaço mínimo que fosse possível colocar os dois pés no chão rs parei no meio do vagão, literalmente, longe de qualquer barra que pudesse me segurar, mas nem havia a necessidade, era impossível cair, não dava nem pra levantar a mão para mexer no telefone, eu entrei tão focada em conseguir passar por aqueles gigantes da porta que nem percebi que parei em um espaço onde não haviam mulheres, era apenas eu, uma negra corpuda com meus 1,69 de altura, 100kg, minha bunda grande marcada na saia mind, minha blusa social branca de botões e meu blazer, contra os quase 4 homens que faziam um circulo ao meu redor. Dois deles desviaram o máximo possível do meu corpo, um ficou de lado e o outro virou de costas, eu fiquei imprensada bem de frente pra um rapaz branco, magro que aparentava ter no máximo uns 20 anos e atrás de mim havia um velho baixinho que batia na metade das minhas costas. Eu conseguia sentir a respiração do rapaz batendo no meu rosto, se virássemos a cara no mesmo momento, era possível nos beijarmos, nossos corpos estavam literalmente colados, a cada estação, quando entravam mais pessoas, mais aquele velho ficava imprensado nas minhas costas, aquela situação foi me remetendo aos vários contos que eu leio nesse site e quando percebi, sentia um calor na minha barriga, minha buceta se contraia sozinha e eu estava morrendo de tesão, por alguns segundos fixei o meu olhar ao do rapaz que estava na minha frente e acho que pela minha expressão ele entendeu exatamente o que eu queria. Senti o toque dos seus dedos na minha perna e o meu corpo inteiro se acendeu no mesmo instante, ele virou o rosto para o lado oposto ao meu, o que disfarçava completamente a situação e era impossível notarem qualquer interação nossa, o safado foi passando o dedo vagarosamente pela minha coxa até se aproximar da minha buceta, o tecido da saia é tão fino e estava tão justa que eu sentia o calor dos dedos dele mesmo que ainda tivessem sobre o tecido, pressionei minhas coxas pois estava quase gemendo apenas com o carinho que ele fez na minha virilha, ele literalmente estava adorando me provocar e eu só queria que ele enfiasse o dedo na minha buceta e socasse até que eu gozasse, ele finalmente tocou sobre a testa da minha buceta, que é bem gorda e volumosa, quando ele apertou quase ‘’segurando’’ eu suspirei extremamente fundo, o velho percebeu, certamente os nossos movimentos, pois o corpo dele estava literalmente encostado ao meu e ele podia sentir cada pressionada que eu estava dando nas minhas pernas, tentando conter o tesão que aquilo tudo estava me causando. De repente senti uma segunda mão tocando minha perna, aquele velho abusado não enrolou e nem provocou, ele subiu a mão por baixo da minha saia e pegou na minha bunda com força, involuntariamente meu reflexo foi empurrar o corpo pra frente, ele explorava meu rabo com a ponta dos dedos ásperos e chegou no meu cu, minha buceta estava tão molhada que não foi difícil deslizar o dedo até a entrada dela e lambuza-lo com meu mel, ele voltou o dedo e ficou roçando nas minhas pregas e me deixando louca, meu cu piscava, minha buceta se contraia e eu estava quase gozando, o rapaz a minha frente também passou a mão por baixo da saia e certamente sentiu o toque do velho, que brincava no meu cu, o dedo dele já estava sendo engolido pelo meu cuzinho apertado, que parecia sugar com desejo de ser fodido impiedosamente. O novinho explorou minha buceta gorda e encaixou o dedo entre os lábios, meu grelo estava inchado e duro, como já é grande naturalmente, estava pra fora e eu estava quase implorando por prazer. Ele segurou no meu clitóris e começou a punhetar ele vagarosamente, ele alternava os movimentos e hora ‘’punhetava’’ o meu grelo grande, hora esfregava os dedos na minha buceta me tocando uma deliciosa siririca, depois deslizou o dedo e enfiou na minha buceta com desejo, ele socava na frente e o velho no meu cu, por quase 5 minutos eu fui duplamente penetrada dentro do trem, com centenas de pessoas ao meu redor, vivi por alguns instantes uma das minhas maiores fantasias, por que eu sempre quis ser tocada por estranhos em um lugar público, explodi em um orgasmo sem dar nem um pio, sem respirar fundo, sem me mexer, apenas sentindo minha buceta contraindo e babando, foi tão intenso que quase deixei escapar urina, mas senti cada gota do meu mel que lambuzou a mão daquele homem. O novinho tirou os dedos da minha buceta e o cheiro de sexo dominou o nosso espaço, ele passou a mão, que estava toda molhada com o meu gozo pela minha saia para secar e rapidamente cruzou o olhar com o meu, nenhuma palavra foi dita, mas nós dois entendemos o que queríamos dizer. O velho permaneceu brincando no meu cuzinho, enfiou mais um dedo e tirava e enfiava cada vez mais fundo, o fogo na minha buceta era tão grande que eu tive outro orgasmo, agora apenas tomando no cu, senti que o fluido da minha buceta estava escorrendo pelo meio das minhas pernas e levei minha mão de encontro ao braço daquele homem, tentei segurar e puxar para que ele tirasse as mãos, mas ele não queria tirar os dedos do meu cu e continuava socando, ele enfiou mais um dedo e eu estava sentindo que meu cu estava se rasgando com os movimentos que foram ficando mais bruscos, naquele momento a fantasia erótica já estava se tornando algo ruim, o velho safado estava me forçando a continuar ali, eu tentava ir pra frente mas o trem ainda estava estupidamente cheio, eu não tinha como falar para ele parar ou fugir dali, fiquei ali sendo abusada e tendo meu cu esfolado por aquele velho. Tudo isso aconteceu muito rápido, ele ficou uns 3 minutos abusando do meu cu e quando ele decidiu, simplesmente tirou a mão e limpou na minha saia, senti um melado escorrendo pela lateral da minha perna e percebi que ele havia gozado em mim, eu não senti o toque do pau dele na minha perna, não percebi em qual momento ele colocou o pau pra fora mas senti ele se movendo e colocando o pau pra dentro da bermuda, eu estava ali, com a buceta toda gozada e com o meu cu ardendo esfolado, dividida entre a sensação de ter vivido a melhor experiencia sexual que eu já quis viver e a sensação de ter sido forçada e abusada por um velho, quando chegou em são cristovão eu desci e subi as escadas o mais rápido possível, tentando não ser notada em meio a mutidão, entrei no banheiro e limpei minha perna daquela goza espessa do velho, entrei na cabine com um pouco de papel na mão e sequei ao redor da minha calcinha que estava completamente molhada, segui o meu trajeto até o trabalho e passei o dia inteiro torcendo pra chegar em casa, aquela situação me rendeu uma boa e longa noite de masturbação e muitas gozadas.
tele @badgirlrj
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