#Voyeur

Esposa de amigo passou 10 horas assim, no carnaval de rua de OLINDA.

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Ah, cara, imagine só: eu, Daniel, aqui em casa recebendo meu amigo Paulo e sua esposa safada, a Carla, que vieram de Sousa-PB pra curtir o carnaval comigo. Ontem, a gente se jogou nas ruas de Olinda, ela desfilando com aquele short jeans minúsculo, calcinha enfiada bem fundo na raba empinada, suando pra caralho debaixo do sol escaldante por mais de dez horas, e eu já louco de tesão imaginando o cheiro de cu suado, azedo e salgado que devia estar impregnado ali. Quando eles saem pra jantar, eu invado o quarto, acho a roupa suja, cheiro aquela calcinha ensopada de suor e merda de bunda, lambo a manchinha amarela que o cu dela deixou como um carimbo fedorento, me masturbo como um animal nojento e gozo litros pensando em foder aquela puta casada. E isso é só o começo das minhas aventuras secretas com esposas de amigos – tem muito mais vindo por aí, com postagens diárias cheias de putaria real, então leia até o fim, veja as fotos e vídeos anexados que provam tudo, e comenta aí o que você faria no meu lugar pra eu saber se você é tão safado quanto eu.

Estou aqui na sala de casa, o ar condicionado lutando contra o calor úmido que ainda sobra do dia, quando ouço a porta se abrindo. Paulo e Carla chegam rindo, ele com uma sacola de cervejas na mão, ela balançando aquela bunda redonda e suada no short jeans desfiado que mal cobre as coxas grossas. "E aí, Daniel? Pronto pro segundo round amanhã?", Paulo grita, dando um tapa na minha costas enquanto passa. Carla me olha com aqueles olhos castanhos safados, o top preto colado nos peitos fartos, suor ainda brilhando na pele morena. "Oi, amor, obrigada por nos receber. Esse carnaval tá uma loucura, né? Meu cu tá ardendo de tanto andar nesse sol", ela diz, piscando, e eu sinto meu pau endurecer na hora, imaginando o cheiro que deve estar saindo dali.

A gente senta no sofá, abre as latas, e o papo rola solto. Paulo conta histórias da cidade deles, mas eu mal presto atenção – meus olhos grudados na Carla, que cruza as pernas, o short subindo mais, revelando a linha da calcinha minúscula enfiada entre as nádegas. O cheiro dela invade o ar: um misto de suor fresco, perfume barato e algo mais primal, como o fedor de uma buceta e cu que passaram o dia inteiro cozinhando no calor. "Puta que pariu, Carla, você tava uma delícia hoje nas ruas", eu digo, tentando soar casual, mas minha voz sai rouca. Ela ri, jogando o cabelo longo e ondulado pra trás. "Ah, vai, Daniel? Meu marido aqui nem repara mais, né, Paulo? Ele acha que eu sou só uma dona de casa certinha, mas eu adoro me exibir assim, com a bunda quase de fora, sentindo os olhares dos machos na rua me comendo com os olhos."

Paulo ri, bebendo um gole longo. "Ela é fogo na roupa, irmão. Mas relaxa, a gente confia em você." Mal sabe ele que enquanto eles estavam dançando no frevo ontem, eu tava de pau duro atrás dela, vendo aquela raba rebolar, o short jeans colado no suor, imaginando o cheiro de cu que devia estar forte ali dentro. O dia todo sob o sol de Olinda, multidão apertada, corpos se roçando – ela deve ter suado litros, a calcinha virando uma sopa de umidade, o ânus colado no tecido fino, deixando aquele aroma azedo, salgado, com um toque de merda que me deixa louco. "Quer mais uma cerveja, Carla?", eu ofereço, me levantando pra pegar, e passo perto dela de propósito, sentindo o calor do corpo dela, o cheiro subindo como um soco no nariz.

Eles resolvem sair pra jantar, deixar a casa pra mim por umas horas. "A gente volta tarde, Daniel. Não espera acordado", Paulo diz, dando um beijo na bochecha dela. Carla me abraça rápido, seus peitos apertando contra meu peito, e sussurra: "Se cuida, hein? Não faz besteira sozinho". Puta merda, se ela soubesse... Assim que a porta fecha, eu corro pro quarto de hóspedes. O ar lá tá impregnado com o cheiro deles: suor, sexo matinal talvez, e ali no canto, um saco de roupas sujas. Meu coração acelera, pau latejando na cueca. Eu remexo, acho o short jeans dela, ainda úmido, e dentro, enrolada, a calcinha fio dental preta, minúscula, com o fundo todo encharcado.

Eu puxo pra fora, levo ao nariz – caralho, o cheiro explode como uma bomba de tesão. É forte, azedo como vinagre misturado com sal, o fedor puro de bunda suada depois de horas no calor, dançando, roçando em gente. Imagino o cu dela piscando ali o dia todo, o suor escorrendo pela rachadura, molhando o tecido, e talvez um pouquinho de resíduo de merda deixando aquela manchinha amarela que eu vejo agora, bem no centro onde o ânus ficava colado. "Porra, Carla, sua puta casada, que cheiro de cu delicioso", eu murmuro pra mim mesmo, esfregando a calcinha na cara, inalando fundo, o aroma preenchendo minhas narinas, me deixando tonto de nojo e desejo. Meu pau salta pra fora da calça, duro como pedra, veias pulsando.

Eu me jogo na cama deles, cheirando mais, lambendo o fundo da calcinha – o gosto é nojento, salgado, amargo, azedo como limão podre misturado com suor de rabo, mas o tesão vence tudo. "Ah, fode, que delícia de cu fedorento", eu gemo, masturbando rápido, imaginando ela voltando e me pegando assim, rindo e abrindo as pernas pra eu cheirar direto na fonte. Sons molhados ecoam no quarto enquanto eu bato punheta, o cheiro se misturando com meu próprio suor, e quando lambo a manchinha amarela de novo, sentindo o gosto de ânus sujo, eu gozo pra caralho, jatos quentes espirrando na calcinha, misturando meu porra com o suor dela. Puta que pariu, que gozada insana. Tudo meu publico em www.selmaclub.com e as redes sociais das safadas estão em www.bit.ly/selmatudo

Desde 2008 eu faço isso com esposas de amigos – cheiro calcinhas sujas, lambo os carimbos de cu, gozo pensando nelas traindo os maridos comigo. E pra achar o autor dessas histórias reais, procure por Selma Recife no site, onde eu posto tudo anonimamente, e eles nem sonham. Agora, limpando a bagunça, eu guardo tudo de volta, coração ainda disparado, sabendo que amanhã tem mais: ela vai vestir outra roupa safada, suar de novo, e eu vou sonhar com o próximo roubo. Tem mais aventuras vindo em breve, com novas postagens diárias cheias de putaria explícita como essa – comenta aí o que achou, se você já fez algo assim, ou o que faria com a Carla se fosse você. Quero ler seus comentários safados pra me inspirar pro próximo conto.

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