Nunca pensei de outro comer a bunda de anariá
Anariá, tido como santa pelo marido, mas surpreendeu ele, mostrou que aquela bundona não era exclusiva dele.
Tenho um amigo de infância que mora vizinho a mim. Ele é vendedor em uma empresa de atacado no ramo de cereais. Sempre que está com problemas, desabafa comigo. É casado com uma nordestina cabocla, mestiça de branco com índio: morena clara, cabelos pretos, lisos e longos, olhos puxados, nariz grande e afilado, peitos médios boca grande mas bem desenhada.
Ela tem uma bunda grande rondada e mole que ao caminhar tremem se movem como folhas de palmeira imperial tremedo, em sincronia perfeita e ritmo constante. Não vou mentir para vocês: já bati dezenas de punheta pensando na bundona da mulher de meu amigo Vilela.
Um domingo, alguém tocou a campainha da minha casa. Era Vilela, nervoso. Mandei entrar e sentar, e ele logo me disse, ansioso: — Eu vi, eu vi... Perguntei preocupado: — O que foi? Ele respondeu: — O nosso vizinho da frente. Faz dias que manda mensagens de otimismo pelo zap para minha esposa. Eu vi agora, olhando o celular dela. Antes disso, você sabe que toda tarde passa aqui na rua um rapaz negro vendendo cocada. Eu confirmei: — É verdade.
Ele continuou: — Pois Anariá sai toda tarde para esperar o vendedor de cocada. Do outro lado, sempre está Santana, nosso vizinho da frente. Uma pessoa me disse que eles ficam trocando olhares. Hoje eu esperei e vi: quando deu a hora de passar o rapaz do doce, corri para a calçada e adivinha quem estava do outro lado? Isso mesmo, Santana. Ele veio comprar cocada também, e Anariá e Santana trocaram sorrisos anariá estava com um babydó transparente mostrando o rabão com um fio dental todo sacado no rabo . Aí tem coisa... meu amigo!
Outra pessoa já tinha comentado que ela saiu de shortinho, mostrando as dua popas de sua bunda, meu amigo essa bunda é só minha, ai chamou atenção, e Santana a olhava de forma suspeita. Eu disse a Vilela: — Tenha calma, pode ser coisa da sua cabeça.
De fato, eu já tinha visto ela sair e passar muitas horas fora de casa, mas não falei nada a ele.
Passaram alguns dias e Vilela voltou a me dizer que estava desconfiado. Segundo ele, Anariá saía de casa quando ele estava trabalhando, pegava um Uber e demorava para voltar. Justamente nesses momentos, Santana nunca estava em casa. Além disso, ela não era mais a mesma mulher carinhosa de antes, sempre inventando desculpas para não me dá mais aquela rabão a ele que segundo ele comia 3 quatro vezes por semana, ela não da mais; ai eu me acabo na punheta só olhando ela de bruços de fio dental dormindo o que é que eu faco meu amigo!. Eu sempre peço pra ele ter calma. Ele também reparou que ela havia comprado roupas íntimas novas calcinhas minusculas de renda outras tão pequenas que mais parecia um.tapa olho de pirata, diferentes das que costumava usar. Então me disse: — Eu vou armar para pegar Santana e Anariá no flagra.
Eu sempre aconselhava calma, para não se precipitar.
Certo dia de feriado, Vilela seguiu Anariá com uma moto que eu havia emprestado. Ela foi de Uber, ele na moto, e eu fiquei esperando o resultado. Já era quase noite quando ouvi batidas fortes na minha porta. Pensei: "Por que não apertam a campainha?" Corri para atender, achando que fosse algum maluco.
Chegando lá, estava Vilela chorando, desesperado. Mandei entrar. Minha esposa veio ver o que estava acontecendo, e Vilela dizia: — Eu peguei, eu peguei aquela mulher no flagra. Segui ela, entrou em um motel. Eu também entrei, certo de que iria brigar com Santana. Quando ela entrou no quarto, fui correndo, mas a porta estava fechada e não tinha como ver nada. Então falei com um funcionário, ofereci a ele 500 reais para me dar a cópia da chave daquele quarto. Ele tentou recusar, mas eu dobrei o valor, e ele acabou me dando.
Vilela contou que, tremendo, com o coração cheio de raiva e decepção, abriu lentamente a porta... e o que viu o derrubou, Anariá de quatro com a cabeça apoiada no colchão da cama e o rabão lá em cima empinada ao extremo com suas duas mãos abrindo as duas banda do seu cuzão, e advinha quem estava com um.pau de uns 23 centimetros todo enterrado o cú de Anariá, não era Santana meu amigo, era o Negão vendedor de cocada. Nesse momento desmaiei. Quando acordei, já estava sendo atendido pela equipe do SAMU. nunca pensei de Anariá ser tão puta, pra mi e minha familia era tido como uma santa, pudourada tímida derrepente começou mudar as vestimenta de vestidos e saias compostas, bermudas até o joelhos pra roupas depravadas, o pior meu amigo é que perdi a exclusividade de só eu comer a aquela bundona, tô arruinado e desmoralizado..
Eu disse a ele: — Fique aqui em casa enquanto cai na real para resolver seu casamento.
Esse foi meu maior erro, mas eu conto em outra oportunidade.
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Comentários (1)
Xavier: Só de ler, fiquei com tesão desse rabão
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