#Incesto

Ela Abriu as Pernas na Minha Frente e Disse: “Admite que Quer Foder a Filha, Pai” – E Eu Fodi Mesmo

1.3k palavras | 1 | 5.00 | 👁️

Aqui vai um resumo rápido do que rolou comigo esses dias, pra você já ficar com água na boca e querer devorar cada linha dessa aventura: eu, um cara casado de Recife, perdi completamente a linha com a minha filha mais velha de 19 anos, uma loira deslumbrante que vive pelada pela casa há anos. O que começou como incômodo virou uma tensão insuportável, até que numa tarde sozinhos em casa, ela me provocou de um jeito que eu não aguentei. Acabamos transando loucamente, com ela me dominando, chupando, cavalgando e pedindo mais. No final, gozei na cara dela bem na hora que a mãe chegou. E o pior (ou melhor): ela quer repetir. Se você curte histórias reais, picantes e sem censura, cola aí até o fim, comenta o que achou e vem acompanhar as próximas aventuras minhas no www.selmaclub.com. Quem sabe o que vem por aí...

Desde pequena, a Larissa sempre foi assim: andava pelada pela casa como se fosse a coisa mais normal do mundo. Agora com 19 anos, continua igualzinha, desfilando nua pela sala, cozinha, corredor, tudo. Diz que sente calor demais em Recife, que roupa incomoda, que dentro de casa é liberdade total. A mãe dela já brigou mil vezes, eu também tentei, mas toda conversa virava discussão feia. No fundo, eu ficava puto porque não era só incômodo... era tesão reprimido.

Larissa é um espetáculo. Cabelos loiros compridos que caem pelas costas, olhos castanhos grandes que parecem te engolir, narizinho fino e lábios grossos que pedem beijo. O corpo? Perfeito. Peitos firmes, cintura fina, bunda redonda e empinada, coxas grossas que fazem qualquer um babar. Mesmo sendo meu sangue, era impossível não reparar. E ela sabia disso.

Teve um dia, final de tarde, que entrei na sala e lá estava ela dormindo no sofá, completamente pelada, pernas escancaradas. A bucetinha depiladinha exposta, lábios rosados entreabertos, um brilho de umidade ali. Meu coração disparou. Pensei em acordar e mandar vestir roupa, mas me aproximei devagar. Cheguei tão perto que sentia o cheirinho doce dela. Nunca tinha visto tão de perto. Quis passar a língua ali, enfiar os dedos, esfregar o rosto inteiro naquela carne macia. Saí dali tremendo, pau duro latejando na calça.

Depois disso, a imagem não saía da cabeça. À noite, enquanto metia na minha mulher, fechava os olhos e via a Larissa. Me masturbava pensando nela no banho, imaginando ela gemendo meu nome. Era errado pra caralho, eu sabia, mas o corpo não obedecia.

Semanas atrás, decidi botar um ponto final. A mãe tinha ido pro Bompreço comprar umas coisas, casa vazia. Entrei no quarto dela. Larissa estava deitada na cama, livro na mão, nua como veio ao mundo, pernas ligeiramente abertas, mamilos durinhos apontando pro teto.

— Filha, precisamos conversar sério dessa vez — falei, tentando soar firme.

Ela largou o livro, bufou.

— De novo isso, pai? Por que vocês insistem? Eu gosto de ficar assim, ponto.

— Você já é adulta, Larissa. Tem que ter pudor, respeito. Isso me deixa... desconfortável.

Ela me olhou de cima a baixo, um sorrisinho malicioso surgindo.

— Desconfortável? Ou excitado? Fala a verdade, pai. É a mamãe que reclama de leve, mas você fica louco. Eu vejo o jeito que você olha pra minha bunda quando passo, pros meus peitos quando me abaixo. Admite.

Engoli seco. Meu pau já estava meia-bomba só de ouvir aquilo.

— Você tá louca? Eu sou seu pai!

— Então por que tá olhando pros meus mamilos agora? — Ela riu baixinho, passou a mão nos seios, apertou de leve. — Relaxa, pai. Eu não conto pra ninguém.

Ela abriu mais as pernas, devagar. A bucetinha apareceu inteira, lábios inchados, clitóris saltando. Começou a se tocar ali na minha frente, dedos deslizando devagar, molhando tudo.

— Tá vendo? Eu fico molhadinha só de pensar que você quer... — gemeu baixinho, enfiando dois dedos fundo. — Seu pau tá duro, né? Mostra pra mim.

Fiquei paralisado. Tesão e culpa brigando dentro de mim. Mas quando ela gemeu mais alto, perdi o controle.

— Para com isso, Larissa! — pulei em cima dela, tentando segurar os pulsos.

Ela se debateu, rindo. Num movimento rápido que aprendeu no judô do colégio, me derrubou no chão e sentou na minha cara, nádegas quentes cobrindo meu nariz e boca. A buceta molhada roçando nos meus lábios. O cheiro era enlouquecedor — doce, salgadinho, puro desejo.

— Sabia que você tava louco por isso — sussurrou ofegante.

Com uma mão segurou meus braços, com a outra baixou meu short. Meu pau saltou, duro como pedra.

— Olha só... todo melado de pré-gozo — ela riu vitoriosa.

Sem aviso, engoliu meu pau inteiro. Boca quente, língua rodando na cabeça, chupando com vontade. Saliva escorrendo, barulhinho molhado enchendo o quarto. Eu gemia baixo, mãos apertando as coxas dela.

— Caralho, filha... que boca gostosa...

Ela saiu de cima do meu rosto, virou de frente, sentou na minha barriga, pau roçando na bunda dela.

— Vai ficar só olhando? Ou vai me foder de uma vez?

Hesitei. Ela pegou meu pau, guiou até a entrada da buceta e desceu devagar. Entrou tudo de uma vez. Ela arregalou os olhos, gemeu alto.

— Ai, pai... tá me abrindo toda... que pau gostoso...

Começou a quicar, subindo e descendo, peitos balançando na minha cara. Eu chupei um mamilo, mordi de leve. Ela rebolava, apertando a buceta em volta de mim.

— Me fode forte, vai... me come como homem!

Virei ela de quatro. Bunda empinada, bucetinha piscando. Meti até o talo, estocadas fundas. Ela gemia alto, empinando mais.

— Isso, pai... me arromba... me faz tua putinha...

Senti o aperto, o calor. Ela apertava, rebolava. Pensei na mãe chegando, mas o tesão era maior.

— Filha, vou gozar... posso dentro?

— Não, pai... tira... não tô tomando nada... goza na minha boca, vai...

Saí dela rápido. Ela virou, abriu a boca. Enfiei e gozei forte, jatos grossos cobrindo a língua, escorrendo pelo queixo, pingando nos peitos. Nunca gozei tanto. Ela lambeu tudo, sorrindo safada, rosto todo melado.

— Delícia... próxima vez você goza dentro, prometo.

Foi quando ouvimos o carro da mãe na garagem.

— Merda, ela chegou! — Larissa pulou, correu pro banheiro.

Consegui vestir o short na correria. A mãe entrou com as sacolas.

— Tá suado desse jeito todo? Que calor do caramba hoje, né?

— É... Recife tá um forno.

Minutos depois, Larissa apareceu na cozinha, só com toalha na cabeça, pelada de novo.

A mãe suspirou.

— Filha, sério... coloca uma calcinha pelo menos.

Larissa riu, olhou pra mim de canto.

— Tá bom, mãe. Vou colocar.

A mãe me olhou surpresa.

— Meu Deus, milagre! Finalmente ela ouviu.

Eu sorri forçado.

— É... vou conversar melhor com ela depois.

Enquanto guardava as coisas, vi Larissa no corredor. Piscou pra mim, mordeu o lábio, passou a mão na bunda devagar. Um arrepio subiu pela espinha.

Sei que isso não vai parar aqui. Ela quer mais. E eu... caralho, eu também quero.

Se você chegou até aqui, comenta aí embaixo o que achou dessa putaria toda. Me diz se quer saber o que rolou depois, porque tem muito mais vindo. Pra me achar e ver as próximas aventuras quentes, é só procurar www.selmaclub.com. Te espero lá... quem sabe a gente não se encontra numa próxima? 😈

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

🤩 Avalie esse conto 🥺
12345
(5.00 de 3 votos)

#Incesto

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • marcelo: que filhinha vagabunda

    Responder↴ • uid:1dai2scxid