#Incesto

"Traição do Meu Pai com a Empregada Virou Minha Primeira Foda Anal com Ele"

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Oi, gente, aqui é a Selma, a safadinha de plantão que adora contar essas aventuras quentes que vivo. Hoje tenho 35 anos, mas quando rolou essa loucura toda com meu pai, eu tinha 20 anos recém-completos, morando naquela casa grande em Boa Viagem, Recife. Foi uma virada de chave na minha vida: descobri que meus pais não eram os certinhos que eu imaginava, e acabei me jogando de cabeça numa paixão proibida que até hoje me deixa arrepiada só de lembrar. Preparem-se, porque essa história tem tesão, ciúme, dorzinha gostosa no cuzinho e muito gozo. Se você curtir, me conta nos comentários qual parte te deixou mais molhado ou duro, e quem sabe eu não conto a continuação da saga... Ah, e pra quem quiser me achar e ver mais aventuras minhas, é só procurar na internet por: www.selmaclub.com. Agora respira fundo e vem comigo nessa delícia.

Tudo começou numa segunda-feira quente pra caramba em Recife. Minha mãe anunciou que ia passar a semana na casa da tia em Olinda, visitando a família. Dei tchau pra ela na porta, fingindo tristeza, mas por dentro já pensava no sossego. Fechei a porta do meu quarto, tranquei, tirei a roupa toda e liguei o computador. Abri uns vídeos pornô bem pesados, daqueles com gemidos altos e cenas de buceta sendo chupada sem dó. Coloquei o fone, mas deixei o volume baixo pra não dar bandeira pro meu pai. Ele tinha uns 45 anos na época, corpo malhado de quem malha todo dia na academia da praia de Boa Viagem, pele morena queimada de sol, cabelo grisalho curto que dava aquele charme de homem vivido, forte, cheiroso. Eu me masturbava devagar, circulando o clitóris, imaginando um cara me pegando forte, mas sem saber que o destino ia me pregar uma peça.

Gozei tremendo toda, desliguei tudo e me joguei na cama pelada, suada, exausta. Dormi pesado. Acordei com barulhos estranhos vindo do corredor. Parecia gemido abafado, risadinha. Meu coração acelerou. Vesti rapidinho um vestidinho leve de algodão, sem nada por baixo, e fui espiar. A porta do quarto do meu pai estava entreaberta. Olhei pela fresta e quase caí pra trás.

Lá estava ele, nu, de joelhos na cama, com a cabeça entre as pernas da empregada, a tal da Vanessa, aquela morena gostosa que trabalhava aqui há uns meses. Ele chupava a buceta dela com vontade, língua rodando no clitóris, ela se contorcendo, gemendo baixinho: "Ai, seu safado... chupa mais...". Meu pai lambia tudo, enfiava a língua fundo, e ela agarrava os lençóis. Fiquei olhando, chocada. Raiva subiu primeiro: como ele traía minha mãe assim? Lágrimas rolaram. Corri pro meu quarto, chorei um pouco, mas de repente... uma onda de calor subiu pela minha barriga. Aquela cena ficou martelando na cabeça: o pau duro dele balançando, a buceta molhada dela brilhando. Fiquei excitada pra caralho. Voltei a me masturbar, dedos enfiados, imaginando que era eu ali, na cama dele. Gozei de novo, forte, mordendo o travesseiro pra não gritar.

Voltei espiando. Dessa vez, fiquei parada na porta. Meu pai me viu. Parou um segundo, olhou direto nos meus olhos, e continuou chupando com mais força, como se quisesse me provocar. A Vanessa gemia alto agora, sem se importar. Saí correndo, rosto pegando fogo, buceta latejando. No quarto, gozei mais uma vez pensando: "Será que ele sentiu tesão me vendo? Será que meu pai me deseja?"

No dia seguinte, acordei com ele no meu quarto, trazendo uma cestinha de café da manhã. Café, suco, pão com manteiga. Fiquei assustada:
– Pai? O que o senhor tá fazendo aqui?
– Trouxe o café da minha filhinha linda. Come, vai.
– Pode deixar aí, depois eu como...
Ele sorriu, malicioso:
– Nada disso. Quero dar na boquinha da minha filhinha.

As palavras soaram diferentes. Meu corpo arrepiou inteiro. Ele se aproximou, deu um beijo na testa, mas demorou um pouco, cheirando meu cabelo. Desceu. Na sala, a Vanessa estava lá, cara de paisagem, como se nada tivesse rolado. Eu quase explodi:
– Bom dia!
– Bom dia, dormiu bem?
Pensei: "Sua vadia, ainda vou te dar o troco."

Meu pai disse que ia levar ela pra casa, "hora extra ontem". Saiu com ela. Quando voltou, evitou me olhar direto, mas o clima estava pesado. Ele foi tomar banho. O calor estava insuportável. Troquei de roupa: short jeans curtinho, regatinha fina, sem sutiã. Desci pra sala. Ele saiu do banho sem camisa, toalha na cintura, corpo molhado, músculos definidos.
– Nossa, pai, tá quente demais hoje!
– Verdade, filha. Liga o ar-condicionado aí.

O controle estava na prateleira alta. Estiquei o braço, o short subiu, minha bunda ficou quase toda de fora. Senti os olhos dele queimando.
– Nossa, filha... que visão!

Fiquei vermelha, mas molhada. Liguei o ar e sentei do lado dele no sofá. O cheiro dele, sabonete misturado com macho, me deixou louca. Não aguentei. Subi pro quarto, tranquei a porta e comecei a me masturbar alto, gemendo de propósito: "Ai... pai... chupa minha bucetinha...". Sabia que ele ia ouvir.

De repente, a porta abriu. Ele entrou sem bater.
– Então era isso que você tava fazendo, filha?
Fiquei quieta, pernas abertas, mão na buceta.
– Em, filha?
– Si... sim...
– Tá com tesão desde ontem, né? Quando me viu com ela?
– Sim... amei quando você olhou pra mim e continuou chupando aquela vadia...

Ele se aproximou:
– Você ainda é virgem?
– Não... perdi aos 18, com meu primo.
Ele ficou sério, deu um tapa leve na minha cara:
– Eu pensava que minha filhinha era pura... sua vadiazinha!

Aquilo me deixou encharcada. Ele abriu meu short, tirou junto com a calcinha, abriu minhas pernas:
– Que buceta linda, filha... hmm... rosadinha, molhadinha...

Começou a chupar. Língua quente rodando no clitóris, sugando, enfiando dois dedos. Eu delirava:
– Chupa, pai! Chupa sua putinha... quero gozar na sua boca... ohhh, pai!
– Tá gostando, vadia?
– Uhum... hmmmm...

Gozei gritando, tremendo toda. Ele levantou:
– Agora me chupa, sua safada.

O pau dele era enorme, grosso, veias pulsando, uns 19 cm fácil. Puxou meu cabelo, enfiou na minha boca. Engasguei, mas chupei com vontade, babando, gemendo. Tirei a regatinha, peitos livres. Ele chupou os mamilos, mordendo de leve.
– Pai... enfia logo em mim!
– Calma, putinha...

Enfiou um dedo na buceta, depois dois, me deixando louca de tesão. Implorava:
– Por favor, pai... me come... me fode!
– Você é uma puta mesmo, implorando pro pai te foder.

Enfiou o pau devagar. Gozei só na entrada, apertando ele. Começou a meter forte, vai e vem gostoso, me chamando de vadia, putinha, safada. Eu rebolava, molhada pra caralho.
– Putinha, vou gozar...
– Goza dentro da minha bucetinha, pai... vai!

Mudou de posição. Me botou de quatro. Sabia o que vinha.
– Não sei se quero no cuzinho...
Ele sussurrou no meu ouvido:
– Vou fazer você gozar com o pau do papai no cuzinho da filhinha...

Deu um tapa na bunda, depois outro. Doeu gostoso. Passou a língua no meu cuzinho, lambendo devagar.
– Ai, pai... se for enfiar, enfia logo!
– Agora quer, né, vadia?

Colocou a cabeça. Ardeu pra caralho.
– Caralho, pai... tá doendo... mete devagar...
– Fica calma... não é o primeiro cuzinho que eu abro, sua putinha. Você pediu, agora aguenta.

Foi entrando devagar. A dor virou prazer. Comecei a rebolar:
– Isso, gostosa... rebola na rola do papai!

Quanto mais ele xingava, mais eu gozava. Gozei forte com ele atolado no meu cuzinho. Ele tirou e esporrou na minha cara, leite quente escorrendo.

Deitamos na cama, suados, abraçados. Ainda tinha dias até minha mãe voltar. Fiquei pensando: será que isso vai virar rotina? Será que vamos pra casa de praia em Porto de Galinhas sozinhos, ou pro Carneiros, transando o dia todo? Quero mais... muito mais.

E aí, gente? Gostaram da aventura? Me contem nos comentários o que acharam, qual parte te deu mais tesão, se quiserem que eu conte o que rolou nos dias seguintes... quem sabe não tem continuação com mais detalhes picantes. Beijos safados da Selma. Pra me encontrar: www.selmaclub.com. 😈

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Comentários (1)

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