"Enchi o Útero da Minha Mãe e Ela Pediu Mais um Irmãozinho"
O isolamento nos transforma. Faz a gente atravessar linhas que nunca imaginou cruzar. Aqui em casa, só eu e minha mãe, dois adultos lidando com o vazio que o mundo jogou em cima da gente. Eu sempre fui o filho dedicado, o que ouvia tudo, o que tentava consertar as coisas. Ela, uma mulher de 48 anos ainda linda, com curvas que o tempo só deixou mais generosas, sofria calada desde que ficou viúva. A depressão veio junto com a solidão, e eu via nos olhos dela o quanto aquilo pesava. Eu faria qualquer coisa pra trazer de volta o sorriso que ela tinha quando eu era pequeno. Qualquer coisa mesmo.
Esse é o resumo cru: uma noite que começou como carinho de família virou a entrega total de um filho à mãe que o gerou, com tesão, gemidos, gozo dentro e promessas de mais. Se você tem curiosidade mórbida, desejo proibido ou só quer ver até onde o instinto leva, fica até o fim. As aventuras que eu posto aqui são reais, explícitas, sem filtro. E tem mais vindo por aí. Pra me achar e acompanhar tudo, é só procurar na internet por: www.selmaclub.com
Aquele dia ela tava diferente. Chegou da cozinha com um cheiro de café fresco misturado com o perfume doce que ela usava só em dias especiais. Me olhou de um jeito que fez meu estômago dar um nó. Ficava vermelha do nada, ria de bobeira, roçava o braço no meu enquanto lavava a louça. À noite, quando o calor de Recife apertava e o ventilador zumbia preguiçoso no quarto dela, ela chamou:
— Vem cá, meu filho... fica aqui comigo hoje. Só nós dois, como antigamente, mas melhor.
Entrei no quarto dela, o mesmo de sempre: cama de casal com lençol florido meio gasto, foto antiga do casamento na mesinha, cheiro de lavanda no ar. Ela tava deitada de lado, usando só uma camisola leve de algodão, quase transparente com a luz do abajur. Sem sutiã, os seios grandes e macios marcavam o tecido, os bicos endurecidos denunciando o ar-condicionado quebrado e outra coisa bem mais quente.
Deitei do lado dela, abraçamos como sempre fizemos. Mas os carinhos mudaram. A mão dela desceu devagar por baixo da minha camiseta, unhas arranhando de leve minha barriga. Meu pau já respondeu na hora, crescendo dentro do short folgado. Ela sentiu, porque colocou a coxa grossa por cima da minha perna, esfregando devagar, o calor da buceta dela atravessando o tecido fino da calcinha e do short.
— Tá tudo bem, amor... deixa a mamãe cuidar de você — sussurrou no meu ouvido, voz rouca, quase um ronronar.
Tentei disfarçar a vergonha, mas ela não deixou. A mão dela foi direto por cima do short, apertou meu pau duro, mediu o comprimento com os dedos. Meu coração batia na garganta. Pensei em fugir pro meu quarto, mas aí ela enfiou a mão por dentro, pele quente na pele quente, pegou firme e começou a bater uma punheta lenta, ritmada, como se tivesse feito isso mil vezes.
Baixei o short sem nem pensar. Meu pau pulou pra fora, latejando, cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. Achei que ia levar bronca. Em vez disso, ela sorriu safada, olhos brilhando, e me deu um beijo molhado, língua invadindo minha boca enquanto a mão continuava o vai e vem gostoso.
— Que pau lindo, meu filho... olha só o que a mamãe criou — murmurou contra meus lábios.
Desceu a cabeça devagar, beijou a glande, lambeu o filete que escorria. Depois engoliu tudo, boquete profundo, olhos fixos nos meus, um olhar de pura devassidão. Chupava com vontade, saliva escorrendo, gemidinhos abafados na garganta. Ser chupado pela mulher que me deu de mamar era insano, o carinho misturado com putaria pura.
Ela subiu, tirou a camisola num movimento lento, os seios pesados saltaram livres na minha cara. Agarrei com as duas mãos, chupei um bico duro, mordi de leve, depois o outro. Ela gemia alto, rebolando em cima de mim, esfregando a buceta molhada na minha coxa.
— Chupa a mamãe, amor... mama como quando era pequeno, mas agora é diferente, né?
Coloquei ela deitada de costas, rasguei a calcinha com pressa. A buceta dela se abriu pra mim: lábios grossos, inchados, clitóris saltado, toda melada e cheirosa de tesão. Beijei dos pés até as coxas grossas, lambi a virilha, cheguei na entrada quente. Chupei como louco, língua fundo, sugando o mel dela, sentindo o gosto salgado e doce ao mesmo tempo. Ela agarrava meu cabelo, empurrava minha cabeça mais fundo, rebolava na minha boca.
— Isso, filho... lambe a buceta da sua mãe... me faz gozar na sua boca...
Gozo dela veio forte, corpo tremendo, um jorro quente na minha língua. Enquanto ela ofegava, me posicionei entre as pernas abertas. Meu pau apontava direto pro buraco que me gerou. Empurrei a cabeça devagar. Apesar dos anos, ela tava apertadíssima, gemendo de dor e prazer misturados.
— Ai, devagar, amor... tá doendo um pouquinho... mas não para...
Fui entrando aos poucos, sentindo as paredes quentes me engolir. Quando cheguei no fundo, parei um segundo, os dois ofegando. Estava dentro dela de novo, mas agora como homem, como macho. Comecei a meter devagar, depois mais forte, posição missionário clássica, olhos nos olhos.
— Isso, mete na mamãe... fode sua mãe gostoso...
Cada estocada fazia os seios dela balançarem, os gemidos dela enchiam o quarto. Ela gozou de novo, unhas cravadas nas minhas costas, buceta apertando meu pau como se quisesse me espremer. Eu sentia o gozo subindo, bolas pesadas, pau pulsando.
— Mãe... vou gozar dentro...
— Goza, meu amor... enche a mamãe...
— Vou te engravidar... quero te ver barriguda de novo...
— Vai, filho... me dá um irmãozinho... goza tudo aí dentro...
Não aguentei. Ejaculei forte, jatos quentes enchendo o útero dela, empurrando fundo pra não desperdiçar nada. Ela gemia como louca, pernas travadas na minha cintura, recebendo cada gota. Ficamos assim uns minutos, suados, ofegantes, meu pau ainda dentro dela pulsando os últimos pingos.
Pela manhã, acordei com ela me abraçando por trás, mão no meu pau mole. Não era mais só minha mãe. Era minha mulher também. A gente sabe que isso não tem volta. E eu não quero que tenha.
Se você chegou até aqui, comenta aí embaixo o que achou, o que sentiu, o que quer ver nas próximas aventuras. Quem sabe eu não conto o que rolou na varanda olhando pro mar de Boa Viagem, ou no carro parado na BR-101 à noite... Fica ligado, porque isso aqui tá só começando. Pra acompanhar tudo: www.selmaclub.com
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (2)
Marcelo bi: Adorei, continua
Responder↴ • uid:81rd0j6xzmOBSERVADOR: Essa é puta demais, gente
Responder↴ • uid:1dai2scxid