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Noite de Incesto no Recife: Seduzi Meu Velho com Vinho e Camisola da Mamãe

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Este é o conto “Minha Noite de Submissão Total: A Filha que se Tornou Mulher do Papai”. Meu nome é Larissa. Tenho 24 anos, ruiva natural, corpo magrinho mas curvilíneo nos pontos certos, 1,67 m, 54 kg, peitos e bunda firmes que sempre chamam atenção. O que você vai ler agora não é invenção: é a minha primeira noite real com ele, o homem que me gerou, e que mudou tudo pra sempre. Uma noite de vinho, desejo proibido, dor misturada com prazer insano, gozadas que me deixaram tremendo e um segredo que ainda pulsa quente dentro de mim. Se você curte o proibido, o cheiro de sexo suado, o ardor de uma buceta arrombada e a promessa de mais aventuras cada vez mais safadas, fica até o final... porque isso é só o começo.

Tudo começou numa sexta-feira abafada aqui no Recife. Depois que minha mãe se mandou pro interior pra casa da família dela em Garanhuns, o apartamento na Boa Viagem ficou só eu, meu irmão mais velho e ele: meu pai, o Marcos. Ele andava abatido, olhos fundos, voz baixa. Eu odiava ver aquilo. Queria ver o fogo voltar pros olhos dele, aquele brilho de macho que eu espiava escondida desde adolescente.

Eu sabia dos rituais deles. Toda sexta, garrafa de espumante italiano gelando, mesinha na sala com queijos, azeitonas, presunto cru, uns salgadinhos que minha mãe chamava de “gostosuras”. Bebiam devagar, riam baixo, depois sumiam pro quarto e eu escutava os gemidos abafados através da parede. Sempre fantasiei estar no lugar dela.

Naquela noite meu irmão saiu cedo pra casa da noiva em Olinda. Fiz tudo igual. Duas garrafas geladas na geladeira, mesa posta com capricho, taças brilhando. Coloquei um vestido vermelho soltinho, igualzinho ao que ela usava nas noites especiais – decote discreto mas que marcava os bicos quando eu ficava arrepiada. Perfume dela ainda tinha no frasco do banheiro; passei generoso no pescoço e nos pulsos.

Chamei ele: “Vem cá, pai, preparei uma surpresa pra gente relaxar.” Ele apareceu de camiseta e bermuda, barba por fazer, olhando sem entender. Quando viu a mesa, congelou. “Larissa... isso é... igualzinho...” A voz saiu rouca. Sentei, servi o vinho na taça dele até quase transbordar, coloquei só um dedinho na minha. “Hoje você não bebe sozinho. Vamos brindar à vida, né?”

Bebemos devagar. Eu enchia a taça dele toda hora, rindo quando ele dizia “tá querendo me embebedar, menina?”. Aos poucos o rosto dele relaxou, os olhos começaram a passear pelo meu decote, pelas coxas que o vestido subia quando eu cruzava as pernas. “Você tá igualzinha à sua mãe nessa roupa”, murmurou numa hora, voz grossa. Meu coração disparou. “É mesmo? Então me trata como mulher hoje, vai.”

A primeira garrafa acabou rápido – quase toda na boca dele. Peguei a segunda. “Mais um pouquinho, pai. Eu tô gostando.” Bebi mais dessa vez, sentindo o calor subir, a cabeça leve, o corpo formigando. Quando acabamos, estávamos os dois meio tontos, rindo de bobagem, ele me olhando de um jeito que nunca tinha olhado.

Levantei, segurei a mão dele. “Vem pro quarto comigo. Tô com medo de dormir sozinha hoje.” Ele tentou protestar: “Larissa, não... isso não é certo.” Mas eu já estava puxando ele pelo corredor. No quarto dele, tirei o vestido devagar, ficando só de calcinha preta minúscula e uma camisola curta preta que era quase idêntica à dela. Entrei no quarto dele assim. Ele estava deitado só de cueca boxer, pau já marcando volume.

“Que porra é essa, menina?” perguntou, mas os olhos devoravam meu corpo. Sentei na beira da cama. “Quero dormir com você. Me abraça. Faz tempo que eu sonho com isso.” Abracei ele forte, pescoço no dele, cheiro de suor misturado com vinho. Beijei o canto da boca. Ele virou o rosto. “Não pode, Larissa. Sou seu pai.” “Pode sim. Ninguém vai saber. Eu quero ser sua mulher hoje.”

Insisti, língua roçando a dele até ele ceder. O beijo veio faminto, línguas brigando, mãos dele subindo pelas minhas costas, apertando minha bunda. Senti o pau dele pulsar contra minha coxa. Sentei no colo, rebolando devagar, esfregando a calcinha molhada na rigidez dele. “Tá sentindo como eu tô molhada por você?”, sussurrei no ouvido. Ele gemeu baixo.

Puxei a cueca pra baixo. O pau saltou, grosso, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. “Caralho, pai... é maior do que eu imaginava.” Peguei na mão, quente, pulsando. Esfreguei na entrada da minha buceta por cima da calcinha. Ele tentou parar mais uma vez: “Vai doer, você é apertadinha...” “Quero sentir tudo. Quero doer por você.”

Afastei a calcinha pro lado, posicionei a cabeça na entrada melada e desci devagar. A pressão foi imediata – ardia, esticava demais. Gemi alto quando a cabeça passou o anel apertado. Desci mais, sentindo cada centímetro abrir caminho. Quando encostou no fundo, parei, ofegante. Olhei pra ele: olhos vidrados, respiração pesada. “Me fode, Marcos. Me faz sua mulher. Arromba essa bucetinha que nasceu pra você.”

Ele perdeu o controle. Me deitou de costas, arrancou a camisola e a calcinha, ficou pelado em cima de mim. Começou lambendo meu pescoço, mordendo de leve, descendo pros peitos. Chupou os bicos com força, puxando com os dentes até eu arquear as costas e gemer rouco. Desceu pela barriga, abriu minhas pernas e enfiou a cara na minha buceta. Língua grossa lambendo o mel todo, sugando o clitóris inchado, dentes roçando de leve. Eu apertava a cabeça dele, rebolava na boca dele. “Chupa mais, pai... me faz gozar na sua língua.”

Gozei tremendo, pernas fechando na cabeça dele, gritando baixo. Ele não parou – continuou lambendo até eu ficar sensível demais. Subiu, beijou minha boca com gosto da minha própria buceta. O pau procurou a entrada sozinho e empurrou. Entrou mais fácil agora, mas ainda ardia na entrada esticada. “Tá doendo?”, perguntou. “Dói gostoso. Mete tudo.”

Começou devagar, depois acelerou. Metia forte, bolas batendo na minha bunda, suor pingando no meu peito. Levantei as pernas pros ombros dele. A cada estocada a cabeça batia no colo do útero. Eu gemia alto: “Mais forte... arregaça essa buceta...” Ele grunhia: “Tá gostando, sua putinha? Buceta mais apertada que já comi.” Gozou primeiro – jatos quentes enchendo tudo, escorrendo pelas coxas. Eu gozei junto, unhas cravadas nas costas dele.

Não tirou. Ficou dentro, mexendo devagar. “Vou te foder a noite toda, Larissa. Essa buceta é minha agora.” Me virou de quatro, abriu minha bunda, meteu de uma vez. Gritei de dor e prazer. Bombava forte, mão na cintura, outra esfregando meu clitóris. “Rebola nessa rola, safada.” Eu rebolava, sentindo a porra da primeira gozada escorrer. Ele batia na bunda, chamava de “bucetuda”, “minha filhinha vadia”. Gozei de novo, pernas tremendo. Ele gozou mais uma vez, enchendo até transbordar.

Caímos exaustos. Porra escorrendo da minha buceta inchada, vermelha, sensível. Fui ao banheiro, vi no espelho: lábios inchados, clitóris vermelho, rastro branco grosso escorrendo pelas coxas. Lavei com chuveirinho, voltei pelada. Ele me puxou pra conchinha. “Dorme aqui, vai. Quero acordar com você.”

De manhã, pau duro de novo roçando minha bunda. “Devagar dessa vez, tô esfolada.” Ele entrou suave, mexendo preguiçoso, mão no meu clitóris. “Toma pílula?” “Tomo sim... pode gozar dentro à vontade.” Gozou fundo mais uma vez, gemendo no meu ouvido: “Você é perfeita, caralho.”

Hoje eu durmo na cama dele quase toda noite. Meu irmão casou e mudou pra Paulista, então sou só dele. Às vezes solto um peido safado no meio da foda só pra ver ele rir e meter mais forte. A dor inicial virou prazer puro. Cada vez que ele me arromba, penso: e se amanhã eu gravar? E se eu levar ele pro sofá da varanda com vista pro mar da Boa Viagem? As aventuras só estão começando.

Quer saber o que rolou no dia seguinte? Como ele me comeu na cozinha, no carro, na praia deserta de Itamaracá? Então comenta aqui embaixo o que você quer ler na próxima. Me conta suas fantasias proibidas também... quem sabe eu não me inspiro?

Pra me achar e ver mais das minhas aventuras quentes, é só procurar na internet por: www.selmaclub.com

Vem comigo nessa putaria sem limite? 😈

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