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Bebi cachaça até cair e deixei 4 desconhecidos arrombarem minha buceta e meu cu em Recife

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Naquela noite em que o ciúme do meu marido explodiu e ele me chamou de vadia na cara, eu decidi que ele ia provar na prática o quanto eu podia ser exatamente isso. Aos 31 anos, 1,62m, 62 kg, loira de olhos verdes, bunda durinha que faz qualquer cara virar o pescoço na rua e peitos que cabem perfeitamente na mão, eu sempre soube que meu fogo não se apagava fácil. Casada há seis anos com um homem decente, mas sem graça, que prefere rezar do que me comer de quatro, eu guardava um lado selvagem que só aparecia depois da terceira dose.

Resumindo tudo pra vocês sentirem o tesão antes mesmo de continuar: bebi até cair, fui parar num hotel no Boa Viagem com quatro caras desconhecidos que conheci na balada, deixei eles me encherem de cachaça e depois de rola nos dois buracos até eu não aguentar mais andar direito, gozei gritando, arrombei o cu com dor e prazer misturados, voltei pra casa fedendo a sexo e gozo alheio enquanto meu corno dormia. E o pior (ou melhor): tô louca pra repetir e contar mais aventuras assim. Se você quer saber cada detalhe sujo, cada gemido, cada piroca que entrou em mim naquela madrugada, continua lendo… e no final te conto como me achar pra acompanhar tudo que ainda vai rolar.

A briga começou boba. Ele não queria que eu fosse pro aniversário da minha amiga na **Boate John Bull** em Boa Viagem. “Vai virar bagunça, você sabe como fica quando bebe”, disse com aquela cara de santo. Eu respondi que ele que era careta demais, que eu precisava viver. Aí veio o “sua puta” que acendeu o estopim. Saí batendo porta, vesti um vestido vermelho coladinho que marcava cada curva, salto alto preto, batom escarlate e perfume que deixa qualquer macho louco. Chamei um 99 e fui.

Cheguei na boate já com o grave do funk batendo no peito. Minhas amigas tavam lá, mas eu queria mais. Comecei com shots de cachaça pura, aquela que queima a garganta e desce incendiando tudo. Não demorou pra minha buceta pulsar, molhada só de imaginar o que podia acontecer. Olhei pro lado e vi eles: quatro caras, todos na faixa dos 26-28 anos, corpo de academia, bronzeados, risada fácil. Um deles, moreno de olhos claros chamado **Vitor**, veio puxar papo primeiro.

“Posso te pagar uma bebida, gata?”
“Se vier com cachaça, pode vir mais um também”, respondi já rebolando de leve.

Logo os outros três se juntaram: **Jonas**, alto e tatuado; **Renan**, loiro de barba rala; e **Gustavo**, o mais quieto, mas com olhar de quem sabe foder bem. Dançamos em grupo, corpos colados, mãos ousadas roçando minha cintura, minha bunda. Eu sentia as quatro ereções contra mim e pensava: “Hoje eu vou me acabar mesmo”.

Depois de mais umas doses, Vitor chegou perto do meu ouvido:
“Quer ir pro hotel com a gente? A gente tá hospedado ali pertinho, no **Mar Hotel**.”
Minhas amigas deram pra trás, mas eu… eu sorri e disse: “Bora”.

No quarto, a porta mal fechou e já tavam me beijando. Vitor na boca, língua quente com gosto de bebida, mãos apertando minha bunda por baixo do vestido. Jonas atrás, roçando a pica dura no meu rabo enquanto subia o tecido. Eu gemia baixinho, já ensopada.

“Vocês vão me foder gostoso hoje, né?”, provoquei.
“Vamos te deixar marcada, sua safada”, respondeu Renan abrindo a garrafa de cachaça.

Derramaram no meu pescoço, nos peitos. Lambiam tudo, sugando os bicos duros até doer de tesão. Tirei o vestido, fiquei só de calcinha. Eles se revezaram me chupando inteira: buceta, bunda, barriga. Eu tremia, pingando.

“Quero ver essas picas agora”, mandei.

Eles baixaram as calças. Quatro paus grossos, pulsando. Comecei ajoelhada, mamando um por um. Chupava Vitor com vontade, babando, enquanto punhetava Jonas. Gustavo roçava na minha cara, Renan batia na minha língua. Eu gemia com a boca cheia, sentindo o gosto salgado pré-gozo.

Um deles, Jonas, veio por trás.
“Quero esse cuzinho apertado.”
“Cuidado, vai devagar… mas mete”, respondi já empinando.

Ele cuspiu, encaixou a cabeça devagar. Doeu pra caralho no começo, uma ardência que subia pela espinha, mas misturada com um prazer doentio. Eu gemia alto:
“Aiii porra, tá arrombando meu cu… continua, vai fundo!”

Enquanto ele metia no cu, eu mamava Gustavo. Os outros dois se revezavam na minha boca. Depois trocaram: Renan na buceta, Jonas ainda no cu. Dupla penetração de verdade, dois paus me preenchendo ao mesmo tempo. Eu cavalgava, rebolava, sentia eles batendo no fundo, a dor virando prazer insano.

“Me fode mais forte, seus putos! Arromba essa puta casada!”
Eles obedeciam, bombando sem dó. Eu gozei gritando, o corpo convulsionando, esguichando na cama. Um por um gozou: primeiro dentro da buceta, quente escorrendo; depois no cu, enchendo até transbordar; os outros na boca e no rosto.

Mas não parou. Depois de um intervalo com mais cachaça, me pegaram de novo. De quatro, um na boca, outro no cu, outro na buceta. Eu tava assada, ardendo, mas pedia mais. Soltei um peido sem querer no meio da metida forte no cu – eles riram, eu corei mas ri junto:
“Desculpa, mas é culpa de vocês me enchendo assim!”

No final, suada, gozada, com o cu latejando de dor e prazer, tomei banho rápido, me vesti tremendo e voltei pra casa. Meu marido roncava pesado. Deitei do lado dele sentindo o cheiro de macho alheio na pele e pensando: “Amanhã eu quero mais… e vou contar tudo”.

Se você ficou com tesão lendo isso, imagina acompanhando as próximas aventuras de verdade. Pra me achar e ver o que ainda vem por aí (mais rola, mais traição, mais detalhes sujos), é só procurar na internet por: www.selmaclub.com

Agora me diz nos comentários: você gostaria de estar no meio desses quatro me comendo sem dó? Ou quer que eu conte a próxima vez que saí pra caçar rola? Fala aí, vai… tô esperando teu comentário pra me inspirar na próxima putaria. 😈

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