Minha vida intima
Foi numa noite chuvosa no meio da madrugada que tudo começou, somos uma família com 4 pessoas, pai, mãe, eu e Marlene minha irmã mais nova, morávamos em uma casa humilde e pequena 2 quartos um de nossos pais e outro nosso.
Nessa noite em questão me levantei havia perdido o sono com um barulho isso nunca havia me acontecido tinha um sono muito pesado e não acordava por nada. Olhei para o lado Marlene dormia tranquila, então fui atrás daquele barulho era meio abafado como se fosse alguém sofrendo baixinho.
O barulho me levou ao quarto dos meus pais a luz estava acessa, abri a porta lentamente só o suficiente para espiar o que acontecia, não fazia ideia do que poderia ser e a minha surpresa foi enorme quase um choque a cena foi inimaginável, minha mãe que era baixinha e toda branca estava nua de quatro meu pai alto negro tirava e colocar seu pau inteiro dentro do cú da minha mãe ela com o rosto enfiado no travesseiro fazia os barulhos, meu pai com as mãos nas nádegas dela socava tudo e ela era empurrada no travesseiro a cada estocada com os gemidos abafados.
Meu pau subiu na hora, sai e voltei para a cama ouvindo os gemidos dela e agora eles faziam sentidos e minha imaginação completava o resto. Eu sabia que eles faziam mais nunca pensei em ver tal cena, ela ficou em minha mente e pela manhã, via minha mãe feliz eles se olhavam com carinho.
Os dias se passaram e sempre que ouvia o barulho imaginava a cena, isso me levou a bater punheta imaginando eu com uma vizinha, outras vezes minha prima, colegas de escola, etc, até que depois de muitas noite pensando em meninas aleatórias, veio a ideia de ir até Marlene que dormia de barriga para baixo e passar a mão em sua bunda, afinal ela dormia meus pais concentrados, e não iria passar de uns alisamentos só para melhorar a punheta.
Ela dormia profundamente coloquei a mão lentamente sobre sua nádega sobre o lençol esperei por algo que poderia acontecer e nada ela continuava o sono, apalpei de leve, alisei devagarinho sentindo toda a curvatura os dedos tocava seu reguinho, fui levantando a borda do pano para sentir sua pele e ao tocar estava quentinha, lisinha sua calcinha havia enfiada metade entre as nádegas deixando a polpinha toda livre, dei algumas punhetas alisando aquela delicia e não resisti e sujei o chão meu pau foi baixando eu queria mais só que fiquei com medo dela acordar e voltei para a cama, me esqueci de limpar a sujeira no dia seguinte acordei assustado olhei o chão melado peguei uma cueca na gaveta e comecei a limpar quando ela se mexe e pergunta o que eu estacava fazendo.
Gelei pensando se ela sabia e queria me testar, respondi que tinha deixado cair um pouco de leite, e já estava limpando. Ela questionou a cueca respondi que foi o que achei na hora e fui pro banheiro lavar na pia mesmo, fiz minha higiene. Quando voltei ela já em pé arrumando sua cama eu olhava disfarçadamente sua bundinha e pensava o quanto passei a mão naquela delicinha.
As minhas noites foram muito gostosas agora tinha uma bundinha só para mim e quanto mais os dias e as noites passavam mais eu me aventurava já alisava e apalpava toda sua bunda tirava o lençol e olhava aquele morrinho de carne branca, eu queria era entrar nele e nunca mais sair, comecei a passar o pau de cima a baixo em uma de suas nádegas sentindo o quanto era lisinha e quente, eu precisava comer ela mas como se ela nem imaginava o que acontecia.
Foi ai que um dia tive a ideia de fazer ela ver papai fuder mamãe tinha que ser de forma “acidental”. Numa noite acordei ela fingindo preocupação com aquele barulhinho que sei bem o que era, fomos até a porta e deixei ela espiar primeiro quando a luz iluminou parte de seu rostinho ela congelou ficou imóvel com uma mão na porta, olhei por cima de sua cabeça e mamãe mamava a tora de papai engolindo tudo e punhetando meu pai deitado na beirada da cama e minha mãe ajoelhada engolindo tudo com sua bundona branca amostra. Ficamos muitos minutos e o gemidos e estalidos de boca da minha mãe me deixaram de pau duro Marlene na minha frente parada encostei de leve em sua bundinha ela nem esboçou reação, puxei-a devagarinho para trás e fomos para o quarto ela calada eu de pau duro.
Plano executado agora é só esperar o resultado, quando ela se recuperou do susto passou a me encher de perguntas que respondi que era coisa normal de se fazer, todo mundo faz, só que escondido, que tinha mais coisa e que a essa hora já teriam mudado e convidei-a para ir ver , relutou um pouco mais fomos lá estava minha mãe de pernas aberta levando rola tipo frango assado.
Saímos rapidamente ela me fez perguntas todas respondidas com muito detalhes alguns inventados para melhor convencê-la e fiz o convite se ela quisesse fazer um dia eu a ensinaria, desde que em segredo como todo mundo faz. Ela deu de ombros e foi dormir, pela manhã ela começou a reparar em nossos pais a felicidade deles, ela me olhava eu sorria maliciosamente, ela retribuía assim foi por semanas, as noite eu tinha sua bundinha em minha mão ao só de gemidos do quarto ao lado.
Um dia fazia frio e assistindo TV coberto por um único cobertor eu passei o pé em sua bundinha levemente ela não esboçou reação fui aumentando os movimentos ela continuava imóvel voltada para a tela, se moveu ainda olhando a TV deixando mais fácil para mim continuei brincando passando pro toda a extensão as vezes o dedão tocava sua polpa por baixo do short. Meus pais ali também assistiam a novela nas poltronas da sala, isso foi o início de tudo, outros dias vieram e cada vez mais as coisas foram melhorando, eu alcança sua polpinha com os pés e ficava alisando com o dedo ela se ajeitava cada vez mais para receber os carinhos, percebi que poderia ir além e num dados momento passei o dedão em sua xaninha quente ela se contraiu tirei o pé e fiquei quieto.
A noite esperei ela ir para o quarto de preparar para deitar, entrei puxei conversa sobre nossos pais será que eles iriam fazer aquela noite, pareciam estar animados, perguntei se ela percebeu também confirmou que sim. Num desespero falei.
_A gente podia fazer igual também.
_Não.
_Porquê?
_Não sei mais tenho medo.
_Vamos devagar.
_Não.
Tudo bem.
Na madrugada começou a putaria, Marlene também estava acordada, chamei para a minha cama para ouvir pois a minha parede era divisa da deles. Ela veio e deitou entre eu e a parede com sua bunda para meu lado, me encaixei com o pau duro em sua bundinha ela olhou para mim com um sorrisinho de canto de boca e voltou a parede. Ficamos assim por um bom tempo, quando comecei alisar sua coxa até levantar a perna do seu shortinho, ela não ofereceu resistência com meu pau em sua bunda e minha mão correndo em sua perninha lisa, ela foi se entregando me encaixei todo em sua bunda apertando contra meu pau, alisando sua perna até tocar em sua xaninha por sobre o shortinho enchi a mão a segurando contra mim. Sua respiração era ofegante nossos corações disparados.
_O que você está fazendo? Ela perguntou.
_A coisa mais gostosa do mundo, falei em seu ouvido e apalpando sua xoxotinha.
Desci seu shortinho até meio da coxa só a conta de colocar o pau em meio ao seu reguinho quente ela empinou mais a bundinha abrindo para senti-lo entre sua nádegas, ficamos abraçados e encaixados por um longo tempo, quando falei baixinho vou fazer um negócio não se assuste depois explico comecei um vai e vem em seu reguinho e soltei um jato de porra forte em sua bunda que fez a maior sujeira ela tentou sair segurei-a com força e disse espera enquanto mandava mais alguns jatos ela perguntava assustada querendo sair. Quando a soltei ví o estrago havia sujado toda sua camiseta, short minha cama, meu calção mas estava feliz, ela brava e com nojo ao perceber sua bunda, coxas e costa meladas.
Me propus a limpar e lava tudo, fui ao banheiro molhei minha camisa e passei em suas costa, bundinha a limpando toda ela tirou a roupa ficou nua todinha na minha frente para trocar de roupa aquele corpinho branco, magrinho, com uma bundinha redondinha a minha vontade de agarrar era enorme mais ela estava brava e se deitou em sua cama. Tirei o short também na sua frente para que me visse nú, troquei o lençol da cama e depois vesti um short. Fui até sua cama e disse baixinho o que aconteceu foi por que estava muito gostoso e sempre que ficar gostoso ele solta este leitinho, acontece sempre com o papai e a mamãe. Você deveria ficar contente isso que dizer que você é gostosa. Fui para a cama pensando no acontecido e planejando outra noite.
Pela manhã meu medo era ela contar para alguém mas foi tranquilo ela em poucas palavras, não deixou que percebessem nada, a noite deitados eu puxei conversa ela me ignorou então a deixei de lado e os dias se passaram ela foi voltando ao normal e de repente estávamos no assunto ela relembrando que a chamei de gostosa, o que confirmei todo animadinho ela ficou elogiada e passou a me provocar em um dia ela deitada em sua cama, passei pelo corredor e a vi distraída, pulei sobre sua bundinha e falei agora você não me escapa e comecei a sarrar gostoso, mas era cedo minha mão poderia aparecer então sai e antes disse hoje a noite você não me escapa. Sai pensando na maldade de hoje a noite, voltei da rua após brincar com a galera.
Marlene estava ajudando minha mãe na cozinha, peguei a garrafa de água na geladeira e passei por ela, dando uma apalpada em sua nádega que deu um pulinho para a frente, minha mãe estava na pia. Olhei para ela que fez cara de brava pisquei e fiz sinal é hoje e juntei o saco com a mão balançando para ela.
Tomei o banho, jantamos a rotina foi normal, fui para a cama primeiro, deitei sem roupa, cobri com um cobertor pois fazia frio fingindo dormir, Marlene deu uma espia e foi para sua cama, tempos depois minha mãe passou em revista para ver se estava tudo em ordem e encostou a porta.
Após um tempo levantei sem fazer barulho levantei o cobertor e me deitei sobre sua bundinha acorda-a ela se assustou falei baixinho, eu te avisei hoje você vai ser a minha gostosa tentou sair quando percebeu que eu estava pelado foi em vão, puxei seu shortinho e me esfreguei em sua bundinha quente pequenina, falava em seu ouvido relaxa, vai ficar gostoso, pensa na mamãe feliz com o pai dentro dela, você também eu sei.
A medida que esfregava mais entrava em seu reguinho ela parou de relutar já estava muito quente debaixo do cobertor então joguei ele para trás relevando seu corpinho a luz do corredor pela fresta da porta, abri suas nádegas passei o pau bem no cuzinho ela deu um trancada apalpei toda sua bundinha abri novamente e pincelei sua entradinha ela estava ofegante e receptiva passei cuspi no dedo e no pau apontei bem no centro segurando uma das nádegas para facilitar, soltei o corpo sobre o seu corpinho com o pau bem na entradinha quente com as mão afastei suas nádegas e fui forçando ela implorava para que eu parasse mas estava louco por aquele cuzinho poderia ser minha única chance.
A medida que empurrava para dentro sentia dores na cabeça do pau seu cuzinho muito apertado estava inviolável, ela chorava baixinho, quando vencia seu anelzinho de couro ela deu um aiiiiiii, falei relaxa que agora vai parar de doer. Fiquei deitado com ela empalada na minha rola seu choro foi diminuindo comecei a movimentar e observar seu choro que diminuía para alguns suspiros. Passei a pular em seu rabinho descabaçado e a socar no colchão estava gostoso ela não demonstrava nenhuma reação só recebia as socadas ia e vinha espetada no meu pau, não durou um minuto soquei tudo como se quisesse entrar inteirinho dentro dela a amassando no colchão e enchi seu rabinho com vários jatos gostoso como nunca senti sua respiração era forte e alta, meu coração saia pela boca.
Tirei o pau já mole e deitei sobre ela, falei viu como você é gostosa, enchi você com meu leite foi a coisa mais deliciosa da minha vida, ela me mandou sair dali passou a mão na bunda não viu nada vestiu o shortinho e deitou de lado me virando as costa. Fui para a cama realizado não consegui dormir pensando será que ela vai ficar com raiva, será que gostou, vai contar para alguém a noite foi longa.
Pela manhã tudo normal ela estava com cara de raiva quando me via na ida e volta da escola quase nenhuma palavra, em casa ela se recolheu para o quarto, fui para a rua, a noite ela deitou primeiro, por dias evitei conversar com ela só o essencial . Mas irmãos não ficam muito tempo sem se falar e logo as coisas estava mais leves entre nós. E um dia de muito frio na sala cobertos sem intenção foi um acidente mesmo toquei sua bunda, que imediatamente ela me olhou e falou baixinho não começa, não, pedi desculpa. Mas toda hora ela me olhava eu fingia não perceber.
Dado momento ela leva seu pé até minha perna comecei alisar ela me olhava disfarçando enquanto eu subia a mão até sua perna, ela dava sorrisinhos de canto de boca, entendi tudo dessa vez eu que iria ganhar seu cuzinho, sem forçar nada.
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Comentários (1)
Antony: Delicia de conto continua
Responder↴ • uid:1dbhscbvzyq9