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Nizam e seu cunhadinho Léo - Parte 16

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Penúltimo capítulo, comentem para eu saber o que esperam do final. Boa leitura!

Um mês já passou… Eu Léo, 18 anos, mochila cheia de livro usado, quarto apertadinho na república da Vila Mariana. Pela primeira vez na vida eu sentia que estava exatamente onde devia estar.

Semana 1
Os primeiros dias foram nervosos pra caramba. Acordava às 6h, metrô lotado, coração na boca na primeira aula de Literatura Brasileira. O professor falava do Machado como se ele estivesse vivo.
Eu anotava tudo, levantava a mão, fazia pergunta boba só pra participar. No intervalo a Clara veio falar comigo:
“Você lê muito, né? Adorei o que você falou sobre realismo psicológico.”
Saí da aula sorrindo sozinho, à noite o Pedro meu colega de quarto, me chamou pra jogar videogame e tomar cerveja quente. Ri alto pela primeira vez sem medo de julgamento. Dormi pensando: “É real! Eu tô aqui mesmo”.
Semana 2
As aulas começaram a pesar. Leituras gigantes, seminários, trabalhos em grupo. Eu ficava na biblioteca até fechar, olho ardendo, tomando café ruim de máquina. Mas eu amava cada segundo, descobri que gosto de ler em voz alta, de debater, de escrever texto que ninguém pediu.
Semana 3
Primeira prova… Estudei até 3 da manhã, dormi 3 horas, cheguei com olheira e café na mão. Tirei 9,2, o. professor devolveu com um comentário escrito: “Excelente análise! Continue assim”. Mostrei pro Pedro na república, ele gritou “porra, irmãozinho, tu é foda!” e me deu um abraço apertado.
Semana 4
As aulas viraram rotina boa. Eu já conhecia o campus de cor, já tinha apelido (“o anjinho”), já tinha grupo de estudo fixo. A Clara virou minha melhor amiga, a gente estudava junto, ria do professor, dividia marmita.
No fim do mês liguei pra minha mãe. Chorei contando das notas, dos amigos, do Pedro. Ela chorou junto, disse que tava orgulhosa, que meu pai falava de mim todo dia. Depois mandei mensagem pro Maurício:
“Tô feliz! Faculdade é tudo que eu sonhava. Obrigado por me ajudar a chegar aqui, te amo sempre.”
Ele respondeu:
“Meu menino… meu orgulho. Vai viver tudo isso! Tô feliz por você, sempre que precisar, eu tô aqui. Te amo pra sempre.”
Guardei o celular, deitei na cama estreita, ouvi o Pedro roncando do outro lado, e sorri pro teto.
Um mês.
Eu amava a faculdade, amava as aulas que me faziam pensar, os livros que me faziam sonhar, os amigos que me faziam rir.
E aí começou outra história…
Era uma tarde quente de quinta na biblioteca central da USP. Sol forte, ar pesado grudando na pele, eu sentado lá no fundo, tentando ler teoria literária, cabelo ainda molhado do banho, camiseta branca fina marcando os mamilos de leve, short jeans curtinho mostrando as coxas clarinhas.
Tudo parte do “personagem” que eu nem percebia que tava criando: o menino tímido, de olhos grandes, voz baixinha, que dava vontade de proteger… ou de devorar.
Foi quando ele apareceu: Júnior, 22 anos, loiro, quase 2 metros, ombros largos, braços tatuados, barba rala dourada, olhos azuis que pareciam me engolir. Jogador de basquete da federal, levantava peso como se fosse brinquedo, sorriso fácil, voz grave que ecoava.
Ele parou na frente da mesa, mãos nos bolsos do moletom.
— Posso sentar? — perguntou, voz baixa, quase tímida pro tamanho dele.
Levantei os olhos devagar, mordi o lábio.
— Claro… — respondi baixinho, olhando pro lado logo depois.
Ele sentou, a cadeira ficou parecendo miniatura. Me olhou uns segundos sem disfarçar.
— Você é lindo pra caralho, sabia?
Corei na hora, abaixei a cabeça, dedos brincando com o livro.
— Não fala assim… — murmurei, voz tremendo de propósito.
Ele riu baixo e se inclinou pra frente.
— É sério! Você parece um anjo. Pele clarinha, olhos grandes, boca rosada… dá vontade de proteger e de comer ao mesmo tempo.
Engoli em seco, por dentro o tesão já subia. Ele era lindo, forte, a voz dele vibrava no meu peito.
— Para… eu não sou assim — falei quase sussurrando.
Júnior sorriu de lado, esticou a mão e roçou o polegar nas costas da minha.
— É exatamente isso que me deixa louco. Essa carinha de menino bom, esse jeitinho tímido, você fica vermelho, baixa os olhos, treme… caralho Léo, isso excita demais. Dá vontade de te colocar de quatro e te foder até você gemer meu nome, até pedir mais, até esquecer essa cara de anjo e virar putinha só pra mim.
Meu pau endureceu na cueca, mas mantive o personagem. Abaixei mais a cabeça.
— Não fala essas coisas…
Ele gemeu baixinho, apertou minha mão de leve.
— É isso que me mata! Essa inocência… fingida ou não. Me deixa doido, imagina eu te pegando devagar, te abrindo com meu pau grosso, te fazendo chorar de prazer enquanto falo que você é meu anjinho safado
Eu tremia inteiro, pernas apertadas pra esconder a ereção. Levantei os olhos devagar, mordendo o lábio.
— Não posso… eu não faço essas coisas…
Ele chegou mais perto, boca no meu ouvido.
— Mente pra mim, anjinho. Mente que não tá molhadinho pensando na minha rola te abrindo
Soltei um gemidinho baixo sem querer, corpo todo arrepiado.
— Não… eu não…
Levantei rápido, peguei a mochila, voz tremendo.
— Tenho que ir… desculpa…
Saí quase correndo, rosto pegando fogo, pau duro marcando no short, cuzinho piscando de tesão. Mas mantive tudo até o fim.
Inocente, tímido, um anjo.
Mesmo sabendo que no fundo, eu tava louco pra ele me quebrar de verdade.
Era uma manhã comum de quarta no corredor do prédio. Mochila pesada, camiseta fina, short curtinho, cabelo molhado do banho rápido.
Alunos correndo, conversa alta, cheiro de café da cantina. Aí eu vi o Júnior vindo na direção oposta. 2 metros, loiro, regata preta colada no peito, short de tactel marcando as coxas grossas.
Estava rindo com um amigo do time, mas quando me viu o riso morreu devagar. Olhos azuis nos meus.
Ele parou, eu pare, olhar longo e intenso. Ele mordeu o lábio de leve, sorriso safado surgindo.
Eu corei, abaixei os olhos um segundo, voltei a olhar mantendo o personagem tímido, mordendo o lábio.
Ele passou bem perto, braço roçando no meu de propósito. Senti o calor, o cheiro de perfume e suor limpo. Sussurrou só pra mim:
— Bom dia, anjinho…
Não respondi, só sorri pequeno e continuei andando, sentindo os olhos dele queimando nas minhas costas, na curva da bunda marcada no short.
Olhei por cima do ombro uma última vez. Ele ainda tava lá, parado, olhando com fome, sorriso crescendo.
Coração disparado, cuzinho piscando de leve. Sabia que era só o começo de um jogo que eu ainda não sabia se queria ganhar ou perder.

Era uma noite quente na república. Ventilador girando preguiçoso, calor úmido grudando na pele. Eu sozinho no quarto, Pedro tinha saído, acabei de tomar banho, só de cueca branca e camiseta larga, deitado lendo Clarice Lispector. Janela aberta, alguém tocando violão baixinho no quintal.
Batidas leves na porta, pensei que era o Pedro esquecendo a chave. Abri e era o Júnior.
Na mão uma barra grande de chocolate ao leite, balançando como oferta. Sorriso largo, olhos brilhando no corredor escuro.
— Oi, anjinho… trouxe chocolate pra você — disse baixinho.
Coração acelerou, ele era lindo pra caralho.
— Entra… — falei baixinho, abrindo a porta.
Ele entrou, fechou com o calcanhar, o quarto ficou pequeno na hora. Esticou o chocolate.
— Pra adoçar sua noite de estudo ou outra coisa.
Peguei, coloquei na mesa, cruzei os braços.
— Obrigado… mas por que veio tão tarde?
Ele deu um passo, olhos descendo pelo meu corpo. Cueca marcando o pauzinho meio duro, coxas clarinhas, camiseta caindo no ombro.
— Porque eu não paro de pensar em você. No seu jeitinho delicado, magrinho, rostinho de anjo. Imagino seu cuzinho rosa piscando pra mim, apertadinho, molhadinho. Imagino abrindo você devagar com meu pau grosso, te fazendo gemer enquanto te fodo gostoso…
Rosto queimando, pau endurecendo mais. Mantive o personagem e baixei os olhos.
— Não fala assim… eu não faço essas coisas…
Ele riu baixo, deu mais um passo.
— Mente pra mim, anjinho. Mente que não tá molhadinho pensando no meu pau
Recuei até encostar na mesa.
— Para, Júnior… eu não quero! Sai daqui.
Ele parou, olhos vidrados, mão apertando o pau por cima do short.
— Só um pouco… deixa eu provar esse cuzinho rosa. Vou devagar, prometo.
Balancei a cabeça rápido.
— Não! Eu disse não. Sai do meu quarto!
Ele respirou pesado, assentiu devagar, recuou.
— Tá bom… não vou forçar. Mas pensa em mim quando for dormir, anjinho. Pensa no meu pau te abrindo, porque eu vou sonhar com você.
Virou, abriu a porta, olhou pra trás.
— Boa noite, meu anjo! Sonha comigo.
Fechou.
Fiquei encostado na mesa, tremendo, pau duro, cuzinho piscando. Mantive o personagem até o fim.
No dia seguinte ainda sentia o corpo leve da faculdade, mas também aquela curiosidade misturada com tesão que não saía da cabeça. O Júnior tinha sido direto demais, a voz grave, o tamanho, o jeito que falava do meu cuzinho rosa.
Me deixou louco de tesão, mesmo resistindo. Queria retribuir, não com sexo completo ainda queria manter o controle e o personagem inocente, mas algo que o deixasse doido como ele me deixou.
Peguei o chocolate que ele deu (guardei, claro), embrulhei num papel bonito que a Clara me emprestou e subi até o quarto dele na república dos atletas.
Barulho, música alta, cheiro de suor e energético. Toquei a porta, ele abriu na hora. Sem camisa, short cinza marcando as coxas e o volume já meio duro só de me ver.
— Anjinho… veio mesmo? — voz grave, sorriso safado.
Entrei sem esperar convite, fechei a porta, estiquei o chocolate.
— Trouxe isso pra retribuir. Você foi gentil… quis agradecer.
Ele pegou, mas os olhos grudados em mim. Camiseta fina, short curto, eu mordendo o lábio fingindo timidez.
— Você é um perigo, Léo… vindo sozinho, vestido assim, o que você quer de verdade?
Baixei os olhos, voz tremida.
— Quero retribuir de outro jeito. Mas só um pouco, sem tocar em mim. Só olhar, quero bater uma pra você… ver você gozar enquanto eu fico olhando.
Ele gemeu baixo, pau endurecendo forte no short.
— Porra… senta aí na cadeira.
Sentei na cadeira de madeira, pernas cruzadas, mãos no colo, cara de inocente. Ele sentou na cama, abriu o short devagar, tirou o pau pra fora. Grosso, veias marcadas, cabeça brilhando.
Começou devagar, olhos fixos em mim.
— Olha pra mim, anjinho… mostra essa carinha de menino bom enquanto eu bato uma pensando em você.
Mordi o lábio, abaixei os olhos de leve, mas olhei de canto.
— Você é tão grande, tão forte… Imagina se eu deixasse você entrar, meu cuzinho rosa abrindo pra você, gemendo baixinho…
Ele acelerou, gemendo rouco.
— Isso… fala mais… fala como ia gemer se eu te fodesse…
Continuei, voz baixa e doce.
— Eu ia gemer seu nome, pedir devagar no começo, depois mais forte… ia chorar de prazer quando você me enchesse… ia gozar tremendo no seu colo…
Ele gemia alto, mão voando, corpo tremendo.
— Caralho, Léo… você é safado demais…
Gozou forte, jatos grossos na barriga, no lençol, gemendo meu nome rouco. Tremia inteiro, olhos nunca saindo de mim.
Fiquei olhando, pau duro marcando na cueca, cuzinho piscando, mas não me mexi. Levantei devagar, sorri tímido.
— Foi minha retribuição! Boa noite, Júnior.
Ele ofegante, riu baixo.
— Você é cruel, anjinho… mas eu gosto. Volta quando quiser, eu espero.
Saí rebolando de leve, fechei a porta, desci as escadas com o coração na boca.

Era uma noite quente e agitada na festa da atlética de Letras. Pátio central, luzes coloridas nas árvores, som alto de funk e eletrônica, cheiro de cerveja, churrasco e suor. Fui com a Clara, o Gabriel e mais uns amigos.
A gente dançava no meio, rindo alto, cerveja na mão. Clara me puxava pra rodar, Gabriel me abraçava por trás, beijando a nuca de leve. Eu me sentia leve, livre, desejado.
Mas durante toda a festa sentia um olhar pesado e era Júnior. Encostado numa pilastra do outro lado, cerveja na mão, mal bebendo.
Olhos azuis grudados em mim, não piscava. Quando eu dançava com a Clara ele mordia o lábio. Quando o Gabriel me beijava ele apertava a lata com força, mandíbula travada.
Quando eu ria alto ele passava a língua nos lábios devagar, como se já estivesse me provando.Eu fingia não ver, mantinha o personagem.
Olhava pra baixo quando nossos olhos se cruzavam, mordia o lábio, corava de propósito, virava o corpo de um jeito que o short subia mais na coxa. Mas via tudo, via o tesão crescendo no rosto dele, o pau marcando mais forte no short a cada rebolada “sem querer”, via ele sussurrar pro amigo e o amigo rir olhando pra mim.
Bebi mais uma cerveja, dancei mais solto, suei, ri.
O olhar dele nunca saiu de mim, parecia que eu tava pelado no meio do pátio.
Perto da meia-noite o som baixou um pouco, a galera se espalhou pros cantos escuros.
Ele se aproximou, passou perto, braço roçando no meu de propósito, cheiro de perfume e suor invadindo meu nariz. Parou atrás de mim, boca no meu ouvido, voz grave só pra mim ouvir:
— A noite inteira te olhando, anjinho… vendo você dançar, rebolar, rir, esse shortinho marcando essa bundinha, tô louco pra te comer.
Congelei, coração disparado, pauzinho endurecendo na cueca. Mantive o rosto pra frente, voz tremendo de propósito.
— Não fala assim… aqui não…
Ele riu baixo, quente no ouvido.
— No final da festa, quando todo mundo for embora, eu vou te comer. Vou te levar pro meu quarto, te colocar de quatro no chão, abrir esse cuzinho rosa e meter devagar até você gemer meu nome. Vou te foder até você chorar de tesão, até pedir pra não parar, até gozar gritando que é meu.
Tremi inteiro, cuzinho piscando, pernas fraquejando. Mantive o personagem, abaixei a cabeça, mordi o lábio, voz quase sumindo.
— Não… eu não faço essas coisas…
Ele riu mais baixo, mão roçando de leve na minha cintura antes de se afastar.
— Mente pra mim, anjinho. Mas tudo bem, eu espero! No final da noite você vai ser meu.
Ele voltou pro grupo dele, mas o olhar continuou grudado em mim o resto da festa. Dancei mais, bebi mais, ri mais… mas por dentro o tesão queimava, o cuzinho piscava, o menino inocente tremia de vontade.

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