Depois de me comer, meu pai decidiu fazer de mim um homem
Um rompante de tesão e raiva, foi o que aconteceu no banheiro, quando meu pai me comeu pela primeira vez. Agora ele queria fazer de mim um homem
A beleza sempre esteve presente na vida do meu pai, não apenas como um atributo seu, mas atraía outras belezas. Minha mãe era uma delas, com seu corpo de curvas sinuosas e seios de tamanho certo, nem tão grandes nem pequenos demais.
E se em casa isso azeitava as coisas entre os dois, na rua não era diferente. Ele era assunto entre as vizinhas fofoqueiras e também nos círculos de homens que viviam uma vida dupla e secreta — embora isso eu só fosse descobrir mais tarde.
Mesmo agora, com alguns fios de cabelo grisalhos e no papel de pai de família, a beleza não o tinha abandonado. Mesmo mulheres casadas se derretiam por ele, e uns garotos mais novos também. Parecia que à medida que seus pêlos escuros começavam a ficar mais grisalhos, ele se tornava ainda mais irresistível. Ele não era apenas a imagem da masculinidade; ele era uma força fa natureza... e agora eu sabia, uma força animal.
Na manhã seguinte, ainda estava meio dolorido, mas tive um sonho maravilhoso com meu pai. Durante todo o dia eu não o vi; como se ele estivesse com a consciência pesada pelo que houve e tentasse ficar longe. Mas no final do dia ele apareceu no meu quarto e me jogou duas revistas pornô, como se fossem gibis novos.
— Isso aqui é pra... aula de biologia? — eu brinquei.
— Educação sexual — ele respondeu. — Do tipo adequado.
Claro que aquela noite eu me masturbei muito com aquelas loiras peitudas sendo fodidas em todas as posições. Mas aqueles caras sarados e de pau duro me excitavam igualmente, e eu fantasiei chupar cada um deles. Por falar nisso, era a única coisa que ainda não tinha feito com meu pai — e eu queria muito!
Pela manhã, quando acordei, ele veio no meu quarto me perguntar o que eu achei. "Depende, se ele tava falando das loiras peitudas ou dos caras de pauzão", pensei comigo mesmo.
— Tem uma que parece com a mamãe! — eu brinquei.
— Nem pense nisso! — ele retrucou.
— Calma, pai. Pode deixar que eu não tenho nenhuma fantasia com a mamãe — e eu ri da reação dele. — Pelo menos nenhuma que eu lembre no momento.
Mas, pra reforçar a ideia de me educar adequadamente, naquela tarde, quando minha mãe foi no salão fazer as unhas, ele aproveitou que estávamos só nós dois em casa e tentou uma nova abordagem.
— Aqui tem uma coisinha pra você assistir! — e colocou no vídeo cassete um filme pornô. — Acho que está na hora de você assistir uma coisa educativa.
Sem protestar e querendo ver aonde aquilo ia dar, de qualquer jeito eu estava curioso... mas não em pornografia. Queria ver como ele reagiria.
— A gente podia assistir junto... — olhei pra ele, que mesmo com certa relutância sentou no sofá, do meu lado, mas mantendo distância.
Meu pai me explicou que era pra tirar qualquer dúvida que eu pudesse ter sobre sexo. Estávamos sentados no sofá, eu numa ponta e ele meio afastado. Então, o filme começou e parecia ser bem explícito, diferente dos filmes de sessão da tarde.
As pessoas se encontravam e iam direto ao ponto, tirando a roupa e depois transando e fazendo sexo oral e todo o resto. Era sexo explícito, geralmente culminando com um cara tirando o pau da vagina e ejaculando em cima da garota.
Às vezes, os caras ejaculavam na boca das garotas, que chegavam ao orgasmo sendo chupadas, enquanto lambiam em volta da boca o resto de porra. Os atores não eram particularmente atraentes. Muitos pareciam caras comuns de meia-idade, enquanto as mulheres pareciam mais jovens.
Tinha umas cenas com duas mulheres e dois homens, e uma hora eles apareciam juntos na cama. Fiquei bastante excitado com o que vi, e logo já estava de pau duro. Diante daqueles caras em ação, eu me enchia de tesão por bíceps e peitorais definidos, e adorei vê-los gozando na boca das garotas. Aquilo me enchia de ideias.
Eu tava naquela idade em que meu pau ficava duro por qualquer coisa. Desde a primeira cena, quando vi um cara mais velho dedilhando a vagina de uma garota, meu pau ficou duro feito pedra, naquele volume que saltava na bermuda. E quando vi uma garota chupando um pau, quase gozei, só de imaginar fazer o mesmo.
Ao meu lado, percebi que os olhos do meu pai estavam grudados na tela e sua respiração estava ofegante. Aquilo era algo impressionante! Comecei a me mexer um pouco pra estimular meu pau, mas ele implorava pra ser libertado.
— Isso te deixa excitado, filho? — ele se virou pra mim.
Acho que ele queria saber ser eu tava mais excitado com bucetas ou com o pau dos caras. Dúvida cruel! E eu só balancei a cabeça, sem tirar os olhos da tela e pra não me comprometer.
Depois de termos assistido em silêncio por uns dez minutos, meu pai não tava menos excitado que eu, com o pau duro pressionando na sua calça. "Preciso de ação de verdade, não só de masturbação", pensei comigo mesmo.
— Já que só estamos nós aqui, não tem problema, né...? se eu... — e, segurando no meu pau, ele entendeu o que eu queria dizer.
Então, sem me aguentar mais, abri o zíper da bermuda e tirei pra fora o meu pau. E, mais do que aliviado, comecei a me masturbar.
Meu pai me olhou surpreso. Mesmo assim, tentei manter a expressão séria pra que ele soubesse que eu não tava nem aí, e continuei me masturbando na frente dele.
— Parece que o senhor também tá precisando de um pouco de alívio! — brinquei, com os olhos voltados pra sua ereção. — Por que não faz logo?
Na verdade, eu queria muito ver o pau dele de novo. Após um momento de silêncio, ele finalmente cedeu e puxou o elástico do seu shorts e tirando o pau pra fora. Então acomodou-se e voltou os olhos pra tv.
Seu pau devia ser uns dois centímetros maior do que eu pensei, vendo agora bem de perto. Percebi que ele também volta e meia dava umas olhadinhas pro meu, bem discretamente.
O meu era só do tamanho do pau de um garoto da minha idade. Mas o dele era enorme, completamente ereto e em todo o seu esplendor. A cabeça brilhava com o líquido pré-ejaculatório, e me fazia salivar toda vez que surgia entre os seus dedos. Fiquei sem palavras. Ele estava sentado bem ao meu lado com o pau duro apontando pro teto. Podia ver que era muito maior que o meu, o que me enchia de esperança de um dia ser igual a ele.
O homem que eu admirava, o homem que eu respeitava e obedecia, o homem a quem chamei de pai a vida toda, agora estava sentado ao meu lado, e de pau duro. Meu coração estava acelerado enquanto nos masturbávamos lado a lado. Uma parte de mim queria agarrá-lo, assim como eu tinha feito com o tio Beto, mas me contive. Eu não queria assustá-lo, mas estava quase gozando. E a julgar pelo aumento no ritmo da sua respiração, ele também estava perto.
— Vai aprendendo, garoto, pra quando tiver uma dessas na sua frente saber direitinho o que fazer! — ele me dizia, fazendo surgir entre os dedos a cabeça do seu pau.
— Vai me ensinar tudo? — eu sorri.
— Só precisa saber o básico pra ir pra cama com uma mulher... o resto você aprende seguindo seus instintos.
Aquilo era uma novidade, não só nos masturbarmos lado a lado, mas também conversar com meu pai sobre sexo tão abertamente. E percebi que era... muito excitante! Notei que o pau dele de repente parecia mais duro, e fiquei pensando até onde aquilo poderia ir.
— Pra saber dar prazer a uma mulher, tem que conhecer bem o seu equipamento, filho — ele suspirava.
— E que tal se a gente fizer um no outro? — eu sugeri.
— Não sei... acho que não é uma boa ideia.
— Mas como eu vou saber a diferença entre o que eu gosto e o que uma mulher quer, se ela me tocar? — acho que aquilo o deixou igualmente confuso.
Mesmo sendo meu pai, eu queria ver mais do que podia, embora fosse tão estranho e errado observá-lo se masturbar na minha frente. Eu queria sentir o seu pau pulsar na minha mão.
Ele então estendeu a mão, segurando o meu pau, e começou a acariciá-lo. Quase pulei do sofá, mas me contive; apenas fiquei ali sentado e deixei que ele me tocasse.
"Caramba, isso é muito bom!", eu gemia em meus pensamentos. Era exatamente como nos meus sonhos. Por um instante, eu tentei me conter, enquanto meu pai começava a deslizar a mão para cima e para baixo, no meu pau.
E eu chegava a perder o fôlego, fazendo o mesmo nele. Cada vez que puxava o prepúcio do seu pau, descendo e revelando a cabeça vermelhinha, minha vontade era de cair de boca e engolir tudo. Conforme acelerava o ritmo, ele impulsionava os quadris contra a minha mão, como se quisesse muito me foder, e ainda lutando contra isso.
Ele descia até a base do meu pau, pegando com o polegar um pouco do líquido pré-ejaculatório e espalhando por todo o meu pau. Nossa, aquilo funcionou muito, muito bem como lubrificante... e a sensação foi maravilhosa.
Minha perna roçava na sua coxa nua e peluda, e por um instante nos olhamos, em meio ao som de gemidos na tv. Podia ver a luxúria estampada no seu rosto. Sabia que ele ainda não tinha coragem, se eu simplesmente pulasse nos seus braços. Mas toda aquela intimidade que partilhávamos era como um sonho. Então tive aquela ideia.
— Vamos gozar um no pau do outro! — eu disse animado, surpreendendo até a mim mesmo com a minha sugestão.
Meu pai apenas assentiu e se levantou. Fiz o mesmo, ficando de frente pra ele. Então, mirei meu pau no dele, quase encostando, e ele fez o mesmo. Assim que peguei de novo no meu pau, estava tão excitado com aquilo que tive que tirar a camisa, ficando só de cueca, abaixada até o joelho, e a bermuda caída aos meus pés.
Meu pai se masturbava intensamente, com seu pau enorme pulsando na sua mão. E eu fazia o mesmo, a poucos centímetros de distância. Tentando seguir o seu ritmo, naquele seu movimento de penetração, eu começava a sentir as pernas fraquejarem, de tão excitado.
Cheguei a fazer menção de pegar de novo no seu pau, sem me conter, mas ele dessa vez me censurou, querendo ele mesmo terminar aquilo.
— Cada um com seu brinquedo! — ele disse.
Mesmo assim, por uma ou duas vezes, não pude evitar de tocar com a cabeça do meu pau na dele, me enchendo de tesão. Por um instante, até parecíamos dois garotos numa guerrinha de espadas... e aquilo foi muito excitante!
Mas, não demorou muito, e segundos depois, como se fosse combinado, nós dois começamos a gozar e gemer ao mesmo tempo. Foi incrível ver a minha porra cobrindo seus pentelhos e escorrendo ao longo do seu pau, enquanto eu gemia ofegante.
Mas a ideia era cobrirmos os membros um do outro com esperma. Eu só não contava que a experiência fosse deixá-lo tão excitado... a ponto de quase me dar um banho com a sua porra quente. O primeiro jato me subiu até o queixo, pingando no meu peito e escorrendo pela minha barriga. O resto melou toda a minha virilha, escorrendo pelas minhas pernas e pingando do meu pau, que pulsava como nunca.
Ainda bem que eu tinha tirado a camisa, mas minha bermuda e minha cueca estavam ensopadas. A ejaculação dele foi impressionante, considerando que aquilo foi apenas masturbação. A minha foi normal, pra minha idade e pro tamanho do meu pau — e nem sabia que isso não tinha nada a ver.
Eu estava tão excitado que não conseguia largar do meu pau coberto do esperma do meu pai. Continuei a me masturbar, ansioso para impressioná-lo, como um bom "garoto do papai".
— Tô vendo que já tem leitinho! — ele brincou. — Não se preocupe, com o tempo vai gozar mais forte e em mais quantidade.
Ele parecia orgulhoso, o que, por sua vez, me fez sentir incrível. Deixar meu pai orgulhoso era sempre uma das melhores sensações do mundo. "Uau, tomara que essas aulas continuem!", eu pensei.
Então, meu pai sorriu e disse:
— Agora precisa tomar cuidado pra não engravidar nenhuma garota por aí!
— Pode deixar, pai. No momento não tô pensando em engravidar nenhuma garota — e ele ficou me olhando.
Então, notei que a minha mão estava toda melada com o seu esperma, enquanto me masturbava, e não resisti. Levei meus dedos à boca e, mantendo contato visual com ele, e lambi os dedos, provando pela primeira vez o seu gozo.
— Não provoca, filho! — ele passava a mão pelo meu peito, coberto com a sua porra.
— É só por curiosidade... pra saber que gosto tem.
— Anda, vamos tomar um banho antes que a sua mãe volte! — ele foi em direção ao banheiro e eu fui atrás dele.
Debaixo do chuveiro, como no dia anterior, eu vi meu pai tirar a roupa, ficando completamente nu na minha frente. E havia lá no fundo aquela expectativa de que ele fosse me foder de novo. E como eu desejava isso!
— Só queria que soubesse... — eu o olhava nos olhos. — Ontem foi incrível!
— Se eu estivesse em condições, te daria uma lição daquela de novo, garoto... mas acho que você gostaria disso, né?
— Adoraria!
— E aí seria o inferno explicar pra sua mãe, quando ela nos pegasse no ato.
— Nossa!
— Amanhã a gente continua com as aulas — ele se ensaboava. — Ainda vou te fazer um homem, garoto.
E eu mal podia esperar!
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Comentários (2)
Coroa: Esse foi fraco, esperava pelo menos um boquete.
Responder↴ • uid:6stwykbgv2Anônimo: Quero o pai vê o pai fudendo forte o cu dele
Responder↴ • uid:2ql02r51z