Gozando e descobrindo o prazer com meu pai e minha mãe
Como todo garoto, eu sempre tive o maior tesão pela minha mãe. Mas, descobrir um segredo de família foi o começo de tudo entre nós
Quando eu era mais novo, costumava espionar minha mãe. Ela sempre foi meio gostosa, e eu não conseguia tirar os olhos dos seus peitões e da sua bunda. Muitas vezes eu me masturbava enquanto a espionava.´
Há alguns meses, cheguei em casa, sentei no computador pra dar uma olhada em uns vídeos de incesto e tive uma surpresa. Quando cliquei no mouse pra ligar o computador, estava passando um pornô gay. Desliguei na hora e fiquei pensando quem foi que mexeu no meu computador.
No dia seguinte, acordei e fiquei perambulando pela casa. Comecei a pensar por que alguém estaria assistindo pornô gay lá em casa.
Chegou o sábado à noite e avisei à minha mãe que ia sair com os amigos. Saí de casa, dei uma volta no quarteirão, estacionei e voltei a pé. Me aproximei sorrateiramente da janela, e fiquei esperando. Alguns minutos depois, meu pai entrou no meu quarto, ligou o computador e, pra minha surpresa, era ele quem estava assistindo pornô gay.
Eu observei a sua expressão excitada e com a respiração ofegante. Em seguida, ele abriu o zíper da calça e começou a se masturbar.
Fiquei chocado, ali parado, vendo aquilo. Mas, de repente, meu pau começou a latejar, pressionando contra a minha calça, reagindo aos hormônios à flor da pele. Enquanto minha mente fervilhava de pensamentos, meu pai começou a gozar, gemendo e fazendo jorrar um jato de esperma que subiu uns trinta centímetros, antes de cair sobre a sua barriga.
Mais tarde, aquela noite, voltei pra casa e fui direto pro meu quarto. Na cama, libertei meu pau dolorido e comecei a me masturbar. Meus pensamentos oscilaram entre ver um cara chupando o pau de outro e a imagem do meu pai se masturbando. Uma fantasia surgiu de repente: eu com o pau do meu pai na boca, ajoelhado entre as suas pernas, olhando fixamente em seus olhos.
Na minha fantasia, o pau dele entrava e saía da minha boca enquanto ele me penetrava com movimentos de vai e vem. Enquanto esfregava o meu pau intensamente, com minha mão bombeando e me enchendo de tesão, me vinham imagens da minha mãe de pernas abertas.
Mas ao mesmo tempo, não tirava da cabeça a imagem do meu pai com seu pauzão na mão. E eu fantasiava estar fodendo a minha mãe, enquanto engolia o máximo que podia e chupava o meu pai feito um garotinho chupando um doce. Não demorou muito e logo eu gozei sobre o meu peito. E ainda estava tão excitado que tive que passar o dedo e levar à boca, provando o meu gozo e imaginando como seria provar o do meu pai.
Até o final daquela semana, a fantasia se repetiu várias vezes. Mas o engraçado é que eu ainda via minha mãe e meu pai como um casal apaixonado. Ela, que apesar da idade, deixava muita garota nova no chinelo, de tão gostosa. E ele, que em nada insinuava uma homossexualidade secreta.
Lembro que algumas vezes, meio descuidados, eles deixavam a porta do quarto aberta, ou pensavam que eu estava fora. E do meu quarto eu podia ouvir a pegação deles. Claro que isso foi o que desde o início me deixava excitado, sonhando com a minha mãe de pernas abertas e chupando a sua buceta.
Uma vez tomei coragem de espiar os dois na cama pela fresta da porta, e vi meu pai fazendo sexo oral nela. Muito mais comum era minha mãe por cima, forçando contra o seu pau até o êxtase, ou meu pai por cima, penetrando fundo a minha mãe. Mas aquelas antigas fantasias freudianas não se comparavam à visão dos dois na cama se pegando e se chupando.
Só que agora eu me via meio confuso, diante do segredo do meu pai. Na quinta de manhã, levantei, tomei um banho, fui pra sala assistir tv. Não conseguia parar de pensar em como eu tinha visto ele se excitando com pornografia gay. Então comecei a pensar que provavelmente era o único que sabia que meu pai gostava de garotos e comecei a pensar em como poderia usar isso a meu favor.
Pensei sobre isso e elaborei um plano. Teria que esperar até sexta-feira para colocá-lo em prática. Imaginei que, se quisesse comer minha mãe, teria que convencer meu pai. E isso significava que eu precisava ter algo contra ele. Pensei em gravá-lo se masturbando, mas então pensei e elaborei um plano ainda melhor.
Chegou a sexta-feira à noite e disse que ia sair. Depois de uns quinze minutos voltei pra casa. E, como da outra vez, meu pai foi pro computador e começou a assistir pornografia. Quando vi que ele estava onde eu queria, entrei sorrateiramente em casa, enquanto ele se masturbava. Cheguei por trás dele e coloquei minha mão no seu ombro. Ele deu um pulo e tentou se cobrir, mas era tarde.
Disse a ele que estava tudo bem e que ele podia se sentar. Ele não sabia o que fazer, então o empurrei de volta pra cadeira e a girei pra que ficasse de frente pra mim. Peguei sua mão e a esfreguei na minha virilha. Então deixei que ele sentisse a minha ereção, que começava a se pronunciar, com a situação.
Ele disse que não devíamos estar fazendo aquilo e respondi: "Pai, eu sei que tem visto pornô gay no meu computador. E pelo visto, e o jeito como se masturba, isso te excita muito."
Meu pai continuava sentado na cadeira giratória, e eu, de pé à sua frente, entre as suas pernas. Então, resolvi testar a sua resistência, e baixei lentamente o zíper da minha calça. Ele não tirava os olhos, e parecia suar frio. Mas quando eu tirei pra fora o meu pau, ele não teve mais palavras; apenas me olhava, com uma expressão não muito diferente daquela que tinha diante do computador.
Então, de novo eu peguei na sua mão, e dessa vez conduzi até o meu pau. Ele fechou os olhos, deixando-se conduzir naquele jogo de experimentação. Podia ver como aquilo o excitava, não apenas pelo proibido, mas por descobrir que podia fazer com o próprio filho.
E quando ele segurou o meu pau e começou a me masturbar, eu o tinha na minha mão. Eu acariciei o seu rosto, deixando ele à vontade pra fazer o que tava morrendo de vontade de fazer.
Até que ele abocanhou o meu pau, e resolveu deixar as coisas rolarem do jeito que deviam ser. Eu me surpreendi com meu pai, não só pela sua intimidade com um pau, e como parecia chupar como se já tivesse feito aquilo antes, mas pelo prazer que ele me dava.
Então eu entrei naquele estado em que tudo o que importa é o prazer que está sentindo. Uma boca quente, úmida e ávida no meu pau, era uma sensação incrível. Deixei de me importar se aquilo era gay, ou proibido, ou errado, e simplesmente desfrutei do boquete do meu pai... e foi incrível!
Ele estava realmente empolgado, mergulhando a boca o mais fundo que podia, lambendo toda a extensão do meu pau, meus testículos, e depois voltando à cabeça, engolindo e voltando a me chupar.
Eu me contorcia e suspirava ofegante, enquanto ele me fazia um belo sexo oral. Num movimento dos quadris, eu rebolava na sua cara, metendo meu pau na sua boca, com a mão por cima das suas mãos na minha cintura.
Então, quando menos esperava, uma onda de calor e luxúria me invadiu, quando senti aquele arrepio me subir pela espinha. E eu comecei a gozar na sua boca, sentindo minhas pernas fraquejarem e soltando uma grande quantidade de porra.
Enquanto meu pai banhava o meu pau na umidade quente da sua boca, chupando e provando o meu gozo cheio de tesão, eu soltava um segundo jato de porra, que ele recebia ofegante. Agora com a boca entreaberta, com a língua estendida, ele ainda queria mais, lambendo em volta a cabeça do meu pau e saciando a sua luxúria.
Até que aos poucos a minha respiração voltava ao normal. Não me lembrava de uma sensação tão boa. Eu já tinha me masturbado assistindo pornô e vendo caras chupando pau e lambendo bucetas encharcadas de sêmen, e isso sempre me excitava. Mas aquilo era uma dimensão completamente nova.
A partir desse momento, não sei se continuava seguindo meu plano. Talvez estivesse apenas aproveitando a oportunidade, e um desejo incontrolável me dominava.
"Deixa eu cuidar de você agora, pai", eu disse. Então, me ajoelhei diante dele, abri suas pernas e peguei no seu pau sobre a calça de moletom: "Eu queria fazer o mesmo por você". Ele tentou dizer não, mas eu insistia, segurando o volume enorme que se pronunciava. "Só um pouco então, filho. Sua mãe pode voltar a qualquer momento".
Comecei a acariciá-lo, segurando seu pau entre os dedos e sentindo ficar mais duro. Então eu estendi a língua e comecei a lamber a glande. Observei-o fechar os olhos e então peguei o seu pau de 20 centímetros na minha boca e pela primeira vez na vida provei o gosto do sexo de um homem... e do meu próprio pai.
Eu adorei sentir o pau dele ficar mais duro e maior na minha boca, enquanto o chupava. Ele acariciava o meu cabelo, excitado, até que começou a meter lentamente e eu o aceitei, deixando que ele me fodesse. E quando ele estava prestes a gozar, agarrou minha cabeça e me empurrou para baixo, me fazendo engolir quase tudo.
Eu estava prestes a experimentar pela primeira vez o sabor de porra, e meu pai fazia isso ser ainda mais intenso, fodendo a minha boca, enquanto segurava a minha cabeça. Então, quando ele soltou aquele gemido e gozou, eu senti o seu jato quente me chegar na garganta, e quase engasguei.
Tirei minha boca do seu pau enquanto tentava engolir o resto da sua porra. Ele apenas ficou sentado gemendo enquanto eu lambia todo o resto, que ainda lhe escorria do orifício na cabeça do seu pau. Quando terminei, estava meio ofegante, os dois ainda sem acreditar no que tinha acabado de acontecer. Mas nenhum dos dois teve coragem de dizer uma palavra.
Na manhã seguinte, pra minha surpresa, ele entrou no meu quarto, sentou-se na beira da minha cama e começou a brincar com a minha bunda. Deixei que ele brincasse por um tempo e, quando o dedo dele estava prestes a entrar no meu orifício, eu me virei e disse: "Pai, você quer foder o meu cu?" Ele olhou pra mim e disse: "Você tem uma bunda tão lisinha! Sim, filho, quero muito descobrir o quão apertado é o seu cuzinho."
Então, me sentei na cama e meu pau se revelou sob o tecido do meu shorts, duro feito pedra. Claro que era apenas uma ereção matinal, mas aquilo me lembrava de um sonho que tive aquela noite.
Na cama dos meus pais, eu estava de joelhos, metido entre as pernas da minha mãe, com meu pau todo enfiado na sua buceta. Esse era na verdade um sonho recorrente, que há muito tempo eu tinha com a minha mãe. Mas na noite passada havia algo mais, um personagem que até então não fazia parte das minhas fantasias: meu pai.
E enquanto eu metia na minha mãe, meu pai assistia a tudo, excitado e complacente. Até que ele se junta ao nosso prazer incestuoso. E de repente a imagem que eu tenho me deixa sem palavras. Estou na cama, bombando meu pau na buceta da minha mãe... ao mesmo tempo em que eu chupo o meu pai.
Não sei se isso fazia parte do meu plano, na noite passada, mas confesso que me deu muito prazer. Claro que eu gozei como nunca, enquanto ele me chupava e bebia toda a minha porra. Mas também foi muito bom sentir o seu pau na minha boca e provar o seu gozo. Não que já estivesse me sentindo meio gay, mas foi um prazer inesperado... bem diferente do que eu pensava.
Perguntei se ele gostou que eu o chupasse e ele balançou a cabeça e disse que sim. "E como foi me chupar? Foi como nos vídeos que você assiste?" Ele sorriu meio sem jeito, e disse finalmente: "Melhor... muito melhor!"
Comecei a acariciar o pau dele por cima da calça de moletom e ele fez o mesmo, sentindo a minha ereção por baixo do lençol. Nossa, de repente rolou aquele mesmo clima da noite passada, e uma incrível tensão sexual entre nós.
"Pelo jeito, tá morrendo de vontade de me chupar de novo, né?" Ele tinha um sorriso amarelo, mas nem precisava responder. Então eu lancei a minha isca. "Se eu deixar você me chupar de novo, eu vou querer uma coisa em troca." Ele disse, ainda com a mão no meu pau: "Você pede e eu te dou; é só falar, filho."
Eu disse: "Bem, é o seguinte: eu deixo você me chupar se você me deixar comer a mamãe. E pra isso vou precisar da sua ajuda."
Ele recolheu a mão e ficou lá chocado, sem saber o que dizer. Olhei pra ele e disse: "Tudo bem pra você, pai? Eu como a mamãe e deixo você me chupar." Ele olhou pra mim e disse: "Que tipo de garoto quer transar com a própria mãe?" E eu disse: "Que tipo de pai quer chupar o próprio filho?", ele ainda me olhava, sem ter o que responder.
"Mas, pelo visto, você gostou muito, né?", de novo eu peguei na sua mão e levei sobre a minha ereção, deixando ele sentir como estava duro. "Você quer mais um pouco?", eu olhava nos seus olhos, enquanto ele parecia salivar. Então, puxei o elástico do meu shorts, coloquei meu pau pra fora e disse que ele podia se divertir um pouco.
Na hora ele não conseguiu fazer nada, apenas ficou lá sentado. Mas, se eu me lembrava bem dos vídeos que ele mais gostava, aquilo devia ser uma tentação pra ele. Até que não resistiu mais e, sem tirar os olhos do meu pau, ele começou a me masturbar. Então se inclinou, abriu a boca e lentamente foi engolindo tudo.
Ele lambeu a cabeça e, fechando os olhos, abocanhou até a metade e deu uma bela chupada, com uma expressão de prazer em seu rosto. Então, quando ele chegou até a base, com meu pau todo na boca, eu puxei de volta, como se tirasse o doce da boca de uma criança. Eu sorri bem sacana e disse: "Lembre-se desse gosto, porque depois que eu comer a mamãe, eu deixo você provar de novo. Aí você pode dizer qual dos dois você mais gosta."
Ele me perguntou como eu pretendia fazer pra que a mamãe transasse comigo. Então eu contei o meu plano todinho, sabendo que o tinha em minhas mãos, e ele faria tudo o que eu dissesse. Parece que agora eu tinha o aliado perfeito pra realizar o meu sonho de comer a minha mãe.
Continua...
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