Corno me libera para paus grandes no cu
Meu coração acelera só de lembrar da noite de ontem, quando flagrei minha esposa Marisa, essa vadia deliciosa de 28 anos com curvas que me enlouquecem, se entregando de quatro para um macho pauzudo chamado Priapus, que arrombou seu cu guloso sem piedade, deixando tudo melado de merda, sangue e porra, enquanto ela gemia como uma puta no cio e gozava alto, implorando por mais – uma cena que mistura tesão puro com a frustração de um corno manso como eu, de 64 anos, que ama essa safada mais que tudo, mas odeia ver seu buraco fedorento ser tratado como um paraíso imundo, e agora compartilho esses vídeos e fotos quentes para vocês viciarem no resto da história, rolarem até o fim e imaginarem se aguentariam no meu lugar.
Aqui estou eu, Mar, um empresário de 64 anos que construiu uma vida confortável, cheio de grana e sucesso, mas preso nessa loucura de amor por Marisa, minha esposa de 28 anos, uma morena de cabelos longos e ondulados, pele clara e macia como seda, com uma bunda enorme, redonda e empinada que faz qualquer homem babar. Ela está deitada na cama agora, ainda com o corpo marcado pela foda selvagem de ontem, e eu não consigo parar de pensar no quanto isso me fode a cabeça. Eu sempre soube que ela era viciada em dar o cu, desde novinha, e achava que podia mudar isso, mostrando a ela que o rabo é um buraco nojento, cheio de bactérias, fungos, parasitas e fedor de merda – um esgoto ambulante que ninguém em sã consciência deveria lamber ou foder. Mas que nada, a safada fingiu que topava, casou comigo, e logo começou a me chifrar com qualquer pau grande que encontrava, me deixando com o pau mole de raiva e ciúme.
No presente, enquanto eu dirijo para o trabalho, minha mente volta para ontem à tarde. Eu saí de casa sabendo que ela ia chamar esse tal de Priapus, um negão pauzudo que ela viu em vídeos arrombando bundas alheias num site que frequento, e ficou louca de tesão. "Mar, eu preciso disso, caralho", ela me disse na noite anterior, os olhos brilhando de safadeza, mordendo o lábio inferior enquanto roçava a mão na minha coxa. "Meu cu tá coçando por um pau grosso, daqueles que me faz gritar e gozar até as pernas tremerem. Você sabe que eu te amo, mas isso é vício, porra, eu nasci pra ser arrombada." Eu engoli seco, o pau endurecendo apesar da raiva, e concordei com o casamento liberal que propus pra não perdê-la. "Tá bom, vadia, mas filma tudo e posta pros amigos verem o quanto isso é nojento", eu respondi, o coração apertado, imaginando outro cara abrindo as nádegas dela e enfiando o caralho no buraco marrom e fedorento que só solta peido e merda.
Quando Priapus chega em casa, eu já tô na empresa, mas imagino a cena baseada nos vídeos que ela me mandou depois, como combinado. Ele é um cara alto, musculoso, pele escura reluzindo de suor, com um pau enorme, grosso como um braço, veias pulsando, cabeçorra vermelha e inchada, pronto pra destruir. Marisa abre a porta vestindo só um top preto apertado que realça seus peitos firmes e uma calcinha minúscula que mal cobre sua buceta depilada. "Entra, seu pauzudo safado", ela diz, a voz rouca de tesão, puxando ele pelo braço e trancando a porta. O cheiro de excitação já enche o ar, misturado com o perfume dela, doce e floral, mas logo vai virar fedor de cu aberto e suor de foda. Eles vão pro quarto, a cama com lençóis azuis claros que vão ficar imundos em minutos.
Ela se joga na cama de bruços, empinando a bunda gigante, as nádegas tremendo de ansiedade. "Vem, Priapus, me arromba logo, caralho! Meu cu tá piscando pra você", ela geme, abrindo as pernas e puxando a calcinha pro lado, revelando o buraco apertado, rosado por fora mas escuro e fedorento por dentro. Ele ri, uma risada grave e safada, tirando a roupa devagar, o pau saltando livre, duro como pedra, pingando pré-gozo. "Sua puta casada, vai tomar no rabo até chorar, mas vai gozar gritando meu nome", ele diz, cuspindo na mão e lambuzando a pica grossa. O som de cuspe molhado ecoa, seguido pelo cheiro forte de saliva misturada com o aroma almiscarado do pau dele. Ele se ajoelha atrás dela, as mãos grandes apertando as
nádegas, abrindo bem pra ver o cu se contraindo. "Que bundão delícia, Marisa, fedendo a putaria. Seu corno sabe que eu vou cagar no pau dele indiretamente?"
Eu assisto o vídeo agora, o pau meia-bomba de tesão misturado com nojo, vendo ele encostar a cabeçorra no buraco dela. "Empurra, filho da puta, me fode forte!", ela implora, a voz tremendo, as unhas cravadas no lençol. Ele força, o pau grosso esticando o cu dela, o anel se abrindo devagar, um gemido gutural escapando da garganta dela – "Aaaah, porra, tá rasgando, mas que delícia, caralho!". O cheiro de cu aberto invade o quarto, fedor de merda fresca misturado com lubrificante, mas eles nem ligam. Ele empurra mais, metade da pica sumindo no rabo guloso, os sons de pele batendo em pele, squish squish de umidade, e os peidos involuntários que escapam quando o ar é forçado pra fora. "Tá fedendo pra caralho, sua vadia, mas eu adoro cu sujo", ele grunhe, dando um tapa forte na nádega, deixando marca vermelha.
Marisa rebola, empurrando pra trás, engolindo o pau inteiro, o corpo suando, cabelos grudados na testa. "Mais fundo, seu pauzudo, me arromba até o talo! Meu cu ama pau grande, grosso, me faz gozar no anal, porra!", ela grita, a buceta pingando melado no lençol, o cheiro de excitação feminina forte agora, misturado com o fedor anal. Ele bombeia ritmado, saindo e entrando, o pau saindo melado de uma gosma marrom, prova do quão sujo é aquilo, mas ele lambe os lábios e continua. "Olha isso, Marisa, minha pica tá toda cagada, mas você goza mesmo assim, né? Manda um beijo pro seu corno, diz que cu é pra ser comido sim, fedorento e tudo". Ela vira o rosto pra câmera, olhos vidrados de prazer, "Mar, amor, olha como eu gozo dando o rabo... aaaah, fode, Priapus, mais rápido!". Os sons aumentam: slap slap das bolas batendo na buceta dela, gemidos altos, o cheiro de sexo cru enchendo tudo, suor pingando, o cu dela se abrindo mais a cada estocada.
No clímax, ele acelera, segurando a cintura dela, fodendo como um animal, o pau grosso dilatando o buraco ao máximo. "Vou gozar no seu cu, puta, encher de porra quente!", ele ruge, e ela explode em orgasmo, o corpo convulsionando, gritando "Sim, caralho, goza dentro, me inunda o rabo fedorento! Eu sou viciada nisso, porra!". A porra jorra, misturando com o sangue leve de tanto atrito e a merda melada, vazando pelas bordas, o cheiro podre dominando o quarto. Ele puxa pra fora devagar, o cu dela fica aberto, piscando, escorrendo gosma branca e marrom, e ela cai exausta, rindo ofegante. "Melhor foda anal da vida, Priapus, meu cu tá destruído mas satisfeito". Tudo meu posto em www.selmalub.com , www.fanvue.com/selmarecife e www.fanvue.com/brasileiras
Meus amigos, isso é o lado foda de um casamento liberal – tesão insano, mas uma frustração que corrói. Eu amo essa vadia demais pra largar, mas ver o cu dela arrombado, fedendo a merda e porra, me faz questionar tudo. Quem bota a língua ou o pau num buraco imundo como esse é louco, igual lamber um esgoto fedorento na rua. Mas ela goza, e o macho ama. Posto esses vídeos e fotos pra debater: anal é prazer ou nojeira? Comentem aí, digam se apoiam ou acham que eu tô errado. Pra achar o autor dessa loucura, só ficar ligado nas postagens. Tem mais aventuras quentes vindo em breve, com novas postagens diárias – fiquem ligados pra ver Marisa sendo arrombada por mais paus monstruosos, e não esqueçam de curtir e compartilhar se isso te deixou de pau duro ou pensando duas vezes.
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