Comi a mulata casada da banca do bicho, nesse preédio abandonado.
Bom dia, meus amigos tarados e safados por aí! Imaginem só: eu, um cara comum que adora caçar aventuras nas ruas quentes de Recife, avisto uma mulata deliciosa, suada e com uma bunda empinada que faz qualquer pau pulsar, trabalhando numa banca de jogo sob o sol escaldante. Ela é casada, mas o marido é um otário que não valoriza o tesão que ela carrega, e eu, com minha lábia afiada, a convenço a posar nua num conjunto habitacional abandonado, cheio de grafites e ruínas, onde o cheiro de podridão mistura com o suor dela. O que começa com fotos inocentes vira uma foda insana, com eu cheirando e lambendo sua bunda suada, ela gozando alto como uma puta no cio, peidando descontrolada enquanto eu meto no cu apertado, e termina com ela cagando ali mesmo, sujando tudo, me deixando louco de tesão pra gozar nessa merda quente e fedida. Se isso já te deixou com o pau duro ou a buceta molhada, leia até o fim pra sentir cada detalhe picante, ver as fotos e vídeos anexados que provam tudo, e prepare-se pra mais aventuras diárias – comente o que achou, seus safados, pra eu saber o que vocês querem ver na próxima!
Aqui estou eu, caminhando pela avenida principal do bairro, o sol de meio-dia fritando minha pele como se eu fosse um frango na brasa, quando meus olhos cravam nessa visão do caralho: uma mulata gostosa, com a pele escura brilhando de suor, parada atrás de uma banca de jogo do bicho, protegida só por um guarda-sol fodido e rasgado. A bunda dela é um monumento, redonda, empinada, marcando a calça jeans apertada como se quisesse rasgá-la ao meio. Seus olhos maliciosos varrem a rua, e eu sinto meu pau endurecer na hora, latejando na cueca. Eu sei, caralho, que não posso deixar passar uma assim – vocês que me seguem no site de Selma Recife desde 2008, baixando meus vídeos e fotos de putarias reais com mulheres comuns das ruas, paradas de ônibus, praias e shoppings, sabem que eu invisto pesado nesses fetiches. Nem sempre rola, mas quando dá certo, eu compartilho tudo pra vocês se deliciarem e comentarem, positivos ou negativos, porque isso me excita pra caralho.
Me aproximo devagar, fingindo interesse no jogo, e puxo papo: "Ei, gata, qual a dica pro bicho hoje? Tá quente pra cacete, hein?" Ela ri, limpando o suor da testa com o dorso da mão, e responde: "Quente mesmo, amor, tô derretendo aqui. O que você joga?" Seu nome é Verônica, descubro logo, e enquanto conversamos sobre merdas banais como o calor e o movimento fraco, eu noto como ela se mexe, balançando os quadris, o suor escorrendo pelo pescoço e sumindo no decote da blusa fina. "Você é linda pra caralho, Verônica", solto de repente, e ela cora, mas com um sorriso safado. "Ah, vai, meu marido nem nota mais. Ele é um bosta, trabalha no mercadinho ali e me ignora." Meu coração acelera – casada, negligenciada, perfeita pro meu jogo. Ganho confiança aos poucos, falando de como ela daria fotos incríveis, e quando ela pergunta que tipo, eu hesito: "É ousado, gata, melhor não mostrar aqui na rua." Mas ela insiste, rindo: "Agora você me deixou curiosa, seu safado! Mostra vai."
Abro meu perfil no site de Selma Recife no celular, escondendo a tela pros curiosos da rua, e mostro fotos de outras mulheres que fotografei – nuas, posando em lugares abandonados, com bundas suadas e cuzinhos piscando. Verônica arregala os olhos: "Porra, isso é perigoso! O mundo todo vê?" Eu explico que o site é famoso, mas discreto, e que pro marido dela, que mal sabe ler, seria de boa. "Fotos suas assim seriam um sucesso, Verônica. Olha essa bunda tua, caralho, ia enlouquecer a galera." Ela ri, mas fica vermelha: "Você é doido! E esses contos teus... puta merda, você é nojento pra cacete!" Mostro os textos onde falo dos meus fetiches – cheiro natural de bunda suada, sabor de cu fedido, até misturar com fezes em receitas sólidas e líquidas. Ela faz careta: "Eca, que podre! Como você curte isso? Cheiro de bunda é horrível!" Eu sorrio: "Cada mulher tem seu cheiro único, gata, e com uma como você, eu faria com prazer. Nem todo mundo entende, mas é um tesão louco." Ela me chama de maluco, mas seus olhos brilham de curiosidade. "Vou pensar", diz, e no dia seguinte, liga: "Na hora do almoço, no conjunto habitacional abandonado. Mas tô com medo, hein?"
Chegamos lá, o lugar é um caos – paredes grafitadas com "Muribeca", "Morte ao Rico", entulhos, pneus velhos e plantas secas crescendo no chão rachado. O sol filtra pelas janelas quebradas, e o cheiro de poeira e podridão enche o ar. Verônica treme um pouco: "Aqui é foda, abandonado mesmo. Já trouxe outras casadas aqui?" Eu assinto, rindo: "Sim, e você pode ver no meu perfil no site. Pra achar o autor das melhores putarias, é só buscar por mim lá – comente pros meus contos ficarem no topo!" Ela ri nervosa, mas tira a roupa devagar, revelando a pele escura reluzindo de suor, os peitos firmes balançando, a bunda enorme e redonda tremendo levemente. Meu pau endurece na calça, e ela nota, dando uma gargalhada: "Olha só, já tá duro, seu tarado! Vem cá, me beija do jeito que eu tô, suada e fedida." Eu a puxo, minhas mãos escorregando no suor do seu corpo quente, beijando sua boca salgada, sentindo o cheiro almiscarado dela me invadir.
"Quero cheirar sua bunda, Verônica", sussurro no ouvido dela. Ela ri: "Vai nessa? Tô o dia todo no sol, sem banho, deve tá um fedor do caralho!" Eu a viro, ela apoia as mãos na parede grafitada, e eu ajoelho atrás, abrindo aquelas nádegas grossas. O cheiro bate forte – suor azedo misturado com o aroma natural do cu, quente e úmido, como um vapor podre subindo. "Porra, que delícia, tá maravilhoso!", gemo, enfiando a cara ali. Ela empurra minha cabeça pra dentro: "Seu louco filho da puta! Esfrega essa cara na minha bunda suja, vai! Merece cheirar esse fedor, seu nojento!" Eu inspiro fundo, o ar quente das nádegas me sufocando, enquanto ela se toca, gemendo: "Ah, caralho, que tesão! Você é um vadinho imundo!" Começo a lamber o cu, a língua sentindo o sal do suor e o gosto amargo, terroso. "Puta merda, você tá lambendo meu cu sujo? Seu safado, isso é um buraco de merda!", ela grita, gozando na hora, o corpo tremendo, jorrando na mão dela. "Nunca gozei assim, caralho! É mais gostoso que chocolate, você diz? Seu porco!"
Peço pra meter no cu: "Deixa eu foder esse cuzinho, gata." Ela hesita: "Devagar, dói pra caralho." Encosto a cabeça do pau no buraco apertado, lubrificado só pelo suor e saliva. Ela geme alto: "Ah, porra, tá abrindo! Meu cu tá se dilatando, sente? Vai invadindo devagar, caralho, que quente!" O pau entra aos poucos, o anel apertando como um torno, o interior quente e viscoso pulsando ao redor. "Tô sentindo tudo, sua pica latejando lá dentro!", ela uiva, eu pego na cintura suada e meto ritmado. De repente, ela para: "Espera, tô com vontade de cagar! Goza logo, senão me cago aqui!" Peidos altos escapam, fedorentos, quentes, ecoando no quarto vazio. "Porra, sai, por favor! Não aguento, vou me borrar toda!" Eu meto mais forte, louco com os peidos podres subindo, o cheiro de merda misturando com suor.
Ela implora: "Para, caralho, tô com dor de barriga foda! Meu cu tá doente!" Eu saio, e ela corre pra uma sala abandonada ao lado, agachando toda aberta, pernas tremendo. Continuo filmando, o vídeo capturando tudo pros meus seguidores. "Vem ver, seu tarado, quer continuar com o cu sujo?", ela provoca, peidando alto enquanto libera – uma merda amarelada, mole, saindo com sons molhados, plop plop, o cheiro podre enchendo o ar como um gás tóxico. "Porra, que nojo, mas olha você aí, pau duro!" Volto a foder ela de quatro no chão sujo, o contraste da bunda escura com a merda amarela, meu pau branco entrando e saindo, coberto de gosma fedida, peidos explodindo a cada estocada. "Ah, fode esse cu sujo, seu filho da puta! Sente o cheiro dessa merda podre? Goza nessa bunda nojenta!", ela berra, gozando de novo, o corpo convulsionando. Tudo meu posto em www.selmalub.com , www.fanvue.com/selmarecife e www.fanvue.com/brasileiras
Eu explodo dentro, gozando rios quentes na merda quente, gemendo: "Caralho, que tesão insano!" Dou um pedaço de papel pra ela limpar o grosso, rindo: "Você é uma vagabunda perfeita, Verônica. Quer mais disso?" Ela se veste rápido, saindo primeiro pra ninguém desconfiar, e eu saio dez minutos depois, sabendo que ela vai voltar – ela mesma diz: "Descobri um fetiche louco, sujo, mas excitante pra caralho. Quero dar mais cu aqui!" Mais aventuras em breve, safados, com postagens diárias no site – comentem o que acharam dessa putaria, contem seus fetiches, e fiquem ligados pros próximos vídeos e fotos que vão deixar vocês gozando sem parar!
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