Mulheres de cornos na favela da ilha do maruim, em olinda.
Bom dia e início de Semana. Essas duas abaixo foram minhas duas conquistas dentro da comunidade da Ilha do Maruim, local bem pobre em Olinda e até perigoso. Mas quem conhece meus vídeos, contos e fotos que posto desde 2008 no site de Selma Recife sabe que tenho tara por mulheres comuns como elas, donas de casa, casadas, bem pobres, que não ligam tanto para asseio e seus corpos tem cheiros fortes e naturais. Principalmente suas bundas enormes, fedidas e podres. Isso me deixa louco demais e tenho de fazer meu jogo de sedução, que nem sempre dá certo. Mas para essas duas elas são casadas e maridos nem imaginam. Claro que ofereci grana para realizar meus fetiches loucos e nojentos, mas vale muito a pena, para mim e quem acompanha minhas postagens. Imagine eu, infiltrado nessa favela fedorenta, arriscando a pele pra seduzir essas duas putas casadas, Vanessa e Carla, com suas bundas gigantes suadas e cheirando a merda velha, me deixando chupar, foder e filmar tudo enquanto elas se lambem com nojo, peidam no meu pau e gritam de dor no anal, tudo isso num casebre imundo onde o perigo espreita a cada esquina – se você aguentar o tesão e o asco misturados, leia até o fim pra ver como eu as transformei em vadias submissas, e não esqueça de comentar com seu email pra entrar no sorteio diário de mais vídeos e fotos exclusivas.
Eu chego na Ilha do Maruim logo cedo, o sol já queimando a terra seca e poeirenta, misturando o cheiro de lixo podre com o suor azedo das pessoas que correm pra lá e pra cá. Meu pau já pulsa na calça só de pensar no que pode rolar hoje. Eu sou obcecado por essas mulheres daqui, essas donas de casa largadas, com corpos gordos e naturais, bundas que balançam como sacos de farinha suados, e um fedor que me deixa louco de tesão. Não é glamour, não é perfume caro – é cheiro de cu suado, axilas fedendo a cebola velha e bucetas que não veem sabão há dias. Eu ofereço grana, claro, porque nada é de graça nessa vida de merda, mas o jogo de sedução é o que me excita de verdade. Hoje, eu tô de olho em duas: Vanessa, a morena escura com cabelo bagunçado e olhos que parecem desafiar o mundo, e Carla, a loira mais clara com cara de quem já levou muita porrada da vida. Elas são casadas, maridos são uns cornos mansos que saem pra trabalhar e deixam as putas em casa, sem imaginar que eu vou entrar e foder tudo.
Eu me aproximo devagar, fingindo que tô perdido, mas na real eu já estudei o terreno. A favela é um labirinto de barracos de madeira podre, telhados de amianto rachados, e o chão é uma mistura de lama seca e lixo espalhado. O ar tá pesado, cheirando a fumaça de fogão a lenha e suor coletivo. Vejo Vanessa primeiro, lavando roupa num tanque improvisado do lado de fora do barraco dela. Ela tá de shortinho apertado, daqueles que marcam o rego da bunda enorme, e uma blusinha fina que gruda no suor das tetas grandes. "Ei, moça, sabe onde fica a rua principal?", eu pergunto, com meu sorriso de safado. Ela me olha de cima a baixo, os olhos escuros piscando devagar, e ri baixinho. "Você não é daqui, né? Cuidado, aqui é perigoso pra estranho." Mas eu vejo o brilho no olhar dela – ela sabe que eu tô mentindo, mas o perigo excita.
Conversamos um pouco, eu conto uma história falsa sobre ser fotógrafo procurando locações autênticas, e ofereço uns trocados pra ela posar. "Só fotos, nada mais", eu minto, mas meu pau já tá duro só de ver a bunda dela se mexendo enquanto ela torce a roupa. O cheiro dela chega até mim: suor azedo misturado com um fedor de cu que deve estar suado o dia todo. "Tá bom, mas rapidinho, meu marido chega logo", ela diz, mas eu sei que o corno trabalha até tarde. Levamos pro barraco dela, um cubículo fedorento com colchão no chão, paredes de madeira úmida e um cheiro de mofo que me deixa ainda mais excitado. Eu tiro a câmera, começo a fotografar ela de costas, a bunda enorme esticando o short, e peço pra ela abaixar um pouco. "Assim?", ela pergunta, empinando o rabo, e eu sinto o cheiro mais forte agora, um fedor de suor velho e algo mais podre, como se ela tivesse peidado recentemente.
Não demora pra eu tocar no assunto da grana extra. "Se você deixar eu cheirar um pouco, pago mais", eu digo, direto ao ponto. Ela ri, nervosa, mas os olhos brilham com a ganância. "Cheirar o quê, seu louco?" "Sua bunda, sua axila, o que você tem de mais natural." Ela hesita, mas aceita. Eu me ajoelho atrás dela, puxo o short pro lado, e o cheiro me bate como um soco: cu fedido, suor acumulado, um aroma de merda seca e peido velho que faz meu pau babar. Eu enfio o nariz no rego dela, inspirando fundo, o fedor preenchendo minhas narinas, azedo e podre, me deixando tonto de tesão. "Porra, que fedor delícia, sua puta suja", eu gemo, lambendo o suor salgado da pele escura. Ela ri, mas geme baixinho: "Tá gostando, né? Meu cu fede mesmo, não tomo banho todo dia." Eu chupo o cu dela, a língua entrando no buraco apertado, sentindo o gosto amargo de suor e resíduo, e ela peida na minha cara, um peido úmido e fedorento que me faz tossir de nojo e tesão ao mesmo tempo.
Enquanto isso, eu ouço barulhos lá fora – a favela é perigosa, tem traficante rondando, e eu sei que se o marido dela aparecer ou alguém ver, tô fudido. Mas o risco me excita mais. Eu tiro o pau pra fora, melado de pré-gozo, e enfio na buceta dela, que tá molhada apesar do nojo. "Ai, caralho, seu pau é grosso", ela grita, enquanto eu meto forte, sentindo o cheiro de buceta azeda subindo. Eu fodo ela de quatro, a bunda batendo no meu ventre, e peço pra ela cheirar a própria axila. "Levanta o braço, puta, cheira teu fedor." Ela obedece, enfiando o nariz na axila peluda e suada, o cheiro de cebola podre fazendo ela fazer careta. "Eca, que nojo, fede a merda", ela diz, mas lambe mesmo assim, a língua recolhendo o suor salgado, vomitando um pouco na boca mas continuando por causa da grana.
Eu gozo dentro dela, o pau pulsando, enchendo a buceta de porra quente, mas isso é só o começo. Eu saio do barraco, coração acelerado pelo perigo, e vou atrás da Carla, que mora dois barracos adiante. Ela tá varrendo o chão de terra, de vestido rasgado que mal cobre a bunda gigante, pele clara suada brilhando no sol. "Ei, linda, posso te oferecer uma grana por umas fotos?", eu repito o esquema. Ela é mais dura no começo, "Meu marido me mata se souber", mas o dinheiro fala mais alto. Dentro do barraco dela, cheirando a comida velha e suor, eu começo as fotos. A bunda dela é ainda maior, um cu enorme que treme quando ela anda, e o fedor é insuportável – suor de dias, misturado com um cheiro de peido recente.
Eu me aproximo, cheiro as axilas dela primeiro: fedem a alho azedo e suor rançoso, me deixando louco. "Porra, sua axila é uma delícia fedida", eu digo, lambendo o pelo úmido, sentindo o gosto salgado e amargo. Ela ri, "Você é doente, hein? Meu cheiro é forte mesmo." Eu viro ela de costas, abro a bunda, e o rego é um paraíso podre: cheiro de cu suado, merda velha e peido úmido que faz meu nariz arder. Eu enfio a cara lá, inspirando fundo, o fedor me sufocando, mas meu pau tá duro como pedra. "Peida na minha cara, vadia", eu peço, e ela solta um peido longo, barulhento, fedorento como enxofre podre, me fazendo engasgar mas lamber mais fundo.
Agora vem a parte louca: eu convido a Vanessa pra se juntar, pagando extra pras duas. Elas se encontram no barraco da Carla, nervosas, mas o dinheiro as convence. "Vocês vão se cheirar uma a outra", eu mando, filmando tudo enquanto o corno da Carla, que eu convenci a ficar quieto por uma grana, só filma e tira fotos, o pau mole dele assistindo como um bom manso. Vanessa e Carla se olham, nojo nos olhos. "Eu não, isso é nojento", Carla diz, mas eu insisto. Vanessa levanta o braço, axila fedendo a suor negro e azedo, e Carla enfia o nariz lá. "Caralho, que fedor de podre, vou vomitar", Carla geme, mas cheira fundo, o cheiro a deixando tonta, e lambe com nojo, a língua recolhendo o suor grosso, fazendo careta como se fosse cuspir mas engolindo por tesão misturado.
Depois, invertem: Carla abre a bunda, o cu claro mas fedido como merda fresca, e Vanessa cheira o rego. "Porra, sua bunda fede a cu podre, cheiro de peido velho", Vanessa diz, nariz enfiado no buraco suado, inspirando o fedor úmido e podre que faz ela tossir. Mas ela lambe, a língua entrando no cu, sentindo o gosto amargo de suor e resíduo, vomitando um pouco na boca mas continuando, os olhos cheios de lágrimas de nojo e excitação. "Ai, que nojo delícia, sua puta fedida", ela murmura.
Eu entro na brincadeira, fodo a buceta da Vanessa enquanto ela chupa o cu da Carla. O cheiro no ar é uma mistura insana: suor, peido, buceta molhada e cu fedido. "Mete mais forte, seu safado", Vanessa grita, enquanto eu sinto o pau melado escorregando na buceta suada dela. O corno filma, mão tremendo, e eu peço pras duas peidarem no meu pau. Carla senta no meu rosto, peidando direto na boca, um peido molhado e fedorento que me faz engolir o ar podre, enquanto Vanessa cavalga meu pau, a buceta fedendo a sexo velho.
Agora o anal: eu lubrifico com cuspe e suor, enfio no cu da Carla primeiro. "Ai, caralho, dói pra porra", ela berra, o cu apertado resistindo, mas eu forço, sentindo o fedor de dentro subindo, um cheiro de merda fresca misturado com suor. Ela peida enquanto eu meto, o pau saindo melado de resíduo marrom, fedendo a cu podre. "Tira, seu filho da puta, tá rasgando meu cu", mas ela empina mais, gemendo de dor e tesão. Eu alterno pro cu da Vanessa, mais escuro e fedido, o buraco se abrindo com dor, ela gritando "Porra, dói como o caralho, mas mete mais", peidando alto, o som ecoando no barraco, o cheiro de peido enchendo o ar.
Elas se lambem mutuamente agora, Vanessa chupando a buceta da Carla, cheia de porra minha, o gosto azedo e salgado fazendo ela fazer careta. "Eca, sua buceta fede a porra velha", mas lambe fundo, a língua recolhendo o melado. Carla retribui, cheirando e lambendo o cu da Vanessa, vomitando com o fedor mas continuando. "Que nojo, cheiro de merda podre, mas tô molhada pra caralho."
O perigo aumenta: ouço vozes lá fora, talvez o marido da Vanessa voltando cedo, ou algum vizinho bisbilhoteiro. Meu coração acelera, mas isso só me faz foder mais forte. Eu gozo no cu da Carla, enchendo de porra quente, o pau pulsando, melado de tudo. Depois, na Vanessa, anal profundo, ela gritando de dor enquanto peida no meu pau. O corno filma tudo, quieto, e tira fotos das bundas suadas, cheias de porra e suor.
No meio dessa loucura toda, enquanto elas se cheiram e lambem, eu penso que pra achar mais sobre mim e minhas conquistas, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo – lá tem anos de contos, vídeos e fotos como essas.
Continuamos por horas, o barraco fedendo a sexo, suor e peido. Eu faço elas cheirarem as axilas uma da outra de novo, Carla enfiando o nariz na axila escura da Vanessa, "Fede a suor negro podre, vou vomitar", mas lambendo o pelo úmido, o gosto salgado a deixando louca. Vanessa retribui, cheirando a axila clara mas rançosa da Carla, "Cheiro de cebola fedida, nojo pra caralho", mas chupando com vontade.
Eu fodo as bucetas alternadamente, o pau melado escorregando no suor e porra, os sons de pele batendo ecoando. "Mete nessa buceta fedida, seu tarado", Carla geme. "Fode meu cu podre, faz doer", Vanessa implora. Peidos constantes, fedor subindo, nojo e tesão misturados.
Por fim, exaustos, suados e fedidos, eu pago elas, o corno guarda a câmera, e saio dali, o perigo da favela me seguindo. Mas valeu cada risco. Tem mais aventuras em breve, com novas postagens diárias – quase diariamente eu posto mais conquistas como essas. Comenta aí com seu email, pois faremos sorteios diários de vídeos e fotos exclusivas, e avisaremos por e-mail pra quem comentar.
Mas isso não acaba aí. Depois de sair do barraco, eu ainda sinto o cheiro delas na minha pele, o fedor de cu e axila grudado, me deixando duro de novo. Eu volto no dia seguinte, arriscando mais, porque a tara é maior que o medo. Vanessa me chama pro barraco dela de novo, sozinha dessa vez, o marido no trabalho. "Vem cheirar meu cu fedido de novo, seu doente", ela diz no telefone que eu dei grana pra ela comprar. Eu chego, o sol queimando, a favela quieta mas perigosa. Dentro, ela tá nua, bunda empinada, o cheiro mais forte que nunca – suor de um dia inteiro, peido acumulado. Eu enfio a cara, inspirando o fedor podre, lambendo o buraco suado. "Peida, puta", eu mando, e ela solta um peido longo, úmido, fedorento como merda fresca, me sufocando.
Eu fodo o cu dela com força, ela gritando de dor: "Ai, caralho, tá rasgando meu cu podre!" O pau sai melado, cheirando a merda, mas eu meto mais. Ela cheira a própria axila enquanto eu fodo, "Fede a nojo, mas me excita", lambendo o suor. Eu gozo dentro, porra misturando com o resíduo.
Carla me liga depois, querendo mais grana. Eu vou pro barraco dela, o corno filma de novo. "Cheira minha bunda, vadia", eu mando ela cheirar a própria, mas ela faz melhor: cheira e lambe com nojo. "Eca, cheiro de peido velho." Eu fodo a buceta, depois anal, dor intensa, peidos constantes.
Eu as junto de novo, num barraco abandonado, risco alto de ser pego. Elas se cheiram: axilas fedidas, bundas podres. "Cheira meu cu suado, sua puta", Vanessa manda Carla, que enfia o nariz, vomitando com o fedor mas lambendo. Invertem, nojo total.
Eu fodo as duas, oral, vaginal, anal. Bocas chupando meu pau melado de cu, "Gosto de merda, nojo pra caralho." Peidos no pau, dor no anal, gemidos altos.
O drama aumenta: um vizinho bate na porta, achando estranho. Eu me escondo, coração na boca, mas elas despistam. O perigo me faz gozar mais forte.
E assim vai, dia após dia, conquistas novas. Mais cheiros, mais fedor, mais nojo e tesão. Comenta com email pro sorteio.
Eu continuo explorando a favela, seduzindo mais donas de casa. Outra, chamada Rita, bunda enorme, cheiro ainda pior. Eu cheiro, fodo, filmo. Sempre o risco, sempre o tesão.
Vanessa e Carla viram regulares, chamando amigas. Grupos de cheirar e lamber, fedor coletivo. Peidos sincronizados, anal doloroso, porra por todo lado.
O corno da Carla vira participante passivo, filmando enquanto eu fodo a mulher dele. "Olha seu corno, tô fodendo sua puta", eu digo.
Mais detalhes: o suor escorrendo pelas costas, o som de peidos molhados, o gosto amargo na língua, o cheiro preenchendo o ar como uma névoa podre.
Eu descrevo cada sensação: o pau entrando no cu apertado, rasgando, a dor nos gritos delas, o nojo nas caretas ao cheirar axilas fedidas como queijo rançoso.
Diálogos: "Cheira mais fundo, sua vadia, sente o fedor do meu cu podre." "Ai, dói, mas mete, seu filho da puta." "Vou peidar na tua cara, inspira tudo."
E o engajamento: leia tudo, imagine o cheiro, o nojo, o tesão. Mais aventuras vindo, poste diárias.
Comenta com email, sorteio de vídeos onde você vê as bundas fedidas de perto, os peidos reais, o anal com dor.
Eu sigo, obcecado, arriscando a vida por esses fetiches. A favela me chama, o fedor me atrai.
Outra conquista: Sofia, casada, bunda gigante, cheiro de suor e urina velha. Eu seduzo, ofereço grana. Cheiro axilas: fedem a alho podre. Bunda: peido direto no nariz.
Fodo, ela cheira a própria, nojo imenso. Anal: grita de dor, peida.
Junto com Vanessa e Carla, orgia fedida. Cheiram umas às outras, lambem com vômito na boca.
O ar tá irrespirável, fedor de cu, axila, peido, porra.
Eu gozo múltiplas vezes, pau melado.
Drama: quase pego por marido, corro pela favela, pau ainda duro.
Mas volto, sempre.
Tem mais, fique ligado nas postagens diárias.
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E assim, o ciclo continua, tara insaciável, perigo constante, tesão infinito.
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