Dou meu cu a outros machos porque meu marido pede. Não gosto!
Eu nunca imaginei que minha vida de patricinha de shopping em Recife, casada com o homem que eu amo mais que tudo, viraria isso: uma noite de dor lancinante no cu, com um pauzão de macho desconhecido me arrombando sem piedade enquanto meu marido Luis filma tudo, se masturbando como um tarado doente, rindo da minha humilhação quando eu solto peidos fedorentos e merda escorrendo pela cama imaculada. Por amor a ele, que implorou pra ser corno e exibir minha bunda esticada pro Brasil inteiro ver, eu aguento o tranco, sentindo cada centímetro grosso me rasgando por dentro, o cheiro azedo de suor e cu sujo impregnando o ar, e no final, vazando porra misturada com fezes enquanto Luis goza nos meus peitos doloridos. Mas foda-se, você quer saber como cheguei nesse abismo de prazer dele e agonia minha? Continua lendo, porque isso é só o começo do meu inferno particular, e as fotos e vídeos vão te deixar de pau duro implorando por mais.
Meu nome é Beth, tenho 24 anos, corpo de academia que eu malho todo dia pra manter essa bundinha empinada que os caras babam nas redes, casada há dois com Luis, esse puto de 30 que era o cara perfeito: romântico, provedor, me levando pra jantares chiques no Bairro do Recife. Mas aí veio a obsessão dele por ser corno. "Amor, eu quero te ver gemendo com outro pau na boca, na buceta, no cu... filma tudo pra mim, posta nos sites de swing aqui da cidade, deixa o Brasil ver como você é uma vadia safada só pra mim." Eu ri no começo, achando que era papo de bêbado depois de uma transa braba. Mas ele insistiu, abriu perfis falsos no FetLife e no site local de casais liberais de Pernambuco, postando minhas fotos de lingerie, bunda marcada com as mãos dele. "Só por amor, Beth. Eu te amo tanto que ver você se foder por mim me deixa louco." E eu, burra e apaixonada, topei. Porque no fundo, eu só fodo com ele. Outros homens? São só dor, humilhação e um vazio que me faz chorar depois. Mas por Luis, eu engulo o orgulho – e o pau alheio.
Hoje à noite, o quarto do nosso apê no Pina tá iluminado só pela luz fraca do abajur, o ar condicionado zumbindo baixo pra abafar os gemidos que eu sei que vão vir. Luis montou a câmera no tripé, apontada pro king size coberto de lençol branco egípcio que eu mandei lavar ontem. Ele tá ali no canto, de short folgado, pau já meia-bomba escapando pela perna, olhos brilhando como um viado em heat. "Vai ser épico, amor. Chamei o Marco, vi as fotos dele no app – pau de 23 centímetros, grosso como meu pulso, tatuado até na virilha. Ele vai te arrombar o cu como ninguém, e eu filmo pra postar amanhã. O Brasil vai pirar vendo minha patricinha de calcinha fio dental se mijando de dor." Eu sinto o estômago revirar, mas sorrio fraco, deitada de bruços na cama, nua exceto pela calcinha preta rendada que ele adora rasgar. "Tá bom, Luis, mas vai devagar com esse cara, hein? Meu cu é só teu, e já dói só de pensar nesse monstro." Ele ri, se aproximando pra beijar minha nuca, mão descendo pra apertar minha bunda. "Por isso mesmo, amor. Quero ver você gritando, se contorcendo. Agora relaxa, ele tá subindo."
A campainha toca, e meu coração acelera como se eu fosse pro abate. Luis abre a porta, e entra o Marco: alto, malhado, uns 28 anos, barba rala e um cheiro forte de colônia barata misturado com cigarro, que me dá náusea. Ele me olha de cima a baixo como se eu fosse carne no açougue, pau já marcando na calça jeans apertada. "Caralho, corno, tua mulher é uma delícia. Essa bunda de shopping, peitos firmes... vou foder ela até ela implorar pro papai." Luis engole seco, mas seu pau pula no short – o safado adora ser humilhado. "Vai fundo, mano. Ela é toda tua hoje. Filma tudo, Beth, mostra pro Brasil como uma vadia casada aguenta pauzão." Eu me viro na cama, tentando sorrir sedutora, mas o medo me trai, voz tremendo: "Oi, Marco. Seja gentil, tá? Meu cu é apertadinho, não aguento dor forte." Ele ri grosso, tirando a camisa e revelando um peito peludo, músculos inchados de academia. "Gentil? Com uma putinha como você? Vou te mostrar o que é pau de verdade, enquanto teu maridinho aí se bate uma no canto."
Ele me joga de costas na cama, rasgando a calcinha com um puxão que faz o elástico estalar contra minha pele, deixando minha buceta exposta, já úmida de nervoso – não de tesão, mas de suor frio. O cheiro do quarto muda: agora tem o almíscar dele, suor salgado, e o meu perfume caro de baunilha se misturando num fedor de sexo iminente. Marco se despe rápido, pau saltando pra fora como uma cobra grossa, veias pulsando, cabeça roxa e inchada brilhando de pré-gozo. "Olha isso, corno! Tua mulher vai engolir isso até o talo no cu dela. Aposto que ela nunca sentiu um de homem de verdade." Luis geme baixo, mão já dentro do short, pau duro roçando o tecido. "Fode ela, Marco. Arromba essa bunda branca que eu cuido todo dia." Eu engulo em seco, abrindo as pernas devagar, sentindo o ar fresco na xoxota depilada. "Por favor, começa pela boca... me deixa molhar ele primeiro." Mas ele ignora, me virando de bruços de novo, joelhos afundando o colchão macio, bunda empinada pro alto. Seus dedos grossos invadem meu cu sem aviso, lubrificante frio escorrendo, mas não o suficiente – ah, foda-se, dói já, como agulhas quentes.
"Relaxa, vadia. Teu cu é uma bucetinha virgem pra mim." Ele cospe na minha rachadura, o som úmido ecoando, e empurra a cabeça do pau contra o anel apertado. Eu grito baixo, unhas cravando o lençol, corpo tenso como corda de violão. "Ai, caralho, devagar! Tá me rasgando, porra!" Mas ele ri, empurrando mais, centímetro por centímetro grosso me esticando além do limite, o ardor subindo como fogo vivo pelas entranhas. Luis filma de perto, respiração pesada, pau agora pra fora, mão subindo e descendo devagar. "Isso, amor! Olha como ele te enche... geme pra câmera, mostra pro Brasil tua cara de puta dolorida." Eu olho pra ele por cima do ombro, olhos marejados, ódio e amor misturados: "Seu filho da puta, Luis! Você adora me ver sofrer, né? Enquanto eu aguento esse caralho me furando, você aí batendo punheta como um pervertido!" Marco dá uma palmada forte na minha bunda, carne tremendo, marca vermelha florescendo. "Cala a boca e empina mais, patricinha. Teu corno tá pagando pra ver isso – e eu vou te foder até cagar de dor."
Ele afunda tudo de uma vez, bolas peludas batendo na minha buceta, e eu urro, boca aberta num O de agonia pura, lágrimas quentes escorrendo pelo rosto maquiado. O pau dele é uma lança de ferro quente, preenchendo cada milímetro do meu reto, pressionando contra as paredes que nunca foram feitas pra isso. "Porra, que cu apertado! Tua mulher é uma virgem anal, corno? Vou estourar ela pra você usar depois." Luis geme alto, punheta acelerando, pré-gozo pingando no chão. "Estoura mesmo, mano! Ela faz isso por mim... olha como ela se contorce, caralho!" Eu tento me mexer pra frente, escapar da impalação, mas ele me segura pelos quadris, unhas cravando carne, e começa a bombar – devagar no começo, mas cada saída e entrada é um rasgo, som molhado de lubrificante e carne se chocando, ploc-ploc-ploc ecoando no quarto. O cheiro sobe: suor dele, meu perfume azedo de medo, e agora um fedor sutil de cu forçado, gases escapando inevitáveis.
"Ah, fode-se... tá saindo, Marco, para! Meu cu não aguenta, caralho!" Eu peido baixo, um pum úmido e envergonhador que faz bolhas no lubrificante, cheiro de merda fresca se espalhando, me queimando de humilhação. Sempre fui a garota limpa, banho de espuma toda noite, absorventes perfumados, mas esse pauzão me trai o corpo – outro peido escapa, mais alto, e sinto algo quente e mole escorrendo pela coxa interna, merda marrom sujando o lençol branco. "Olha só, corno! Tua patricinha tá cagando na cama! Que delícia, uma vadia chique melando meu pau de bosta." Marco ri maníaco, cheirando o ar como um animal, e ao invés de parar, soca mais fundo, mais rápido, pau saindo coberto de marrons, brilhando viscoso. "Nooo! Seu desgraçado, tá me humilhando! Sai fora, porra!" Eu choro, corpo tremendo, mas ele me prensar contra o colchão, peso dele me esmagando, bolas batendo na minha clítoris inchada de dor. Luis? O puto tá vidrado, pau roxo de tesão, mão voando. "Que tesão, Beth! Caga mais, amor... os caras vão amar ver isso nos vídeos. Mostra pro Brasil como você se suja por mim!"
Eu viro o rosto pro canto, olhos encontrando os dele – vidrados, boca entreaberta, se masturbando furiosamente enquanto esse estranho me fode o cu como um buraco de privada. "Como você pode gostar disso, Luis? Eu tô aqui sofrendo, peidando e cagando como uma porca, e você... ahh, caralho! Ele tá me rasgando!" Outro empurrão brutal, e eu solto um gemido gutural, som de porco no abate, merda mais escorrendo, agora um filete grosso manchando as coxas dele. Marco grunhe, suor pingando nas minhas costas, cheiro salgado misturado ao fedor intestinal. "Teu marido é um corno manso, vadia. Olha pra ele, batendo uma vendo eu te encher de merda. Agora vira de ladinho, quero gozar fundo no teu cu sujo." Ele me rola pro lado sem sair, pau ainda cravado, uma perna minha pra cima, a outra presa sob o corpo dele. A posição nova dói diferente – mais pressão nas paredes esticadas, cada veia do pau dele pulsando contra mim. "Não, por favor... já basta, Marco! Tô vazando merda, tá fedendo tudo!" Mas ele ignora, bombando de novo, som de sucção molhada, ploc-ploc agora com um squelch marrom, ar saindo em peidos ritmados que me fazem corar até as orelhas.
"Fecha o cu em volta da minha pica, puta! Sente como teu corno tá quase gozando só de olhar." Ele olha pra Luis, rindo: "Vai, corno, goza no chão vendo eu plantar minha semente na tua mulher. Ela é minha agora, um cu arrombado pra eu foder quando quiser." Luis geme alto, corpo convulsionando, mas segura – o safado quer mais. Eu sinto o orgasmo dele se aproximando pelo inchaço no pau, veias inchando, e imploro: "Tira, caralho! Não goza dentro, vai sujar tudo mais!" Mas é inútil – ele ruge, unhas cravando minha coxa, e explode, jatos quentes de porra enchendo meu reto dolorido, misturando com a merda, um calor viscoso escorrendo pra fora a cada pulsar. "Toma, vadia! Enche teu cu de leite pra teu corno lamber depois!" Ele sai devagar, pau molesco saindo com um pop sujo, um rio de esperma marrom vazando da minha bunda aberta, pingando no lençol, fedor pesado de sêmen e fezes dominando o quarto. Eu desabo de lado, cu latejando como fogo, lágrimas escorrendo, corpo trêmulo. "Seu filho da puta, Marco... me destruiu. E você, Luis, olha o que fez! Tô vazando porra e merda como uma puta de rua!" Isso tudo meu você vê e baixa em www.selmaclub.com ou www.fanvue.com/selmarecife
A cama é um caos: lençol amarronzado em manchas, esperma branco salpicado, meu cu piscando aberto, arrombado pro tamanho de um punho. Marco se levanta, pau melado balançando, e dá um tapa na minha bunda. "Boa foda, patricinha. Teu corno que limpe a bagunça." Ele se veste e sai, deixando o fedor pra trás. Luis se aproxima, câmera ainda rodando, pau latejante na mão. "Amor, que show... você foi perfeita. Agora me deixa gozar nos teus peitos, sabendo que teu cu tá todo arrombado e vazando." Eu o encaro, exausta, humilhada, mas o amor me trai de novo – abro os braços, peitos arfando, mamilos duros de frio e dor. "Vai, corno do caralho. Goza logo, pra acabar essa merda." Ele sobe na cama, joelhos ao lado da minha cabeça, punheta final furiosa, e explode – cordas grossas de porra quente batendo nos meus seios, escorrendo pros lados, cheiro almiscarado se misturando ao caos abaixo. "Ahh, fode-se, Beth! Te amo tanto... olha como você tá linda toda suja por mim."
Enquanto ele desaba do meu lado, ofegante, eu fecho os olhos, cu ainda pulsando vazamentos, corpo dolorido mas mente girando: por que eu faço isso? Por amor, só por amor. Mas amanhã, quando os vídeos bombarem nos sites, o Brasil vai ver – e eu? Eu vou sofrer de novo, porque Luis já tá planejando o próximo. Ei, se você tá lendo isso e quer achar o autor dessas putarias reais de Recife, comenta aí embaixo "Mais cu arrombado!" que eu te mando o perfil. Tem mais aventuras em breve, postagens diárias de mim gemendo e sujando tudo por esse corno louco – curte, compartilha, e me diz nos comentários o que você gozaria ver na próxima: mais dor no cu, ou eu chupando pau melado? Copia isso e espalha, vadios, porque essa é só a primeira de muitas noites fedorentas e quentes.
Beth
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