Na pele da loba: "Uma noite como puta de caminhoneiros e carreteiros!"
A minha manicure e pedicure, Nice, de 40 anos de idade, morena clara, dona de um belo corpo, estatura mediana, separada, tirava as minhas cutículas e fazia as minhas unhas, quando ela me falou que às segundas, terças e quarta feiras, a noite, ela fazia programas com caminhoneiros e carreteiros da BR-101, aqui na nossa cidade, na saída para Trindade-RJ, e ela me contou como se protegia fazendo uso de camisinhas e um tipo de antibactericida que ela usava. Perguntei se não era perigoso em termos de violências físicas e ela me disse que não, ao contrário, porque ela só fazia com homens casados que se cuidavam e me falou como deveria fazer para evitar doenças venéreas e nunca chupar um pau de caminhoneiro ou de um carreteiro “solteiro”. Ela me disse como me vestir e me maquiar com esmalte bem vermelho combinando com o batom dos lábios da boca, para parecer uma verdadeira puta de beira de rodovia. Ela me disse que aí sim, eu saberia o quê uma profissional do sexo vive na pele da loba e que muitas mulheres casadas e separadas, exerciam a profissão sem nenhum problema e que muitas delas são levadas pelos próprios maridos, amantes e ficantes, para poderem faturar e ajudar no orçamento familiar como ela mesma vivia para aumentar o seu rendimento e da sua família, ela casada.
Ela me disse ainda que não poderia cobrar mais que cem reais, porquê acima desse valor ficava muito caro para caminhoneiros e carreteiros. Na noite de terça feira, combinada com ela, peguei meu um Uno vermelho, carro de puta, passei na casa dela por volta das nove da noite e fomos para o posto de parada na rodovia BR-101. Nós duas de shortinhos, como nas duas fotos que ela fez de mim e nessa que ela fez de mim, andamdo pelo pátio do posto de gasolina, entre os caminhões. Ao chegarmos no posto de parada dos caminhoneiros e carreteiros, descemos do carro e começamos a andar pelo pátio e não demorou começaram os assovios, gritos e buzinaços, com alguns deles falando gritando: “Chegaram as putas de São Sebastião!” Começamos a andar pelo pátio do post e fomos até o bar/restaurante onde compramos duas latinhas de cerveja já fomos abordadas por dois carreteiros casados e começamos a conversar com eles, que nos perguntaram os nossos valores.
Falamos que era cem reais cada programa, eles toparam e fomos para os dois caminhões deles e subimos nas suas boleias. Eu fui com um cara de Goiás, que tinha 42 anos de idade, casado com uma professora da sua cidade que era Trindade, perto de Goiânia, ele me colocou sentada no painel do caminhão, tirou meu shortinho aí da foto embaixo e a minha calcinha fio dental vermelha e me chupou muito, que delícia de chupada que esse cara me deu, eu confesso que gozei duas vezes na sua boca. Ele me fez gozar muito gostoso na sua boca e língua, enfiando um, dois, três dedos no meu cuzinho que eu havia dado KY para ele passar, gozei muito na boca dele, para em seguida ele me foder com o câmbio do caminhão, isso mesmo, com a enorme e rombuda cabeça do câmbio! Eu coloquei uma camisinha bem lubrificada no câmbio e fui descendo e rebolando, mexendo os quadris com o câmbio entrando no fundo minha boceta.
Minha boceta que já tinha recebido várias vezes, muitas vezes, dois paus simultaneamente em deliciosas DPs Vaginal e até a ponta de um enorme pau de cavalo, agora, fodia um câmbio de caminhão, com o meu fodedor vindo por trás, com o meu cu bem besuntado de KY, me fazendo inclinar sobre o painel do caminhão e foi enfiando o seu cacete grande e bem grosso no meu cu, eu gritei, berrei, urrei, enquanto ele socava na maldade o cacete na minha bunda e ao mesmo tempo, eu descia e subia com a boceta na rombuda cabeça do câmbio do caminhão, foda tida como muito comum pelas mulheres profissionais do sexo, prostitutas, de beiras de rodovias, que delícia! Ele metia no meu cu com força, me batia com seu cinto na minha bunda e me mandava gritar muito para outros colegas seus ouvirem e se punhetarem gostoso, que putaria maravilhosa e deliciosa! Dessa maneira eu fodi com o Airton, carreteiro de Trindade-GO, na boleia da sua carreta, fodendo o câmbio do seu caminhão com a minha boceta, enquanto ele, na mais pura maldade, brutal, metia no meu cuzinho e assim ocorria a minha estreia como prostituta de postos de gasolina, de beira de rodovia, onde sou conhecida agora, como “A puta da bella Lady” e eu estou amando ser prostituta de caminhoneiros e carreteiros do Brasil!!
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