Parte 2 – Fingindo que Ana era a Ruiva Safada: Gozando Dentro Enquanto Via Pornô!
Ana e Bruno estão no limite: ela morrendo de vontade de rola, ele louco pra meter fundo e usar ela sem dó... e ela quer ser usada assim.
Dias depois, Ana me chamou de novo em São Paulo. Eu iria descobrir um novo lado dela — algo mais profundo, mais entregue. Cheguei ao apartamento já com o pau meia bomba só de lembrar da primeira noite, a culpa religiosa batendo no fundo, mas o tesão sempre vencendo.
Ela abriu a porta sorrindo, vestida leve, blusa solta sem sutiã, olhos brilhando. "Hoje vamos devagar, Bruno... senta aqui no sofá." A tela grande já estava ligada num pornô quente: Maitland Ward, ruiva safada e famosa, sendo fodida forte por um cara sortudo. Ana serviu vinho, sentou ao meu lado, e logo viu meus olhos grudados na tela.
"Gosta de ruivas?", perguntou com voz baixa, maliciosa. "Comeria ela?" Meu pau endureceu na hora. "Caralho, sim... olha essa ruiva gostosa pra porra, peitos enormes, bunda redonda, corpo perfeito. Aquele ator tem sorte do caralho, meter nessa vadia deve ser foda", respondi rouco, sem tirar os olhos dela na tela, pau latejando. Ana tentou falar algo, mas eu mandei: "Cala a boca, puta. Me deixa curtir ela."
Ela sorriu safado, se aproximou. "Então me usa como se eu fosse ela... me fode pensando só nessa ruiva vadia." Ela armava tudo, mas queria ser tratada como buraco pro meu tesão. Começamos no sofá: dry humping devagar, meu pau duro roçando entre as coxas dela por cima da roupa, calor subindo rápido. Ela desabotoou minha calça, tirou meu pau pra fora e se ajoelhou. Chupou devagar no começo, língua rodando na cabeça, depois fundo, engolindo tudo enquanto eu olhava pra tela, murmurando: "Porra, Maitland... assim, engole meu pau todo, sua safada." Ana gemeu com a boca cheia, olhos erguidos pra mim, curtindo ser usada como puta.
Levantei ela, virei de costas no sofá, apoiada no braço com a cara pra baixo, bunda empinada. Tirei a calcinha pro lado, enfiei na buceta dela de uma vez, metendo forte enquanto via Maitland na tela. "Olha como ele fode ela... que ruiva gostosa, queria ser ele agora." Ana gemeu alto, mas eu rosnei: "Cala a boca, puta, não estraga minha fantasia." O cuzinho dela piscava, todo rosado e apertado. Cuspi nele, enfiei um dedo devagar — quente, úmido, ela apertou forte em volta, me fazendo gemer baixo: "Caralho, que cuzinho guloso." Mandei ela ficar quieta, tirei o pau da buceta molhada, posicionei na entrada do cu e enfiei devagar, depois forte. Ela gritou de dor e tesão, mas eu não liguei, louco com Maitland na tela, metendo fundo, socando com raiva: "Isso, ruiva... toma pau no cu, sua vadia."
Acelerava mais, pau latejando no cu apertado dela, olhos fixos na tela. Na hora de gozar, puxei pra fora, virei ela de joelhos e enfiei o pau na boca dela, enchendo de porra quente, jatos grossos escorrendo pelos cantos enquanto via Maitland gozar na tela. Ana engoliu tudo, tremendo, depois levou a mão na buceta, se tocou rápido e veio forte, corpo convulsionando, gemendo abafado com a boca cheia.
Ofegantes no sofá, ela virou o rosto, beijou devagar. "Foi perfeito, Bruno... você me usou direitinho." Depois de um silêncio, sussurrou com sorriso safado: "Minha filha chega logo hoje... amanhã eu te apresento ela. Vai ser interessante." Meu coração disparou, nova onda de tesão e culpa.
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