Só gozo gritando muito
Meu coração acelera só de lembrar da noite insana de ontem, quando eu, Lúcia, a putinha casada que adora trair o corno manso do meu marido Paulo, me entreguei de corpo e alma a Priapus, o macho alfa com o pau mais monstruoso que já vi na vida, arrombando minha buceta e meu cu sem piedade enquanto o viadinho do Paulo assistia tudo, se masturbando como um perdedor, e eu gritava como uma vadia no cio, gozando litros em uma foda que começou vaginal e virou anal brutal, com dor, lágrimas, peidos altos e gozadas internas que me deixaram destruída e viciada – e se você acha que isso é loucura, espere até ler cada detalhe suculento, ver as fotos e vídeos que comprovam tudo, porque isso é só o começo das minhas aventuras diárias no site de Selma Recife.
Estou deitada de bruços na cama do hotel, o lençol azul-claro grudando na minha pele suada, o cheiro de sexo e suor preenchendo o ar como um perfume proibido. Meu rabo empinado, as coxas grossas abertas, convidando o pauzudo do Priapus a me dominar. Paulo, meu corno inútil, está sentado na cadeira ao lado, os olhos vidrados, a mão já no pau mole dele, pronto para assistir mais uma vez sua esposinha ser fodida por um estranho. "Vem, seu safado, me fode como se eu fosse sua puta particular", eu digo, olhando para Priapus com os olhos cheios de tesão, o coração batendo forte no peito. Ele ri, aquela risada grave que faz minha buceta piscar, e se posiciona atrás de mim, o pau dele – caralho, que pau! – grosso como meu antebraço, latejando, apontando direto para minha entrada molhada.
Ele esfrega a cabeça da rola na minha buceta encharcada, o som úmido ecoando no quarto, como um beijo molhado e sujo. "Sua vadia casada, vai aguentar tudo isso?", ele provoca, e eu gemo alto, "Sim, me enche, seu filho da puta, me faz gritar!". Paulo engole em seco, o rosto vermelho de humilhação, mas eu sei que ele ama isso, o viado. Priapus empurra devagar no começo, abrindo minha buceta centímetro por centímetro, o cheiro da minha excitação misturando com o dele, um aroma almiscarado que me deixa louca. Eu sinto cada veia pulsante dele me invadindo, esticando minhas paredes, e já começo a gemer, "Ahhh, caralho, que pau enorme, me rasga toda!". Ele vai fundo, batendo no meu útero, e começa a meter ritmado, o som de pele batendo em pele, ploc ploc ploc, enchendo o quarto.
Eu grito mais alto a cada estocada, "Fode, fode mais forte, seu puto!", porque quanto mais eu grito, mais eu gozo, o prazer subindo como uma onda incontrolável. Priapus agarra minhas nádegas, apertando forte, deixando marcas vermelhas, e diz, "Olha pro seu corno, Lúcia, diz pra ele como meu pau é melhor que o dele". Eu viro o rosto para Paulo, os olhos cheios de lágrimas de prazer, e cuspo as palavras: "Seu corno manso, olha como um macho de verdade me fode, seu pauzinho ridículo nunca me satisfez assim!". Paulo geme baixinho, se punhetando mais rápido, o patético. Priapus ri e acelera, "Isso, humilha o viado, ele merece". Eu continuo, "Você é um lixo, Paulo, só serve pra limpar a porra dos outros da minha buceta depois!". Os gritos saem roucos agora, "Aiii, caralho, tô gozando, tô gozando alto!", e meu corpo treme, o orgasmo me atingindo como um soco, esguichando suco pela cama.
Mas Priapus não para, o suor escorrendo pelo corpo musculoso dele, o cheiro de homem alfa dominando tudo. Ele tira o pau da minha buceta, todo melado, e mira no meu cu apertado. "Agora o anal, sua puta, vai chorar pra mim", ele rosna, e eu sinto um frio na espinha misturado com tesão. "Me arromba, seu safado, mas vai devagar no começo", eu peço, mas ele ignora, empurrando a cabeça grossa contra meu anelzinho. A dor é lancinante, como se estivesse me rasgando ao meio, e eu grito alto, "Porra, dói, caralho, tá me arrombando!". Lágrimas escorrem pelo meu rosto, mas o prazer vem logo atrás, misturando tudo em uma bagunça deliciosa. Ele força mais, entrando metade da rola, o som de carne se abrindo, e eu sinto uma vontade louca de cagar, o cu piscando incontrolável.
"Relaxa, vadia, ou vai doer mais", ele diz, mas eu não consigo, e solto um peido alto, prrrrrt, o som ecoando vergonhoso, mas excitante. "Ouviu isso, corno? Sua mulher peidando com meu pau no cu dela!", Priapus zomba, e Paulo assente, humilhado, "Sim, ouvi...". Eu grito mais, "Fode, fode apesar da dor, me faz peidar mais!", e outro peido sai, fedorento, misturando com o cheiro de sexo. Priapus mete fundo agora, o pau inteiro no meu cu, esticando tudo, e eu choro alto, "Aiii, tô chorando, mas gozando, caralho!". Ele bomba forte, o som de bolas batendo na minha bunda, slap slap slap, e eu humilho Paulo sem parar: "Seu corno patético, olha como eu dou o cu pra um estranho, você nunca teve coragem!". "Viado inútil, meu cu tá arrombado pro Priapus, não pro seu pauzinho mole!". "Você é um fracasso como homem, Paulo, só serve pra assistir e limpar!". Priapus entra na brincadeira: "Olha, corno, sua mulher gritando com meu pau no rabo dela, você é um zero à esquerda!". "Ela goza mais comigo em cinco minutos do que com você em anos, seu loser!". "Fica aí punhetando, viado, enquanto eu encho o cu dela de porra!". "Sua esposinha é minha puta agora, corno, aceita isso!". "Olha os peidos dela, é porque meu pau é grande demais pro cuzinho apertado que você nunca usou direito!". "Você é humilhado, Paulo, e ama isso, não ama?". "Corno manso, vai lamber meu sêmen do cu dela depois!". "Sua mulher chorando de dor e prazer, e você aí, excitado como um cachorro!". "Eu sou o macho alfa, você é o beta perdedor, aceita!". Tudo nosso postamos em www.selmaclub.com em www.fanvue.com/brasileiras e www.fanvue.com/selmarecife e tem muita coisa free por lá.
Eu grito cada vez mais alto, "Me arromba, Priapus, me faz cagar de tanto foder!", e mais peidos saem, prrrrt prrrrt, o cheiro forte no ar, me deixando ainda mais louca. O prazer é insano, a dor virando êxtase, e eu gozo de novo, o corpo convulsionando, "Tô gozando no cu, caralho, grita comigo!". Priapus urra, "Vou gozar dentro, vadia!", e sinto o jorro quente preenchendo meu cu, escorrendo pelas coxas. Ele tira devagar, o cu piscando, arrombado, e eu caio na cama, ofegante, o cheiro de porra e suor dominando tudo. Paulo se aproxima, os olhos baixos, e eu digo, "Vem lamber, corno, limpa sua mulher".
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Lúcia
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