Olha o tamanaho da jeba que eu aguentei no cu! Quase desisti.
Olá seus putos safados, aqui quem fala é a Marcela, a vadia assumida que adora dar o cu e mostrar tudo sem vergonha nenhuma. Hoje, 27 de janeiro de 2026, eu realizei um sonho que me deixava louca de tesão há meses: recebi na minha bunda gostosa o maior e mais grosso caralho que já vi na vida. O pau desse macho chega quase no joelho dele mesmo mole, e quando fica duro… puta que pariu, parece uma arma de destruição. Eu vi vídeos dele arrombando a Selma Recife e várias outras putas gritando de dor e prazer, e sempre pensei: “Isso é montagem, ninguém aguenta uma rola dessas”. Mas hoje eu aguentei. Aguentei chorando, gritando, peidando, quase cagando no pau dele, gozando como uma cadela no cio e implorando por mais. Se você curte anal extremo, dor misturada com tesão insano, vergonha, cheiro forte de bunda suada, lubrificante escorrendo, peidos involuntários e uma gozada que faz o corpo tremer inteiro, cola aqui que o conto completo tá logo abaixo. E tem mais: vou postar novas aventuras todo dia, então salva esse perfil e vem gozar comigo sempre.
Era umas 16h quando saí do trampo, o corpo já formigando de ansiedade. Marquei com ele num motel discreto aqui perto. Entrei no quarto e o cara já tava deitado na cama, só de cueca, o volume monstruoso marcando. Quando ele tirou a cueca… caralho, meu coração disparou. Mole já era maior que o meu antebraço, grosso como uma lata de refrigerante, veias pulsando, a cabeça inchada roxa. Eu gelei. “Não tem como isso entrar na minha bunda”, pensei. Mas a buceta já pingava, o clitóris latejando, o tesão falando mais alto que o medo.
Comecei de quatro na cama, empinando bem a bunda, abrindo as nádegas com as mãos pra ele ver o meu cuzinho apertadinho, ainda rosadinho, cheirando a mulher que tomou banho de manhã mas passou o dia inteiro excitada. Ele se aproximou, respirou fundo, enfiou o nariz entre as minhas nádegas e soltou um gemido rouco:
— Puta que pariu, que cheiro gostoso de bunda de vadia… isso aqui tá pedindo rola.
A língua dele invadiu meu cu sem dó, lambendo o anel inteiro, entrando e saindo, me deixando arrepiada. Eu gemia alto, rebolando na cara dele. Depois veio o lubrificante: ele despejou um rio gelado na minha bunda, espalhou com os dedos, enfiou dois, três, abrindo devagar. Mas quando encostou a cabeça da pica… aí começou o verdadeiro sacrifício.
— Relaxa, sua putinha… vai devagar no começo — ele murmurou, segurando minha cintura com força.
A cabeça começou a pressionar. Era enorme, quente, pulsando. Meu cu resistia, o anel apertado se abrindo milímetro por milímetro. Eu sentia cada veia, cada centímetro forçando caminho. Dor lancinante, como se estivessem me rasgando ao meio. Gritei:
— Ai caralho, tá doendo muito! Tá muito grosso, porra!
Ele não parou. Empurrou mais. A cabeça passou o anel com um estalo audível, e eu senti meu cu se dilatando ao limite, queimando, esticando como nunca. Lágrimas escorriam pelo meu rosto, eu mordia o lençol, o corpo tremendo.
— Tá entrando… olha como seu cuzinho tá engolindo meu pau, sua safada…
Metade já tava dentro. A vontade de cagar era insuportável, o intestino pressionado, o corpo querendo expulsar tudo. Ele meteu mais fundo, devagar, mas sem piedade. Eu chorava alto:
— Para, por favor… eu não aguento… vai sair tudo!
Mas ele segurou minha cintura com mais força e enterrou até o talo. O pau inteiro sumiu na minha bunda. Eu senti a base batendo nas minhas nádegas, o saco dele encostando na minha buceta molhada. Gritei como louca, o corpo convulsionando de dor e prazer misturados. Ele começou a bombear devagar, saindo quase todo e voltando a socar fundo. Cada estocada fazia um barulho molhado, o lubrificante escorrendo pelas coxas.
Aí veio o primeiro peido. Alto, longo, fedido. Eu fiquei morta de vergonha, o rosto queimando.
— Meu Deus… desculpa… eu não queria…
Ele riu safado, metendo mais forte:
— Relaxa, sua putinha. Peida no meu pau mesmo. Eu adoro quando a vadia caga de tesão. Isso deixa tudo mais sujo, mais gostoso.
Outro peido escapou, mais forte, o cheiro de merda misturado com lubrificante e suor invadindo o quarto. Eu queria morrer de vergonha, mas ao mesmo tempo meu cu apertava o pau dele com mais força, o tesão subindo. Ele acelerou, socando sem dó, o pau entrando e saindo inteiro, meu cu arrombado pulsando, dilatado ao máximo.
— Tá cagando no meu caralho, né sua cadela? Olha como tá escorrendo… — ele grunhiu, metendo mais fundo.
Eu não aguentei. Gozei gritando, o corpo inteiro tremendo, a buceta jorrando sem nem tocar, o cu apertando e soltando o pau dele em espasmos. Peidos saíam a cada estocada, o cheiro forte me deixando ainda mais excitada. Nunca tinha melado um pau na vida, sempre fiz questão de ficar limpinha, mas com essa rola monstruosa foi impossível. O intestino se entregou, um pouco de merda escorreu junto com o lubrificante, sujando tudo. E eu gozei de novo, mais forte, quase desmaiando de tanto prazer.
Ele não parou. Continuou metendo até gozar lá no fundo, enchendo minha bunda de porra quente. Quando tirou, meu cu ficou aberto, pulsando, um rio de lubrificante, porra e sujeira escorrendo. Eu caí de bruços na cama, ofegante, destruída e realizada. Tem tudo meu em www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife
E sabe o que é melhor? Isso não acabou. Combinamos de repetir ainda esse final de semana. Quero mais. Quero sentir esse monstro me rasgando de novo, quero peidar, cagar de tesão, gozar gritando enquanto ele me arromba sem dó.
Tem mais aventuras vindo, putaria pesada todo dia aqui no perfil. Salva, ativa o sininho e vem gozar comigo.
Agora me conta nos comentários: você aguentaria uma rola dessas no seu cu? Ou prefere só assistir eu apanhando de pauzão? Fala aí, seus safados! 🔥🍑
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