Casada de surubim chegou ao último estágio de minhas loucuras.
Imaginei que minha vida de viajante pelo interior de Pernambuco e o litoral do Nordeste nunca me traria algo tão insano e viciante como isso: seduzir uma casada simples de Surubim, Roberta, com sua bunda enorme e corpo cheiroso de suor misturado a desodorante velho, convencê-la a trair o marido corno que só filma e tira fotos das nossas loucuras, começar com beijos quentes, evoluir para anal selvagem que ela nunca tinha experimentado, e culminar nessa cena nojenta e excitante onde ela caga um monte de merda grossa e fedorenta num prato de macarrão enquanto eu como tudo, cheirando peidos quentes e podres, e ela me xinga de porco imundo mas goza feito louca se tocando – tudo isso gravado para vocês verem as fotos e vídeos, deixando um gostinho de quero mais com promessas de aventuras diárias e novas postagens que vão te fazer voltar sempre.
Amigos, aqui novamente é Daniel e quero falar para vocês que cheguei ao estágio final com essa casada gostosa que mora em Surubim numa casinha simples dentro de uma fazenda para qual eu forneço alguns materiais. Pois trabalho muito viajando pelo interior de Pernambuco e pelo litoral do Nordeste, quem conhece meus vídeos, fotos e contos sabe que eu não resisto a uma casada comum dessas que vemos no nosso dia a dia, principalmente se tiver uma bunda grande e gostosa como Roberta tem. Quem me acompanha sabe que eu já tenho um caso com ela há um ano e foi muito difícil convencer ela a colocar chifres no marido.
Tudo começa sutil, como um jogo de sedução que eu adoro jogar. Cada vez que viajo para a fazenda, passo pela casa do caseiro, que é o marido dela, um corno manso que mal sabe o que rola nas costas dele. Quando ele não está por perto, trabalhando no campo ou sei lá onde, eu começo a elogiar Roberta. Ela é uma mulher simples, daquelas que cheiram a corpo forte, suor do dia inteiro misturado com um desodorante que já tá pra vencer, um cheiro azedo e natural que me deixa de pau duro na hora. Imagino logo como deve estar aquela bunda suada, o cu fedendo a realidade crua, e isso me excita pra caralho. No começo, ela ri, fica vermelha, mas eu insisto: "Você é uma delícia, Roberta, com essa curva toda, o marido não te valoriza direito". Aos poucos, os elogios viram toques leves no braço, no ombro, e um dia, quando o corno tá longe, eu canto ela de vez.
A gente se beija ali na cozinha rústica, com o teto de madeira velha e a janela deixando entrar a luz do sol quente. A boca dela é macia, mas tem um gosto de cigarro barato e café forte, e eu devoro aquilo tudo. Puxo ela pro quarto simples, com a cama de colchão duro e lençóis desbotados. Ela nunca tinha feito anal, diz que o marido nunca pediu, que acha nojento. Mas eu convenço, lambendo aquela bunda enorme, cheirando o cu suado e fedorento, o cheiro de bunda de mulher trabalhadora que não toma banho o dia todo – um fedor de cu podre, misturado a peidos retidos, que me faz babar. "Que cheiro gostoso, Roberta, natural, de puta safada", eu digo, e ela fica com vergonha, tapa o rosto, mas geme quando minha língua entra no cu apertado. Eu como aquele rabo com fome, lambendo, chupando, até ela relaxar e eu enfiar o pau grosso, socando devagar no começo, depois forte, fazendo o cu dela piscar e soltar peidos quentes que fedem a merda acumulada. Ela grita: "Ai, Daniel, tá doendo, mas tá bom pra caralho, me fode mais, seu safado!". E goza, tremendo toda, enquanto eu registro tudo com o celular, pro corno filmar depois e postar nas minhas redes – ele só filma e tira fotos, o manso, excitado com a humilhação.
Mas o que eu queria de verdade era ir além, comer a merda dela, sentir aquela podridão quente na boca. Mostro vídeos meus com a merda de outras amigas, como Selma e Lane, cagando na minha cara, eu lambendo e comendo tudo. Roberta fica chocada, os olhos arregalados: "Você é louco, Daniel? Comer merda? Que nojo, porra!". Mas a curiosidade brilha nos olhos dela, e ela topa, mesmo com nojo. Prepara um prato de macarrão simples, daqueles de massa barata, cozido no fogão a lenha que deixa a casa cheirando a fumaça. "Não acredito que vou fazer isso, seu porco do caralho", ela diz, rindo nervosa.
Ela sobe na mesa de madeira velha, com o vestido simples marrom, daqueles de pano fino que marca as curvas, e uma calcinha velha, furada nas bordas, cheirando a xoxota suada. Tira a calcinha devagar, revelando a bunda enorme, branca e fofa, com marcas de celulite que me deixam louco. Eu posiciono o prato de macarrão embaixo daquela raba gigante, e ela se agacha, o cu piscando. "Vai, caga pra mim, Roberta, solta essa merda fedorenta que eu tanto quero", eu peço, de pau duro latejando.
O primeiro peido sai alto, um "prrrrrrrrt" quente e úmido que fede a ovo podre e bosta velha, me acertando no rosto. Eu cheiro de perto, inalando aquela fedentina forte, o nariz colado no cu dela enquanto a merda começa a sair. É uma bosta grossa, castanha escura, quase meio quilo, caindo pesada no macarrão, esmagando as massas com um som molhado, "plop plop", e o cheiro explode no ar – podre, azedo, de merda fresca misturada a peidos acumulados, um fedor que invade as narinas e faz os olhos lacrimejarem. "Que delícia, Roberta, essa merda quentinha, cheirando a cu podre, me dá mais peidos, sua vadia!", eu gemo, lambendo a borda do cu enquanto mais sai.
Ela olha pra baixo, se tocando, os dedos na xoxota molhada, mas com ânsia de vômito: "Seu porco nojento, Daniel! Comendo merda como um animal imundo, que baixaria, caralho! Olha pra você, lambendo minha bosta fedorenta, cheirando peidos quentes como se fosse perfume. Você é um lixo, um depravado filho da puta, mas... ai, porra, tô gozando vendo isso!". Ela geme alto, o corpo tremendo, quase vomitando com o nojo, a boca se contorcendo, mas os dedos voando na buceta, gozando feito louca, esguichando enquanto me xinga: "Come mais, seu porco sujo, engole minha merda podre, que fedor horrível, mas tá me deixando louca de tesão, seu degenerado!".
Eu devoro tudo, misturando o macarrão com a merda grossa, mastigando o gosto amargo e podre, sentindo pedaços quentes na língua, o cheiro impregnando a cozinha inteira. O corno filma tudo, tirando fotos das expressões dela – ora chocada, ora excitada – e eu sei que vocês vão pirar com isso. Para achar mais do autor, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife, lá tem todos os perfis com vídeos e fotos exclusivas.
E isso é só o começo, amigos. Vamos ter mais novidades por esses dias, aventuras diárias com casadas safadas como Roberta, postagens novas todo dia pra vocês se deliciarem. Comenta aí embaixo o que achou, se quer ver mais anal, mais merda, mais peidos fedorentos – me diz, que eu trago mais! Tem mais aventuras em breve, fiquem ligados.
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Comentários (1)
Alan: Tá sumido Daniel...
Responder↴ • uid:1djd93mkmgat