Como o cu dessa setaneja quando o marido está fora. Muito pobre.
Sou Daniel e hoje, perto das 10 horas, estou no interior, em Flores, no sertão de Pernambuco, visitando de novo a casa humilde de Mércia, essa sertaneja safada e cavala que me deixa doido com sua bunda enorme e suada, fedendo a cu de mulher casada negligenciada pelo marido corno, enquanto eu a fodo no quintal poeirento, lambendo sua buceta mijada e seu ânus podre que me excita pra caralho, metendo forte na xota dela até ela implorar pra eu trocar pro cu pra não engravidar, e aí ela peida, caga no meu pau e eu gozo dentro daquele buraco quente e arrombado, deixando-a vazando porra e merda enquanto se lava na cacimba velha, e se você curte essas putarias reais, fica ligado que tem mais aventuras safadas vindo em breve com postagens diárias cheias de fotos e vídeos quentes pra te deixar com tesão o dia todo.
Chego na casa dela, o sol queimando a terra seca, o ar cheirando a poeira e mato ralo, e Mércia já me espera na porta, com aquela cara de safada disfarçada de dona de casa sofrida. "Daniel, você de novo aqui? Meu marido tá no campo, mas pode voltar a qualquer hora, porra", ela resmunga, mas seus olhos brilham de tesão reprimido, porque sabe que eu venho pra dar o que o corno de 40 anos dela não dá faz tempo. Ela é uma delícia de 26 anos, corpo curvilíneo, peitos pesados balançando sob a blusa fina, e aquela bunda gigante que me hipnotiza, sempre suada nesse calor do caralho. A casa é uma merda, paredes de taipa rachada, chão de terra batida, e mal tem água potável – dependem dessa cacimba fedorenta no quintal pra tudo. Eu sorrio, puxo ela pra dentro, e já começo a beijar sua boca, sentindo o gosto salgado de suor no seu lábio. "Cala a boca, vadia, você sabe que adora quando eu venho te foder como uma puta casada merece", eu digo, apertando sua bunda com força, sentindo o cheiro forte subindo, aquele fedor de cu suado que me deixa o pau latejando na calça.
Ela ri baixinho, mas olha pro meu celular no bolso com cara feia, como sempre. "Que porra é essa que você fica mexendo nisso o tempo todo? Parece que tá gravando alguma merda". Mal sabe a safada que sim, tô gravando tudo, cada gemido, cada foda, pra postar pros meus seguidores que me acompanham desde 2008, baixando vídeos e fotos de putarias reais como essa, se masturbando com o cu fedido dela na tela. "Relaxa, é só pra eu lembrar de você depois, sua cachorra", minto, enquanto tiro a roupa dela devagar, expondo sua pele morena, suada, cheirando a dia inteiro de labuta no sol. Estamos nus agora, abraçados no meio da sala escura, meu pau duro roçando na sua barriga macia. Eu a viro de costas, colo meu corpo no dela, sentindo o calor da sua bunda contra minha virilha. "Puta que pariu, Mércia, essa raba sua é uma delícia, fedendo a suor e cu sujo, me deixa louco pra te arrombar". Ela geme, rebolando devagar, "Ah, Daniel, você é doido mesmo, gostando desse cheiro fedorento... meu marido nunca nem chega perto".
Eu a empurro pro chão, sobre um tapete velho, e nos abraçamos nus, rolando na terra, meus braços apertando sua cintura grossa enquanto meto a língua na sua boca, chupando como se fosse a última vez. Meu pau desliza entre suas coxas, roçando na buceta já molhada, e eu sinto o cheiro azedo subindo, misturado com mijo seco – ela deve ter mijado há pouco e nem se limpou direito nessa casa sem banheiro decente. "Porra, sua vadia, sua xota tá mijada e fedendo, mas eu adoro isso, me faz querer te comer inteira". Ela suspira, mordendo meu ombro, "Mete logo, caralho, tô precisando dessa pica grossa pra esquecer essa vida de merda". Eu posiciono e entro devagar na buceta dela, sentindo o calor úmido apertando meu pau, e começo a bombar devagar, abraçados, suados, o som de pele batendo ecoando na casa vazia. "Ahhh, fode, Daniel, fode mais forte, sua pica é tão grossa, me enche toda", ela geme alto, arranhando minhas costas, enquanto eu acelero, sentindo o suor pingando dos nossos corpos, o cheiro de sexo cru enchendo o ar.
Depois de uns minutos assim, eu a viro de lado, ainda abraçados, metendo fundo, mas ela para de repente, ofegante. "Não goza dentro, porra, não quero engravidar desse corno, ele vai achar que é dele". Eu rio, safado, "Tá bom, sua puta, então vira essa bunda pra mim que eu vou te foder no cu, como você aprendeu a gostar comigo". Ela hesita, mas obedece, empinando a raba enorme, e eu me ajoelho atrás, cheirando primeiro – putz, o fedor é forte, suor misturado com cheiro de bosta velha, azedo e podre, me deixando o pau latejando mais ainda. "Caralho, Mércia, seu cu tá fedendo pra cacete, suor, merda, tudo junto, mas isso me excita demais, não entendo por quê, mas fico louco". Eu lambo o ânus dela, sentindo o gosto amargo, salgado, azedo como vinagre podre, e ela treme, "Ah, seu doido, lambendo meu cu fedido... ninguém faz isso, mas continua, tá gostoso".
Agora ela senta na minha cara, esmagando minha boca com sua buceta mijada e cu podre, rebolando devagar enquanto eu lambo tudo, sugando o clitóris inchado, enfiando a língua no buraco da xota que escorre suco azedo, depois no ânus apertado que pisca com o cheiro forte de bosta. "Porra, sua safada, senta mais, me sufoca com essa bunda fedorenta", eu digo abafado, lambendo faminto, o gosto salgado e podre me excitando sem explicação, meu pau babando no chão. Ela geme alto, "Ahhh, lambe, Daniel, lambe minha buceta mijada, meu cu sujo, me faz gozar na sua boca, caralho". O som dos seus gemidos é como música, ecoando no quintal agora, porque eu a levo pra fora, pro sol quente, perto da cacimba velha, pra foder ao ar livre como animais.
No quintal poeirento, com o mato ralo ao redor e a cerca de madeira improvisada, eu a posiciono de quatro, metendo primeiro na buceta de novo, forte, sentindo o calor úmido apertar. "Toma, vadia, toma pica na xota molhada", eu grunho, bombando rápido, o som de ploc ploc das bolas batendo na sua carne. Ela grita, "Fode, porra, me arromba, mas não goza aí, mete no cu logo". Eu tiro, cuspindo no pau, e forço a entrada no ânus dela, apertado e quente como um forno. "Ahhh, dói, caralho, vai devagar, seu filho da puta", ela geme de dor, mas empina mais, e eu entro devagar, sentindo o calor queimando meu pau. O cheiro de cu fedido sobe forte agora, misturado com suor fresco, e eu começo a meter forte, segurando sua cintura, "Toma no cu, sua puta casada, sente essa pica arrombando seu buraco podre". Ela peida alto, um som molhado e fedorento, e sinto algo quente escorrendo – merda mole no meu pau, mas isso me excita mais, o gosto amargo na minha mente enquanto fodo sem parar.
"Porra, Mércia, você peidou e cagou no meu pau, sua vadia suja, mas eu adoro isso, me faz gozar", eu digo, metendo mais fundo, o cu dela quente e escorregadio agora com a merda e o suor. Ela geme misturado com dor e prazer, "Ahhh, fode, Daniel, arromba meu cu fedido, goza dentro, enche de porra essa bunda cagada". Eu acelero, o som de carne batendo alto, cheiro de sexo e merda no ar, e gozo forte dentro do ânus dela, jatos quentes misturando com a bosta, vazando pelas bordas. "Caralho, tô gozando, toma leite no cu, sua puta". Ela treme, gozando junto, gritando, o corpo convulsionando no chão poeirento.
Depois, ofegantes, ela se levanta devagar, o cu arrombado vazando porra branca misturada com merda marrom, escorrendo pelas coxas. "Porra, Daniel, você me deixou toda arrombada e suja, seu safado". Ela vai pra cacimba velha, uma estrutura de concreto rachado com água turva no fundo, e se agacha ali, pegando um balde enferrujado pra se lavar. Eu assisto, o pau ainda meia-bomba, enquanto ela joga água no cu dolorido, gemendo baixinho com o ardor, o esperma e a bosta escorrendo pra terra seca. "Ah, tá ardendo, mas foi bom pra caralho... você é o único que me faz sentir assim". Eu sorrio, "E tem mais, vadia, aventuras safadas vindo em breve, postagens diárias com fotos e vídeos quentes pra todo mundo ver. Se curtiu, comenta aí embaixo pra eu saber, e pra achar mais contos como esse, segue o perfil e fica ligado nas novidades". Ela olha pra mim, confusa, mas eu só beijo sua boca e saio, deixando-a ali, nua e lavando o cu fedido, sabendo que o Brasil todo vai ver isso em breve. Tudo publico em www.fanvue.com/brazilians2026 e www.selmaclub.com desde 2008 até hoje.
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