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A lavanderia do paramédico em pernambuco

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PARAMEDICO

Meu nome é Larissa Recife, e eu adoro quando a vida me surpreende com um homem assim. Moro no mesmo prédio simples da Zona Norte do Recife há uns seis meses e não conseguia parar de reparar nele: Lucas, o paramédico gostoso pra caralho. Alto, moreno, corpo definido de quem carrega gente o dia inteiro, uniforme apertado marcando os músculos e um volume impressionante entre as pernas. Toda vez que ele saía de manhã pro plantão eu ficava molhada só de olhar.
Meu marido, o corno manso de sempre, nem imaginava o fogo que eu sentia por aquele homem.
Um sábado à tarde desci pra lavanderia do prédio com uma cesta de roupa suja. O lugar era quente, úmido, cheiro forte de sabão e mofo. Quando entrei, lá estava ele… só de cueca boxer branca, lavando roupa. O corpo brilhando de suor, músculos das costas e coxas marcando, e aquela cueca mal conseguindo esconder o pau semi-duro.
Eu parei na porta, boquiaberta. Ele virou, sorriu e disse com aquela voz grossa:
— Boa tarde… vizinha.
— Boa tarde… Lucas, né? — respondi, já sentindo a buceta pulsar. — Não esperava encontrar alguém assim aqui.
Ele riu, sem vergonha nenhuma:
— Tava sem roupa limpa. O uniforme tá na máquina. E você… veio lavar ou só olhar?
Fiquei vermelha, mas avancei. Coloquei minha cesta na máquina ao lado dele. O calor do lugar e o cheiro de homem suado me deixaram louca.
— Posso olhar um pouco mais? — provoquei, mordendo o lábio.
Lucas se aproximou devagar. O volume na cueca já estava bem maior.
— Seu marido sabe que você desce pra lavanderia molhada olhando pau de estranho?
— Meu marido é mansinho… ele filma, ele assiste, mas não toca. E agora ele tá trabalhando o dia inteiro.
Lucas encostou o corpo quente no meu. Pegou minha mão e colocou por cima da cueca. O pau era grosso, pesado, latejando forte.
— Então vamos aproveitar que a lavanderia tá vazia, Larissa…
Ele me virou de costas pra máquina, abaixou meu short jeans e enfiou a mão na minha buceta já encharcada.
— Caralho… você tá pingando, vadia.
— É culpa sua, seu gostoso. Todo dia eu me masturbo pensando nesse uniforme e nesse pau.
Ele tirou minha blusa, chupou meus peitos com fome enquanto eu masturbava ele por cima da cueca. Depois me sentou na máquina de lavar ligada, a vibração forte batendo direto no meu clitóris, e ajoelhou. Lambeu minha buceta como um animal, enfiando a língua fundo enquanto eu gemia alto:
— Come minha buceta, paramédico safado! Lambe tudo, vai!
Ele me virou de quatro sobre a máquina, puxou a cueca pra baixo e encostou aquela rola grossa na entrada da minha buceta. Empurrou devagar, me abrindo inteira.
— Aaaai porraaa! Que pauzão! Vai devagar… tá me rasgando gostoso!
Lucas meteu fundo, socando forte, a máquina vibrando junto com os golpes. Eu gritava de prazer:
— Isso! Me fode gostoso! Meu marido nunca me come assim! Mais forte, caralho!
Ele me fodeu em várias posições na lavanderia quente: contra a parede, no chão, eu cavalgando ele como uma puta desesperada. Gozei duas vezes antes dele gozar forte dentro de mim, enchendo minha buceta de porra quente e grossa.
Depois tomamos banho juntos no apartamento dele. Ele ainda me comeu mais duas vezes naquela tarde, uma no sofá e outra na cama, me virando do avesso.
Quando voltei pra casa, meu marido já estava me esperando com a câmera ligada:
— Amor… conta tudo com detalhes. Quero ver os registros.
Essa foi só a primeira vez. Depois disso, toda vez que meu marido viaja ou trabalha à noite, eu desço pra lavanderia… ou subo direto pro apartamento do paramédico.
E o melhor: tudo registrado pra vocês verem.
Quer ver o registro completo dessa putaria na lavanderia?
Lucas metendo forte, eu gemendo como puta, gozando na máquina de lavar e levando porra quente várias vezes.
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No Recife a putaria nunca para… e depois que você ver, você também não vai conseguir parar de imaginar. 😈
✅ CONTO REESCRITO – A LAVANDERIA DO PARAMÉDICO – PARTE 2
(Narrado por Larissa Recife – Versão integral, bem maior, mais picante e viral)
Depois daquela primeira foda insana na lavanderia, eu não conseguia mais pensar em outra coisa. Lucas, o paramédico gostoso, tinha virado minha obsessão. Toda vez que eu via a ambulância estacionada em frente ao prédio, minha buceta molhava na hora.
Alguns dias depois, desci novamente pra lavanderia com roupa suja. Meu coração acelerou quando vi Lucas lá dentro… mas dessa vez ele não estava sozinho. Outro homem, ainda mais impressionante, estava com ele. Alto, pele morena, corpo de quem malha pesado, uniforme do SAMU colado nos músculos. Era Jerry, o parceiro de plantão dele.
Lucas sorriu ao me ver:
— Larissa… que coincidência boa. Esse é o Jerry, meu parceiro de ambulância.
Jerry me olhou de cima a baixo, com um sorriso safado:
— Então é você a vizinha gostosa que o Lucas não para de falar…
Fiquei vermelha, mas o tesão foi maior. Conversamos um pouco enquanto as máquinas rodavam. Jerry era direto, sem rodeios:
— Lucas me contou o que rolou aqui na lavanderia… disse que você geme gostoso pra caralho.
Meu marido Márcio estava em casa, mas eu já estava molhada só de imaginar os dois.
— Ele contou tudo? — perguntei, mordendo o lábio.
— Tudo — respondeu Lucas, chegando perto de mim. — Inclusive que seu marido é mansinho e gosta de assistir.
Jerry riu:
— Então hoje ele vai ter material novo pra gravar.
Eles me prensaram contra a máquina de lavar ainda ligada. Lucas beijou minha boca com fome enquanto Jerry abaixava meu short e enfiava dois dedos na minha buceta encharcada.
— Porra, Lucas… ela tá pingando mesmo — disse Jerry, chupando os dedos depois.
Eles me colocaram sentada na máquina vibrando. Lucas chupou meus peitos enquanto Jerry ajoelhava e devorava minha buceta, língua fundo, sugando meu clitóris com força. Eu gemia alto, segurando a cabeça dele:
— Ai caralho… chupa mais, Jerry! Lambe essa buceta de casada!
Eles me viraram de quatro sobre a máquina. Lucas meteu primeiro na minha buceta, socando forte, enquanto Jerry enfiava o pau grosso na minha boca. Eu babava, engasgava, mas queria mais.
— Isso… me usam! Sou a puta de vocês dois!
Eles revezaram. Lucas fodia minha buceta enquanto Jerry metia na boca, depois trocaram. A lavanderia ecoava com meus gemidos e o barulho molhado de pele batendo.
Jerry foi o primeiro a gozar: puxou o pau e jorrou porra quente no meu rosto e peitos. Lucas continuou socando até gozar fundo dentro de mim, enchendo minha buceta.
Mas não parou por aí. Eles me levaram pro apartamento de Lucas. Lá, me foderam mais duas vezes: uma no sofá, eu cavalgando os dois alternadamente, e outra na cama, com dupla penetração (um na buceta, outro no cu). Eu gritava de prazer:
— Me arrombem! Sou a vadia casada de vocês!
Quando voltei pra casa horas depois, toda marcada de chupões e com porra escorrendo, meu marido Márcio já estava esperando com a câmera ligada:
— Amor… conta tudo. Quero ver os registros completos.
Desde então, sempre que os dois paramédicos têm folga, eles me chamam. E eu vou. Meu marido filma tudo, às vezes participa só assistindo, outras vezes limpando depois.
A putaria na lavanderia virou rotina… e o Recife nunca foi tão quente.
Quer ver todos os registros completos dessa putaria com os dois paramédicos?
Larissa sendo comida pelos dois na lavanderia, dupla penetração, gozada na cara, buceta e cu… tudo gravado.
✅ CONTO REESCRITO – A LAVANDERIA DO PARAMÉDICO – PARTE 3
(Narrado por Larissa Recife – Versão integral, bem maior, mais picante e viral)
Depois das duas primeiras vezes insanas na lavanderia, eu já não conseguia mais viver sem aquilo. Lucas, o paramédico gostoso, tinha virado meu vício. Toda vez que via a ambulância parada em frente ao prédio, minha buceta molhava na hora.
Uma tarde de sábado, desci novamente pra lavanderia. Meu coração quase saiu pela boca quando vi Lucas… mas ele não estava sozinho. Ao lado dele estava Jerry, o parceiro de plantão, ainda mais impressionante: alto, pele morena escura, corpo de academia, uniforme do SAMU colado nos músculos. Os dois estavam só de cueca, lavando roupa.
Lucas sorriu ao me ver:
— Larissa… que saudade. Esse é o Jerry, meu parceiro. Falei bastante de você pra ele.
Jerry me olhou de cima a baixo com um sorriso safado:
— Então é você a vizinha casada que deixa o Lucas louco… prazer, Larissa.
Fiquei vermelha, mas o tesão foi maior que a vergonha. Conversamos um pouco enquanto as máquinas rodavam. Jerry era direto, sem filtro:
— Lucas me contou tudo o que rolou aqui… disse que você geme como uma puta quando tá sendo comida.
Meu marido Márcio estava em casa, mas eu já estava encharcada só de imaginar os dois me usando.
— Ele contou tudo mesmo? — perguntei, mordendo o lábio.
Lucas se aproximou por trás, colando o corpo quente no meu:
— Tudo. Inclusive que seu marido é corno manso e gosta de assistir os registros.
Jerry riu:
— Então hoje ele vai ter material novo e pesado pra gravar.
Eles me prensaram contra a máquina de lavar ainda ligada. Lucas beijou minha boca com fome enquanto Jerry abaixava meu short e enfiava dois dedos grossos na minha buceta encharcada.
— Porra, Lucas… ela tá encharcada mesmo — disse Jerry, chupando os dedos molhados.
Eles me sentaram na máquina vibrando, a vibração batendo direto no clitóris. Lucas chupou meus peitos com força enquanto Jerry ajoelhava e devorava minha buceta, enfiando a língua fundo, sugando meu clitóris. Eu gemia alto, segurando a cabeça dele:
— Ai caralho… chupa mais forte, Jerry! Lambe essa buceta de casada!
Eles me viraram de quatro sobre a máquina. Lucas meteu primeiro na minha buceta, socando forte, enquanto Jerry enfiava o pau grosso na minha boca. Eu babava, engasgava, mas queria mais:
— Isso… me usam! Sou a puta de vocês dois hoje!
Eles revezaram várias vezes. Lucas fodia minha buceta enquanto Jerry metia na boca, depois trocaram. A lavanderia ecoava com meus gemidos e o barulho molhado de pele batendo.
Jerry foi o primeiro a gozar: puxou o pau e jorrou porra quente no meu rosto e peitos. Lucas continuou socando até gozar fundo dentro de mim, enchendo minha buceta.
Mas não parou por aí. Eles me levaram pro apartamento de Lucas. Lá a coisa ficou ainda mais pesada: me foderam no sofá, eu cavalgando os dois alternadamente, e depois na cama com dupla penetração — Lucas no cu e Jerry na buceta ao mesmo tempo. Eu gritava de prazer e dor:
— Me arrombem! Me destruam! Sou a vadia casada de vocês!
Eles me viraram do avesso, gozando dentro de mim, na boca, no rosto… eu estava uma bagunça de porra.
Quando voltei pra casa horas depois, toda marcada de chupões, buceta e cu vazando porra, meu marido Márcio já estava esperando ansioso com a câmera ligada:
— Amor… conta tudo com detalhes. Quero ver os registros completos dos dois paramédicos te comendo.
Desde então, sempre que os dois têm folga juntos, eles me chamam pra lavanderia ou pro apartamento. E eu vou correndo. Meu marido filma tudo, às vezes só assiste, outras vezes limpa depois.
A putaria na lavanderia virou rotina pesada… e o Recife nunca esteve tão quente.
Quer ver todos os registros completos dessa putaria com os dois paramédicos?
Larissa sendo comida pelos dois na lavanderia, dupla penetração, gozada na cara, buceta e cu… tudo gravado sem censura.
Comenta “QUERO PARAMÉDICO 3” que te mando o link direto pro Telegram VIP e pro site da Selma.
A série continua… e fica cada vez mais pesada e viciante. 😈

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