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Enfiei consolo tão grande e grosso na buceta que aconteceu acidente, na frente de 3 amigos e o corno

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MANU RECIFE

Meu nome é Manu Recife, 29 anos, e eu sou uma vadia assumida. Aquele sábado em Paulista-PE foi o dia em que eu me entreguei completamente como uma puta sem limites.

Chegamos no chalé às 8h da manhã. O sol já estava forte. Eu, meu marido corno Manuel, e os três machos: Lucas, Rodrigo e Biel. Assim que entramos, eu tirei a roupa toda, ficando só com a micro calcinha amarela fio-dental. Subi na mesa de azulejo branco da área externa, de quatro, empinei bem a bunda e peguei o consolo monstruoso de 40cm.

— Olha pra isso, Manuel seu corno filho da puta — falei olhando direto pro meu marido. — Hoje sua mulher vai virar uma cadela de verdade na frente dos seus amigos.

Os três machos já estavam com os paus pra fora, batendo punheta. Eu passei lubrificante e comecei a forçar aquela coisa enorme na minha buceta apertada.

— Aaaaiiihh caralhooo! Tá muito grosso! Tá rasgando minha bucetinha! — gritei desesperada.

Centímetro por centímetro minha buceta se abria de um jeito absurdo, deformando minha barriga. Eu fazia tanta força que comecei a peidar alto, sem controle. De repente, enquanto empurrava mais fundo, meu cu se abriu e eu comecei a me cagar bem na frente de todos.

— Olha sua mulher cagando, Manuel! — gritou o Lucas rindo. — Tá vendo como ela é uma porca?

Eu tremia inteira, gritando de dor e tesão:

— Tô cagando tudo… não consigo parar… aaaahhh fodeee! Olha o coco saindo enquanto eu arrombo minha buceta!

O coco mole escorria pela minha coxa, caindo na mesa branca. Os machos ficaram loucos. O Biel se aproximou e me deu o primeiro tapa forte na cara.

— Toma, sua puta suja! — PLAAFT!

Eu gemi alto:

— Mais! Me bate na cara enquanto eu cago! Eu mereço!

Rodrigo e Lucas também começaram a me dar tapas estalados no rosto enquanto eu continuava empurrando o consolo. Meu rosto ficava vermelho, baba escorrendo, olhos cheios de lágrimas de tesão.

Das 8h até as 11h eu fui usada naquela mesa a céu aberto. Eles tiraram o consolo e me foderam sem pena. Um no cu, outro na buceta, DP bruto. Eu gritava:

— Olha como seus amigos tão arrombando sua mulher, Manuel! Você é um corno inútil! Só serve pra ver!

Cada vez que eu tomava tapa na cara eu gozava mais. Eles me humilhavam sem parar:

— Sua vadia fedorenta… tá toda cagada e ainda quer mais rola!

Depois fomos pra sauna. O calor era infernal. Me colocaram de quatro no banco e fizeram DP anal duplo. Meu cu já estava destruído. Eu gritava tanto que minha voz ficava rouca:

— Me bate na cara! Todos vocês! Quero levar tapa de macho de verdade!

Eles se revezavam me estapeando enquanto me arrombavam. Manuel só assistia, punhetando no canto, humilhado.

— Tá gostando de ver sua mulher virar privada de macho, corno? — provocava o Biel, dando tapa na minha cara enquanto socava meu cu.

Saímos da sauna direto pra piscina. Me foderam contra a borda, dentro da água. Eu cuspia porra, engolia, tomava no cu e na boca. O sol queimava minha pele enquanto eu era usada como uma puta barata.

Às 14h fomos pro colchão inflável no gramado, completamente a céu aberto. Deitei de pernas bem abertas, toda suada, suja de coco, porra e lubrificante. Os quatro me rodearam.

— Quero rola em todos os buracos! — implorei. — Me usam como uma cachorra!

Fizeram rotação pesada: um na boca, um na buceta, um no cu, e o outro batendo na minha cara. Eu gritava entre uma chupada e outra:

— Sou mais puta que qualquer prostituta! Meu marido é um corno manso que paga motel pra me ver levar rola!

Eles me davam tapas fortes no rosto, fazendo meu rosto arder. Eu gozava sem parar, mijando e soltando mais coco no colchão.

A última parte, quase às 16h, foi na cama grande do chalé. Eu estava destruída, mas ainda queria mais. Eles me foderam mais uma hora sem parar. No final, os quatro gozaram ao mesmo tempo: dois na minha boca, um enchendo minha buceta e outro no cu. Eu engoli tudo, tossindo porra, com o rosto, cabelo e corpo completamente lambuzados.

Quando saímos do chalé eu mal conseguia andar. Minha buceta e cu estavam abertos, vermelhos e latejando. A calcinha amarela destruída, suja de porra e merda. Manuel dirigia em silêncio, enquanto eu ia no banco de trás com um sorrisinho safado.

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**Quer ver tudo isso de verdade?**

Os vídeos e fotos desse dia existem. A cena do consolo de 40cm entrando enquanto eu cago na mesa, os tapas na cara, os DPs na sauna, na piscina e no colchão a céu aberto… tudo gravado.

Se você quer ver a Manu Recife virando uma porca completa do jeito mais sujo e humilhante possível, é só chamar no PV que te passo o acesso completo (fotos + vídeos + continuação ainda mais pesada).

Quer que eu continue o conto com a segunda parte (talvez com mais gente ou outra loucura ainda maior)? É só pedir, bem safado. 😈

Comenta “QUERO OS VÍDEOS” que eu te mostro o caminho.

Os machos não aguentaram mais só olhar.
Eu estava de quatro na mesa de azulejo, suada, tremendo, chorando de dor e tesão, com o consolo de 40cm ainda enfiado até o meio da buceta, esticando ela de um jeito grotesco. Meu cu aberto soltava coco mole sem parar, escorrendo pelas coxas enquanto eu gemia e gritava como uma cadela no cio.
— Porra, não aguento mais ver essa cena… — rosnou o Lucas, se levantando com o pau latejando.
— Essa puta tá pedindo pra ser destruída — completou o Biel.
Eles pularam em cima de mim. O Rodrigo puxou minha cabeça pelos cabelos e enfiou o pau grosso na minha boca até o fundo da garganta. Eu engasguei, baba e lágrimas escorrendo enquanto ele fodia meu rosto sem piedade.
Ao mesmo tempo, o Lucas segurou o consolo ainda cravado na minha buceta e começou a empurrar mais fundo, girando ele. Eu gritei abafado no pau do Rodrigo:
— Mmmmmmmhhh!!! Tá rasgando!!! Ai meu Deus do céu!!!
O Biel não quis esperar. Cuspiu no meu cu cagado e meteu a rola a seco, bem fundo, no meio da merda. A dor foi absurda. Eu berrei, corpo inteiro convulsionando:
— Aaaaarrrghhh!!! Tá doendo muito!!! Meu cu tá sujo, caralhooo!!!
— Cala a boca e aguenta, sua porca! — gritou o Biel, dando tapa forte na minha cara enquanto socava meu cu sujo.
Manuel, o corno, assistia sentado a poucos metros, pau na mão, sem dizer uma palavra.
— Olha pra sua mulher, Manuel! — provocou o Lucas. — Tá toda cagada, com consolo na buceta e rola no cu sujo. Você é mesmo um corno de merda!
Eles começaram um rodízio insano. Um metia na buceta (junto com o consolo), outro no cu cagado, outro na boca. Eu era apenas um buraco vivo. A cada troca eles me davam tapas estalados no rosto, nos peitos e na bunda.
Em determinado momento colocaram dois paus no cu junto com o consolo ainda na buceta. Eu achei que ia desmaiar.
— Aaaaiiiiiii!!! Tá me rasgando toda!!! Vocês vão destruir minha buceta e meu cu!!! — gritava eu, voz rouca, baba escorrendo.
— Chora mesmo, vadia! Quanto mais você grita, mais tesão eu fico — dizia o Rodrigo, enfiando o pau na minha boca enquanto eu chorava.
Fizeram DP vaginal pesado: dois paus na buceta junto com o consolo. Minha barriga ficava deformada, subindo e descendo a cada estocada. Depois voltavam pro DP anal + consolo na buceta. Eu me mijava, cagava mais, tremia sem controle.
Eles me carregaram pra sauna. Lá dentro o calor tornava tudo ainda mais insano. Me colocaram de frango assado no banco quente e fizeram duplo anal + consolo na buceta. Três buracos sendo arrombados ao mesmo tempo. Eu gritava tanto que minha voz falhava:
— Me bate na cara!!! Me humilha!!! Eu sou só uma puta suja do meu marido corno!!!
O Biel segurou meu rosto e deu vários tapas seguidos enquanto gozava no fundo da minha garganta. Eu engoli tossindo, cuspindo porra misturada com baba.
Da sauna fomos pra piscina. Me foderam dentro da água, me afundando contra a borda. Depois me jogaram no colchão inflável no gramado, a céu aberto, sol batendo direto no meu corpo suado, sujo e marcado de tapas.
O rodízio continuou por horas. Em um dos momentos mais pesados, tinham dois paus no cu, um na buceta, um na boca e o consolo sendo empurrado junto. Eu era um buraco completo, destruída, chorando, gozando, mijando e cagando sem parar.
— Fala pra ele, Manu! — ordenou o Lucas.
— Manuel… seu corno do caralho… — falei entre gemidos e tapas — … sua mulher tá sendo destruída pelos seus amigos… e eu tô amando… eu sou mais puta que qualquer uma…
Eles gozaram várias vezes: na minha boca, dentro da buceta, no cu, no rosto, nos peitos. Eu virava uma bagunça ambulante de porra, coco, suor e lubrificante.
Das 8h até as 16h foram mais de 8 horas de foda insana, sem quase parar. Eu mal conseguia andar quando acabou. Buceta e cu totalmente arrombados, vermelhos, inchados e latejando. O rosto inchado de tanto tapa. O corpo inteiro sujo.

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São mais de 8 horas de vídeos cruéis e sem censura: o momento exato em que eu começo a cagar com o consolo na buceta, os tapas na cara enquanto grito, os duplos e triplos, a rotação pesada, os gritos desesperados, tudo gravado em alta qualidade.
Se você quer ver a Manu Recife sendo completamente destruída, humilhada e usada como uma verdadeira privada pelos quatro machos, é só chamar no PV que te passo o link completo dos vídeos + fotos + a continuação ainda mais pesada que rolou nas semanas seguintes.
Comenta “QUERO OS VÍDEOS” que eu te mostro onde encontrar tudo.
Quer que eu escreva a parte da saída do motel ou uma segunda rodada ainda mais extrema?

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