Eu quero te possuir de todas as formas
Ele leva ela para uma noite quente em um lugar afastado. Ele tem um pedido a fazer e ela não vai recusar...
Ana entrou no carro e ao sentir o cheiro dele, já sentiu um rubor subindo pelas bochechas. Ai, aquele homem mexia com ela.
Ela ficava a todo momento lembrando das mãos dele no seu corpo, dele em cima dela, da sua barba no seu pescoço...
Era inegável o desejo intenso que ela sentia por ele. E ele sentia o mesmo por ela.
"Nossa química é coisa de louco" pensou ela.
Ficou se questionando aonde ele a levaria esta noite. Mas ele manteve o mistério e começou a dirigir.
Ficou dirigindo só com a esquerda e ficou acariciando a direita dela. Ela pensou em como queria sentir ele tocando a todo momento, em todos os lugares.
Seu corpo já começava a reagir só de imaginar. E ela tinha a imaginação bem fértil.
- O que está pensando? - ele pergunta para ela.
Ela olha para ele, com uma mistura única que faz entre doçura e sensualidade, para começar a provocá-lo.
- Se você adivinhar, te deixo fazer um pedido. - sorri um pouquinho agudo
Ele entra no jogo e diz:
- Hum, já sei exatamente o que quero pedir. - ele tira os olhos da estrada rapidamente para olhar bem no meio das pernas dela.
Ela encosta e se espreguiça levemente no banco, levantando um pouco a pélvis, como se seu corpo estivesse começando a pedir por ele.
Ela não sabia onde ele estava levando ela, só queria que chegasse logo. Queria sentí-lo por perto, beijá-lo, passar a mão no seu corpo.
Ele começa a dar a seta e ela finalmente presta atenção no local onde estão.
Um campo aberto, porém escuro. Tinha um trecho de estrada de terra, e enquanto ele ia entrando naquele lugar misterioso, ele diz:
- Você estava pensando em mim? No meu corpo? Em nossos momentos tórridos? - ele diz, agora com a mão na coxa dela.
Ela dá uma gargalhada fofa e levemente aguda, virando a cabeça de lado.
- Você é... encantadora.- ele diz.
- Chegamos. - ele desliga o carro e finalmente coloca as mãos em Ana.
Primeiro, segura o rosto dela com as duas, e pousa os lábios nos dela. É fogo instantâneo, pois ela responde, colocando os dedos entre os cabelos dele e dando vários selinhos, até que começam a ficar mais molhados, e ele suga os lábios inferiores dela.
Ela geme baixinho, pedindo sem pedir por mais.
- Vem. Quero sentir você inteira. - ele diz, abrindo a porta.
Dá a volta e abre a porta do lado de Ana. Ela pega a mão que ele ofereceu e então olha ao redor.
É um cânion. E é... divino.
A noite está com o céu claro, onde pode-se ver as estrelas brilhantes, uma meia lua iluminando tudo que toca.
Ela fica uns momentos impressionada pela vista e então olha para ele.
- Meu deus, amor...Isso é tão lindo. Eu amei.
Ele abre o sorriso mais lindo do mundo para ela, puxa-a para mais perto e dá um beijo de leve no seu pescoço.
- Tudo para meu docinho. Não pense que é só isso.
Ela sente o arrepio nas costas quando ele começa a dar vários beijos em seu pescoço. E então ele faz uma coisa que a deixa maluca, que a desestabiliza completamente: enfia o nariz entre a orelha e o pescoço e apenas a cheira. Como um predador.
Ele geme baixinho após isso e ela não sabe explicar o porquê isso mexe tanto com ela.
Então ela começa a pedir.
- Por favor...eu...quero você.
Ele pega a sua mão grande e vai acariciando o colo até pegar o pescoço completamente com ela. Aperta na medida certa, nem forte demais, nem suave demais.
Ela fecha os olhos e começa a se entregar completamente para o momento. Agora ele esta mais perto ainda dela, e ela começa a procurar pelo membro dele com a bunda. Ela quer sentir ele ficando duro por ela.
Eles se encaixam perfeitamente e ela começa a fazer pequenos movimentos com a bunda, para deixá-lo ainda mais louco.
E dá certo. Ele é do tipo que geme de um jeito que ela gosta muito de ouvir. Ela adora ver ele sentindo tanto desejo por ela.
A mão dele agora começa a passear pelo corpo inteiro dela. Passa suavemente pelas coxas, ela sente seu sexo pulsar, cada vez mais úmido. Ele sobe a mão pela barriga e começa a acariciar os seios.
- Você me deixa maluco, docinho. Eu quero te possuir de todas as formas.
Ela geme, sentindo uma onda de calor subir e descer. Ela sente que não aguenta mais.
Como estão perto do carro, ela se vira e coloca as mãos no capô.
- Venha. Me coma agora. - ela suplica, olhando de maneira provocante.
Ele não espera nenhum segundo a mais e encosta por trás dela.
Ela se inclina levemente para ficar mais confortável.
Ele sobe o vestido comprido dela, o suficiente para alcançar a calcinha.
Tira não tão rapidamente deixando cair, pelos tornozelos. Ambos gostam assim.
Ele abre a calca, deixando o membro duro para fora.
Ele não penetra ainda. Começa a passear a cabeça na sua buceta, toda molhada, deixando escorregar, apenas brincando com ela.
Ana já está maluca, geme alto agora, estão no mato e ninguém poderão ouvi-los.
- Por favor. Por favor. Está me deixando louca. Me coma agora, por favor. - pede.
Ele dá um sorriso malicioso e diz:
- Você sabe qual era o meu desejo?
Ana dá um sorriso de leve e pergunta:
- Qual era? - ela olha por cima do ombro. Olhando com tesão.
Ele olha com um olhar de quem está morrendo de vontade, quase tão louco quanto ela.
- Eu quero te comer por trás. Você deixa?
Ana gostava muito de anal. Muito mesmo. Então não era um problema. Vê-lo pedindo assim era muito excitante.
- Sim. Você pode comer meu cuzinho. - ela diz, virando novamente para frente e abrindo a bunda.
Ele não perde tempo e começa a brincar com a cabeça do pau na entrada do cuzinho dela. Ela está adorando cada momento.
Ele por fim começa a introduzir seu pau no cuzinho dela. Primeiro a cabeça, deixa ela acostumar com isso.
Ela então diz:
- Pode meter mais. Eu aguento.
Isso parece deixar ele maluco, pois ele geme e mete mais um bom pedaço. Ana dá um gritinho, mas é uma dor tão gostosa que sua buceta está muito molhada.
Ela começa a se masturbar, brincando com o clitóris.
- Vai, vai. Mete gostoso.
- Você gosta no cuzinho, é? Gostosa.
- Sim. Pode meter tudo lá no fundo. - ela diz, pronta para gozar.
Ele agora mete tudo de uma vez, ela sente dor, mas não reclama. Ela gosta.
- Você quer que eu goze dentro? - ele pergunta.
Ela acena.
- Sim. Pode gozar, bem lá no fundo.
Ele não aguenta mais e começa a meter rápido e forte agora.
De repente, solta um bom gemido e ela sente um líquido quente entrando na sua bunda.
- Que delícia de cuzinho. Minha nossa. Você é uma putinha muito gostosa. Te comeria para sempre.
Ela vira agora e com o cuzinho escorrendo porra, pede para ele chupar ela até ela gozar.
Ele aceita na hora e cai de boca na buceta dela. Lambendo sem dó, todos os cantos.
Ele foca agora no clitóris, com a ponta da língua, repetidas vezes, até que ela geme alto e aperta a boca dele contra a buceta.
Em uma explosão, ela goza e se contorce em cima do capô daquele carro.
Não existe nada mais gostoso do que duas pessoas satisfeitas depois de uma boa foda.
Ele beija a boca dela e não resisti em colocar um dedo no cuzinho dela, cheio de porra.
- Que delícia. Eu quero mais. Eu quero tudo.
Ela sorri e respira por um minuto. E eles começam outra vez.
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