#Outros

A casada puta e insaciável do bairro da Casa Grande, São Paulo.

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Eu sou Helena, 34 anos, casada com o Heleno há 12 anos. Moramos no bairro Casa Grande, em São Paulo. Pra todo mundo aqui eu sou a esposa bonita, de bundona empinada, sorriso fácil e corpo que faz os homens virarem a cabeça. Mas só eu e meu corno manso sabemos a verdade: eu sou uma vadia completamente insaciável, viciada em dar o cu, especialmente em lugares arriscados e públicos. Eu adoro sentir dor, adoro ser arrombada, adoro peidar e melar pica de merda enquanto grito de prazer. Heleno sabe disso desde os 18 anos, quando namorávamos. Ele já me flagrou várias vezes dando o cu pra outros. A família dele sempre odiou nosso casamento e até hoje não aceita. Já nos separamos várias vezes — na faculdade, no noivado e até depois de casados — mas eu sempre voltava e falava na cara dele:

— Eu não vou parar de dar o cu, Heleno. Eu amo sentir dor, amo foder em público, amo melar rola de merda e sair vazando. Aceita ou me perde pra sempre.

Ele aceitou. Virou meu corno fiel. Hoje ele filma tudo, limpa meu cu arrombado quando chego em casa e ainda me ajuda a marcar novos machos pelo site da Selma Recife e pelo Telegram VIP **www.bit.ly/telemanu**.

**Terça-feira – O supermercado e o entregador Rodrigo**

Eu estava no supermercado da Avenida com um vestidinho amarelo florido bem curto, sem calcinha. Me abaixei de quatro bem devagar pra pegar um pacote da prateleira de baixo. O vestido subiu totalmente, minha bunda grande, suada e sem lavar o dia todo ficou completamente exposta no meio do corredor movimentado.

Senti alguém parado atrás de mim. Virei o rosto e sorri safada pra **Rodrigo, 28 anos**, um entregador forte:

— Tá gostando da vista, safado? Olha como minha bunda tá piscando pra você… quer tocar ou só vai ficar olhando?

Ele olhou pros lados, nervoso, mas não resistiu. Passou a mão trêmula na minha bunda quente e suada.

— Isso… aperta com força. Eu gosto de ser tratada como puta barata — sussurrei, rebolando contra a mão dele.

Ele apertou. Eu gemi baixinho:

— Agora dá um tapa bem forte. Quero sentir sua mão marcando minha bunda.

**PÁ!** O tapa ecoou. Eu soltei um gemidinho alto:

— Mais forte! Me bate como se eu fosse uma vadia que merece apanhar no meio do supermercado!

Ele deu vários tapas seguidos. Minha bunda ficou vermelha. Eu estava molhada e com dor de barriga forte. Puxei ele pro fundo do corredor, atrás das caixas grandes.

— Mete no cu agora. Seco. Quero sentir dor de verdade.

Rodrigo cuspiu pouco e enfiou a rola grossa de uma vez. Doeu pra caralho.

— Aaaaiiiiii! Tá rasgando meu cu! Mete tudo, seu filho da puta! Não tem piedade não!

Ele socava forte, batendo as bolas na minha buceta. Eu sentia cólicas fortes. Soltei um peido longo, quente e fedido na rola dele.

— Tá sentindo o cheiro do meu cu sujo o dia todo? Continua metendo, porra! Eu adoro melar pica!

Ele meteu mais fundo, gemendo. Eu empurrei e soltei um pouco de merda mole na pica dele. Ele xingou de nojo e tesão:

— Caralho, sua imunda… tá melando minha rola toda de merda!

— Isso mesmo! Sou uma puta casada nojenta! Melando sua pica de propósito! Goza dentro, vai! Enche meu intestino de porra!

Rodrigo gozou jorrando forte. Quando tirou, eu agachei ali mesmo no chão do supermercado e expulsei porra misturada com merda mole. Levantei o vestido, saí andando com tudo escorrendo pela perna, sorrindo pras pessoas como se nada tivesse acontecido. Várias pessoas olharam chocadas.

**Quarta-feira – O encanador Seu Valdir em casa**

Cheguei em casa ainda vazando. O encanador **Seu Valdir, 52 anos** estava consertando a pia da cozinha. Heleno tinha saído de propósito.

Eu me encostei na pia do lado dele, levantei o vestido e mostrei a bunda vermelha e suja:

— Tá calor hoje, né Seu Valdir? Meu cu tá precisando de uma rola grossa pra relaxar… quer sentir como tá quente, sujo e cheio de porra?

Ele arregalou os olhos. Eu segurei a mão dele e enfiei dois dedos no meu cu:

— Sente… tá molhado de porra e merda. Eu gosto assim. Me dá tapa na cara. Eu amo apanhar.

Ele deu um tapa. Eu gemi alto:

— Mais forte! Me trata como a puta que eu sou! Sua mulher nunca te deixou fazer isso, né? Me bate!

Ele deu vários tapas na cara e na bunda. Eu ajoelhei na cozinha, tirei o pau dele pra fora e chupei babando tudo, engasgando, lágrimas escorrendo.

— Chupa meu cu agora. Lambe bem fundo.

Ele lambeu. Eu soltei peidos na cara dele. Depois empinei na mesa da cozinha:

— Mete no cu. Quero sentir dor de verdade.

Valdir meteu com força bruta. Eu gritei:

— Aaaaiii! Tá fundo demais! Tá rasgando meu intestino! Mete mais, seu encanador safado! Me arromba como uma vadia!

Dor de barriga forte. Soltei peidos longos e soltei merda na rola dele. Ele xingava entre gemidos:

— Que porra é essa… sua vadia imunda… tá melando tudo de merda!

— Isso! Sou imunda! Melando sua pica de merda de propósito! Goza dentro, vai! Enche o cu da puta casada do bairro!

Ele gozou enchendo meu intestino. Eu expulsei tudo na frente dele, filmando com o celular pra mandar pro Heleno ver.

**Quinta-feira – O eletricista Mateus**

Quinta o eletricista **Mateus, 24 anos** veio consertar o ventilador e a TV. Eu estava só de robe curto aberto. Assim que ele subiu na escada, abri o robe completamente e mostrei os peitos e a buceta molhada:

— Tá gostando da vista enquanto trabalha, novinho? Quer descer e foder essa puta casada?

Ele desceu rápido. Eu o empurrei pro sofá, sentei no colo dele e comecei a rebolar:

— Quero no cu. Agora. Sem camisinha e sem piedade.

Ele meteu. Eu gritei de dor:

— Aaaaiii! Tá rasgando! Me bate! Dá tapa na minha cara e na bunda com força!

Mateus deu tapas fortes. Eu estava com dor de barriga. Peidei várias vezes na rola dele e soltei merda. Ele ficou louco:

— Caralho, que puta nojenta você é!

— Isso! Sou nojenta! Melando sua pica de merda! Mete mais fundo, novinho! Arromba o cu da esposa do bairro!

Fodemos no sofá, na cozinha, no banheiro. Ele gozou três vezes dentro do meu cu. Quando Heleno chegou à noite, eu estava de quatro na cama, cu aberto e vazando porra e merda. Ele lambeu tudo enquanto eu contava os detalhes sujos.

**Sexta à noite – O entregador de pizza Kevin**

Pedi pizza. O entregador **Kevin, 21 anos** chegou. Abri a porta só de camisola transparente, bunda pra fora.

— Entra rapidinho… quero te pagar de outro jeito, gostoso.

Levei ele pro quarto. Empinei na cama:

— Mete no cu. Quero sentir dor de verdade.

Ele meteu seco. Eu gritei:

— Aaaaiii! Tá rasgando! Me bate forte! Me chama de puta casada vadia!

Kevin deu tapas na cara e na bunda. Dor de barriga forte. Eu soltei tudo na rola dele. Ele gozou mesmo assim. Saí com o cu vazando pra entregar a pizza pro Heleno ver e filmar.

Tudo isso está gravado e disponível no site da Selma Recife.

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Entra agora no **www.selmaclub.com** e no Telegram VIP **www.bit.ly/telemanu**. Lá tem minha série completa “Helena – A Puta de Casa Grande”.

Eu sou Helena. Esposa de fachada. Puta insaciável 24h.

Manda mensagem. Meu cu tá sempre aberto, sujo e pronto pra você.

Beijos arrombados e cheios de merda,
**Helena** 🔥🍑

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