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Frase Amaldiçoada - Epílogo

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O Narrador de Contos

Um breve epílogo de "Frase Amaldiçoada"

Depois daquele carnaval as coisas mudaram entre nós. Começamos a sair juntos mais vezes, só nós dois, e aos poucos nossa amizade se transformou em um relacionamento sério. Eu ainda tinha dificuldade em entender que ela não era apenas minha melhor amiga, mas também minha namorada.
Passados alguns meses Carol começou a agir de forma diferente, ela estava sempre cansada. No início pensei que fosse o estresse do trabalho ou da faculdade, mas depois de um tempo percebi que tinha alguma coisa errada.
Estava ficando preocupado com ela quando um dia ao chegar na casa dela, vejo ela sentada na cama branca, estática e com lagrimas nos olhos. E com um teste de gravidez na mão.
"Eu... eu estou grávida", ela disse soluçando enquanto me entregava o teste com uns risquinhos. Fiquei em choque por alguns segundos, tentando absorver a notícia.
"É certeza? Não é erro do teste." falei confuso enquanto ela chorava mais ainda nos meus braços. "Eu fiz mais de um teste todos deram positivo Ronaldo". ela respondeu me abraçando ainda mais forte.
"Mas... Como Carol? Nós sempre usamos camisinha..." eu tentei argumentar, tentando entender a situação. "Na praia não Ronaldo, na praia não." ela falou entre lágrimas me fazendo lembrar daquele momento.

Estava em choque com a notícia e não sabia bem o que sentir. Por um lado estava feliz por saber que Carol tinha meu filho dentro dela, mas por outro lado tinha medo do futuro que nos aguardava. A situação não era nada fácil pra gente, estávamos na faculdade e não tinhamos tanto dinheiro.
"Vamos dar um jeito nisso Carol, vai ficar tudo bem", falei tentando passar mais confiança do que tinha pra ela enquanto a abraçava forte. "Como vamos dar um jeito Ronaldo? Eu vou ter esse bebê e não sei como vou criar ele." ela falou com medo no olhar.
Eu sabia que ela estava certa, nunca pensei que algo assim pudesse acontecer conosco, sempre tomamos tanto cuidado. Mas agora não havia mais volta possível, tínhamos que enfrentar a situação.
Depois do susto inicial tentamos nos organizar o máximo que pudemos. Contamos as famílias mesmo com o medo do pai dela me matar. Contei ao meu chefe no estágio que felizmente entendeu a situação e me contratou como funcionário efetivando meu estágio. E aos poucos mesmo com alguns deslizes conseguimos nos ajustar a situação.
Os meses foram passando rápido, a barriga de Carol crescendo cada vez mais. Eu nunca tinha amado tanto alguém quanto a amava naquele momento. A pessoa que começou como uma amiga agora também seria a mãe dos meus filhos.
No sexto mês de gravidez decidi fazer uma surpresa para ela. Comprei um anel simples mas de ouro e marquei um jantar num restaurante bonito.
Carol chegou ao restaurante linda como sempre, seu barrigão de grávida não tirava nem um pouco da sua beleza. Eu sorria nervoso enquanto a via caminhar até nossa mesa.
Quando ela se sentou já fui me atropelando e comecei a falar "Tem uma coisa muito importante que quero te dizer Carol". Ela me olhou curiosa enquanto eu levava minha mão ao bolso e retirava a pequena caixinha preta com o anel dentro.
"Carol, eu não consigo imaginar minha vida sem você nela. Quer casar comigo?" falei emocionado enquanto tirava o anel da caixinha.
Ela ficou surpresa com o pedido de casamento e ao entender o que estava acontecendo começou a chorar e falou. "Claro que sim Ronaldo! Sim eu quero me casar com você!", ela falou sorrindo e chorando ao mesmo tempo enquanto eu colocava a aliança em seu dedo.
Nos beijamos apaixonadamente na frente de todos no restaurante, com vivas e aplausos.

Depois do jantar e com a alegria do pedido de casamento aceito voltamos pra casa cheios de desejo. Assim que passamos pela porta eu comecei a beijar Carol com paixão, meu pau já duro dentro da calça.
Ela gemeu em minha boca enquanto passeava suas mãos pelo meu corpo me apertando forte contra ela. "Quero você agora Ronaldo", ela murmurou entre os beijos e não precisei que pedisse duas vezes.
Comecei a tirar suas roupas enquanto nos beijávamos, revelando seu barrigão de grávida. Eu sorri ao ver minha menina crescendo dentro dela e comecei a passar as mãos pela sua barriga redonda antes de continuar a despi-la.
Quando ficamos nus na sala eu a levei até o sofá e a fiz sentar com cuidado. Abri suas pernas e me ajoelhei no chão, começando a beijar suas coxas subindo lentamente até sua boceta molhada.
Carol gemeu alto quando comecei a chupar seu clitóris inchado, minhas mãos em seus quadris enquanto ela se contorcia de prazer. Eu a estimulei com minha língua por um bom tempo antes de me levantar e penetrá-la com meu pau duro.
Ela gritou ao sentir cada centímetro do meu membro entrando fundo nela, seu corpo respondendo ao toque do meu mesmo depois de meses transando. Comecei a estocar devagar no início, sentindo suas paredes apertadas ao meu redor.
"Me fode Ronaldo...me fode gostoso", ela falava ofegante me incentivando a ir mais rápido. Obedeci e comecei a meter com força cada vez maior dentro dela, nossos corpos se encontrando num ritmo intenso.
Carol gemia alto com minhas estocadas, seu corpo tremendo de prazer enquanto eu continuava a fode-la com força. Eu estava louco de tesão vendo ela se contorcer embaixo do meu pau duro, suas unhas cravadas em minha costas me puxando cada vez mais fundo.
"Goza Carol...goza gostoso em cima do meu pau", murmurei no ouvido dela enquanto a metia com força e ela obedeceu, gozando alto em jatos quentes que escorriam pelas minhas bolas.
Tirei meu pau da sua boceta e me ajoelhei na frente do sofá. Olhei para cima vendo Carol ofegante e suada depois de nossa transa quente, seu corpo nu brilhando sob a luz do lampião.
"Agora é sua vez Carol", falei com um sorriso malicioso enquanto segurava meu pau latejante na frente da sua boca. Ela sorriu também e se inclinou pra frente, começando a me chupar com vontade.
Sua língua quente passeava pela cabeça do meu membro enquanto ela me engolia cada vez mais fundo em sua garganta. Eu gemia de prazer ao sentir suas bochechas se movimentarem ao redor da minha ereção, seu ritmo cada vez mais rápido.
Carol olhava pra cima enquanto me chupava, seus olhos brilhando de desejo enquanto me via quase perder o controle. Continuei a segurá-la pelos cabelos enquanto metia meu pau fundo em sua boca, querendo gozar na sua cara.
"Goza pra mim Ronaldo...goza gostoso", ela falava entre as estocadas do meu pau na sua garganta e não precisei de mais incentivo.
Com um gemido alto eu gozei forte, jatos quentes de porra escorrendo pelo seu rosto e boca enquanto ela continuava a me chupar. Carol sorria com minha porra escorrendo pela sua pele enquanto eu descia do êxtase do orgasmo.
Depois que acabei, me sentei no sofá ao lado dela e comecei a passar meu polegar pelos respingos de gozo em seu rosto, antes de beijá-la com paixão.
**Epílogo do Epílogo**
Para aqueles curiosos minha filhinha nasceu em julho do ano passado ela é saudável, e como todo pai babão eu acho ela linda, a cara da mãe diga-se de passagem.
Eu e Carol nos casamos em Janeiro e nossa lua de mel foi na mesma praia em que concebemos a nossa bebe, mas infelizmente não fizemos nenhuma aventura além de trocar fraudas e levar aguá do mar pra perto da tenda para a bebe brincar.
Por hora é isso meus amigos ate logo.

Se quiser mais histórias como essa ou a versão em audio desse conto:

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