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Dei uma carteira com gps para minha esposa e cnfirmei que sou corno!

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Meus amigos, vocês não vão acreditar na loucura que virou minha vida nesses últimos sábados: descobri que minha esposa safada, a Elisa, tá me traindo com o vizinho casado, o Marcos, e o pior é que ela dá o cu pra ele como uma vadia no cio, enquanto me evita na cama e mente na cara dura. Eu sigo ela de moto, gravo tudo, vejo ela rebolando essa bunda enorme na garupa dele, e os áudios são de foder a mente – gemidos, peidos, cheiros de merda e porra misturados, eles rindo dos nossos casamentos enquanto se comem nus. Tem fotos, vídeos e mais putaria vindo, com diálogos que vão te deixar de pau duro e querendo saber se eu viro corno manso ou mando tudo pro caralho. Continua lendo que isso aqui é só o começo da minha vingança excitante.

Cara, tô aqui tremendo de raiva e tesão misturados, porque nunca imaginei que a Elisa, essa morena gostosa de bunda empinada que eu casei há cinco anos, fosse capaz de me transformar no corno mais patético do bairro da Iputinga, aqui na zona oeste de Recife. Todo sábado, eu saio cedo pra rodar como motorista de app, e ela, achando que tô longe, monta na garupa do Marcos, o vizinho casado que a gente conhece há anos. Ele é daqueles caras comuns, mas com um pau que, pelos áudios, deve ser um monstro grosso que faz ela gemer como uma puta. Hoje, 21 de fevereiro de 2026, eu tô atrás deles no trânsito caótico, vendo ela com essa blusinha branca de alcinha fina, que deixa as costas nuas e o sutiã aparecendo, e uma calça colada que marca cada curva da bunda dela, enorme e redonda, balançando com o movimento da moto. A placa da moto dele é SPB 7…. , e eu tô fotografando tudo, o cu dela quase saindo da calça enquanto ela se agarra nele, rindo e apertando os peitos contra as costas dele. Meus amigos, é foda, porque eu reprovo violência, mas confesso que meu pau endurece pensando no que eles fazem depois.

Eu comprei um rastreador disfarçado de carteira e dei de presente pra ela – ó, pra vocês que tão na mesma merda, comprem aqui: https://temu.to/k/gge3sucr1mz. É perfeito, ela carrega na bolsa e eu sei exatamente onde a vadia tá. Nos três sábados passados, eu troquei de carro com um amigo pra não dar na vista, e segui eles até um motelzinho fuleiro na BR-101, onde gravava os áudios do lado de fora. No primeiro sábado, há três semanas, eu ouvi eles chegando no quarto, portas batendo, risadas altas. "Vem cá, sua safada, tira essa roupa toda que eu tô louco pra cheirar essa bunda gostosa", o Marcos diz, voz rouca de tesão. Ela ri, "Ah, Marcos, você é um tarado, meu marido nem sonha que eu dou o cu pra você toda semana". Eles se beijam com barulhos molhados, cheiro de suor e perfume barato preenchendo o ar que vaza pela janela mal fechada. Ele manda ela ficar de quatro na cama, "Abre essa bunda pra mim, Elisa, deixa eu meter o dedo nesse cuzinho apertado". Ela geme baixo, "Ai, tá doendo, mas vai, mete devagar que eu tô molhada pra caralho". Ele cheira fundo, "Que cheiro de cu quente, vadia, seu corno acha isso sujo, né? Minha mulher também não dá, mas a gente vai foder pra sempre assim". Ela ri, "É, o idiota do meu marido odeia cu, diz que é cheio de bactérias, mas olha eu aqui, traindo ele com você, seu pauzudo". Ele mete o dedo mais fundo, e eu ouço um peido molhado escapando, "Porra, Elisa, você peidou no meu dedo, sua porca deliciosa". Ela grita, "Mete mais, tô me cagando de tesão, vai, fode esse cu que o corno nunca vai tocar".

No segundo sábado, foi ainda pior – ou melhor, dependendo do ponto de vista, porque meu pau tava duro como pedra escutando. Eles entram no quarto ofegantes, cheiro de cigarro e álcool no ar, provavelmente pararam pra beber antes. "Tira tudo, Marcos, me come nu que eu tô traindo meu corno otário de novo", ela diz, voz safada. Ele responde, "E eu traindo minha vaca em casa, que não libera o cu nem fudendo. Mas você, Elisa, é uma puta de primeira, abre logo essa bunda pra eu cheirar". Barulhos de roupas caindo no chão, ela de joelhos na cama, ele atrás. "Que cuzão gostoso, cheira a suor e tesão, mete o nariz aí, vai", ela manda. Ele inspira fundo, "Caralho, que fedor bom de cu suado, sua vagabunda". Mete dois dedos de uma vez, e ela solta um gemido alto, "Ai, porra, tá grosso, tá duro, mas eu gosto, mete forte que eu aguento". Peidos saem em sequência, ploc ploc, molhados, e ele ri, "Tá peidando na minha mão, sua nojenta, mas eu adoro, o pau tá todo duro". Ela grita, "Fode, Marcos, mete nesse cu que o corno acha sujo, eu tô me borrando de prazer". Ele elogia, "Essa bunda é quente pra caralho, dá pra sentir o calor no meu dedo, vai, rebola que eu meto mais". E os sons: slap slap da carne batendo, cheiro de merda leve vazando, ela gemendo "Tá me rasgando, mas vai, fode mais forte".

No terceiro sábado, semana passada, eu quase entro no quarto de tanta raiva, mas fico gravando, o tesão misturado com ódio. Eles chegam rindo, "Hoje eu vou te foder até você gritar pros vizinhos que é uma traidora", ele diz. Ela responde, "E você é um traidor safado, minha bunda é toda sua, cheira ela primeiro". Cheiro forte de loção e suor no ar, ele a joga na cama, "Abre as pernas, vadia, deixa eu meter a língua nesse cu fedorento". Ela peida na cara dele, um barulho longo e úmido, "Ops, peidei, mas continua, tô louca de tesão". Ele ri, "Que cheiro de merda fresca, sua porca, seu corno nem imagina que você dá isso pra mim". Mete os dedos, três dessa vez, "Tá largo já, Elisa, de tanto foder". Ela geme alto, "Porra, tá doendo, tá grosso demais, mas eu amo, mete forte que eu tô gozando". Sons de peidos constantes, pluft pluft, e ele diz, "Meu pau tá todo melado de merda agora, vadia, o corno acha isso nojento, né?". Ela grita, "É, ele tem nojo de cu, mas eu adoro dar pra você. Goza na boca? Não, tenho nojo, goza dentro do cu mesmo". Ele goza com um urro, "Toma porra no cu, sua puta casada", e o cheiro de sêmen misturado com fezes invade tudo.

Hoje, no quarto sábado, eu sigo eles de novo, vendo ela na moto, bunda balançando, e sei que vai ser a mesma putaria. Volto pra casa agora, ela ainda não chegou, fedendo a sexo e traição provavelmente. Meus amigos, tô pensando em me separar dessa vadia, mas vejo no site www.selmaclub.com tantos cornos felizes que liberam as esposas – será que funciona? Eu amo a Elisa ainda, caralho. O que vocês acham? Comentem aí, me digam se viro corno manso ou mando ela pro inferno. E pra achar o autor dessa história real, é só buscar no selmaclub, tô lá postando tudo. Tem mais aventuras vindo, postagens diárias com fotos, vídeos e áudios quentes – não percam, vai foder sua mente e seu pau.

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