Fodi a diarista hoje, suada e suja, na escola abandonada.
Bom dia a todos os meus leitores fiéis e aos que acompanham minhas aventuras safadas nos sites de Selma desde 2008 até hoje, porque hoje trago uma novidade quentíssima que vai deixar vocês babando: eu volto a foder gostoso com Josélia, essa casadinha humilde e tesuda da Muribeca, em Jaboatão dos Guararapes, pertinho de Recife, numa escola abandonada fedendo a sujeira e abandono, onde ela chega suada de faxina, eu cheiro seu suor salgado, lambo sua pele imunda, ela mama meu pau com a boca desdentada que me enlouquece, depois fica de quatro, eu meto a cara no cu podre dela, lambo o buraco fedido, enfio o pau no rabo apertado enquanto ela peida, goza cagando na pica, e eu explodo de prazer gozando no reto cheio de merda, tudo isso com diálogos sujos, cheiros nojentos e detalhes que vão fazer vocês lerem até o fim, verem as fotos e vídeos anexados, e ficarem implorando por mais – e tem mais aventuras vindo em breve, com postagens diárias no meu perfil!
Aqui estou eu, de novo nessa loucura que me consome, esperando Josélia chegar nessa escola abandonada no bairro da Muribeca, o sol queimando minha pele enquanto o cheiro de lixo podre e mato úmido invade minhas narinas, fazendo meu pau pulsar de antecipação. Eu sei que vocês adoram essas histórias reais, cheias de tesão proibido, onde uma mulher casada como ela, simples, trabalhadora, se entrega às minhas perversões mais sujas, e hoje não vai ser diferente – vai ser ainda mais intenso, mais fedido, mais inesquecível. Meu coração acelera quando vejo ela se aproximando, com aquele vestido camuflado velho e surrado colado no corpo suado, carregando sacos de limpeza nas mãos, o rosto moreno brilhando de suor, os olhos castanhos piscando com um misto de vergonha e desejo. "Ei, seu safado nojento, você de novo aqui me esperando pra essas loucuras?", ela diz sorrindo, largando os sacos no chão de cascalho sujo, o som das pedras rangendo sob seus pés descalços ecoando no ar quente.
Eu a puxo para perto, meu nariz mergulhando no pescoço dela, inalando aquele cheiro forte de suor misturado com desodorante barato, um fedor azedo e excitante que me faz gemer baixo. "Porra, Josélia, você tá fedendo a trabalho duro, suada pra caralho, exatamente como eu gosto, sua putinha casada", eu respondo, lambendo a pele salgada, sentindo o gosto amargo de poeira e esforço na minha língua. Ela ri, abraçando meu corpo, as mãos calejadas da faxina acariciando minhas costas, e sussurra no meu ouvido: "Você é louco, imundo, adoro isso, mas ninguém pode saber, hein? Meu marido é um bêbado inútil, mas se descobre, me mata. Agora me diz, o que você quer hoje? Mais das suas nojeiras?". Meu pau endurece instantaneamente contra a barriga dela, e eu sinto o calor úmido do vestido molhado de suor pressionando minha virilha. O ambiente ao nosso redor é um caos: paredes grafitadas com "Rua do Condomínio Fechado" e "Muribeca" em letras pretas borradas, janelas quebradas deixando entrar o vento quente, lixo espalhado pelo chão – plásticos, garrafas, um pneu velho rolando devagar – tudo isso só aumenta o tesão proibido, como se o lugar fedido fosse cúmplice das nossas safadezas.
Eu a beijo com fome, minha língua invadindo aquela boca quente, sentindo a falta de dentes que me excita pra caralho – é como se ela chupasse melhor assim, mais voraz, mais faminta. "Sua boca desdentada é perfeita, Josélia, me faz querer foder sua garganta agora", eu digo entre beijos, e ela geme, mordendo meu lábio inferior. "Ah, seu porco, você gosta mesmo de mim assim, né? Faltando dente, suja, fedendo... vem, me manda chupar esse pau grosso que eu sei que você trouxe pra mim." Ela se ajoelha no chão imundo, as pedras machucando seus joelhos, mas ela não liga, abre meu zíper com mãos trêmulas e puxa meu caralho pra fora, já duro e latejando. O cheiro de sexo no ar se mistura com o fedor do lugar, e quando ela engole a cabeça, sua boca quente e molhada envolve tudo, a língua rodopiando, sugando com força. "Mmm, que pau gostoso, salgadinho de tesão, vou mamar até você implorar pra parar", ela murmura com a boca cheia, o som de sucção molhada ecoando, saliva escorrendo pelo queixo. Eu agarro o cabelo dela, empurrando mais fundo, sentindo a garganta apertada, os dentes faltando permitindo que ela engula mais, e porra, é divino, me faz tremer as pernas.
Mas eu quero mais, sempre mais com ela – essa casadinha que guarda segredos sujos só pra mim. "Tira essa roupa, Josélia, mostra essa bunda podre que você prometeu, faz mais de um dia sem banho, né? Tá imunda, fedendo a cu suado, exatamente como eu adoro." Ela se levanta, rindo nervosa, e arranca o vestido camuflado, revelando o corpo nu, moreno, curvilíneo, peitos grandes balançando, a pele brilhando de suor fresco. O cheiro dela nua é avassalador – um misto de axilas azedas, virilha úmida e bunda suja que sobe direto pro meu nariz. "Olha só, seu nojento, minha bunda tá podre mesmo, fedendo pra caralho, você vai mesmo querer cheirar isso?", ela provoca, virando de costas e empinando, as nádegas redondas e firmes se abrindo levemente. Eu me ajoelho atrás dela, meto a cara no meio, inalando fundo aquele fedor forte de cu suado, podre, um cheiro acre e terroso que me deixa zonzo de tesão. "Porra, que rabo fedido, Josélia, cheira a merda guardada, suado do dia todo, me dá mais, abre mais essa bunda imunda." Minha língua sai lambendo o buraco apertado, sentindo o gosto salgado e amargo, pelinhos úmidos colando na boca, e ela geme alto, se tocando na frente: "Ahhh, seu porco imundo, lambendo meu cu fedido, isso é nojento pra caralho, mas me faz gozar... continua, lambe mais fundo!"
Ela fica de quatro no chão sujo, as mãos no cascalho, gemendo como uma vadia no cio, e eu cuspo no cu dela, espalhando saliva na cabeça do meu pau latejante. "Vai, mete nesse cuzinho apertado, seu safado, o corno do meu marido nunca mete aí, só fode rápido e some, mas você... ah, você me arromba gostoso." Eu posiciono a cabeça quente no buraco, apertando devagar, sentindo a resistência do anel apertado, a dor misturada com prazer enquanto empurro, o cu vai engolindo centímetro por centímetro, quente e viscoso por dentro. "Porra, tá doendo, mas é bom, vai devagar, seu caralho grosso tá me rasgando", ela grita, se tocando furiosamente, os dedos molhados no clitóris inchado. Eu olho pra baixo, vendo meu pau desaparecer no meio da bunda suada, o cheiro de rabo podre subindo mais forte, me enlouquecendo, e começo a bombar devagar, sentindo as paredes quentes apertando. "Ahhh, que cu quente, Josélia, tá peidando na pica, solta mais, sua putinha fedida!" Ela peida alto, um som úmido e fedorento ecoando, e goza pela primeira vez, o corpo tremendo, gemidos altos: "Tô gozando, porra, soca mais, quero cagar nessa foda, me faz cagar no seu pau!"
Eu acelero, metendo forte, o som de pele batendo em pele misturado com peidos e gemidos, o cheiro insuportável de merda começando a sair enquanto ela faz força. "Vai, solta essa merda, Josélia, caga na pica enquanto eu fodo esse cu imundo", eu mando, e ela obedece, empurrando, a bosta quente e mole saindo ao redor do meu pau cada vez que tiro e meto de novo. "Ahhh, tô cagando, porra, cagando no seu caralho, que nojo delicioso, gozando de novo, soca mais forte!" O fedor é nauseante, quase me faz vomitar, mas o tesão é maior, vendo a merda marrom escorrendo pela bunda dela, sujando meu pau, e ela grita pela terceira vez, gozando em ondas, o cu pulsando ao redor da pica. Eu agarro a cintura dela com as duas mãos, enterro tudo fundo, sentindo a merda quente tocando a cabeça sensível, e explodo, gozando como um animal, jatos quentes jorrando no reto cheio de bosta. "Porra, tô gozando no seu cu cagado, sua vadia imunda, puta merda que tesão!"
Depois, ela se limpa rápido com um pano velho, o cu arrombado vazando esperma na calcinha fodida, e sai cambaleando, sorrindo: "Seu louco, me deixou destruída, mas adorei... ninguém sabe, hein?". Eu pego meu carro e volto pra casa, mas isso é só o começo – tem muito mais aventuras safadas vindo em breve, com novas postagens diárias no meu perfil nos sites de Selma em Recife. Para achar o autor e mais contos como esse, procurem nos comentários ou no perfil, e comentem aí o que acharam, contem suas loucuras, que eu respondo tudo! Um grande abraço do Daniel.
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