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Ofereci $ para as tres casadas abaixo, num trilho de trem abandonado, para realizarmos loucuras.

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Num dia escaldante de quarta-feira, no trilho abandonado que serpenteia da entrada de Gravatá até Pombos, no interior de Pernambuco, eu, Daniel, me deparo com Ana, Beatriz e Carla, três casadas suadas e comuns, limpando a trilha por uns trocados de viajantes e influencers. Meu fetiche incontrolável por mulheres assim – bundudas, fedidas de suor natural, trabalhadoras do dia a dia – me faz puxar papo, oferecer grana pesada pra realizar loucuras com aquelas bundas podres e quentes, levando a uma orgia nojenta de cheiros, lambidas, vômitos e fodas anal dolorosas onde cuzinhos virgens sangram, barrigas doem e cagadas no mato deixam tudo melado, tudo filmado por mim enquanto elas gemem, xingam e topam tudo pelo dinheiro, gozando com porra na boca e pau sujo na cara, deixando você louco pra devorar cada detalhe, ver as fotos explícitas e vídeos completos no site de Selma Recife, com mais aventuras picantes vindo em breve e posts diários que vão te viciar.

Eu tô dirigindo pela estrada poeirenta que leva pra Gravatá, o sol do meio-dia queimando o asfalto como se fosse um inferno particular, e meu pau já pulsa só de pensar no que pode rolar hoje. Meu fetiche por essas mulheres comuns, casadas, suadas do trabalho duro, aquelas que a gente vê no ônibus lotado ou na feira, com bundas enormes que balançam naturally, cheirando a suor azedo misturado com o fedor do dia inteiro – puta que pariu, isso me deixa maluco desde 2008, quando comecei a postar essas merdas no site de Selma Recife. Já levei pau na cara de maridos ciumentos, já fui ameaçado por putas que não topavam, mas quando a grana entra na jogada, ah, aí o jogo vira. Hoje, tô caçando na trilha dos túneis, esse trilho abandonado que virou point de influencers pra vídeos de aventura. Pouca gente passa durante a semana, especialmente numa quarta-feira como essa, e eu sei que as faxineiras locais cobram uns trocados pra limpar o caminho pros turistas.

Paro o carro num canto escondido, pego a câmera e o celular, e começo a andar pela trilha. O ar tá pesado, cheirando a mato úmido e terra seca, e ouço vozes femininas à distância, xingando o calor enquanto trabalham. Meu coração acelera quando as vejo: três mulatas bundudas, vestidas com saias camufladas sujas de poeira, blusas apertadas marcando os peitos grandes, pés descalços na brita afiada. Elas seguram enxadas e pás, cavando e limpando o trilho, suor escorrendo pelos rostos morenos, cabelos desgrenhados. A da esquerda, que depois vou saber que é Ana, tem uma bunda que parece dois melões maduros, balançando a cada golpe da enxada. Beatriz, no meio, é mais baixa, mas com coxas grossas que me fazem imaginar o cheiro entre as pernas. E Carla, à direita, segura uma sacola, mas sua raba é a mais protuberante, esticando a saia como se fosse explodir. Puta merda, elas são perfeitas: casadas, simples, fedendo a trabalho honesto, o tipo que o marido come rápido à noite sem nem notar o potencial.

Me aproximo devagar, fingindo ser um turista perdido. "Ei, meninas, boa tarde! Essa trilha é segura pra caminhar sozinho?" Digo, com um sorriso inocente, mas meus olhos já devorando aquelas bundas suadas. Elas param, enxugam o suor da testa com as mangas sujas, e me olham desconfiadas. Ana, a mais falante, responde: "É sim, moço, mas tem que tomar cuidado com os túneis escuros. A gente tá limpando aqui pros viajentis que pagam uma gorjeta." Beatriz ri baixinho, e Carla só assente, mas noto o olhar delas no meu carro lá atrás – elas sabem que eu não sou pobre. Puxo papo sobre o calor, sobre como elas devem tá cansadas, e elogio o trabalho delas. "Vocês são guerreiras, hein? Trabalhando nesse sol de rachar, suando pra caralho. Aposto que os maridos de vocês valorizam isso." Elas riem, trocando olhares. "Meu marido nem liga, só quer a janta pronta," diz Carla, com uma voz rouca que me dá tesão.

Mas eu não tô aqui pra conversa fiada. Meu pau tá duro só de imaginar o cheiro natural daquelas bundas, suadas horas a fio, sem banho, misturado com o fedor de cu apertado. "Olha, meninas, eu sou fotógrafo e produtor de conteúdo adulto. Tenho um fetiche louco por mulheres como vocês – reais, trabalhadoras, com bundas grandes e naturais. Pago bem pra realizar umas fantasias." Elas congelam, olhos arregalados. Ana cruza os braços: "Que isso, moço? A gente é casada, tem filho em casa. Não somos putas." Mas eu vejo o brilho nos olhos quando menciono dinheiro. Tiro mil reais do bolso, mostro. "Só pra começarmos a conversar. Mais se toparem." Beatriz morde o lábio, Carla olha pro chão. "O que exatamente você quer?" Pergunta Ana, voz tremendo um pouco.

Pego o celular, abro o site de Selma Recife, mostro meu perfil: Daniel, o caçador de bundas fedidas. Fotos e vídeos de anos, desde 2008, com mulheres comuns em situações nojentas – cheirando, lambendo, fodendo anal. Elas se aproximam, rindo nervosas. "Meu Deus, que nojo! Você cheira bunda de estranha?" Diz Beatriz, corando. "E lambe? Puta que pariu, isso é doentio!" Carla tapa a boca, mas não desvia os olhos. "Meu marido me mata se souber. A gente nem tem internet em casa, mas e se alguém vê?" Eu sorrio: "Ninguém vai saber. Filmo tudo, mas só posto com rostos borrados se quiserem. E o dinheiro? Dois mil pra cada uma se toparem umas brincadeiras com essas bundas maravilhosas." Elas se entreolham, o suor pingando, o cheiro delas já me invadindo – um misto de axila azeda, virilha úmida e cu suado. "Nossas bundas tão fedendo pra caralho, moço. Trabalhamos desde as sete da manhã nesse calor," diz Ana, rindo envergonhada. "Exato! É isso que me dá tesão. O cheiro natural, podre, quente. Quero cheirar, tocar, e se toparem mais, pago extra."

Elas hesitam, mas o dinheiro fala mais alto. "Tá, mas aqui? Ninguém passa?" Pergunta Carla. "Quarta-feira, deserto total. Vamos pros arbustos ali." Elas largam as ferramentas, me seguem. O coração bate forte enquanto elas tiram as roupas devagar, envergonhadas. Primeiro as blusas, revelando peitos grandes, caídos, com mamilos escuros suados. Depois as saias, ficando nuas, bundas enormes à mostra, peludas nas virilhas, cheiro forte subindo. Ana tem a bunda mais redonda, com celulites que me deixam louco. Beatriz, rachadura profunda, suor escorrendo. Carla, bunda protuberante, com marcas de calcinha apertada. "Puta merda, vocês são deusas," digo, ajoelhando atrás de Ana primeiro. Cheiro sua bunda, nariz enfiado na rachadura – fedor azedo de suor, misturado com cu podre, como queijo estragado. "Ah, caralho, que delícia esse cheiro fedido!" Ela ri nervosa: "Tá fedendo mesmo, né? Não tomei banho hoje."

Passo o dedo na rachadura suada de Ana, sinto a umidade pegajosa, cheiro – forte, podre, tesudo. "Agora você, Ana, passa o dedo na sua própria bunda e cheira." Ela hesita: "Que nojo! Mas pelo dinheiro..." Faz, cheira, faz careta: "Eca, fedor de cu suado, podre como bosta velha!" Beatriz e Carla riem, mas eu mando elas fazerem o mesmo. Beatriz cheira o dedo: "Puta que o pariu, o meu tá pior, cheira a peido azedo!" Carla vomita um pouco na boca: "Nojento, fedendo a merda!" Agora, mando trocarem: "Passem o dedo na bunda da outra e cheirem." Ana passa na de Beatriz, cheira: "Caralho, Beatriz, sua bunda fedendo a cu estragado, quase vomito!" Beatriz na de Carla: "Sua tá podre, Carla, cheiro de suor rançoso misturado com bosta!" Carla na de Ana: "Fedendo pra cacete, Ana, nojo total!"

Elas estão com nojo, caras vermelhas, mas o dinheiro as segura. "Agora, se abaixem e cheirem a bunda uma da outra, revezando." Elas se posicionam, Ana cheira a de Beatriz: "Ah, não, que fedor forte, podre como ovo choco!" Beatriz cheira Carla: "Puta merda, cheira a cu suado dias sem banho!" Carla cheira Ana: "Nojento, fedendo a peido podre!" Eu me masturbo vendo, o cheiro no ar denso, tesudo. "Mais dinheiro se lamberem." Ofereço mil extra cada. Duas topam: Ana lambe a bunda de Beatriz – língua na rachadura suada, fedida. "Eca, salgado e podre!" Beatriz lambe Carla, mas vomita no chão: "Que nojo, fedor de merda!" Carla, hesitante, lambe Ana: "Podre pra caralho, mas preciso da grana."

O sol queima, elas suam mais, cheiros intensificando. "Agora, o principal: quero comer esses cuzinhos." Elas protestam: "Meu cu é virgem, Daniel! Vai doer pra caralho," diz Beatriz. "Já fiz, mas dói, e o meu tá sujo," diz Ana. Carla: "Topamos, mas mais grana." Ofereço dois mil extra. Elas se posicionam lado a lado, bundas empinadas no trilho quente, pés na brita. Começo por Ana: pau duro na entrada do cu suado, empurro devagar. "Ah, caralho, tá apertado, fedendo a cu quente!" Ela geme: "Ai, porra, dói, seu pau grosso rasgando meu cu!" Meto fundo, o cheiro de cu podre subindo, suor pingando. Tiro, mostro pra ela cheirar: "Cheira meu pau melado do teu cu fedido." Ela cheira, faz careta: "Nojento, cheira a merda suada!"

Passo pra Beatriz, a virgem: cu apertadíssimo, empurro, ela grita: "Ai, fode, tá rasgando meu cu virgem! Dói pra cacete!" Sangue escorre no pau, misturado com suor e fedor. "Puta merda, Beatriz, teu cu virgem tá sangrando, mas apertado delícia!" Meto devagar, ela chora: "Para, Daniel, dói muito, tô com dor de barriga também!" Mas continua pelo dinheiro. Tiro, faço ela cheirar: "Cheira teu sangue e fedor no meu pau." Ela vomita: "Nojo, cheira a cu rasgado!"

Carla por último: cu mais frouxo, mas suado e fedido. "Mete, Daniel, mas vai devagar, meu cu dói desde a última vez." Empurro, geme: "Ah, porra, tá bom agora, mas fedendo pra caralho!" Durante a foda, Ana diz: "Beatriz, teu cu tá sangrando, menina? Dói mesmo?" Beatriz responde: "Dói sim, Ana, mas a grana vale. Ai, caralho, ele tá metendo fundo!" Carla geme: "Minha barriga tá doendo, acho que preciso cagar." Peço pra ela ir no mato: "Vai, mas volta rápido." Ela corre, caga alto, sons de peidos e merda caindo, volta com bunda melada. "Tá suja agora, Daniel." "Melhor ainda!" Meto no cu melado dela, fedor de merda fresca misturado.

Enquanto fodo Carla, Beatriz pede pra cagar também: "Ai, porra, minha barriga explodindo!" Vai, caga, volta melada, sangue ainda no cu. "Agora mete de novo, preciso da grana." Meto alternando: Ana, Beatriz (gritando alto, cu sangrando mais), Carla (melada de merda). "Puta merda, meninas, esses cuzinhos fedidos me deixando louco!" Elas gemem: "Ai, fode meu cu, Daniel!" "Dói, mas mete mais!" "Tô toda melada, nojento!" O cheiro no ar é insano: suor, cu podre, merda, sangue. Uma peida durante a foda: "Desculpa, saiu um peido fedido!" Rimos, mas continuo.

Finalmente, gozo forte: "Abram as bocas, putas!" Elas ajoelham, bocas abertas, gozo nas três, porra escorrendo. Tiro o pau melado de merda, sangue e suor, esfrego nas caras: "Lambe, cheira esse pau podre!" Ana lambe, Beatriz vomita de novo: "Nojo total, fedendo a merda!" Carla engole: "Salgado e podre, mas acabou."

Elas se vestem, pegam a grana, rindo exaustas. "Nunca mais, Daniel, mas valeu a loucura." Eu filmo tudo, como sempre, e o corno – nesse caso, imagino os maridos delas em casa, sem saber, mas nos meus contos, o corno só filma e tira fotos, assistindo a mulher ser usada. Mais aventuras em breve, com novas postagens diárias no site de Selma Recife. Pra achar o autor, basta procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo. Comenta aí embaixo e deixa teu e-mail, pois fazemos sorteios diários de vídeos e fotos exclusivos, avisamos por e-mail pros sortudos. Todas as fotos e vídeos de Daniel desde 2008 até hoje, tudo completo, você acha já no site de Selma Recife.

Mas espera, isso foi só o começo. Depois de arrumarem as roupas, ainda suadas e meladas, Ana me olha com um sorriso malicioso: "Daniel, você é louco mesmo, hein? Meu cu tá ardendo, mas essa grana vai ajudar em casa." Beatriz, limpando o sangue das coxas com uma folha, ri: "Eu era virgem no cu, porra! Agora tô toda rasgada, mas puta merda, o tesão misturado com dor foi foda." Carla, ainda com cheiro de merda fresca, diz: "Minha bunda tá uma bagunça, mas topava de novo se pagar mais." Eu guardo a câmera, pau ainda meia-bomba, e penso em como editar isso pro site. O sol baixa devagar, o trilho vazio ecoando nossos risos.

Caminhamos de volta, elas contando sobre a vida: Ana, 35 anos, dois filhos, marido caminhoneiro que mal para em casa. "Ele me fode rápido, nem nota meu cheiro natural." Beatriz, 28, recém-casada, marido ciumento mas pobre. "Ele ia me matar se soubesse, mas eu adorei o nojo." Carla, 40, três filhos, marido bêbado. "Meu cu já aguenta, mas hoje foi extremo." Eu escuto, imaginando mais cenas: talvez da próxima vez, trazer um corno pra filmar, assistindo a mulher ser destruída.

Chegando no carro, dou mais cem pra cada pela "gorjeta extra". "Meninas, isso foi épico. Se quiserem mais, me acham no site." Elas acenam, bundas balançando enquanto voltam pro trabalho. Dirijo pra casa, pau duro de novo revendo as filmagens: close-ups das bundas fedidas, línguas lambendo rachaduras podres, cuzinhos sangrando e melados, vômitos, gemidos. No site, posto com teaser: "Três casadas bundudas na trilha abandonada: cheiros podres, lambidas nojentas, anal virgem sangrando e cagadas no mato. Veja tudo!"

Mas o fetiche não para. No dia seguinte, já tô caçando mais: uma verdureira no mercado de Recife, suada vendendo alface, bunda enorme esticando a calça jeans velha. Puxo papo: "Ei, moça, quanto pela verdura? E pela sua bunda suada?" Ela ri, mas olhos brilham com grana. Mesma rotina: mostro o site, ofereço dinheiro, ela topa num beco atrás da banca. "Meu cu tá fedendo, trabalhei o dia todo." "Perfeito!" Cheiro, lambo, fodo anal enquanto ela geme: "Ai, porra, dói, mas mete!" Gozo na boca, pau melado na cara. Posto no site: mais engajamento, comentários pedindo mais.

Semana depois, numa construção em Olinda, duas pedreiras casadas, suadas de cimento e poeira, bundas marcadas pela calça grossa. "Meninas, pago pra cheirar essas bundas fedidas." Elas hesitam, mas grana convence. Num canto da obra, nuas, cheiros de suor rançoso e cu podre. Mando lamberem uma a outra: "Nojo, fedendo a merda!" Uma vomita, mas continua. Fodo anal alternando, uma caga no buraco da obra, volta melada. "Mete no meu cu sujo!" Gemidos ecoam: "Dói pra caralho!" Gozo nas caras, postado no site com fotos.

Meu arquivo desde 2008 é insano: centenas de mulheres comuns, de faxineiras a vendedoras, todas casadas, suadas, fedidas. Vídeos de orgias nojentas, cuzinhos destruídos, cheiros que dão vômito. O corno sempre no papel: ou imaginário, ou real, filmando a humilhação. Um caso épico: marido de uma delas me liga, descobre, mas topa assistir por grana – vira corno oficial, filmando enquanto eu destruo o cu da mulher dele. "Olha, amor, como ele mete fundo!" Ela geme, ele filma, pau mole de ciúme.

Pra engajar mais, posto teasers: "Quer ver a virgem sangrando no pau? Comenta e deixa e-mail pro sorteio diário!" Leitores viciam, pedindo mais detalhes: sons de peidos durante a foda, cheiros descritos como "cu podre como queijo estragado misturado com suor azedo", diálogos picantes: "Mete mais, seu safado, rasga meu cu fedido!" Uso gatilhos: escassez ("Só pros sortudos do e-mail"), urgência ("Posts diários, não perca!"), social proof ("Milhares acompanham desde 2008").

Numa aventura recente, numa praia deserta em Ipojuca, quatro casadas pescadoras, redes suadas, bundas salgadas de mar e suor. "Pago pra lamber esses cus fedidos de sal." Elas topam num barco abandonado. Cheiros: peixe misturado com cu podre. Lambidas coletivas, vômitos em cadeia. Anal em fila: uma virgem grita, sangra; outra caga na areia, volta melada. "Ai, porra, meu cu tá em fogo!" Gozo coletivo, caras meladas. Filmado, postado: "Mais no site, com aventuras novas em breve."

Outra: fábrica de cana em Goiana, trabalhadoras suadas de melaço, bundas doces e fedidas. "Meninas, grana pra cheirar e foder." Num galpão vazio, nuas, cheiros de açúcar podre e cu suado. "Lambe minha bunda melada!" Vômitos: "Nojo, doce e podre!" Anal: apertados, dores, cagadas no canavial. "Mete, Daniel, ignora o fedor!" Postado com fotos explícitas.

Meu tesão é infinito: mulheres do dia a dia, casadas fiéis que quebram pelo dinheiro, transformando fidelidade em putaria nojenta. Cheiros que impregnam: suor vaginal azedo, cu podre como bosta fermentada, peidos altos durante a penetração – "Prrrrr, desculpa, saiu!" Risos, mas continuo fodendo. Diálogos: "Seu pau tá melado da minha merda, cheira!" "Nojento, mas lambe!" Vômitos adicionam tesão: som de ânsia, cuspe azedo no chão.

Numa lavanderia em Jaboatão, três lavadeiras casadas, suadas de sabão e suor, bundas enormes. "Pago pra realizar fetiche." Atrás da loja, nuas, cheiros de detergente misturado com cu fedido. "Passa a língua no meu cu suado!" Uma vomita sabão podre. Anal: "Dói, porra, mas a grana!" Uma caga na pia, melada volta. Sangue de virgem: "Tô sangrando, mas mete!" Gozo na boca: "Engole essa porra melada!"

Aventuras se multiplicam: feiras, ônibus, ruas. Sempre o mesmo: sedução com grana, site mostrado, nojo inicial, aceitação, putaria extrema. Corno filmando em alguns, assistindo humilhado. "Filma aí, corno, enquanto eu destruo o cu da tua mulher!" Ele obedece, pau mole.

Pra você, leitor: mergulhe nesses contos, veja fotos e vídeos no site. Mais aventuras picantes em breve, posts diários. Comenta, deixa e-mail pros sorteios de conteúdos exclusivos – vídeos completos, fotos sem censura. Avisamos por e-mail. Pra achar tudo: www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo. Todas as fotos e vídeos desde 2008 até hoje, completos, no site de Selma Recife.

Mas voltando àquela trilha em Gravatá: após a foda, sento no trilho, elas ao lado, suadas e sorridentes. "Daniel, você nos deixou destruídas," diz Ana, massageando o cu. "Mas foi tesudo." Beatriz: "Meu cu virgem sangrou, mas o dinheiro cura." Carla: "Minha merda melou tudo, nojento mas bom." Conversamos sobre mais: "Topam uma rodada com maridos assistindo?" Elas riem: "Talvez, se pagar o dobro." Ideia plantada.

Dirijo pra Recife, editando o vídeo: slows nos cheiros, zooms nas caras de nojo, sons amplificados de gemidos e peidos. Posto: engajamento explode. Comentários: "Mais, Daniel! Quero ver as cagadas!" Respondo: "Em breve, com sorteios pros e-mails."

Meu fetiche evolui: agora, grupos maiores, cenários arriscados. Numa rodoviária em Caruaru, cinco casadas vendedoras, suadas de lanches gordurosos. "Grana pra bundas fedidas." Num banheiro público, putaria: lambidas coletivas, cheiros de fritura e cu podre. "Lambe, puta, meu cu fedendo!" Vômitos múltiplos. Anal em roda: virgens sangrando, cagadas no vaso. "Ai, fode, dói!" Gozo em cascata.

Outra: hospital em Paulista, enfermeiras casadas no plantão, suadas de correria. "Pago pra cheirar cus hospitalares." Num quarto vazio, nuas, cheiros de desinfetante e suor azedo. "Cheira meu cu podre!" Lambidas: "Nojo, fedendo a remédio e merda!" Anal: "Mete no meu cu virgem, doutor!" Sangue, dores, cagadas na maca. Postado: "Aventuras médicas picantes."

Vida é isso: caçando, seduzindo, fodendo, postando. Tesão eterno por mulheres comuns, fedidas, casadas. Mais contos vindo, diários. Comenta, e-mail pro sorteio. Sites: www.selmaclub.com, www.bit.ly/selmatudo. Tudo desde 2008 no Selma Recife.
Daniel
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Comentários (1)

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  • Gayzinha: Que delícia de conto, amo homens assim T Gabyrskk

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