Fodi hoje, sábado, duas vizinhas chifradeiras dos morros do Recife.
Meu nome é Daniel, sou engenheiro eletricista e trabalho bastante nas comunidades do Grande Recife e no interior. Eu sou completamente viciado em mulher casada, principalmente em bunda suada e com cheiro forte de quem passa o dia trabalhando. Quando eu vejo uma bundona assim, não consigo resistir.
Essa é a Ana. Ela mora num dos morros de Casa Amarela. Todo mundo sabe que ela é puta e o marido é corno manso, mas ele finge que não sabe de nada. Eu comecei a puxar papo com ela na semana passada. Descobri que ela gosta de uma planta específica e, como eu ia fazer um serviço lá no sábado, levei uma muda bem bonita pra ela.
Cheguei no fim da manhã. Ana tava na cozinha simples da casa, lavando louça. Usava um short jeans bem curto, daqueles que sobem tudo, e a parte de baixo tava bem socada no rego da bunda branquinha e carnuda. Só de olhar eu já fiquei louco.
— Ana, trouxe aquela planta que tu falou — disse, entregando pra ela.
Ela sorriu, toda simpática:
— Oxe, Daniel! Que gentileza, meu filho. Entra, pode entrar.
Perguntei pelo marido e ela respondeu que ele tava viajando pra custódia e só voltava na segunda. Meu pau já latejava.
Comecei a elogiar ela, dizendo que tava cada vez mais gostosa. Fui avançando no papo, contei que gosto de mulher natural, de cheiro forte, e mostrei meu perfil no site da Selma Recife. Mostrei alguns vídeos e contos bem pesados.
Ela arregalou os olhos:
— Caralho, Daniel… tu gosta dessa nojeira? Cheirar bunda, lamber cu sujo? Eu acho nojento pra porra!
Eu sorri:
— Tem homem que paga caro pra sentir cheiro de bunda de mulher casada como você. Eu sou um deles.
Ela ficou quieta um tempo, pensando. Depois falou:
— Se alguém pagasse… eu dava. Tô precisando de dinheiro.
Tirei logo 200 reais e coloquei na mão dela:
— Eu quero sentir o cheiro do fundo desse short e da calcinha agora.
Ana riu, nervosa:
— Porra, Daniel… tu é louco mesmo. Eu tô usando esse short há horas, deve tá com cheiro de bunda forte do caralho. Bunda de quem trabalha o dia inteiro fede mesmo.
— É exatamente isso que eu quero — respondi.
Ela tirou o short ali mesmo na cozinha, depois a calcinha. Vi a marquinha marrom no fundo da calcinha. Ana ficou vermelha:
— Ai que vergonha, caralho! Me dá isso aqui…
Eu segurei a mão dela:
— Eu quero essa manchinha.
Levei a calcinha no nariz e inspirei fundo. O cheiro era forte, azedo, cheiro de bunda suada misturado com cu. Lambi a parte suja enquanto ela me olhava chocada. Ana começou a se tocar, gemendo baixinho:
— Tu é doido pra caralho…
— Quero cheirar e lamber a bunda agora.
— Daniel… deve tá fedida. Deixa eu tomar um banho primeiro.
— Não. Quero agora.
Apoiei ela no balcão da pia, abri aquela bunda branquinha e colei o nariz bem no fundo. O cheiro era forte, delicioso. Lambi tudo, enfiando a língua no cuzinho apertado. Ana gemia alto, se tocando:
— Ai meu Deus… nunca gozei assim… tu é louco… aaaahh!
Passei manteiga na rola e no cuzinho dela. Tentei enfiar, mas tava muito apertado.
— Aaaaiii porra! Tá doendo! Tá muito grosso, Daniel! Vai devagar… aaaaiii!
Fui empurrando devagar. O cu dela era quente, apertadíssimo. Quando entrei todo, Ana gritava:
— Tá rasgando meu cu! Ai que dor… mas não para… mete mais!
Comecei a foder devagar, depois mais forte. A bunda dela balançava gostoso. Depois de uns cinco minutos ela começou a peidar:
— Prfffft… ai que vergonha, Daniel! Desculpa…
— Solta tudo, sua puta. Eu gosto.
Dois minutos depois ela colocou a mão na barriga:
— Daniel… para… tô com dor de barriga… quero sair…
— Quer cagar, né sua vadia? Eu sei. Caga no meu pau.
— Não… por favor… tô me cagando… puta que pariu!
Segurei firme na cintura dela e continuei metendo. A bundinha branquinha começou a ficar melada. Senti a merda quente saindo, lambuzando minha rola.
— Tô me cagando, caralho! Olha esse cheiro… tô cagando no teu pau! — ela gemia, tremendo.
— Caga, porra! Caga tudo no meu pau, sua puta casada! — rosnei, socando mais forte.
Ana gozou desesperada, o cu piscando e soltando mais merda. Eu não aguentei e gozei fundo, enchendo o intestino dela de porra enquanto a merda escorria.
Quando tirei o pau, um filete marrom e branco desceu pela coxa dela. Ana colocou a mão atrás da bunda, tentando segurar, e saiu correndo pro banheiro.
O corno nem imagina o que a mulher dele fez aqui hoje.
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Depois de uns bons minutos, Ana saiu do banheiro já tomada banho, enrolada numa toalha velha. Caminhava meio estranho, com as pernas um pouco abertas. Sentou na cadeira da cozinha e fez uma cara preocupada:
— Daniel… meu cu tá completamente frouxo, caralho. Nunca dei o cu assim na vida. Tá latejando, aberto… tô preocupada. E olha que eu já traí algumas vezes, mas nunca foi tão bruto.
Eu sorri, ainda com o pau sujo na mão:
— Relaxa, gostosa. É normal depois de uma rola grossa.
Ela ficou quieta um tempo, depois falou baixinho:
— Tem uma vizinha minha… a Roberta. Mora mais pra cima do morro. Ela trai o marido faz tempo e é viciada em dar a bunda. Já confessou pra mim que é perigoso, mas não consegue parar. Quer que eu ligue pra ela?
— Liga sim — respondi na hora.
Enquanto ela pegava o celular, eu fui pro banheiro lavar o pau, que tava todo melado de merda e porra. Quando voltei pra cozinha, Ana já tava sorrindo:
— Ela adorou a ideia. Perguntou se tu topa comer a bunda das duas juntas hoje. Eu disse que sim.
Roberta não demorou. Uns vinte minutos depois ela chegou, suada da subida do morro. Morena, 28 anos, corpo cheio, cabelo preso, usando uma blusinha fina e shortinho. O cheiro de desodorante vencido misturado com suor de mulher que trabalhou o dia inteiro me deixou imediatamente louco.
Mal fechou a porta e eu já puxei ela pra mim. Começamos a nos beijar com vontade. Ana olhava meio sem graça.
— Lambe a axila dela, Ana — mandei.
Ana fez cara de nojo, mas eu insisti. Ela se aproximou e lambeu timidamente a axila suada de Roberta. Logo as duas estavam se lambendo uma na axila da outra, gemendo baixinho.
— Agora, Ana… já que você trouxe sua amiga, vai aprender a cheirar bunda de mulher — falei.
Roberta riu:
— Porra nenhuma, meu cu tá suado pra caralho, fedendo mesmo. Trabalhei o dia inteiro.
— É bom assim — respondi. — Ana, vai lá.
Ana se ajoelhou atrás de Roberta. Eu abri a bunda dela. O cheiro forte subiu na hora. Ana quase vomitou:
— Puta que pariu, Daniel! Essa porra tá podre! Nem tu lambe essa merda!
Eu me abaixei, colei o nariz e lambi fundo o cu suado e fedido de Roberta, olhando pra cara de nojo da Ana. Ela começou a se tocar, excitada apesar do nojo.
— Filho da puta… nojento… imundo — murmurava Ana.
Roberta ria:
— Puta que pariu, Ana… esse cara é doido mesmo, como tu falou.
— Roberta — eu disse, olhando pras duas —, amanhã, domingo, eu quero que vocês duas caguem na minha boca.
As duas se olharam chocadas, mas o tesão já tava alto. Mandei as duas se beijarem na boca. No começo foi estranho, elas nunca tinham ficado com mulher, mas logo estavam se pegando com vontade, língua no língua, pegando nos seios e na buceta uma da outra.
Coloquei as duas de quatro, lado a lado, bundas empinadas. Comecei a comer o cu da Roberta, depois tirava o pau e mandava Ana cheirar e lamber. Ela fazia com nojo, quase vomitando, mas continuava. Depois trocava: comia Ana e mandava Roberta cheirar o pau sujo. As duas gemiam, se tocavam, xingavam, mas não paravam.
Quando não aguentei mais, tirei o pau do cu da Ana, mandei as duas ficarem de joelhos, boca aberta, língua pra fora, lado a lado. Gozei forte, jatos grossos acertando a cara e a boca das duas. Elas engoliram um pouco, se beijando depois, trocando porra.
— E tá só começando… — eu disse. — Amanhã os maridos de vocês vão pra pelada com churrasco. Eu volto aqui com pizza, chocolate e umas coisinhas. Vocês duas vão ser minhas putas o dia inteiro.
As duas se olharam, coradas e molhadas, e sorriram.
O corno da Ana e o da Roberta nem imaginam o que as esposas deles vão fazer amanhã.
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