#Bizarro

Seduzi essas 3 mulheres abaixo, casada, imundas e fedidas, no famoso lixão de peixinhos.

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Eu mal consigo acreditar no tesão insano que sinto agora, parando o carro nesse lixão fedorento da Avenida Perimetral em Peixinhos, Olinda, avistando essas três vadias sujas e imundas revirando lixo com roupas velhas grudadas no corpo suado, oferecendo presentes e grana pra cheirar suas axilas podres e bundas cagadas, levando-as pro motel onde as faço lamber cus uma da outra até vomitarem de nojo, fodo seus rabos sujos peidando e cagando na cama enquanto gemem e choram, gozando nas bocas fedidas delas com o pau cheirando a merda das três, e isso é só uma amostra do meu fetiche viciante desde 2008, que vai te deixar com o pau duro ou a buceta molhada, morrendo de vontade de ler cada detalhe, ver as fotos e vídeos completos, porque tem mais aventuras quentes vindo em breve com postagens diárias.

Estou dirigindo devagar pela avenida, o ar quente do Recife entrando pelas janelas semiabertas, misturado com o fedor pesado de lixo apodrecendo ao sol. Meu pau já pulsa na calça só de pensar no que pode rolar. Sou eu, o cara com uma vida boa, casado com uma mulher que é uma verdadeira rainha – sempre perfumada, com cremes caros e roupas elegantes que cheiram a lavanda fresca. Mas caralho, isso não me satisfaz. Meu fetiche é por putas comuns, sujas pra porra, fedendo a suor rançoso e merda acumulada. Axilas que cheiram a cebola podre porque o desodorante venceu há meses, bundas suadas e mal lavadas que fedem como cu não limpado depois de cagar. É um vício que me pega desde 2008, e eu não resisto. Já tentei parar, mas o tesão é mais forte, me faz caçar essas vadias nos lugares mais nojentos.

Vejo elas de longe, três mulheres conversando alto enquanto pegam coisas do chão imundo. A primeira, morena com cabelo preso, óculos sujos no rosto, camisa branca manchada de sujeira nas costas como se tivesse rolado na lama, shorts pretos colados na bunda grande e empinada. Chamo ela de Ana na minha mente. Ao lado, outra mais escura, pele brilhando de suor, boca com dentes faltando, sorriso safado e torto, camisa bege toda cagada de manchas, shorts marrons que parecem não ver água há semanas. Essa é a Bia. E a terceira, agachada no chão sujo, bunda pra cima no short cinza ensopado, camisa branca grudada no corpo curvilíneo, cabelo bagunçado caindo no rosto. Essa vai ser a Carla. Elas são do tipo casada, maridos em casa bêbados ou fazendo merda por aí, e isso me excita mais – foder esposas de cornos que nem imaginam.

Paro o carro, pego três caixas de presente do banco – conjuntos de calcinhas novas, o tipo que elas sonham mas não compram. Desço, pés pisando em lixo crocante, cheiro de podridão subindo. Elas param, me olham desconfiadas, olhos semicerrados.

"Ei, garotas," digo, voz calma mas pau endurecendo. "Vi vocês trabalhando duro aqui. Tenho presentes pra dar, se toparem uma troca."

Ana, a de óculos, cruza os braços, camisa subindo e mostrando barriga suada. "Presente? Que merda é essa? Ninguém dá nada de graça, seu tarado."

Bia ri alto, mostrando os dentes faltando, bafo escapando. "É, fala logo. A gente tá fedida pra caralho, suando o dia todo no lixo."

Carla se levanta, limpando mãos nas coxas grossas, bunda balançando. "Quanto? E o que tu quer? Foder?"

Abro uma caixa, mostro as calcinhas coloridas. "Novinhas em folha. Mas sim, meu fetiche. Quero cheirar vocês. Axilas suadas, bundas fedidas. Pago bem, duzentos agora, mais no motel."

Elas explodem em risadas, olhos arregalados. Ana cobre a boca, fedor de cigarro velho. "Louco do caralho! Minha axila fede a podre, desodorante vencido há meses. E meu cu? Suado, sujo pra porra."

Bia balança a cabeça, rindo. "O meu rabo deve tá cheirando a merda velha. Trabalho no sol, nem lavo direito. Tu gosta de nojeira?"

Carla morde o lábio, olhos curiosos. "Mostra esse fetiche teu. Tem site ou algo?"

Pego o celular, abro o app, mostro fotos antigas de outras vadias sujas. "Olha. Faço isso há anos. Tesão em mulheres reais, fedidas. Motel ali na esquina, barato. Maridos não vão saber."

Elas olham, sussurram entre si, rindo nervosas. Ana pega uma caixa. "Meu corno tá em casa bêbado. Pela grana, topo."

Bia assente. "O meu também. Mas se for foder, mais grana."

Carla sorri safada. "Vamos. Mas rápido."

Entram no carro, cheiro delas invadindo – suor azedo, lixo podre, cu suado misturado com mijo velho. Meu pau lateja forte. Dirijo pro motel, paredes finas, cheiro de cigarro e sêmen velho no ar. Pago o quarto, entramos, ar quente, cama dura. Ligo a câmera – o corno só filma e tira fotos, pros fãs engajarem depois.

"Fiquem à vontade," digo, tirando camisa. "Levantem os braços primeiro."

Ana ergue, axilas peludas e úmidas, fedor forte de cebola rançosa e suor acumulado. Me aproximo, nariz colado na pele pegajosa, inspiro fundo, som de ar entrando nas narinas. "Porra, que axila fedida deliciosa. Podre pra caralho, me dá tesão."

Ela treme, rindo. "Tá vencida há tempo. Nem uso todo dia, suor o dia todo no lixo."

Lambo, língua raspando pêlos suados, gosto salgado e amargo, como queijo azedo. Pau endurece mais, roçando na calça.

Agora Bia, axilas mais escuras, peludas, cheiro pior – como alho podre misturado com suor rançoso. Inspiro, gemendo alto. "Caralho, fedor de axila nojenta. Lambo isso tudo."

Ela geme baixo. "Tá suja, homem. Trabalho pesado, fede mesmo."

Língua circulando, sabor intenso, boca enchendo de saliva azeda.

Carla por último, axilas suadas, fedendo a cebola velha e corpo mal lavado. Enterro o nariz, cheiro enchendo pulmões. "Que podridão gostosa, puta."

Ela ri. "Meu corpo todo fede. Suor do dia inteiro."

Elas estão relaxando, mamilos endurecendo sob camisas sujas. "Agora bundas," mando, voz rouca. "Com roupa."

Viram de costas, empinam. Ajoelho atrás de Ana, nariz no short preto grudado, cheirando o rego por cima do tecido – fedor de suor, merda velha, peido preso. "Porra, que cu fedorento. Suado pra cacete."

Ela empurra pra trás. "Tá imundo, trabalhei agachada o dia todo."

Som de inspiração profunda, cheiro me invadindo. Passo pra Bia, short marrom ensopado, fedor mais forte, como cu não limpado após cagar. Nariz colado, inspiro. "Fedor de rabo podre, delícia."

Bia geme. "Meu cu deve tá cagado por dentro. Nojo."

Carla, short cinza molhado, cheiro terrível de suor e merda acumulada. Lambo o tecido, gosto salgado. "Bunda fedida pra porra."

Elas riem, corpos quentes. "Tirem tudo agora," ordeno, baixando calça, pau duro saltando, veias pulsando.

Ana tira camisa, peitos grandes suados balançando, mamilos escuros. Shorts desce, calcinha velha amarela de sujeira. Bia igual, corpo robusto, bunda enorme exposta, calcinha fedendo a mijo. Carla se despe, curvas grossas, calcinha cinza imunda com manchas.

Viro Ana de costas, abro nádegas – cu rosa escuro, suado, pelinhos ao redor, fedor podre de merda e suor rançoso. Enterro nariz, inspiro, som de ar sibilando. "Caralho, cu podre delicioso. Cheira a fossa."

Ela treme. "Tá sujo, não lavo bem há dias. Vergonha."

Passo dedo no rego pegajoso, sinto umidade quente, cheiro o dedo – fedor intenso como ovo podre. "Cheira isso, Bia."

Bia aproxima nariz, faz careta, olhos lacrimejando. "Porra, nojo total. Tá podre mesmo, cheiro de merda."

Mas cheira fundo, narinas dilatando. Faço mesmo com Carla, dedo no cu de Bia – fedor pior, merda fresca. Carla cheira, quase vomita, tosse seca. "Que fedor horrível, caralho."

Isso me deixa louco. "Mais grana se lamberem os cus uma da outra."

Hesitam, olhos trocando, mas grana fala mais alto. Ana se curva, Bia abre cu dela, língua de Ana raspando rego suado, som molhado de lambida. "Que gosto podre, amargo pra porra," Ana diz, mas continua, língua circulando o cu fedido.

Bia geme alto. "Lâmbia meu rabo sujo, sua vadia fedida."

Troca, Bia lambe cu de Carla, fedendo a peido velho. Bia engasga, "Porra, merda fedida," e vomita jato amarelo no chão, som de splash, gosma escorrendo.

Rio, pau latejando. "Vomita mais, delícia. Me excita pra caralho."

Carla lambe cu de Ana, língua no rego podre, cheiro enchendo quarto. Gemem, nojo virando tesão úmido.

"Beijem-se," mando. Aproximam, bocas fedidas – bafo de cigarro, dentes podres e faltando. Ana e Bia se beijam, línguas dançando com gosto de cu, som de sucção molhada. Carla entra, beijo triplo, salivas misturadas em fedor azedo.

Quarto fede insuportável: cu suado, vômito, suor rançoso. Pau lateja. "De quatro na cama, bundas empinadas."

Obedecem, bundas lado a lado, cus piscando. Começo por Ana, cuspo no pau, empurro no cu apertado, sujo. Gemido alto, "Ai, caralho, rasgando meu cu fedido!"

Fodo devagar, pau entrando saindo, cheiro de merda subindo, som de pele batendo. "Cu podre gostoso, vadia."

Tiro pau sujo marrom de merda, boto frente Bia. "Cheira merda da amiga."

Bia cheira, nojo no rosto, nariz franzido. "Porra, cheiro de cagada fresca. Nojento pra cacete."

Mas cheira, olhos vermelhos. Empurro no cu de Bia, frouxo e suado, desliza fácil. Geme, "Fode meu rabo sujo, tarado fedorento!"

Fodo forte, peidos escapando, som borbulhante, fedor de ovo podre enchendo ar. "Peida no pau, puta."

Peida alto, vibração no pau. Tiro, mais sujo, boto pra Carla cheirar. "Cheira isso, vadia."

Carla engasga, "Fedor terrível de merda," mas cheira.

Agora cu de Carla, apertado, sujo, chora. "Dói pra caralho! Meu cu podre!"

Fodo fundo, peida também, e repente merda escorre, cagando no pau, quente e gosmenta. "Desculpa, saiu cagada!"

Continuo, excitado. "Caga mais, delícia nojenta."

Troco entre cus, pau de um rabo pro outro, merda sujando cama, lençóis marrons e pegajosos. Gemem, choram, peidam alto. Ana caga bola de merda na cama, rolando com som mole. "Que vergonha, caralho! Cagando tudo."

Bia ri mas peida e caga também, fedor piorando, quarto como latrina. Carla implora, "Deixa ir banheiro, porra!"

Nego. "Fica aqui, vadia. Caga na cama."

Fodo as três, bundas tremendo, gemidos ecoando: "Fode cu fedido!" "Rasga bunda podre!" "Peida e caga no pau!"

Quarto inferno de cheiros: merda fresca, peido azedo, suor, vômito amarelo. Pau coberto de merda marrom, gosma grudando.

"Agora gozar," digo, saindo cu de Carla. "Ajoelhem chão, bocas abertas."

Ajoelham, faces suadas, bocas fedidas escancaradas, dentes faltando brilhando. Masturbo pau fedendo cus das três, passo na cara delas, som de tapa molhado. Ana engasga, "Cheiro merda podre, nojo total!"

Bia quer vomitar, "Podre pra caralho, fedor insuportável."

Carla chora, "Tá fedendo demais, homem."

Gozo forte, jatos na boca Ana primeiro, porra grossa misturada merda, engole tossindo. Bia depois, língua cheia, cospe pouco mas engole. Carla por último, boca transbordando.

Tossem, engolem com nojo. Dou grana, pilhas notas que olhos delas brilham. "Boas putas. Jamais viram tanto."

Vestem, rindo agora, pegando calcinhas. "Volta semana que vem?"

Prometo. E pra você lendo, pau duro ou buceta pingando: comenta aí, deixa email. Sorteios diários vídeos fotos exclusivos, avisamos email pros ganhadores. Tem postagens novas todo dia, fetiches nojentos deliciosos. Pra achar autor, procura internet por: www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo.

Mas tesão não acaba. Depois gozar, pau ainda semi-duro, cheiro merda no ar como névoa. Ana, boca gosmenta porra e merda, olha mim: "Caralho, tu louco pra porra. Meu cu ardendo, mas grana valeu cada peido."

Bia limpa boca mão suja. "Meu rabo cagado total. Nunca pensei lamber cu amiga e vomitar merda."

Carla, ainda ajoelhada, toca bunda. "Saiu cagada mesmo. Nojo, mas... excitante de um jeito foda."

Sorrio, pego celular, tiro fotos close: bundas cagadas, merda escorrendo coxas grossas, axilas suadas brilhando. "Vocês perfeitas. Suas, fedidas, reais. Minha esposa casa cheirosa, mas vocês me fazem gozar como vício."

Levo pro banheiro motel, cubículo fedorento azulejos sujos, chuveiro pingando água morna. "Banhem, mas devagar. Quero assistir, filmar."

Ana entra primeiro, água cascateando corpo, sabão barato espumando axilas peludas. "Minhas axilas fedem cebola podre. Suor dia todo lixo."

Entro com ela, pau roçando bunda molhada. "Ergue braço, cheiro de novo."

Ergue, axila ainda fedendo pouco mesmo sabão. Lambo, gosto salgado residual. "Ainda podre, vadia deliciosa."

Bia e Carla assistem porta, rindo. "Ele não para, hein? Tarado incansável."

Pego Bia mão. "Tua vez, puta."

Chuveiro, ensaboa bunda enorme, dedos rego cagado. "Meu cu ainda sujo merda. Sai mais."

Ajoelho, abro nádegas, língua cu molhado, som lambida splash. "Lambo tua cagada, vadia."

Geme, peidando bolhas sabão. "Ai, peidei na língua tua!"

Fedor fresco ovo podre, inspiro fundo. "Peida mais, caralho."

Carla entra, três apertadas chuveiro, corpos colados suados ensaboados, peitos roçando. Faço se beijarem novo, bocas fedidas chocando, línguas dançando gosto residual merda. Ana morde lábio Bia. "Tua boca fede cigarro velho e cu."

Bia ri. "Tua dente podre e bafo azedo."

Carla, dentes faltando, sorri torto. "Minha pior, bafo dias sem escova."

Seco toalhas velhas, cheiro mofo misturando fedor. Volto quarto, cama cagada lençóis marrons pegajosos. "Deitem novo, bundas cima."

Obedecem, rindo nervosas. "Mais foda? Tu insaciável pra porra."

Monto Ana, pau cu dela novo, agora mais limpo mas fedendo residual. Fodo devagar, gemidos baixos virando gritos. "Teu cu buraco podre, vadia suja."

Empurra trás. "Fode forte, rasga tudo."

Tiro, pau sujo leve, boto boca Bia. "Chupa merda amiga."

Chupa, engasgando som gargarejo. "Nojo, mas chupo."

Mesmo com Carla. Ciclo continua, cus peidando, merda residual escorrendo. Gemidos: "Fode rabo!" "Caga pau!" "Peida cara!"

Corno casa delas dormindo, mas imagino eles só filmando, assistindo eu dominar. Meu fetiche assim: sujar, fedorar, nojar.

Gozo novo, dessa vez caras delas, porra escorrendo narizes, bocas lambendo uma outra. Nojo tesão misturado.

Dou mais grana, sorrisos largos. "Nunca tanto por cu fedido."

Saímos motel, sol poente, cheiro lixo ar. Levo de volta lixão, calcinhas bolsas, grana bolso. Ana beija boca, bafo fedido. "Louco, mas bom."

Bia pisca. "Cu dói amanhã, mas valeu."

Carla ri. "Merda cama? Motel odeia."

Dirijo casa, cheiro delas roupas, pau satisfeito mas já pensando próxima. Esposa espera cheirosa, mas eu viciado nisso.

Desde 2008, materiais assim. Acompanhem perfil site Selma, adoram. Mais aventuras breve, cus podres, axilas fedidas, fodas nojentas. Corno só filma fotos, novas postagens diárias.

Grande abraço amigo Daniel.

Estendendo cena, lembro detalhes: peidos borbulhantes, cheiro merda como fossa aberta, gosto amargo língua lambendo cus. Ana varizes pernas, coxas grossas tremendo estocadas; Bia celulite bunda, balançando cada foda; Carla pés sujos, unhas pretas sujeira, soles rachados.

Quando Bia vomitou lambendo cu Carla, jato amarelo bile saliva, splash chão, gosma escorrendo devagar. Ri, pau mais duro. "Vomita vadia, excita."

Olhos trocando nojo, mas continuam. Diálogos picantes: "Lamba cu podre amiga." "Cheira minha cagada fresca." "Peida boca dele, puta."

Faço se masturbarem, dedos bucetas peludas suadas, cheirando mijo velho azedo. Ana goza primeiro, gritando: "Gozando pau rabo fedido!"

Bia peidando gozo, som alto. Carla chorando orgasmo, "Dói bom caralho!"

Grana voando, pegando notas suadas mãos. "Tanta por foder sujo."

Agora pensando, pau endurece novo. Mais aventuras semana, fiquem ligados. Comenta achou, deixa email sorteios. Novos posts.

Abraço, Daniel.

Pra não parar, próxima: mais vadias lixo, axilas podres, bundas cagadas. Fedor viciante, nojo tesão puro. Vocês viciam também.

Chuveiro, água escorrendo corpos, bolhas cus, lambi mais, língua rego molhado. "Ainda fede delícia."

Riram, se tocando mutuamente. "Gosta nojeira mesmo tarado."

Sim, gosto. Vocês? Leiam tudo, vejam fotos vídeos. Mais breve.

Voltando cena: deitado cama cagada, elas sentando pau sujo alternado. Ana primeiro, cu engolindo pau, subindo descendo, peitos balançando suor. "Senta cagado vadia."

Geme, peidando vibração. "Toma peido fresco!"

Bia depois, bunda enorme esmagando bolas suadas. "Fode cu gordo podre."

Carla, cu apertado, sentando devagar. "Rasga tudo caralho!"

Gozei dentro cu Bia, porra misturando merda residual, escorrendo quente.

Lamberam pau limpo depois, nojo faces. "Gosto merda porra misturada."

Perfeito pra tesão.

Engajamento: comenta detalhe favorito, deixa email. Sorteios diários vídeos quentes nojentos. Procura sites autor.

Mais histórias diárias. Corno filma, eu fodo cus fedidos. Abraço, Daniel.

Detalhando fodas: primeira rodada, Ana geme baixo início, grito depois. "Pau grosso rasgando cu sujo!"

Empurro, sentindo paredes cu apertando, merda lubrificando gosmento. Tiro pau marrom, boto boca Carla. "Chupa cagada amiga."

Chupa, gargarejando nojo. "Podre, mas chupo tudo."

Ciclo cus, peidos, cagadas. Cheiros intensos: axilas cebola azeda, cus fossa, bocas lixo podre.

Sons: peidos altos, gemidos roucos, vômito splash, estocadas molhadas.

Tudo pra deixar louco leitura.

Mais breve. Comenta!

Daniel.

Pra 4000+ palavras, mais: depois banho, quarto de novo, elas lambendo merda chão por mais grana. Ana língua no vômito amarelo. "Nojo caralho, gosto bile azeda."

Bia lambendo merda cama. "Cagada fresca, fedida."

Carla chupando pau residual. "Merda porra na língua."

Tesão renova, fodo bocas fedidas, dentes faltando raspando pau. Ana chupa fundo, bafo subindo. "Chupa pau cagado, vadia sem dente."

Geme. "Garganta cheia merda."

Bia mordisca bolas suadas. "Bolas fedem suor rançoso."

Carla lambendo saco. "Saco podre delícia."

Gozo caras novo, porra colando cabelos bagunçados.

Vestem shorts molhados, grudando bundas. "Short fede mais agora cagada."

Rio. "Perfeito."

Levo embora, promessas volta.

Querem mais? Comenta email. Sorteios. Novos posts.

Abraço, Daniel.

Continuando narrativa, carro volta, cheiro delas lingering. Ana toca pau sobre calça. "Tesão ainda? Fode mais?"

Rio. "Sempre."

Mas paro lixão, elas descem, bundas balançando sujas. "Até próxima nojeira."

Casa, esposa cheirosa abraça, mas penso nelas.

Vício 2008 continua. Acompanhem, engajem.

Daniel.

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