Banheiro da faculdade: filha de figurão me pede fetiche louco.
Imagine isso: eu, Daniel, finalmente revelando a aventura mais suja e excitante da minha vida com uma ninfeta de 20 anos, filha de um figurão aqui em Recife, que é virgem na buceta mas dá o cu pro noivo há mais de um ano. Ela tem uma bunda colossal, suada e fedorenta do jeito que eu amo, e o fetiche dela é exatamente o meu – cheirar e lamber esse aroma natural de rabo que a deixa louca de tesão. Depois de meses relutando, publico tudo: nosso encontro num banheiro interditado, eu enfiando o nariz no cu dela, dedando a merda quentinha lá dentro, ela gozando duas vezes chamando-me de porco imundo, depois uma foda anal brutal com dor, peidos explodindo, eu tirando o pau melado pra ela chupar e lamber o fedor, gozando na boca dela que quase vomita mas engole tudo, tapa na cara, limpando a porcaria no pau até o fim. E tem mais: no fim de semana, com os pais dela fora, receitas malucas com essa bunda maravilhosa. Leia até o final pra ficar babando pelas fotos e vídeos anexos, e prepare-se pra viciar nas minhas postagens diárias cheias de putaria.
Há uns três meses, eu venho adiando publicar essa porra toda porque a safada que me acompanhou nessa loucura é filha de um cara bem poderoso aqui em Recife, daqueles que mandam e desmandam. Mas a vadia insistia pra caralho, dizendo que eu tinha que postar, desde que borrasse o rosto dela nas fotos pra ninguém reconhecê-la. O fetiche dela é idêntico ao meu, e ela queria ver tudo no ar não só pra se excitar, mas pra saber o que os leitores iam pensar e devorar os comentários sujos. Então, hoje, 16 de janeiro, eu resolvo soltar o verbo e abrir o jogo pra vocês, seus punheteiros safados. Essa putinha tem só 20 aninhos, porra, e acreditem ou não, ainda é virgem na xota – nunca deixou ninguém meter ali. Mas o cuzinho? Ah, esse ela libera pro noivo há mais de um ano, o coitado que acha que vai casar com uma santinha em dezembro. Pena que ele não topa o fetiche dela, e foi por isso que a vadia me procurou pelo meu perfil nos sites da Selma, onde eu posto minhas aventuras nojentas e deliciosas desde 2008. Ela tem uma raba enorme, daquelas que param o trânsito, e adora sentir os olhares devorando cada curva. Mas o que a deixa molhada de verdade é o cheiro da própria bunda – aquele aroma natural, suado, que surge mesmo depois de um banho caprichado. Ela descobriu isso novinha, passando o dedo no rego suado e cheirando, achando que era doida varrida. Mas depois de fuçar nos sites da Selma, viu que é normal pra caralho, só que nem todo mundo curte. Tentou abrir pro noivo, mas o otário disse que cheiro de cu fedido é nojento, pode dar doença, vírus, bactérias, fungos e merda toda. Ela calou a boca e veio pra mim. Marcamos um "almoço" no centro, perto da Avenida Conde da Boa Vista, uns 20 minutos a pé da faculdade dela. Na real, foi só um lanche rápido, porque a safada queria ficar bem suadinha pro fetiche. Saiu de casa cedinho, corpo lindo todo melado de suor, e que bunda, meus amigos – olhem as fotos abaixo e babem. Depois do lanche, ela diz que quer fazer a putaria no banheiro de um andar interditado na faculdade. Achei uma loucura do caralho, mas topei na hora. Chegamos lá correndo, o andar em reforma, faculdade em recesso com quase ninguém por perto. Ela empina logo essa raba brilhando de suor, e puta que pariu, o cheiro explode forte, um fedor único, especial só dela. Coitado do noivo que perde isso.
Eu me aproximo devagar, o coração acelerado como se fosse a primeira vez, embora eu já tenha feito isso com dezenas de vadias. O banheiro é daqueles velhos, azulejos brancos rachados, portas de metal cinza rangendo, e o ar parado, misturado com o cheiro de poeira da reforma. Mas nada supera o aroma que sai daquela bunda colossal. Ela vira o rosto borrado nas fotos, óculos embaçados de tesão, cabelo castanho desgrenhado caindo nas costas, e me olha com aqueles olhos famintos. "Vai, Daniel, cheira logo essa porra. Eu tô suada o dia todo pra você, seu nojento." Eu caio de joelhos no chão frio, as mãos tremendo enquanto agarro aquelas nádegas gordas, separando-as devagar. O suor escorre pelas curvas, brilhando como óleo, e o cheiro me atinge como um soco: um misto de suor azedo, um toque de merda residual, e algo doce, único dela, como se o cu dela fosse perfumado naturalmente. "Caralho, que fedor delicioso, sua puta. Isso é o paraíso pros porcos como eu." Eu enfio o nariz bem no rego, inspirando fundo, o ar quente e úmido preenchendo minhas narinas. Som de respiração pesada ecoa no banheiro vazio, misturado com o gotejar distante de uma torneira quebrada. Ela ri baixinho, uma risada rouca, excitada. "Você gosta mesmo, né? Eu achava que era só pra posar no site, mas você é um porco de verdade." Eu confirmo com um gemido, lambendo o suor que escorre pela pele macia. "Adoro, vadia. Seu cu cheira melhor que qualquer perfume. Quero morar aqui dentro."
Ela puxa a calcinha cinza de lado, revelando o cuzinho rosado, piscando de excitação, e começa a se tocar ali na frente, os dedos deslizando na xota virgem, molhada pra caralho. "Seu nojento, porco imundo, cheirando meu cu suado como se fosse um banquete." Os gemidos dela crescem, ecoando nas paredes, "Ahh, fode, isso me deixa louca." Eu noto o tesão dela e provoco mais: "Sua bunda cheirosa, aposto que até a merda aí dentro é perfumada. Quero comer sua merda numa pizza em breve, sua safada." Ela treme toda, os dedos acelerando no clitóris, e goza feito uma louca, o corpo convulsionando, um squirt leve espirrando no chão. Enquanto isso, eu roubo um dedo pro cuzinho dela, enfiando devagar, sentindo o calor apertado, a textura da merda lá dentro – parte dura, parte pastosa, quentinha como um forno. "Puta merda, que delícia isso aqui." Tiro o dedo melado, cheiro fundo – um fedor intenso, terroso, misturado com o suor – e lambo, a língua capturando o sabor salgado, amargo. Ela olha pra trás, olhos arregalados, quase vomitando. "Seu filho da puta, que nojo! Você lambeu minha merda?" Dá um tapa forte na minha cara, ardendo pra caralho, me chamando de "porco imundo, merece comer essa porcaria". Eu sorrio, "É uma delícia, vadia." Ela se toca de novo, excitada pelo nojo, e goza outra vez, gritando: "Nunca gozei duas vezes assim, seu safado!"
Meu pau já tá latejando na calça, duro como pedra, babando pré-gozo. Eu me levanto, abrindo o zíper, e mostro pra ela o cacete grosso, veias pulsando. "Agora é hora de foder esse cu fedorento, sua puta." Ela empina mais, as mãos apoiadas na parede, bunda tremendo de ansiedade. "Vai devagar, Daniel, meu noivo sempre dói no começo." Eu cuspo no pau, lubrificando, e posiciono a cabeça na entrada do cuzinho. Empurro devagar, sentindo a resistência, o anel apertado se abrindo aos poucos. "Caralho, que cu apertado, vadia. Parece que nunca levou pica." Ela geme alto, um misto de dor e prazer: "Aiii, porra, dói! Seu pau é grosso demais, fode devagar, seu animal." Eu ignoro um pouco, empurrando mais, o pau deslizando no calor úmido, sentindo a merda lá dentro se mexendo. O cheiro sobe mais forte agora, com o movimento, um fedor de cu sendo fodido, suor e algo mais primal. "Ahh, sim, assim, fode meu cu, seu porco." Eu acelero, as bolas batendo nas nádegas suadas, som de pele contra pele ecoando como tapas. "Toma pica no rabo, sua noiva safada. Seu noivo não te fode assim, né?" Ela nega com a cabeça, gemendo: "Não, ele é bonzinho demais. Fode mais forte, me arromba!"
De repente, um peido escapa alto, "Prrrrrrt!", fedorento pra caralho, enchendo o ar com um cheiro de gás misturado com merda. "Ops, desculpa, Daniel, tô cheia de ar." Eu rio, excitado: "Adoro peidos de cu, vadia. Peida mais pra mim." Continuo bombando, saindo e entrando, o pau agora melado de uma camada marrom clara, resíduo da merda dela. Tiro o pau de vez em quando, botando na cara dela: "Cheira e lambe, sua puta. Prova o fedor do seu próprio cu." Ela faz cara de nojo, nariz franzido: "Eca, que porcaria, tá melado de merda!" Mas obedece, cheirando fundo, tossindo: "Fedeee, seu doente." Depois lambe a cabeça, a língua relutante capturando o sabor amargo. "Nojento, mas... excitante." Eu enfio de volta no cu, fodendo mais duro, os peidos vindo em sequência: "Prrrt! Pffft! Prrrrrt!", cada um mais fedorento, o banheiro virando uma câmara de gás erótico. "Peida no meu pau, vadia, solta esses gases sujos." Ela goza de novo no meio da foda, o cu piscando apertado no meu cacete: "Ahhh, tô gozando com pica no cu, seu fodedor!"
Eu sinto o orgasmo se aproximando, as bolas apertando. "Vou gozar, puta. Abre a boca." Tiro o pau do cu, melado pra caralho de merda e suor, e posiciono na boca dela. Ela abre, olhos lacrimejando de nojo. Eu bato punheta rápido, e jorro leite grosso dentro, enchendo a boca: "Engole tudo, vadia!" Ela engasga, quase vomitando, o sabor misturado de porra e merda: "Urgh, que nojo, tá fedendo a cu!" Mas engole, tossindo, uma parte escorrendo pelo queixo. Eu dou um tapa na cara dela, ardendo: "Boa garota. Agora limpa a porcaria que você fez no meu pau, deixou a cabeça toda melada de merda." Ela se ajoelha, lambendo o pau sujo, vomitando um pouco na pia – "Blergh!" – mas volta, lambendo mais, chupando a merda residual. "Seu porco, me fazendo limpar isso." Vai assim, lambendo e vomitando, até o pau ficar limpo, brilhando de saliva. "Pronto, vadia. Agora a gente sai daqui."
Enquanto nos arrumamos, o banheiro fedendo a sexo e merda, eu digo: "No fim de semana, pais fora, vamos fazer receitas com essa bunda maravilhosa. Imagina eu cozinhando com seu cu como ingrediente principal." Ela ri, excitada: "Tô dentro, Daniel. Mas o corno do meu noivo só filma e tira fotos, hein? Ele adora ver mas não participa." Eu concordo: "Perfeito, vadia. Acompanhem nos sites da Selma – pra achar o autor, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife. Tem mais aventuras em breve, postagens diárias cheias de putaria." Saímos dali, corações acelerados, e eu sei que isso é só o começo. Comente abaixo e deixe seu email, porque fazemos sorteios diários de vídeos e fotos exclusivos, avisamos por email pros sortudos. Fiquem ligados, seus safados!
Mas espera, não para por aí. Vamos aprofundar nessa loucura toda, porque eu sei que vocês querem mais detalhes sujos, mais fedor, mais gemidos. Voltando ao momento em que eu cheirei pela primeira vez: o nariz colado no rego, inspirando aquele ar quente, úmido, carregado de um cheiro que é uma mistura perfeita de suor acumulado do dia, resquícios de higiene matinal que não duram, e o aroma inconfundível de intestino – terroso, quase doce, como terra molhada após chuva misturada com algo animalesco. "Snifff... caralho, vadia, isso é viciante." Ela se contorce, as coxas grossas tremendo, o suor escorrendo pelas pernas até os pés. "Você é louco, Daniel. Meu noivo acha isso repugnante." Eu lambo o suor das nádegas, a língua raspando na pele lisa, capturando gotas salgadas. "Ele é um otário. Isso aqui é ouro puro." Os sons: minha respiração pesada, os gemidos dela crescendo em volume, "Mmm... ahh...", e o leve crepitar da calcinha sendo puxada mais pro lado, revelando o cuzinho enrugado, rosado, piscando como se pedisse mais.
Quando enfio o dedo, é uma invasão lenta, deliberada. O anel muscular resiste no início, mas cede, e lá dentro é um mundo quente, apertado, com texturas variadas: a parede lisa do reto, e então, mais fundo, a massa fecal – parte firme, como uma bola compacta, parte mole, pastosa, quentinha como se estivesse fermentando. "Sente isso, vadia? Sua merda tá aqui, deliciosa." Tiro o dedo devagar, coberto de uma camada marrom pegajosa, e cheiro: "Snifff... puta que pariu, que fedor maravilhoso, mais forte que o suor." Lambo, a língua circulando o dedo, sabor amargo, salgado, com um toque de bile. Ela tapa a boca, olhos vidrados: "Você vai me fazer vomitar, seu doente! Mas... continua, me excita." O tapa na cara vem forte, ecoando: "Pá!", minha bochecha ardendo, mas eu sorrio, excitado pelo abuso verbal. "Mereço, sou um porco mesmo." Ela se masturba furiosamente, os dedos enfiados na xota virgem, o som molhado de "schlick schlick" preenchendo o ar.
Transitando pra foda anal: eu cuspo no pau, misturando com o pré-gozo que já vaza, e posiciono. A cabeça grossa pressiona o cuzinho, e empurro. "Aiii, porra, devagar!" Ela grita, as unhas cravadas na parede. Eu sinto o anel se abrindo, centímetro por centímetro, o calor engolindo meu cacete. Lá dentro, é apertado pra caralho, as paredes massageando, e o cheiro sobe: um fedor mais intenso agora, de cu sendo esticado, merda sendo remexida. "Fode, vadia, toma no rabo." Eu bombando ritmado, saindo quase todo e enfiando fundo, as bolas batendo "ploc ploc" nas nádegas suadas. Peidos vêm inevitáveis: primeiro um silencioso, "pffft", liberando um gás quente no meu pau, fedor de ovo podre misturado com merda. "Peida mais, sua puta!" Ela obedece involuntariamente, outro alto: "PRRRRT!", o cheiro explodindo, me deixando tonto de tesão. "Desculpa, Daniel, tô peidando no seu pau como uma vaca." Eu tiro o pau, melado de uma gosma marrom, e boto na boca dela: "Chupa, lambe sua merda." Ela hesita, mas suga, a língua limpando, engasgando: "Urgh, que sabor horrível, fedendo a cu sujo." Mas continua, excitada pelo degradação.
Mais peidos durante a foda: eu metendo forte, e "Prrrt! Pffft! PRRRRT!", cada um mais barulhento, o banheiro virando uma sinfonia de gases e gemidos. "Adoro seus peidos fedorentos, vadia. Me faz gozar mais rápido." Ela goza novamente, o cu contraindo no pau: "Ahhh, gozando com peido e pica no cu!" Eu sinto o clímax: tiro, gozo na boca aberta, jatos grossos de porra quente, misturando com o resíduo de merda na língua dela. "Engole, puta!" Ela engole, tossindo, vomitando um pouco: "Blergh, nojento!" Tapa na cara: "Pá!", e mando limpar. Ela lambe o pau sujo, vomitando na pia repetidamente – "Urgh! Blergh!" – mas volta, lambendo até limpar tudo, os olhos cheios de lágrimas e tesão.
Saímos dali, o cheiro grudado nas roupas, e eu penso: isso é só o aquecimento. Mais aventuras vindo, diárias, com o corno filmando. Comente com email pra sorteios de vídeos e fotos. Procurem www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife pra mais.
Agora, imaginando o que vem no fim de semana: pais fora, casa vazia, e eu com essa bunda como playground. Receitas? Sim, putaria culinária. Mas isso é pra próxima postagem. Fiquem ligados, safados.
Expandindo os diálogos pra mais picância: durante a cheirada, ela provoca: "Vai, cheira mais fundo, seu cachorro. Meu cu tá fedendo o dia todo, suor de caminhada, e você ama isso." Eu respondo: "Amo, vadia. Seu fedor é melhor que qualquer droga." Quando dedando: "Sente minha merda? Quentinha, né? Quero provar tudo." Ela: "Seu louco, lambe mesmo, me faz gozar vendo sua nojeira." No anal: "Fode mais, arromba meu cu virgem de hoje." Peidos: "Tô peidando, porra, desculpa!" Eu: "Não desculpa nada, peida mais, enche meu pau de gás fedorento." Tirando pau: "Chupa sua merda, puta." Ela: "Nojo, mas obedeço, seu dono." Gozada: "Bebe meu leite misturado com sua porcaria." Limpeza: "Limpa tudo, vadia, ou te bato mais."
Os cheiros detalhados: suor azedo como vinagre velho, merda terrosa como solo fértil, peidos sulfurosos como enxofre, porra salgada misturada. Sons: gemidos roucos, peidos explosivos, lambidas molhadas, tapas ecoando, vômitos guturais.
Sensações: pele suada escorregadia, cu apertado pulsando, dedo melado pegajoso, pau latejando no calor.
Isso tudo pra deixar vocês com pau duro ou xota molhada, querendo mais. Tem mais sim, diário. Comente email pra sorteios.
Mais detalhes na foda: eu variando o ritmo, devagar pra torturar, rápido pra punir. Ela implorando: "Mais forte, Daniel, me faz doer." Peidos sincronizados com as metidas, gás escapando quente. Tirando pau múltiplas vezes, forçando cheirada e lambida, ela cada vez mais submissa, apesar do nojo.
No final, abraço suado, promessa de mais. Corno filma só, excita vendo.
Aguardem, putos.
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