Anal que me dá prazer é quando estou com dor de barriga, anal sujo.
Ah, se você soubesse o fogo que queima dentro de mim toda vez que sinto aquela pressão no cu, o cheiro forte de podridão subindo enquanto peido alto e sujo, chamando uma pica grossa para me rasgar no limite da cagada, com fotos e vídeos quentes como esses que eu mesma gravei hoje com o Edu me fudendo sem dó, e ainda tem mais: aventuras com um velho safado de 70 anos que lambeu minha bunda fedida, um vizinho novinho de 19 que vomitou de nojo mas continuou metendo, e um encanador pauzudo que me deixou escorrendo merda e porra – tudo isso em detalhes explícitos que vão te deixar louco de tesão, querendo ver cada imagem, cada frame do vídeo, e implorando por mais, porque eu sou Flávia, a puta anal mais safada de Olinda, e isso é só o começo das minhas putarias diárias.
Eu sou Flávia, 26 anos, divorciada e morando sozinha num apartamentinho apertado em Olinda, onde o calor úmido da cidade parece só aumentar o meu tesão constante. Meu ex-marido nunca entendeu meu vício em dar o cu, achava nojento quando eu pedia pra ele me foder bem no momento em que a vontade de cagar apertava, com o reto cheio e o cheiro de bosta preenchendo o ar. Ele me chamava de louca, de anormal, mas eu sempre soube que era isso que me fazia gozar como uma cadela no cio – o proibido, o sujo, o fedor misturado com o prazer cru. Por anos, eu me masturbei sozinha, enfiando dedos no rabo enquanto segurava a cagada, imaginando uma pica dura me invadindo e me fazendo peidar alto, mas nunca tive coragem de contar pra ninguém. Até que descobri o site da Selminha em Recife, um lugar onde putas como eu se encontram com machos sem frescuras, trocando fotos e vídeos de fodas anal sujas, com peidos, merda e tudo que é taboo. Lá, eu vi que não era a única; tinha um monte de mulheres e homens que curtiam exatamente isso, marcando encontros com amigos pra se sujar sem julgamento. Foi lá que eu marquei com o Edu hoje, um cara alto, moreno, com uma pica grossa e veiosa que me deixou tremendo só de ver nas fotos que ele mandou. Meu corno, o Otávio, que agora só serve pra filmar e tirar fotos das minhas putarias, tava lá no canto do quarto, com a câmera na mão, sem tocar em nada, só registrando tudo pra eu postar depois e deixar os safados babando.
Hoje de manhã, eu acordei com aquela vontade louca de cagar, o estômago revirando depois de um café da manhã pesado com feijão e carne seca. Em vez de ir pro banheiro, eu segurei, sentindo o peso no reto, o cheiro já começando a vazar quando eu apertava as nádegas. Mandei mensagem pro Edu: "Vem logo, caralho, meu cu tá cheio e fedendo, pronto pra tua pica me rasgar." Ele chegou em meia hora, suado do calor de Recife, com um sorriso safado no rosto. Eu tava de shortinho curto, sem calcinha, e já sentia o ar úmido entre as pernas. "Flávia, sua puta, você tá mesmo no limite?", ele perguntou, apertando minha bunda com força. Eu ri, empinando o rabo pra ele. "Tô sim, porra, cheira aqui, vê se aguenta o fedor." Ele se abaixou, enfiou o nariz na minha bunda ainda vestida, e inalou fundo. "Caralho, que podridão deliciosa, parece que você vai cagar na minha cara." Meu cu piscou, e eu soltei um peido longo e molhado, o som ecoando no quarto como um trovão abafado, o cheiro de merda fresca enchendo o ar. Otávio ligou a câmera, filmando de longe, o pau dele duro na calça mas sem permissão pra tocar.
Eu me joguei na cama de bruços, abrindo as pernas, e mandei o Edu tirar minha roupa. Ele puxou o short com violência, expondo minha bunda redonda, com aquela tatuagem pequena de um pássaro no lado direito, que ele traçou com o dedo. "Olha isso, Flávia, teu cu tá piscando, fedendo a bosta. Você é uma vadia suja mesmo." Eu gemi, sentindo a pressão aumentar. "Me fode logo, Edu, enfia essa pica no meu cu cheio, faz eu peidar na tua rola." Ele cuspiu na mão, lambuzou a pica grossa, que pulsava vermelha e dura, e encostou a cabeça no meu buraco. O cheiro era insuportável, uma mistura de suor, bosta e excitação, mas isso só me deixava mais molhada. Eu empinei mais, de quatro agora, as tetas balançando, e soltei outro peido, dessa vez com um jato de ar quente que acertou a pica dele. "Puta merda, que nojo gostoso", ele grunhiu, forçando a entrada. A dor veio afiada, misturada com o alívio da pressão, e eu gritei: "Aaaah, caralho, tá rasgando meu cu fedido!" Ele meteu metade, parou, e eu peidei de novo, o som borbulhante, como bolhas estourando em lama, e senti um pouquinho de merda escorrendo pelas bordas.
Otávio zoomou a câmera, capturando cada detalhe: minha bunda tremendo, a pica do Edu entrando e saindo devagar, o fedor subindo como uma nuvem. "Filma direito, corno, mostra como meu cu tá sujo pra caralho", eu mandei, e ele obedeceu, sem dizer uma palavra. Edu começou a bombar mais forte, cada estocada fazendo meu reto revirar, a vontade de cagar misturando com o prazer. "Tá fedendo pra porra, Flávia, teu cu é uma fossa, mas tá tão apertado que vou gozar rápido." Eu ri, peidando alto de novo, o som ecoando como um tiro, e o cheiro de podridão invadiu o quarto, forte o suficiente pra fazer qualquer um vomitar. Mas eu amava isso, o nojo virando tesão puro. "Me fode mais fundo, Edu, chega na merda, faz eu soltar tudo na tua pica." Ele obedeceu, metendo até o talo, e eu senti o limite: um peido molhado escapou, seguido de um pouco de bosta marrom escorrendo pela minha coxa. "Caralho, que sujeira, sua puta fedorenta", ele disse, mas não parou, pelo contrário, acelerou, o pau dele lambuzado agora, brilhando com a mistura. Eu gemia alto, "Aiii, porra, tá me matando de prazer, fode esse cu cagado!", e o quarto cheirava a sexo sujo, suor e fezes, um fedor que grudava na pele.
Enquanto ele me fodia, eu lembrei de outras vezes, pra aumentar o tesão. Tipo aquela com o Seu João, um velho de 70 anos que eu conheci no site da Selminha. Ele era viúvo, morava sozinho em Recife, e curtia putarias extremas. Eu marquei com ele numa tarde chuvosa, cheguei na casa dele já segurando a cagada há horas. "Flávia, minha netinha safada, vem cá mostrar esse cu pra vovô", ele disse com voz rouca, os olhos brilhando. Eu me deitei no sofá dele, de quatro, e soltei um peido fedorento que fez o ar ficar pesado. "Cheira, velho safado, vê se aguenta." Ele se ajoelhou, enfiou a cara na minha bunda, inalando fundo. "Ah, que delícia, cheiro de bosta fresca, igual na minha juventude." Ele lambeu meu cu, a língua velha e áspera circundando o buraco, e eu peidei na cara dele, o som abafado contra a pele. "Puta merda, que podridão", ele murmurou, mas continuou, enfiando a língua dentro, provando a sujeira. Sua pica era pequena mas dura, e ele meteu devagar, gemendo: "Tá cheio, Flávia, sinto a merda na ponta." Eu forcei, peidando mais, e um pouco de bosta saiu, lambuzando tudo. Ele gozou rápido, gritando "Sua vadia cagona!", e eu gozei junto, o corpo tremendo. Otávio filmou tudo, claro, e as fotos saíram perfeitas, mostrando o velho lambendo minha bunda suja.
Mas nem todos aguentam. Teve o vizinho, o Paulo, um garoto de 19 anos que mora no prédio ao lado. Ele era virgem em anal sujo, mas curioso depois de ver minhas postagens no site. "Flávia, eu quero experimentar, mas tô com medo do cheiro", ele confessou quando chegou. Eu tava no auge da vontade de cagar, deitada na cama, bunda pra cima. "Vem, novinho, cheira meu cu fedido." Ele se aproximou, nariz tremendo, e eu soltei um peido longo, o som como um assovio molhado, o fedor de podridão enchendo o quarto. Ele recuou, rosto verde. "Caralho, que nojo, parece uma latrina!" Mas eu peguei a cabeça dele, forcei contra minha bunda. "Lambe, porra, prova a putaria de verdade." Ele lambeu hesitante, a língua tocando o buraco piscante, e peidei de novo, dessa vez com um jato que acertou a boca dele. Ele vomitou ali mesmo, no chão, o vômito misturando com o cheiro de bosta. "Eu não aguento, Flávia, tá fedendo demais!" Mas o pau dele tava duro como pedra, traíra. "Fode mesmo assim, novinho, enfia nessa merda." Ele meteu, choramingando de nojo, cada estocada fazendo mais peidos escaparem, sons borbulhantes e fedorentos. "Aaaah, porra, tá sujo pra caralho, mas tá gostoso", ele admitiu, acelerando até gozar dentro, a porra misturando com a sujeira. Otávio capturou o momento do vômito nas fotos, e eu postei anonimamente, pros safados verem como o nojo vira tesão.
E o encanador, ah, o Marcos, esse foi épico. Ele veio consertar um vazamento na minha cozinha, mas eu tava no dia certo: barriga cheia, cu apertado. "Flávia, o problema tá no cano, mas olha essa bunda, caralho", ele brincou, olhos fixos no meu short colado. Eu sorri, "Quer consertar meu cano também? Tô cheia aqui atrás." Ele largou as ferramentas, me pegou pela cintura. "Mostra, vadia." Eu baixei o short, empinei, e soltei um peido seco e fedorento, o cheiro de bosta velha subindo. "Puta que pariu, que fedor de fossa!" Ele riu, mas enfiou os dedos, sentindo a pressão. "Tá no limite, hein? Vou meter fundo nessa podridão." Sua pica era enorme, grossa como um braço, e ele cuspiu no cu, forçando a entrada. Eu gritei, "Fode, Marcos, rasga esse cu cagado!", e peidei alto, o som ecoando como um balão estourando, seguido de mais fedor. Ele bombou forte, cada metida fazendo meu reto revirar, e eu senti a merda vindo. "Caralho, tá saindo bosta na minha rola!", ele exclamou, mas continuou, o pau lambuzado marrom. O cheiro era nauseante, mistura de suor, porra e fezes, forte o suficiente pra fazer os olhos lacrimejarem. "Me faz vomitar de nojo, mas fode mais, porra!", eu implorei, gozando em ondas enquanto peidava sem parar. Ele gozou gritando, "Sua puta fedorenta, toma leite no cu sujo!", e Otávio filmou cada detalhe, as fotos mostrando a sujeira escorrendo pelas minhas pernas.
Voltando pro hoje, com o Edu, a foda tava no auge. Ele me virava de lado agora, uma perna erguida, metendo no cu enquanto eu peidava ritmadamente, sons molhados e borbulhantes, o fedor dominando o quarto. "Flávia, teu cu é uma fábrica de peidos, caralho, que delícia nojenta." Eu gemia, "Enfia mais, Edu, chega na merda profunda, faz eu soltar tudo." Ele obedeceu, bombando fundo, e eu senti o limite romper: um peido enorme, seguido de bosta mole escorrendo, lambuzando sua pica e minhas coxas. O cheiro era podre, como carne estragada misturada com esgoto, e eu via nos olhos dele uma mistura de nojo e tesão. "Puta merda, tô com vontade de vomitar, mas não paro, sua vadia cagona." Eu ri, apertando o cu em volta da rola dele, peidando mais, o som como fogos de artifício abafados. Otávio se aproximou, tirando fotos close-up da sujeira, o flash iluminando a bagunça marrom. "Mostra pros safados como eu amo isso, corno", eu mandei, e ele assentiu, pau latejando mas intocado.
Eu gozei primeiro, o corpo convulsionando, "Aaaah, caralho, tô gozando no cu fedido!", e peidei um último jato longo, o cheiro final de podridão selando o prazer. Edu veio logo depois, enchendo meu cu com porra quente, que misturou com a merda e escorreu pra fora. "Toma, Flávia, leite na tua fossa." Nós caímos na cama, ofegantes, o quarto fedendo como um banheiro público depois de uma festa. Otávio desligou a câmera, arrumou as fotos, e eu sorri pra ele: "Boa filmagem, corno. Agora posta isso no site da Selminha, pros outros verem." Ele obedeceu, como sempre.
Mas isso é só uma das minhas aventuras. Tem mais vindo em breve, putarias diárias com machos novos, sempre sujas e sem limites. Se você quer ver mais fotos e vídeos como esses, comenta aí embaixo com teu email – a gente faz sorteios diários pros sortudos ganharem conteúdos exclusivos, e avisamos por email. E pra achar mais sobre mim e o autor dessas histórias quentes, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo, lá tem tudo sem censura.
Agora, pensando no Seu João de novo, lembro dos detalhes que me deixam molhada só de recordar. Ele me chamou pra casa dele uma segunda vez, uns dias depois da primeira. "Flávia, vem com o cu cheio de novo, vovô tá com saudade do teu fedor." Eu cheguei lá depois de comer uma feijoada pesada, o reto inchado, pronto pra explodir. Ele me recebeu nu, a pica velha pendurada, e me levou pro banheiro, pra facilitar a sujeira. "De quatro no chão, puta", ele mandou, e eu obedeci, empinando a bunda no azulejo frio. Soltei um peido imediato, longo e ruidoso, o eco no banheiro amplificando o som como um trovão. O cheiro subiu rápido, podre e azedo, como ovos podres misturados com carne. "Ah, que perfume delicioso, Flávia", ele disse, ajoelhando atrás de mim. Enfiou o nariz no cu, inalando fundo, tossindo mas gemendo de prazer. "Lambe, velho nojento, prova minha bosta." Sua língua veio, lambendo o buraco piscante, e eu forcei outro peido, acertando em cheio na boca dele. "Caralho, que podridão, mas tô duro pra caralho." Ele meteu a pica pequena mas firme, bombando devagar, cada estocada fazendo mais peidos escaparem, sons abafados e molhados. Senti a merda vindo, e avisei: "Tá saindo, Seu João, vai lambuzar tudo." Ele acelerou, "Deixa sair, vadia, quero sentir a quentura." Um pouco de bosta mole escorreu, marrom e fedorenta, cobrindo sua rola. O cheiro era insuportável, fazendo meus olhos arderem, mas o tesão era maior. "Fode mais, porra, me enche de porra nessa merda!" Ele gozou gemendo, a porra velha misturando com a sujeira, e eu gozei apertando o cu, peidando alto no final. Otávio filmou do canto, capturando o velho lambendo a bagunça depois, com nojo mas viciado.
Com o Paulo, o novinho, a segunda vez foi ainda mais intensa. Ele voltou pedindo mais, apesar do vômito da primeira. "Flávia, eu sonhei com teu cu fedido, quero tentar de novo." Eu marquei à noite, depois de um dia segurando a cagada. Ele chegou nervoso, e eu mandei ele se deitar na cama. "Senta na minha cara primeiro, novinho, cheira direito." Eu montei no rosto dele, o cu bem na boca, e soltei um peido devagar, o som sibilante, o fedor de podridão invadindo suas narinas. Ele engasgou, "Porra, que nojo, tá pior que antes!", mas lambeu, a língua tremendo. Peidei de novo, molhado dessa vez, um jato que acertou a língua dele. Ele retesou, vômito subindo, mas engoliu em seco. "Caralho, Flávia, tô com vontade de vomitar, mas meu pau tá explodindo." Eu desci, de quatro, e mandei: "Mete agora, fode esse cu cagado." Ele enfiou, gemendo de nojo, cada metida acompanhada de peidos borbulhantes, o cheiro enchendo o quarto como uma névoa tóxica. "Tá sujo pra porra, sinto a merda na rola!", ele gritou, mas acelerou, o tesão vencendo o asco. Eu gemia, "Fode, novinho, faz eu peidar mais!", e soltei uma sequência de peidos rápidos, como metralhadora, fedor podre dominando. Ele vomitou um pouco no chão, mas continuou metendo até gozar, "Sua puta nojenta, toma porra no cu fedido!" Otávio tirou fotos do vômito e da sujeira, perfeitas pro engajamento.
O Marcos, o encanador, virou fixo. Na terceira visita, não era pra consertar nada, só pra foder. "Flávia, traz esse cu cheio pra mim, quero me sujar todo." Eu cheguei com a barriga inchada, deitei na mesa da cozinha dele, pernas abertas. "Cheira, Marcos, vê o fedor." Ele enfiou a cara, e eu peidei alto, o som ecoando na cozinha vazia, cheiro de bosta fresca subindo. "Caralho, que podridão gostosa, parece esgoto puro." Lambeu voraz, língua fundo no buraco, e eu forcei mais peidos, molhados e ruidosos. "Lambe a merda, pauzudo." Ele meteu os dedos, sentindo a pressão, depois a pica enorme. "Tá apertado pra caralho, Flávia, cheio de bosta." Bombou forte, cada estocada fazendo peidos explosivos, sons como bombas, fedor nauseante misturando com suor. Senti a merda vindo, avisei: "Vai sair tudo, Marcos!" Ele riu, "Deixa, vadia, quero a sujeira." Bosta escorreu grossa, lambuzando tudo, o cheiro de vômito iminente, mas ele fodeu mais fundo. "Tô com nojo pra porra, mas não paro, sua puta cagona!" Gozei gritando, peidando sem parar, e ele encheu meu cu com porra, a mistura escorrendo como lama. Otávio filmou close-ups, capturando o nojo nos olhos dele misturado ao prazer.
Essas fodas me definem, me fazem sentir viva, o tesão no sujo superando tudo. E tem mais aventuras vindo, diárias, com machos variados. Comenta com teu email pros sorteios de vídeos e fotos exclusivos – avisamos os vencedores por lá. Procura www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo pra mais.
Mas hoje com Edu foi o ápice recente. Depois da foda, nós limpamos a bagunça, rindo do fedor que ainda pairava. "Flávia, você é insana, mas viciante", ele disse, beijando minha bunda suja. Eu sorri, sabendo que amanhã tem outro, talvez um estranho do site. Otávio arrumou as fotos, prontas pra postar, e eu já sinto a pressão voltando. O ciclo continua, putaria sem fim.
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