Aventura Suja no Interior: Lambeu Minha Axila Suada, Cheirou Minha Bunda Fedida e Fodeu Meu Cu
Meu coração acelera só de lembrar daquela trilha empoeirada no interior de Pernambuco, onde eu, uma jovem casada de 25 anos chamada Sofia, me perdi em uma aventura proibida com um estranho guia chamado Pedro, envolvendo dois burros teimosos, suor escorrendo pelo meu corpo fedido, sedução barata por uns trocados, lambidas salgadas nas axilas, cheiros intensos de bunda suada e cu fedendo, um anal brutal que me fez gemer de dor e prazer misturados, e um final onde eu me agachei no mato cagando com o cu vazando esperma e bosta – uma história que vai te deixar com o pau duro ou a buceta molhada, querendo ver as fotos e vídeos que capturam cada gota de suor e cada grito abafado, e te implorando por mais contos assim.
O sol do interior de Pernambuco queima minha pele morena enquanto eu monto esse burro velho, o pelo áspero roçando nas minhas coxas nuas por baixo das shorts brancas curtas. Meu marido, o otário do Thiago, me deixou sozinha nessa viagem para "relaxar" na fazenda da família, mas eu sei que ele só queria tempo pra foder a secretária dele na cidade. Eu, Sofia, com meus óculos brancos embaçados de suor, o top bege grudado nos peitos grandes e suados, sinto o cheiro de terra seca e mato misturado ao meu próprio fedor – axilas pingando, buceta úmida de excitação pelo calor. O burro balança devagar na trilha estreita, e atrás vem o outro burro, carregando as malas, guiado por Pedro, o peão local que contratei por uns trocados pra me levar até o riacho escondido. Ele é um moreno forte, mãos calejadas, calça jeans apertada marcando o volume do pau, e olhos famintos que não param de devorar meu corpo desde que saímos.
"Ô, dona Sofia, tá quente pra caralho hoje, né? Seu corpo tá brilhando todo de suor, parece uma puta no cio", Pedro diz com um sorriso safado, aproximando-se do meu burro e passando a mão na minha perna, subindo devagar até a coxa. Eu rio, fingindo surpresa, mas meu coração dispara – eu sei que tô seduzindo ele desde o início, balançando os quadris no burro pra mostrar a bunda redonda empinada. "Quente mesmo, Pedro. Meu marido nem sonha que tô aqui sozinha com um macho como você. Quanto você quer pra me mostrar um atalho mais... divertido?" Eu pisco, inclinando o corpo pra frente, deixando os peitos balançarem. Ele morde o lábio, o pau endurecendo visivelmente. "Por cem reais, eu te mostro tudo, inclusive como um burro de verdade fode uma égua vadia como você."
Paramos na trilha, os dois burros pastando preguiçosos ao lado. O ar tá pesado com cheiro de mato seco, suor humano e o fedor animalesco dos burros – merda fresca no chão, urina velha misturada à terra. Pedro me puxa do burro, suas mãos grossas apertando minha cintura suada. "Vem cá, sua casada safada. Tô doido pra cheirar esse corpo fedido teu." Ele me vira de costas, cola o nariz na minha nuca, inalando fundo o suor salgado que escorre pelo meu pescoço. Eu gemo baixinho, sentindo o pau dele pressionando minha bunda. "Cheira mais, Pedro. Meu corpo tá fedendo a dia inteiro nesse calor do caralho." Ele desce as mãos, arranca meu top encharcado, expondo meus peitos grandes com mamilos escuros endurecidos. O suor pinga deles, e ele lambe devagar, o gosto salgado na língua. "Porra, que delícia de suor fedido. Levanta o braço, vadia."
Eu obedeço, erguendo os braços, expondo as axilas peludas e suadas, o cheiro forte de suor azedo invadindo o ar – um fedor de horas de caminhada, misturado a desodorante vencido. Pedro enterra o rosto ali, lambendo devagar, a língua áspera raspando a pele sensível, sugando o suor como se fosse mel. "Ah, caralho, que axila fedendo a puta suada! Lambe mais, seu safado, chupa tudo!" Eu grito, o corpo tremendo, a buceta pulsando de tesão. Os sons são altos – sua respiração ofegante, o slurp molhado da língua nas axilas, os burros relinchando ao fundo como se assistissem. Ele lambe uma axila inteira, depois a outra, o cheiro intenso me deixando tonta, o gosto salgado na boca dele me fazendo gemer. "Sua axila tá fedendo pra caralho, Sofia. Quero mais fedor, vira de costas agora."
Eu me viro, empinando a bunda pra ele, as shorts brancas grudadas no suor. Pedro ajoelha no chão empoeirado, puxa as shorts pra baixo, expondo minha bunda redonda e suada, sem calcinha por baixo. O cheiro sobe forte – suor de bunda, misturado ao fedor de cu não lavado há horas, um aroma musgoso e picante que enche o ar. "Porra, que bunda fedida! Cheira isso, Pedro, cheira minha bunda suada como um cachorro no cio." Ele cola o nariz entre as nádegas, inalando fundo, o ar quente saindo da boca dele. "Ah, fedendo a cu de vadia no mato! Lambe agora, lambe meu cu fedendo." Sua língua invade, lambendo o cu apertado, o gosto amargo e salgado de suor e resquícios de merda velha. Eu gemo alto, "Ahhh, porra, lambe esse cu fedorento, seu puto! Mais fundo, chupa tudo!"
Os burros observam, o sol batendo forte, suor escorrendo pelas minhas costas. Pedro se levanta, pau duro pra caralho saindo da calça, grosso e veioso, pingando pré-gozo. "Agora eu vou foder esse cu fedido teu, Sofia. De quatro no chão, como uma égua pros burros." Eu me posiciono, bunda empinada, o cu piscando de tesão e medo. Ele cospe no pau, força a entrada – dor lancinante, como se rasgasse ao meio. "Aiii, caralho, tá doendo pra porra! Mais devagar, seu pauzudo filho da puta!" Mas ele ignora, empurrando forte, o anal brutal me fazendo gritar. Gemidos ecoam na trilha: "Ahhh, fode mais, dói mas é bom, porra! Meu cu tá pegando fogo!" Sons de pele batendo, ploc ploc molhado, cheiro de sexo suado misturado ao fedor dos burros. Ele soca fundo, eu rebolo, dor virando prazer insano. "Toma, vadia casada, leva pau no cu fedendo! Goza pra mim, grita!"
Eu gozo gritando, o corpo convulsionando, buceta esguichando no chão empoeirado. Pedro goza logo depois, enchendo meu cu de porra quente, vazando pelos lados. "Porra, que cu apertado! Agora sai, vadia." Ele puxa o pau, e eu sinto o cu vazando – esperma grosso misturado a um fedor de bosta remexida. "Ah, merda, tô precisando cagar agora, Pedro. Me dá papel, caralho!" Ele ri, me joga um rolo de papel higiênico da mala do burro. Eu me agacho no mato ao lado da trilha, pernas abertas, cu vazando esperma branco e agora bosta mole saindo, o cheiro forte de merda fresca misturado ao sêmen. "Ahhh, porra, tô cagando com o cu cheio de porra tua! Olha isso, vazando tudo!" Sons de plop no chão, o fedor subindo, eu limpando com o papel sujo, rindo histericamente enquanto os burros pastam indiferentes. Tudo meu com casadas, videos, fotos, etc posto em www.selmaclub.com desde 2008 até hoje.
Pedro me ajuda a levantar, beijando minha boca suada. "Foi foda, Sofia. Seu marido nunca vai saber, mas eu quero mais." Eu sorrio, vestindo as roupas encharcadas. "Nem eu, seu safado. Mas pra achar o autor dessa loucura, segue minhas postagens – tem mais aventuras assim vindo em breve, com novas histórias diárias cheias de putaria no mato. Comenta aí embaixo o que achou, me diz se quer mais detalhes ou fotos exclusivas. Vai, comenta agora, seu tarado, pra eu saber que te deixei louco de tesão." Caminhamos de volta, os burros seguindo, meu corpo ainda fedendo a sexo e suor, ansiosa pela próxima trilha proibida.
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