Vários amigos adoram esse fetiche imundo e nojento comigo. Exponho todos hoje!
Bom dia a todos os amigos safados por aí! Imaginem acordar com o cu cheio de leite quente, misturado com toda a merda acumulada da noite, e depois soltar tudo numa tigela de cereais crocantes para um bando de putos famintos devorarem como se fosse o manjar dos deuses – cheiro podre, sabor nojento, mas eles lambem até a última gota, gemendo de prazer enquanto meu corno só filma e tira fotos, sem tocar em nada. Essa é só a ponta do iceberg de um fim de semana insano de fetiche que vai deixar vocês de pau duro ou buceta molhada, querendo ver cada foto e vídeo anexado, e ansiando por mais aventuras picantes que eu prometo postar diariamente, com novos putos chegando para provar meu "leite especial". Leiam até o fim, comentem o que acham dessa loucura, e preparem-se para gozar imaginando vocês no lugar deles.
Eu acordo cedo, o sol mal raiando pela janela da casa de praia que alugamos, e já sinto aquela pressão no cu – uma mistura de bosta dura da noite toda e a urgência de cagar que me deixa inquieta na cama. Mas aí vem o primeiro da fila, o Daniel, aquele filho da puta que começou toda essa merda de fetiche comigo. Ele sorri com aquela cara de safado, segurando o litro de leite integral gelado da geladeira, e diz: "Bom dia, minha rainha do cu leiteiro. Hoje vai ser épico, vai apurar bem esse saborzinho especial pro seu fã clube." Eu rio, mas no fundo sinto um arrepio de nojo misturado com excitação – adoro ser o centro das atenções desses tarados, mesmo que isso me faça querer vomitar. Ele me vira de bruços na cama, espalha minhas nádegas gordas e úmidas, e enfia o bico da caixa de leite no meu buraco apertado. "Relaxa, vadia, deixa entrar tudo", ele murmura, apertando a caixa devagar. O leite frio invade meu reto, enchendo, esticando, misturando-se com a porra quente que já tá lá dentro. Eu gemo alto, "Porra, Daniel, isso tá gelado pra caralho, vai me dar cólica!", mas ele ignora, apertando mais forte até o último gole entrar, e meu cu piscando, vazando um pouquinho de leite branco misturado com farelos marrons. O cheiro já começa a subir – azedo, podre, como leite estragado no sol.
Não para por aí. Enquanto o leite apura dentro de mim, remexendo no meu intestino como uma sopa nojenta de bosta e lácteo, chamamos o próximo, o Paulo, um amigo novo que viu meus vídeos antigos e implorou pra participar. Ele chega com uma ereção visível na bermuda, olhos brilhando de tesão. "Selma, sua puta deliciosa, eu esperei semanas por isso. Meu pau tá latejando só de imaginar o sabor." Nós três – eu, Daniel e Paulo – vamos pra praia, eu andando devagar, sentindo o leite sloshing lá dentro, batendo nas paredes do meu cu, se misturando com gases e pedaços moles de merda. Cada passo é uma tortura: "Ai, caralho, tá doendo, filhos da puta! Essa porra tá fermentando no meu rabo!" Eles riem, Daniel filmando com o celular, o corno manso no canto só ajustando o ângulo, sem dizer nada, só capturando cada gemido meu. O cheiro sutil vaza pelas minhas calcinhas, um fedor de queijo podre e leite azedo que faz os passantes na areia franzirem o nariz, mas esses dois tarados inalavam como se fosse perfume. Paulo me cutuca: "Imagina quando soltar, vai ser cremoso pra caralho, com aqueles pedacinhos extras que eu adoro."
Depois de horas na praia, suando sob o sol, meu cu não aguenta mais – tá inchado, latejando, pronto pra explodir. Voltamos pra casa, eu de quatro no chão azul do quarto, bunda empinada, cu piscando vermelho e melado. Daniel pega a tigela transparente, enche de cereais dourados e crocantes – corn flakes novinhos, cheirando a mel e milho fresco. "Pronto, vadia, solta tudo pro papai", ele ordena, posicionando a tigela embaixo do meu rabo. Eu empurro, grunhindo alto: "Ahhh, porra, sai logo essa merda!" O leite jorra quente, grosso, marrom-avermelhado, cheio de grumos de bosta flutuando, espirrando nos cereais com um som molhado, splosh-splosh, como chuva grossa num lago fedorento. O cheiro explode no ar – podre, fecal, lácteo azedo, tão forte que meus olhos lacrimejam, e eu grito: "Que nojo do caralho, isso fede a esgoto misturado com leite podre!" Mas Paulo se ajoelha, pega a colher, e enfia na boca o primeiro bocado, mastigando devagar, gemendo: "Mmm, delícia, Selma! Cremoso, salgadinho, com esse toque de cu que é inigualável. Mais, me dá mais!" Daniel filma de perto, rindo: "Olha só, puto, tá comendo como um porco faminto. Lambe tudo, vai!"
Não satisfeitos, chamamos o terceiro, o Marcos, que chega ofegante, pau duro pulsando na calça. "Eu vi as fotos antigas, Selma, e sonhei com isso. Meu fetiche é exatamente esse – leite apurado no cu de uma vadia como você." Ele se junta, e agora são dois comendo da tigela, colheres brigando pelos pedaços mais grossos, lambendo os beiços sujos de merda leitosa. Eu sinto mais leite vazando, pingando nas minhas coxas, o cu arfando com um som úmido, fart-fart, liberando gases fedorentos que fazem o quarto cheirar a fossa aberta. "Caralho, Marcos, prova isso aqui, tem um grumo grande de bosta pura", diz Paulo, passando a colher. Marcos engole, olhos revirando de prazer: "Foda-se, é o melhor café da manhã ever! Quente, viscoso, com esse aroma de cu suado que me faz gozar sem tocar." Meu corno, o manso, só tira fotos – close-ups do jorro, da tigela cheia de porcaria marrom, dos putos devorando. Eu rio, excitada apesar do nojo: "Vocês são uns filhos da puta doentes, mas adoro ver isso. Comentem aí embaixo se querem provar também!"
Enquanto eles limpam a tigela com as línguas, lambendo cada resíduo grudento, eu penso em como isso começou com Daniel e se espalhou pros amigos – Paulo, Marcos, e mais virão. Pra achar mais sobre mim, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife, lá tem todos os vídeos completos, fotos explícitas, e contos picantes como esse. O cheiro persiste no ar, um fedor denso de merda, leite e suor que impregna as paredes, mas esses tarados pedem bis: "Selma, enche de novo pro almoço? Com iogurte dessa vez?" Eu nego, mas sei que cederei – adoro viajar pra conhecer novos putos, fazer vídeos frescos, ou receber aqui na casa de praia. Meu telegram tá em www.bit.ly/selmatudo, mandem mensagem se quiserem participar, filhos da puta curiosos.
O dia segue com mais rodadas – à tarde, usamos leite condensado, que sai ainda mais grosso, grudando nos cereais como uma gosma doce e fecal, e eles comem de joelhos, gemendo "Mais, vadia, solta mais merda leitosa!". Sons de mastigação molhada enchem o quarto, cheiro de podridão doce me dando ânsia, mas o tesão deles me contagia. No fim do fim de semana, exausta, cu dolorido e vazio, eu aviso: tem mais aventuras em breve, com novos putos e fetiches ainda mais nojentos, postagens diárias pros safados como vocês. Comentem abaixo o que acham, digam se gozaram vendo as fotos e vídeos anexados, e fiquem ligados – o corno só filma, mas eu entrego o show completo.
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