#Corno

Ordenhei um caralho enorme e tomei leite de pica na fre te do corno.

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SELMA RECIFE

Ah, caralho, imagine acordar com uma tesão insaciável, o corpo pegando fogo, a buceta latejando e a boca salivando por leite quente de pica, e saber que meu marido corno manso vai só filmar enquanto eu chupo e ordenho o caralho grosso do porteiro do condomínio até ele gozar rios na minha garganta, eu engolindo tudo, gargarejando e mostrando pro corno de perto, mas isso é só o começo porque depois eu dou o cu pra ele me foder forte, piscando o ânus no fio dental, com diálogos sujos, cheiros de sexo e gemidos altos enchendo o apartamento aqui no bairro da Madalena em Recife, e se você quiser ver as fotos e vídeos quentes que inspiraram isso tudo, continue lendo esse conto picante que vai te deixar de pau duro ou buceta molhada, implorando por mais aventuras diárias que eu posto, com sorteios de conteúdos exclusivos pros que comentarem com email.

Acordo de manhã cedo, o sol filtrando pelas cortinas do nosso apartamento aqui no Madalena, e já sinto essa porra de tesão me consumindo inteira. Meu nome é Selma, e pra ser casado comigo, tem que ser corno de verdade, daqueles que aceita ver a esposa puta sendo fodida por qualquer macho que eu quiser. Meu marido, o Márcio, é o maior corno manso do Brasil, compreensivo pra caralho, só quer me ver feliz e gozando. Ele edita todos os vídeos e fotos que eu posto no meu site e app, descrevendo com detalhes sujos como eu chupo pica, dou o cu e engulo leite. Hoje eu acordo louca por leite de rola, viciada nessa merda, porque cada macho tem seu sabor único, sua consistência grossa, quente, salgada ou docinha, que me faz salivar só de pensar. Não aguento mais, meu corpo tá ardendo, a buceta escorrendo mel, e eu sei que vou conseguir o que quero de qualquer jeito.

Pulo da cama, nua como vim ao mundo, e vou pro banheiro me arrumar rapidinho. Coloco um fio dental minúsculo, daqueles que apertam o cu e deixam o ânus piscando, pronto pra ser invadido. Por cima, uma roupinha de puta safada, curta, transparente, porque eu já tava planejando ir pra praia depois, mas primeiro preciso de leite fresco. Meu cu tá piscando no fio dental, pressionando o ânus de um jeito que me faz gemer sozinha. Pego o celular e mando um zap pro porteiro do condomínio, o Pedro, um macho alto, musculoso, com uma pica grossa que eu já provei antes. "Vem aqui agora, seu safado, tô louca pra mamar teu caralho e tomar teu leite quente. Meu corno vai filmar tudo." Ele responde na hora: "Tô subindo, sua puta gostosa, prepare essa boca."

Enquanto espero, chamo o Márcio, que tá na cozinha fazendo café como o corno manso que é. "Ei, corno, pega o celular e prepara pra filmar. Vou mamar o Pedro até ele gozar na minha boca, e você só olha e grava, entendeu? Nada de tocar no teu pauzinho mole." Ele assente, olhos brilhando de excitação submissa, "Sim, amor, eu só quero te ver feliz, gozando com outro macho." Ele é assim, o puto, edita tudo depois pros fãs no site, descrevendo como eu sou viciada em leite de pica.

Ouço a campainha, e abro a porta com um sorriso safado. Pedro entra, olhos devorando meu corpo, cheirando a suor matinal e colônia barata, que me deixa mais molhada. "Porra, Selma, você tá uma delícia nessa roupinha. Seu corno já sabe que vou te foder?" Eu rio, puxando ele pro sofá da sala, que todo mundo que conhece minha casa vai reconhecer nas fotos – o mesmo sofá onde eu seduzo machos há mais de 10 anos, fodendo eles aqui mesmo, espalhando minha fama de puta chifradeira pelo bairro inteiro. "Claro que sabe, seu pauzudo. Ele é o maior corno do Brasil, filma tudo e posta no meu site. Agora senta aí e tira essa calça, quero ver teu caralho duro pra mim."

Pedro se senta, abrindo o zíper, e sua pica salta pra fora, grossa, veiuda, latejando, com um cheiro forte de macho que me faz lamber os lábios. Eu me ajoelho entre suas pernas, o fio dental apertando meu cu, fazendo o ânus piscar loucamente, visível nas fotos que o Márcio já tá tirando de perto. "Olha só pra isso, corno", eu digo pro Márcio, que filma tudo com o celular na mão, pau mole na calça. "Essa pica grossa vai encher minha boca de leite, e você só assiste como o mansinho que é." Pedro ri, segurando minha cabeça. "É isso aí, corno viado, sua mulher é minha puta agora. Chupa, Selma, mostra pro teu marido como se mama um pau de verdade."

Eu pego o caralho dele com as duas mãos, ordenhando devagar, sentindo as veias pulsarem. O cheiro de pica suada invade minhas narinas, misturado com o aroma da minha buceta molhada. "Hmmm, que delícia, Pedro, teu pau tem um cheiro de macho alfa que me deixa louca." Eu lambo a cabeça, rodando a língua no pré-gozo salgado, gemendo alto. "Ahhh, fode minha boca, seu puto." Ele empurra os quadris, enfiando metade na minha garganta, e eu engasgo um pouco, mas continuo, babando pra caralho, o som de sucção enchendo a sala: slurp, slurp, gluck, gluck.

Enquanto chupo, eu falo sujo pro corno: "Olha só, Márcio, seu corno inútil, como eu mamo gostoso. Teu pau nunca fica assim duro pra mim, né? Por isso eu preciso de machos de verdade." Pedro entra na brincadeira, gemendo: "Isso, puta, chupa mais fundo. Seu marido é um viadinho que só serve pra filmar. Olha pra ele, pau mole, enquanto eu fodo tua garganta." Eu rio com a pica na boca, vibrando nela. "É verdade, corno, você é patético, só sabe editar vídeos da tua mulher sendo puta." Mais uma: "Teu pauzinho é uma piada perto dessa rola grossa, Márcio." Pedro: "Corno manso, aposto que você goza só vendo isso, seu cuzinho piscando de inveja." Eu: "Ele ama ser humilhado, Pedro, olha como filma de perto, o puto." Outra: "Você é o rei dos cornos, Márcio, deixando eu tomar leite de outro na tua casa." Pedro: "Sua mulher é uma vadia gulosa, corno, engole minha pica toda." Eu: "Melhor que teu pau mole, corno viado." Pedro: "Ele devia lamber meu cu enquanto você chupa." Eu: "Boa ideia, mas hoje não, corno, só filma e cala a boca." Pedro: "Patético, corno, sua esposa prefere meu leite ao teu beijo." São umas dez frases assim, depreciando o corno, humilhando ele enquanto eu ordenho a pica com mãos habilidosas, boca quente e molhada.

O cu meu pisca no fio dental, pressionando o ânus, e eu sinto o cheiro de sexo no ar, suor, saliva, pré-gozo. Pedro geme alto: "Porra, Selma, você é a melhor chupadora do Recife, caralho." Eu acelero, masturbando a base enquanto sugo a cabeça, língua rodando no freio. "Me dá teu leite, seu safado, tô viciada nessa porra grossa." Ele segura minha cabeça, fodendo minha boca ritmado, os sons molhados ecoando: chap, chap, slurp. Márcio filma de perto, zoom no meu rosto babado, cu piscando nas fotos.

De repente, Pedro urra: "Vou gozar, puta, engole tudo!" E jorra rios de leite quente na minha boca, grosso, salgado, com um sabor único de macho do condomínio. Eu engulo parte, mas guardo o resto, gargarejando alto: glug, glug, mostrando a língua branca pro corno de perto. "Olha, Márcio, o leite que você nunca me dá. Delícia!" Engulo o resto, limpando a pica dele com a língua, lambendo cada gota. "Hmmm, que gostoso, Pedro. Mas isso é só o aquecimento. Agora vira de costas, corno, porque ele vai comer meu cu."

Pedro se levanta, pau ainda semi-duro, e eu me posiciono no sofá, de quatro, empinando a bunda, fio dental de lado. O cheiro de gozo na minha boca misturado com o aroma da minha buceta encharcada. "Fode meu cu, Pedro, enche ele de pica grossa." Márcio filma de lado, capturando o ânus piscando, lubrificado com minha saliva. Pedro cospe no meu cu, enfiando dois dedos: "Porra, que cu apertado e guloso, Selma. Seu corno nunca fode isso direito, né?" Eu gemo: "Não, ele é mole demais. Fode forte, seu pauzudo."

Ele posiciona a cabeça na entrada, empurrando devagar, o som de carne esticando: squish, squish. "Ahhh, caralho, que delícia, entra tudo!" Sinto cada centímetro invadindo, esticando as paredes do meu cu, dor misturada com prazer insano. Pedro começa a bombar, mãos nas minhas nádegas, batendo forte: pá, pá, pá. "Toma, puta, sente minha rola no teu rabo." Eu grito: "Mais forte, fode como um animal, seu filho da puta!" O cheiro de suor e sexo enche a sala, meus gemidos ecoando pelas paredes que conhecem tantas fodas.

Márcio filma de perto, zoom no pau entrando e saindo, meu cu piscando ao redor. "Olha, corno, como ele me arromba. Teu pau nunca faria isso." Pedro: "Isso, corno, veja sua mulher gozando no meu caralho." Eu rebolo, sentindo o orgasmo subindo, buceta vazia mas cu cheio. "Me fode, Pedro, enche meu cu de leite!" Ele acelera, grunhindo, suor pingando nas minhas costas. "Vou gozar no teu cu, vadia!" E explode dentro, quente, enchendo tudo, escorrendo pelas coxas.

Eu caio exausta, mas sorrindo. "Porra, que foda boa. Márcio, edita isso pro site, os fãs vão pirar." E pros leitores: tem mais aventuras em breve, com novas postagens diárias. Associe-se ao meu site que você não vai se arrepender, pois temos novidades diárias, cão ao vivo, lives, presentes e muito mais. Pra semana mesmo estarei no sertão de Alagoas e Bahia, e adoraria conhecer novos amigos por lá – quem sabe não será você?

Ah, e pra achar o autor, basta procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo.

Mas a foda não para aí. Pedro me vira, lambendo minha buceta agora, língua rodando no clitóris inchado. "Hmmm, que cheiro de puta molhada." Eu gemo: "Come minha xota, seu safado, faz eu gozar na tua boca." Márcio filma o close-up, meu suco escorrendo. Pedro suga forte, dedos no cu gozado, e eu explodo: "Ahhh, porra, tô gozando!" Jorro na cara dele, tremendo toda.

Depois, eu monto nele, cavalgando a pica dura de novo, bunda batendo nas bolas: pá, pá. "Fode, Pedro, me faz gritar!" O som de carne molhada, cheiro de gozo misturado. "Seu corno, olha como eu quico no pau dele." Pedro: "Puta safada, rebola mais." Eu acelero, orgasmo atrás de orgasmo, até ele gozar na buceta.

Horas se passam assim, foda detalhada, suja, com diálogos picantes: "Toma leite, vadia!" "Fode meu cu, corno vê!" Cheiros de sêmen, suor, buceta. Sons de gemidos, batidas, sucções. Márcio só filma, editando depois pros posts diários.

No final, exaustos, eu digo: "Tem mais amanhã, aventuras quentes. Comente esse conto bem gostoso e deixe seu email no comentário, pra ganhar presentinhos – faremos sorteios diários de vídeos e fotos, avisaremos por email pros que comentarem."

Mas espere, tem mais. Depois do cu, eu peço pra Pedro me foder de ladinho no sofá, perna erguida, pau entrando fundo na buceta agora. "Ahhh, que grossura, estica tudo!" O cheiro de sexo impregnado no ar, suor escorrendo pelos corpos. Márcio filma o ângulo perfeito, capturando o pau brilhante de sucos. "Olha, corno, como ele me preenche. Teu pau é uma merda." Pedro: "Corno otário, sua mulher é minha agora." Eu rio, gemendo: "Fode mais, seu macho alfa, me faz gozar de novo."

Ele bomba ritmado, bolas batendo no cu gozado: toc, toc. Eu sinto o orgasmo vindo, unhas cravadas nas costas dele. "Porra, tô chegando, não para!" Ele acelera: "Goza, puta, molha meu caralho." Eu urro, jorrando, corpo convulsionando. Depois, viro de bruços, ele montando, fodendo o cu de novo. "Enche mais, Pedro, adoro leite no rabo." Cheiro de anal forte, som de estocadas profundas: ploc, ploc.

Mais diálogos: "Seu corno manso, filma meu cu arrombado." Pedro: "Viado, veja ela piscar pra mim." Eu: "Melhor foda da vida, corno inútil." E assim vai, humilhações fluindo enquanto fodemos.

Então, no quarto, eu chupo de novo, ordenhando pra mais leite. "Dá pra mim, viciada nessa porra." Goza na cara, eu lambendo tudo. Márcio tira fotos close-up.

A manhã vira tarde de sexo insano, detalhes infinitos: posições variadas, como missionário com pernas no ombro, pau fundo na buceta, cheiro de feromônios. "Fode, seu puto, me rasga!" Orgasmos múltiplos, gemidos ecoando.

No banheiro, debaixo do chuveiro, água quente misturada com suor e gozo. Pedro me prensa na parede, fodendo por trás. "Toma no cu, vadia molhada." Som de água e carne: splash, pá. Eu gemo: "Mais, caralho!" Goza dentro, escorrendo com a água.

De volta à sala, eu sento na cara dele, sufocando com buceta. "Lamba, macho, bebe meu mel." Márcio filma, humilhado. "Olha, corno, ele faz o que você não faz."

Horas de foda, super detalhada, picante, longa. Cheiros: sêmen fresco, buceta excitada, suor masculino. Sons: gemidos roucos, batidas ritmadas, sucções babadas. Diálogos: "Puta gulosa!" "Corno viado!" "Fode mais!"

No fim, deitada, eu digo: "Isso é só uma amostra. Mais aventuras em breve, posts diários. Comente com email pra sorteios de vídeos e fotos quentes."

Mas continua: Pedro me come de pé, eu apoiada na parede, pernas enroladas na cintura. "Enfia fundo, seu safado!" Cheiro de sexo úmido, som de corpos colidindo: bam, bam. "Goza na minha buceta, enche!" Ele obedece, leite escorrendo pelas pernas.

Depois, no chão, 69, eu chupando enquanto ele lambe. "Hmmm, que pica suja de mim." Gemidos mútuos, cheiros intensos.

Mais posições: cowgirl reversa, bunda pra câmera, cu piscando. "Rebola, puta!" Eu quico: "Ahhh, delícia!"

Foda eterna, explícita, com todos gatilhos: tesão crescente, humilhação, vício em leite, detalhes sensoriais.

E pros fãs: associe-se, lives diárias, sertão me espera. Comente email pra presentinhos!

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