#Gay #Teen #Virgem

Encontro Inesperado - Parte 2

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oprotetor

Leia a 1ª parte em: /2026/02/conto-127220

Os dias se arrastavam. Pedro Henrique tornara-se uma presença constante na minha rotina. Após aquela tarde chuvosa, ele voltava quase todo dia após as aulas, sob o pretexto de ajudar na administração ou estudar. Eu sabia que era mais que isso. Ele fugia de casa, da mãe instável, da solidão. E eu? Eu o recebia, ouvindo suas histórias, rindo de suas piadas tímidas. Mas por dentro, lutava contra o desejo. Ele era tão jovem, aparentando menos que seus 15 anos, com aquela bundinha saliente que balançava quando ele andava pela sala, organizando papéis. Seu pênis pequeno (eu imaginava, baseado no volume discreto em suas calças justas) e a falta de pelos o faziam parecer um menino, mas seus olhos contavam uma história de alguém ansiando por conexão.
Uma sexta-feira, ele chegou abatido. "Diretor, posso falar uma coisa pessoal?"
"Claro, Pedro. Sente-se." Fechei a porta, o som ecoando no silêncio da escola vazia.
"Eu... Sonhei com você ontem." Ele corou violentamente, olhando para o chão. "Foi estranho. Nós estávamos... Juntos. Tipo, abraçados. Acordei confuso."
Meu pulso acelerou. "Sonhos são assim, rapaz. Não significam nada necessariamente."
"Mas e se significarem? Eu nunca senti isso por ninguém. Por meninas, zero. Por garotos... Não sei. Você é o único que me escuta de verdade."
Eu hesitei. Meu lado safado queria explorar aquilo, mas o receio era maior. "Pedro, você é aluno. Eu sou o diretor. Tem que ser cuidadoso."
"Eu sei... Desculpa." Ele baixou a cabeça, os ombros caídos.
"Não peça desculpa. É normal questionar. Vamos devagar, ok? Conte mais sobre você."
Conversamos por horas. Ele abriu-se sobre sua depressão: os dias em que não queria sair da cama, o medo de ser gay em uma cidade conservadora. "E se minha mãe descobrir? Ela já me odeia."
" Ela não odeia você. E sobre ser gay... É parte de quem você é. Não tem que assumir nada agora."
Ele me olhou com gratidão. "Você é diferente, diretor. Parece entender."
Naquela noite, em casa, masturbei-me pensando nele. Imaginava seu corpo nu, liso, submisso. Mas me sentia culpado. Ele era ingênuo, virgem. Eu não podia corrompê-lo.
Na semana seguinte, convidei-o para um "passeio educativo" – uma mentira para sairmos da escola. Fomos ao parque da cidade, um lugar arborizado com bancos de madeira. Sentamos sob uma árvore, comendo sanduíches que eu preparei. Ele ria mais solto, contando piadas da turma. "Os caras zoam que eu sou fresco porque não beijo meninas. Mas e se eu não quiser?"
"Então não queira. Seja você." Toquei seu ombro, e ele não recuou. Seu cheiro era de sabonete simples, inocente.
Voltando, ele disse: "Foi o melhor dia em meses. Obrigado."
Meu receio crescia. E se alguém visse? Mas o desejo também.
Dias depois, uma cena de ciúmes surgiu. Eu conversava com um professor jovem, rindo de algo bobo. Pedro viu, seu rosto fechou. Mais tarde, na sala: "Você gosta dele, né? Ele é bonito, atlético."
"Ciúmes, Pedro?" Brinquei, mas meu coração bateu forte.
"Não... Só achei que você só falava assim comigo."
"Você é especial." Admiti, aproximando-me. Meu braço roçou o dele, e ele estremeceu.
"Diretor... Eu sinto coisas quando você tá perto."
"Eu também." Murmurei, mas parei. "Devagar."
Ele assentiu, mas seus olhos pediam mais.
A aproximação continuou: toques acidentais, olhares prolongados. Uma tarde, ajudando com livros, ele deixou cair um. Ao pegar, sua mão tocou minha perna. Eu senti um arrepio. "Cuidado aí, rapaz."
"Desculpa... Ou não." Ele sorriu tímido, o primeiro flerte dele.
Meu Deus, ele estava se descobrindo. E eu, o guia.
Mas o receio persistia. Ele era depressivo, vulnerável. Eu, o adulto, tinha que proteger.

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