Nizam e seu cunhadinho Léo - Parte 11
Era uma tarde de sábado bem preguiçosa. O sol queimando lá fora no quintal, mas dentro de casa o ar-condicionado deixava tudo fresquinho e calmo. Eu Maurício, estava na sala arrumando umas coisas quando a campainha tocou. Abri a porta e lá estava ele o Léo, com aquele sorrisinho tímido que me ganhava toda vez.
Ele usava uma bermuda jeans curtinha que mostrava as coxas finas e clarinhas, camiseta larga escorregando um pouco no ombro, cabelo todo bagunçado e os olhos brilhando de animação. Trazia uma sacolinha de mercado provavelmente uns doces pra gente dividir.
— Oi… posso entrar? — perguntou baixinho, quase com medo de alguém ver.
Eu sorri largo, puxei ele pela mão e fechei a porta rápido.
— Claro, meu menino. Entra logo antes que a vizinha fofoqueira veja.
Ele deu uma risadinha nervosa, malentrou e eu já abracei ele por trás, beijando devagar o pescoço. Ele se arrepiou todinho e encostou as costas no meu peito.
— Você tá lindo hoje… — falei no ouvido dele. — Tava com saudade.
— Eu também… — ele sussurrou, virando o rosto pra me beijar.
Mas antes da gente se perder no beijo, ouvi passos no corredor. Era o Rick, meu irmão mais novo, ele tinha chegado de surpresa uns vinte minutos antes, ia ficar uns dias aqui em casa pra resolver umas coisas do trabalho (melhor que hotel, ele disse).
Rick tem 32 anos, alto igual eu, mas mais magro. Cabelo curto castanho, barba rala, tatuagens nos braços. Sempre foi o mais extrovertido da família: falante, brincalhão, e com aquele jeito de olhar que faz a pessoa se sentir notada.
Ele apareceu na porta da sala segurando uma lata de refrigerante e parou quando nos viu abraçados.
— Ah… então é esse o famoso Léo? — disse, com um sorrisinho de lado, olhando o menino de cima a baixo sem esconder.
Léo corou na hora e tentou se soltar, mas eu segurei a cintura dele com carinho.
— Rick, esse é o Léo. Léo, meu irmão mais novo, o Rick, tá passando uns dias aqui.
Léo estendeu a mão, tímido.
— Oi… prazer.
Rick apertou a mão dele e demorou um segundinho a mais, o polegar roçando de leve a palma.
— O prazer é todo meu, Léo. Caramba… o Maurício não mentiu. Você é bonito mesmo, hein? Pele clarinha, esses olhos parece modelo.
Léo baixou o olhar, rosto vermelho até as orelhas, mas deu um sorrisinho.
— Valeu… você também é bonito.
Rick caiu na gargalhada e olhou pra mim com cara de travesso.
— Tá vendo, mano? Ele acha a gente bonito. Acho que vou ficar mais tempo aqui.
Eu ri, mas por dentro já estava sentindo aquele ciúme bobo. Léo era meu, e ver outro cara (mesmo sendo meu irmão) olhando daquele jeito mexia comigo.
— Senta aí, Léo. Pega uma bebida — falei, puxando ele pro sofá.
Rick sentou do outro lado, bem pertinho, pernas abertas, corpo inclinado na direção do Léo.
— Então, Léo… conta aí. Como você aguenta meu irmão? Ele é chato pra caramba, né? Sempre mandando, falando alto
Léo riu baixinho e olhou pra mim de canto.
— Ele é… intenso. Mas é carinhoso também.
Rick levantou uma sobrancelha e olhou pra mim.
— Cuida bem, é? Imagino como.
Eu dei um tapa leve no braço dele.
— Cala a boca, seu safado.
Mas o Rick não calou. Continuou olhando pro Léo, descendo os olhos devagar pelas coxas dele, pelo pescoço, pela camiseta caindo no ombro.
— Sério, Léo você tem cara de anjo. E esse corpo magrinho, delicado dá vontade de proteger ou de estragar um pouquinho.
Ele piscou, brincando, mas o tom tinha um peso a mais. Léo corou ainda mais, mexeu as pernas inquieto, mas não se afastou. Pelo contrário, até se inclinou um pouco pro lado do Rick, como se estivesse curioso.
— Você fala igual o Maurício no começo… — Léo murmurou.
Rick riu alto.
— Então ele já te conquistou falando assim? Boa estratégia, mano.
Eu observava tudo, braço firme na cintura do Léo, marcando território. Dava pra ver que o Rick estava encantado, olhava pro Léo como quem vê algo raro e lindo. E o Léo… ele estava gostando da atenção. Sorria tímido, respondia mansinho, deixava o Rick tocar de leve no braço quando ria.
Mais tarde, quase três da madrugada, o Léo saiu do quarto na ponta dos pés. Eu tinha sido carinhoso e intenso ao mesmo tempo, transamos devagar até gozarmos abraçados, sussurrando coisas bonitas. Ele estava suado, pernas moles, sensível ainda, usando minha camiseta larga que ia até o meio da coxa, sem nada por baixo. Só queria um copo d’água e voltar pra cama quentinha.
A casa estava escura, só a luz fraca da geladeira aberta iluminando um pouco. Ele entrou na cozinha devagar, pés descalços no chão frio e congelou na porta.
Rick estava lá.
Encostado na pia, de samba-canção folgada e florida, sem camisa, braços cruzados no peito tatuado, barriga lisa brilhando de leve com o calor da noite, uma perna dobrada, a outra esticada. O tecido marcava o pau meio duro, como se ele tivesse acordado assim ou nem tivesse dormido direito. Segurava uma garrafa d’água e bebia devagar, olhos fixos no Léo desde o instante que ele apareceu.
— Olha só quem veio pegar água… — Rick falou baixo, voz rouca, sorriso safado se abrindo devagar. — Ou veio pegar outra coisa?
Léo corou na hora e tentou puxar a camiseta pra baixo, cobrindo mais as coxas.
— Eu… só vim pegar água. Não sabia que você tava aqui.
Rick riu baixinho, largou a garrafa e deu um passo pra frente, bloqueando o caminho.
— Claro que sabia, você gemeu alto o suficiente pra acordar o bairro inteiro. Ouvi tudo do sofá… você chamando o nome do meu irmão, pedindo mais fundo, gemendo feito louco.
Ele inclinou a cabeça, olhando o corpo do Léo inteiro.
— E olha você agora… pernas tremendo, rosto vermelho, cheiro de sexo grudado na pele. Tá pingando o leitinho dele ainda, né?
Léo apertou as coxas, tentou passar pelo lado, mas Rick esticou o braço e encostou a mão na parede, prendendo ele.
— Calma, anjinho. Não vou te comer… ainda, só tô brincando.
Ele chegou mais perto, nariz quase no cabelo do Léo, cheirando devagar.
— Mas caramba… você cheira a tesão puro. Dá vontade de te virar aqui na pia, levantar essa camiseta e meter devagar, sentindo como você é apertadinho e gostoso. Aposto que geme igualzinho pra mim
Léo tremia inteiro, o pauzinho endurecendo de novo debaixo da camiseta, respiração acelerada.
— Rick… para… o Maurício tá no quarto.
Rick riu baixo, mão descendo devagar pelo braço dele.
— Ele tá apagado depois de te foder gostoso. Não vai acordar e mesmo se acordar, acho que ia curtir ver você gemendo no meu colo enquanto eu te chamo de putinha safada.
Ele continuou sussurrando coisas bem safadas no ouvido do Léo, que fechou os olhos, gemeu baixinho e apertou a barra da camiseta pra não se tocar.
No final Rick recuou, levantou as mãos rindo.
— Tá bom, tá bom… vou parar. Por enquanto.
Ele pegou a garrafa, deu um gole longo, olhos grudados no Léo.
— Mas vai dormir pensando em mim, anjinho. Pensa em como seria eu te pegar de madrugada aqui na cozinha, te fazendo gemer baixinho pra ninguém acordar…
Ele piscou, virou as costas e saiu devagar, a samba-canção marcando o volume, balançando a cada passo.
Léo ficou encostado na parede, pernas tremendo, coração na boca. Pegou o copo d’água com as mãos trêmulas, bebeu um gole sem nem sentir o gosto.
Voltou pro quarto na ponta dos pés, entrou debaixo da coberta e se deitou no meu peito, tentando ignorar o calor que subia pelo corpo inteiro.
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Comentários (1)
Coroa: Tem mais é que fuder com o irmão e Maurício juntos. Combinando tudo se acerta. Adoraria ver isso.
Responder↴ • uid:1crheftp5lkj