O pai do meu melhor amigo
Ei, seus safados tarados, chega mais que hoje eu vou contar tudinho, sem filtro, o dia que minha vida virou de cabeça pra baixo e eu acabei com a buceta e o cu destruídos pelo pai da minha melhor amiga... uma surra de piroca grossa, dor, porra, xoxota fedendo a sexo o dia inteiro, peidos escapando enquanto eu era arrombada, e um final que vai deixar vocês gozando e pedindo mais aventuras minhas aqui no www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife. Prepara o pau e a buceta que essa história é pesada, real, suada, e tem até vídeo dela me comendo que eu posto todo dia pros assinantes.
"É melhor você arrancar esse pau velho podre e enfiar no seu próprio cu, porque jamais vou casar com um nojento como você!"
As palavras saíram rasgando da minha garganta, cheias de ódio puro, antes que eu pudesse segurar – e nem queria segurar mesmo.
O velho, Seu Alberto, cinquenta e nove anos, três divórcios no lombo e dono da maior construtora de Olinda, ficou parado me olhando, sem piscar. O celular na mão dele ainda rodava o vídeo que meu ex, o safado do Vítor, tinha jogado na internet de manhã: eu de quatro, gemendo alto enquanto ele me comia por trás, suada, toda melada, a xoxota piscando pro celular escondido.
Eu nem sabia que ele tinha gravado. Muito menos que seria tão filho da puta de espalhar. E agora esse corno rico invadia a casa da minha tia em Dois Irmãos, Recife, pra me chantagear com casamento? Vai tomar no cu.
Os olhos dele viraram duas fendas de raiva. "Sua piranha..."
PÁ! A mão da tia Cida acertou minha cara com força que me jogou no chão, o tapa ecoando na sala quente da casa simples.
"Respeito, sua desgraçada! Quem você acha que paga as conta aqui? Quem banca remédio da sua avó, a faculdade que você acha que é sua? Quem salvou essa família da miséria depois que sua mãe morreu afogada na praia de Boa Viagem?"
Eu engoli o gosto de sangue, a bochecha ardendo, lágrimas descendo quentes. Eu trabalho feito louca desde os quinze: faxina de manhã em Casa Forte, tarde no shopping RioMar e noite servindo mesa no bar do Boa Viagem. Todo centavo vai pra mão dela, minha tutora legal até eu fazer vinte e um anos – que foi semana passada.
"Tudo que você precisava era manter essa perereca fechada até casar com ele, sua vadia igualzinha à sua mãe!"
Meu sangue gelou. Olhei pro tio Zeca, irmão da minha mãe, encostado na estante, olhando pro chão como se ali tivesse a solução do mundo. Ele nem levantou a cara pra mim. O plano tinha sido dele: me vender pro velho rico.
"Tio Zeca... do que ela tá falando? Meu dinheiro...?"
Ele nem se mexeu.
Tia Cida deu uma risada amarga. "Seu dinheiro? Três empregos de merda não pagam nem a luz, sua burra!"
Eu pisquei, a boca seca. "Eu entrego tudo pra senhora, sempre entreguei..."
"Chega dessa palhaçada." Seu Alberto deu um passo, e eu me encolhi toda.
Ele levantou o celular de novo. Lá estava eu na tela: de quatro, a bunda suada brilhando na luz do quarto, Vítor metendo forte, eu gritando "mais fundo, me fode gostoso!". Meu estômago revirou.
"Isso aqui é o que você me faz passar, depois de tudo que eu fiz por vocês."
Eu quis sumir dentro do sofá velho.
"Pois bem", ele continuou, voz gelada. "O noivado acabou."
Por um segundo idiota, senti alívio.
Tia Cida gritou como se tivessem matado alguém. Caiu de joelhos na frente dele, agarrando as pernas do terno caro.
"Não, Seu Alberto, por favor! Ela é nova, é burra, a gente conserta isso, ela abre as pernas pra você hoje mesmo!"
"Afasta de mim, sua ridícula." Ele chutou a mão dela com nojo. Ela caiu de bunda no chão, e tio Zeca finalmente se mexeu pra ajudar a mulher dele.
Seu Alberto me olhou como se eu fosse lixo. "Você vai me devolver cada real que eu botei nessa família imunda. Cada real."
"E se não tiver...", ele sorriu cruel, "eu tomo a casa de Dois Irmãos, o apartamento do Pina, tudo. E sua faculdade? Acabou. A bolsa que eu pago? Cancelada agora."
O mundo girou. Artes Visuais na Federal de Pernambuco era meu único sonho, a única coisa que me ligava à minha mãe. Ela pintava, eu pinto. Era o que me mantinha viva.
Ele saiu batendo porta, os seguranças atrás.
Tia Cida virou pra mim com ódio puro nos olhos. Sem falar nada, foi pro meu quarto. Eu corri atrás, mas ela já jogava tudo na rua: minhas roupas, meus desenhos nas paredes, pincéis, fotos da minha mãe, calcinha, sutiã, tudo voando pela janela.
"Fora da minha casa, sua puta!"
"Tia, eu não tenho pra onde ir..."
"Problema seu! Você destruiu tudo!" Ela jogou minha mochila que bateu no meu peito e me tirou o ar. "Some até consertar isso com ele!"
"Eu não vou voltar praquele velho nojento!"
"Então nunca mais pisa aqui!"
Olhei pro tio Zeca, chorando. "Tio, por favor..."
Ele só balançou a cabeça. "Ainda bem que sua mãe não vê a vadia que você virou."
A porta bateu na minha cara.
Fiquei ali na calçada de Dois Irmãos, sol queimando, mochila no ombro, sem um real no bolso, sem ninguém no mundo.
Meu celular tocou. Era a Jéssica, minha única amiga de verdade.
"Alo, Beatriz? Mano, eu vi o vídeo... tá tudo bem? Eu tô tentando te ligar o dia inteiro..."
"Jéssica... minha tia me botou pra fora... posso ficar na tua casa?"
"Claro, porra! Vem pra cá agora!"
Eu quase desabei de alívio.
"Na real... eu tô em Jaboatão, na casa do meu pai biológico, aquele que eu nunca falo. Tô passando uns dias aqui na mansão dele no Pina. Vem pra cá, eu te mando uma grana agora pro Uber ou pro avião se precisar."
"Jéssica, eu não posso..."
"Pode sim, caralho. Te vejo já."
Sete horas depois eu tava na frente de uma mansão absurda na Avenida Boa Viagem, pertinho do mar, aquelas de muro alto e portão eletrônico. Parecia coisa de novela.
Ela tinha me passado o código: 8921.
Entrei, deixei a mochila na entrada de mármore, com medo de sujar tudo. A casa tava silenciosa, gelada pelo ar condicionado, mas eu sentia o cheiro de homem rico, perfume caro misturado com algo mais forte, mais animal.
Subi a escada em espiral devagarinho. No corredor do andar de cima só uma porta tava aberta, e de lá vinha som... gemidos altos.
Meu coração disparou.
Jéssica tinha dito que não tinha ninguém em casa.
Quanto mais eu chegava perto, mais claro ficava: era a minha voz.
"Fode mais forte, me arromba, vai!"
Era o vídeo. Alguém tava assistindo meu vídeo.
Eu acelerei o passo, já pensando que era pegadinha da Jéssica.
Cheguei na porta e...
Ele.
Cabelos grisalhos longos, quase até os ombros, barba bem aparada, sentado na cadeira de couro da suíte enorme, pernas abertas, short de linho abaixado até os tornozelos.
E o pau... meu Deus do céu, o maior pau que eu já vi na vida, uns 25 centímetros, grosso, veias saltadas, a cabeça vermelha brilhando de tão melada de pré-gozo, ele batendo punheta devagar, os olhos grudados na TV de 80 polegadas onde eu aparecia de quatro sendo comida.
Nossos olhares se cruzaram.
Ele me reconheceu na hora. Eu vi o choque, depois o sorriso safado, lento, perigoso.
Os olhos dele eram pretos, profundos, cheios de putaria. O nariz afiado se mexeu, como se sentisse meu cheiro de medo e... de tesão, porque meus mamilos já tavam duríssimos marcando a blusinha fina, e minha buceta já tava ensopada.
Ele não parou de punhetar. Pelo contrário, apertou mais forte o pau, subindo e descendo devagar, me olhando de cima a baixo.
"Beatriz, né?" A voz dele era grave, rouca, cheia de sotaque carioca misturado com algo mais bruto. "Filha da Jéssica que ela tanto fala... vem cá, minha filha. Chega mais perto."
Eu não conseguia me mexer.
Mas minha buceta pulsava tanto que eu sentia o short jeans grudando.
Ele sorriu mais ainda, levantou o controle e aumentou o volume do vídeo. Minha voz gritava "me fode, me fode!" enquanto ele se levantava, o pau balançando pesado, pingando, vindo na minha direção.
"Olha só o que você fez com o tio aqui, sua cachorrinha... olha como eu tô duro por causa de você."
Eu recuei até encostar na parede do corredor.
Ele chegou perto, o cheiro dele me invadiu: suor de homem rico, perfume caro, tesão puro.
A mão grande dele segurou meu queixo, forçando eu olhar pra cima.
"Você veio pra cá fugindo do mundo... e caiu bem na minha boca."
Ele se inclinou e lambeu minha bochecha ainda vermelha do tapa da tia, devagar, gemendo baixo.
"Hoje eu vou te mostrar o que é homem de verdade, Beatriz. Vou te comer até você esquecer até o nome da sua mãe."
E eu... eu só consegui abrir a boca e deixar escapar um gemido rouco quando ele enfiou a língua inteira, me beijando com fome, o pauzão dele esfregando na minha barriga, melando minha blusa.
Em menos de um minuto eu já tava de joelhos no chão de mármore, engolindo aquele monstro até engasgar, lágrimas escorrendo, baba no queixo, enquanto ele segurava meu cabelo e metia na minha garganta, gemendo alto.
Depois ele me jogou na cama dele, rasgou minha roupa, abriu minhas pernas e meteu tudo de uma vez na buceta, sem camisinha, sem dó, me rasgando, eu gritando de dor e tesão, ele tapando minha boca com a mão e falando no meu ouvido:
"Agora você é minha, Beatriz. Minha putinha particular. E isso é só o começo... amanhã eu vou te arrombar o cu até você peidar porra, vou te encher de leite até escorrer pela coxa na praia, vou te filmar gemendo meu nome e postar pros meus amigos ricos verem. E você vai adorar cada segundo."
E eu... eu só consegui gozar tão forte que mijei na cama dele, tremendo toda, enquanto ele ria e metia mais fundo ainda.
E isso, seus safados, foi só a primeira noite.
Tem muito mais aventura vindo: cu arrombado com dor até chorar, gangbang na praia de Porto de Galinhas, surra de tapa na cara enquanto eu tomo leitinho quente na boca, peidos melados escapando enquanto ele me come de quatro... tudo filmado, tudo real, tudo suado, tudo fedendo a sexo de verdade.
Quer ver eu sendo destruída por esse homem de verdade? Quer ver meu cu piscando depois de levar 25cm até o talo? Quer ver eu peidando porra enquanto ele me enche?
Então corre pro www.selmaclub.com e pro www.fanvue.com/selmarecife, assina agora, porque todo dia tem vídeo novo meu sendo usada como puta de luxo em Recife inteira.
Deixa comentário aqui embaixo contando o que você quer ver eu fazendo na próxima aventura, o que você gozaria mais vendo: eu levando no cu até sangrar um pouquinho de dor, tomando tapa na cara enquanto engulo mijo, ou sendo comida por dois ao mesmo tempo na laje da favola?
Fala aí, seus tarados, que eu faço tudinho e posto pra vocês.
Beijo na cabeça do pau,
Beatriz (a nova puta oficial do Pina) 😈💦
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