Trans novinha foi torada pelo negão baiano
O dotado negão casado viu que eu era afeminado e apertadinho, decidiu arrebentar minhas pregas de 16 anos
Meus testiculos estão minusculo e meu pênis não crescia, meu humor era de uma garota adolescente, meus seios cresciam, acumulando gordura no meu quadril e bunda e a minha pele estava ficando sedosa e macia, isso era efeito dos hormônios que eu estava tomando.
Eu nunca pensei que estaria moldando meu corpo para ser mais feminino possivel. Me transformei assim, naquele dia, na noite em que aquele morava ao nosso lado, parecia amigavel e pacifico, mas ele era um lobo, me lançou armadilha, fui até sua casa, tudo parecia normal, até ele me levar a seu quarto, onde senti a dor e ele me devorou, aquela negócio entrando em mim, preenchendo me o vazio, acabando com as ilusões que havia criado, aquilo foi muito bom, meus 14 anos foram prazerosos junto dele. No entanto, aquilo havia de acabar, ele desapareceu da minha vida e fiquei sozinho, meu companheiro.
Não aguentei, desabafei para minha unica amiga, minha mãe, contei uma mentira, algo distocido, foi na escola, colega sedutor, e chorei, ela me aceitou.
Assim fui suprimir minha masculinidade, decidi com minha mãe, eu quero ser mulher.
Pode se dizer que meu corpo já era adequado, a mudança, eu era baixinho (1,58cm) uma feição delicada, lisinho e pele bronzeada, cabelo liso e macio, aquilo só intesificou meu feminino.
Eu me tornei um 'adolescente colorido' e androgeno, vesti roupas femininas, no entanto, me tornei um garota indefesa e timida.
Completado os meus 16 anos, meus nervos afeminados estavam aflor da pele, meu cuzinho estava vibrando de tesão, minha loucura por sexo e homens me prenderam na mastubação, na loucura da possibilidade, mas infelizmente não obtive sexo esperado, mas o inesperado.
Uma familia vinda de fora, um homem e sua esposa e dois filhos pequenos, bem comuns, vindos da Bahia, moram a nosso lado.
O negão não achava sua mulher atraente para ele, ela é feia para ele, mesmo eles tendo uma idade bem próxima, 48 anos para ele e 45 anos para ela, ele carregava em sem intimo um segredo, o prazer de deitar com garoto efeminado, para ele morar próximo a mim foi um achado, ouro encontrado.
Ele me via, percebia seu olhar, quando entrava em sua casa, estando eu pelo lado de fora vestindo minhas roupas de garota, mesmo achando que não era nada demais, ignorei, talvez fosse preconceituoso.
Sozinho em casa, ele me pegou desprevinido, pela ingenuidade achei que fosse o acaso, mas para ele sua oportunidade.
- Olá - palmas em meu ouvido, atrapalhando meu coxilo, fui até o portão, vi que era ele - chegou umas cartas do seu endereço, vim deixar aqui para vc - sua voz grossa e com sotaque deixava ele charmoso, algo que escondia sua aparência, um negão, dois metros, buchudo e com rosto não tão atraente e um pouco maltrado, o que podia esperar de homem velho.
- Tudo bem - recolhi as cartas de suas mãos, quando ia me retirar, ele me pegou pelo pulso, me deixando nervosa.
- Espera, é bom nós manter contato - ele logo soltou meu pulso, deixou doendo, por minha inocência e intuição da dominância de um homem sobre meu corpo.
- Tá bom - aquele foi o meu erro ou meu desejo encoberto por ele, minha submissão.
Estava em nivel de feminização, que não notei minha beleza chamativa, como ser mulher era dificil, ser importunada por aquele homem seria começo real da vida sexual.
Estava sentado no banco da pracinha, em local combinado, depois de tanto conversar estava marcado, era arriscado, mas tinha que compensar aquilo que estava desejando.
Eu avistei seu carro, ele me notou facilmente, por está estravagante, meia calca, clips no cabelo, saiazinha e cropped.
Fui discretamente e sentamos, avistei o brilho dos seus olhos sobre meu corpo, mão pesada foi levada a minha coxa, apartir dali não havia mais volta.
Me levou em local secreto, um apartamento, de um amigo, bem chique, pelo menos para ele era especial, para mim o inicio daquele terror na qual havia me submetido, eu estava nervoso.
Ele me ofereceu uma cerveja, percebeu minha inquietude pediu para eu relaxa, para ele, sou uma garota inexperiente.
Ele sentou-se a meu lado e começou a me alisar, passar mão meu corpo, e falava grosso e eu manso com uma donzela, aquele era papel um macho e uma fêmea.
Então comecei a ficar excitado, a bebida me deixou com calor no meu corpo, abanava-me com minhas mãozinhas, logo ele me pegou no meu rosto e beijou meus lábios, estavam acostumados a fazer aquilo secretamente, mas hoje era algo mais, ia rolar sexo.
Meu pintinho babava, ele tirou minha cropped, e eu sua camisa, toquei em seus braços fortes, era uma troca de caricias, era algo romantico e experimental, diferente da forcação que eu sofria do meu vizinho.
Ele logo tirou minha saia e fiquei de calcinha e e logo pus a mão na suas calças, era algo grande e grosso, realmente como imaginava de um homem negro, desabotoei, e vi a seu pênis era realmente grande, diferente das fotos, que eu não tinha noção.
Ele não tava de cueca, eu não acreditava que meu segundo homem seria um que tinha forças de arrebentar minhas pregas, por sorte, ele não era meu abusador, meu vizinho não chegava aos pés dele.
Ele notou minha calcinha azul, e percebeu que meu pinto não tinha volume, logo ele tirou também reparou algo diferente, meu cinto de castidade.
- você tem um clitoris ai, realmente você nasceu para ser mulher - comentou.
- você se garante chupar meu pau, em indiazinha! - ele se referia a mim a sim devido meus traços indigenas.
- Eu consigo só cabecinha, o seu é muito grande para eu aguentar - fiquei receioso de que colocar aquilo tudo, odiava sensacão de boquete engasgando, mas meus anelzinho não teria piedade de ser estraçalhado.
Depois de muito tempo, eu ia experimentar uma pica, relembra o gosto, chupei tranquilamente, aquele gosto eu sentia falta.
Fiquei lambendo a pontinha e chupando só a cabecinha, ele revirava os olhos, estava ajoelhado no sofá enquanto empinava a bunda, ele apertava minha bundinha.
Passei assim por um bom tempo, a pica daquele homem era cheirosa, diferente de que eu esperava de um homem mais velho, a esposa dele era bem sortuda, pena que não valorizava mais ter sexo com ele.
Ele bufava um pouco, isso era música para os meus ouvidos, estava feliz por que estava dando prazer a um homem, admirando seu rosto.
Eu era novinho muito lindo para ele, eu pensava, acho que ele era homem de sorte, por ter me encontrado, me pegou na minha raiz, quando eu estava bem novinha e ficando mais mulher, ainda tava ganhando corpo, eu por acha um homem negro pauzudo na qual eu sonhava, quem diria que ia ser tão cedo.
- Vou passar vaselina no seu toba, se empina ai que eu vou colocar tudo tabom - parei de fazer o boquete, passei as mãos em meus lábios, meu coração disparou, diferente de qualquer homem gay ou travesti, eu era pequeno e magro, só tinha carne nos quadris, bunda e coxa, pode-se dizer que eu não tinha estrutura madura para aguentar um homem grande como ele montando encima de mim, mas só de pensar nesta possibilidade agradecir por ter sido bem feminino suficiente, eu era uma adolescente imatura e com um homem mais velho e experiente.
Virei de costa, minha vista era janela, fiquei posto de joelho sobe o estofado, com mãos agarrando a cabeceira do sofá, empinei minha bunda o máximo que pude para agradá-lo.
Ele derramou sobe meu cuzinho, aliciava meu cuzinho, seu dedos grossos passava pela lateral.
- seu anelzinho de coro é muito lindo, indiazinha, agora ele vai ser meu tá, nunca mais vai esquecer do negão - aquilo me deu prazer revigorante, meus lábios estavam saboreando aquele momento, prazer vindo do ânus, meus pézinhos de garota (calcando 36) estavam inquietos, como aquilo era tão prazeroso.
- ahhh! - meu calcanhar se retraiu e minhas mãos apertaram o sofá, mordi meus lábios, o dedo grosso daquele negão entrou em mim, nem meu abusador fez isso comigo, penetrando me com os dedos, senti seu dedo esfregar no meu cuzinho, como estivesse coçando algo, reparei que meu pintinho molhava com mais intessidade, meus pés e calcanhar estão inquietos, será que ele já tinha experiência com homens? Comecei a ofegar e ficar mais relaxado, e comecei a gemer
*ahhh ahhh ahhhh.
Senti meu ânus ficar mais receptivo, aquilo deixava-me mais safado, estava ficando corado com aquilo, arrepios, aquilo estava fazendo não me arrepender do caminho que havia tomado.
Ele logo enfiou o segundo dedo em mim, percebi que estava bem frouxo.
- Está bom assim, se não vai ter graça, quando eu te penetrar, tá gostando, amor? - Negão estava impiedoso e queria me ver sofrer.
- huhummm - concordei com meus olhinhos quase fechado com este prazer.
- Está bom, agora empina bem como fez antes tá bom, meu amor... - eu fiquei bem arrebitado - isso isso... - eu estava bem preparado, era hora - esse cuzinho seu indiozinho, agora pertence ao negão tá bom, o dono desse rabo é do baiano, propriedade africana - ele pôs a mão esquerda no meu ombro e outra ia encaixar
Aquilo seria um massacre, contra mim, meu cuzinho antes novinho e apertadinho, seria mudado para sempre.
*Ahhh ahhhh Aiiii uhmmm
Cabecona dele já está abrindo meu cuzinho, bem duro parecia um matelo, ele colocou no pelo, sem piedade, comecei a lacrimejar, meu calcanhar parecia que ia quebrar de tanto retrair, minha cabeça tremia, eu frazia e apertava meus olhos, parecia que não tinha fim.
Era uma pica negra de 23 cm e grossa, algo que fazia a diferença.
Meu cuzinho ardia, não sei como meu anelzinho de couro, não arrebentava, o cu abriu, mas ele apertava a pica, uma força oposta. Senti pau pesar sobre meu cuzinho.
*aahhhhhh ahhhhhh ahhhh
Eu fiquei vermelho, tremia mais minha cabeça, então por maldade pressionou minha cabeça contra a cabeceira do sofá
- Aguenta! Indiozinho!
Finalmente, senti seu quadril e seu bucho por cima da minha bunda, mas senti uma pressão na minha virilha.
Parecia que durou bastante tempo, foi um sofrimento aguentar esse pau, eu sendo tão novinho, minhas perninhas estavam juntinhas, meu calcanhar relaxou.
O coroa sabia que seu pênis fazia estrago, parece que contemplou minha forma fraca diante dele, relaxando também.
Olhei para trás como jovem derrotado, minha dignidade de homem foi realmente tomada por ele, alguém tinha ser homem e eu devo ser a sua fêmea.
Parece que vê-lo me pegar por trás era realmente gratificante.
Pegando pelo meu quadril, bem firmes, agora ia começar o sexo de verdade.
Fiquei de bruços sobre a cabeceira do sofá, me senti arrogante, 'eu vou aguentar esse negão' pensei.
Senti um pouco daquela pressão aliviar na virilha, ele fez o movimento natural calmamente, sem se cansar.
*ahhhh ahhhh ahhhh aiiiii unhm ahh ahh ahhh
Meus dedinhos dos pés se encolheram, mesmo lento, gerava um desconforto na virilha, pressãozinha leve, dava vontade de mijar.
*ahhhh aiiii ahhhh uiii ahhhh
Nada daquilo tirava prazer, mas intessificava.
Ele resolveu firmar mais as mãos nos quadris, eu sabia que estava por vir.
Negão lançou para trás fincou com força.
*Pfaf... Plaf... Plaf...
Esfraqueceu minhas pernas, comecei a esguichar, molhando o sofá, eu não podia reclamar
*shhh ai caralho
Só pude xingá-lo
Ele comecou aumentar sequência, eu esquichava muito no sofá, enxarcando o sofá
*Plaft plaft plaft
Estava bem, ele parava um pouco e continuava, mas isso me fazia arregar, percebi que aquele homem era demais para mim.
Comecei a ergue-me, ele parava um pouco, mas não era o suficiente, aquelas estocadas era de um homem vigoroso. Fiquei tenso, segurando firme, olhando para trás de canto de olho, com aspecto choroso, mas logo tratou de me corrigir.
- unhh caralho indiozinho do cuzinho gostoso, aguenta! Tu não queria isso, ser servo do negão - ofegante disse
- Sim... hmuhum... é muito gran...de, meu cuzinho novinho indiozinho é do baianinho... mas é dificil - implorei para ele pegar um pouco leve.
Mas ele forçou seu braco contra minhas costas, pressionando meu corpo contra cabeceira do sofá,batendo meus seios que estavam bem sensiveis na época. Pegou pelo meu pescoço fez com mais força.
- indiozinho, é minha putinha... moreninho é putinha agora né, vou te usar do jeito que eu quiser, não quiz virar fêmea, tomar... hormônio... agora aguenta, só para quando eu querer - ele socava com impeto.
Ele pegou minhas mãos e prendeu ela entre seus braços, não tive força para relutar, seus pulso grosso de homem e meu fino de uma garota.
Não imaginava que sexo com homem de verdade era tão intenso, achava que era coisa de filme pornô.
*ahhhhh ahhhhh uhhhmmm ahhhhhhh
* Plaft plaft plaft
*ploc ploc ploc
*glup
Foi muito bom, mas tinha que acabar.
* groppppp
*ahrrrr
Ele gozou dentro de mim.
Meu cuzinho não era o mesmo. Ele debruçou encima de mim, aquele negão era um cavalo, touro forte, ele ficou exausto e eu também.
Nos encaramos e ficamos apaixonados por um pelo outro.
- Eu queria que você fosse mulher, ia adorar meter um filho em ti kkkkkk
- Quem dera... mas nos unimos através disso, eu adoraria ser sua mulher
- Vamos para cama, depois nós fazemos mais - ele me falou.
E dormimos nus na cama.
Se gostarem posso postar parte 2?
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Comentários (2)
Femboyzinho: O que acharam da história?
Responder↴ • uid:erfcptqr9Carlos. T. MP67776: Quero a parte dois muito bom curti demais
Responder↴ • uid:1eb7b6t6137u