Perdi o treino mas ganhei a novinha
O dia estava quente então adiei meu treino de corrida pra mais tarde possível já que resolvi dormir até mais tarde naquele dia. Era Carnaval, a ideia era manter o foco nos treinos e pular a folia mas nem tudo sai como pretendemos. O treino era longo 15 km, isso na semana pra quem corre sabe que não é comum e muito menos fácil mas era preciso manter o foco. Esperei o sol baixar e por volta das dezoito e trinta da tarde sai de casa em direção ao parque, a ideia era ir até lá correndo, dar 2 voltas e voltar, com isso seria completados os 15 km. Tênis calçado e comecei o treino, tudo ocorria muito bem até chegar no parque, estava até que vazio creio que pelo horário já, mas ainda existiam algumas poucas pessoas correndo ou caminhando, umas no mesmo sentido que eu e outras no contra fluxo e foi assim que avistei aquela novinha que nem com roupas adequadas pra caminhar estava, usava um vestido colorido que desenhava seu juvenil corpo, passei por ela e sua aminha que era mais nova ainda e disse.
_Oi princesa. Olho pra trás vejo ela cochichando entre elas. Quando estava terminando a primeira volta no parque olho pro céu e vi que o tempo estava mudando, dou mais uma volta na expectativa de passar pela novinha novamente mas foi um desejo frustrado e antes de completar a segunda volta começa a chover, continuei correndo por mais alguns metros mas a chuva veio forte e decidi me abrigar numa marquise que existia na entrada do banheiro do parque. Um lugar completamente escondido pois a porta ficava virada pros fundos rodeada de árvores grandes deixando o local totalmente escondido. Fiquei ali na porta por uns 3 minutos até quando vejo a porta do banheiro se abrindo e vejo a linda ninfeta saindo. Ela me olha e diz nossa tá chovendo, eu respondo com um simples pois é e ela pergunta e agora, aí eu digo tem duas opções ou se molha ou espera, notei que ela me olha dos pés a cabeça, tênis de corrida, bermuda fina de corrida e camiseta de corrida que pelo suor colava em meu corpo mostrando o volume do meu tórax. Pergunto seu nome e ela diz Ana e pergunta o meu aí eu digo que linda como ela é ela poderia escolher como queria me chamar, ela sorriu, perguntei sua idade e quando ela me disse eu fiquei incrédulo pois aquele corpo não correspondia a idade que ela disse. Cabelos loiros levemente ondulados, olhos pequenos, assim como a boca um rosto totalmente angelical, pele branquinha, seios pequenos, seu vestido era nu nas costas e curto até a coxa eu estava louco pra ter aquela ninfeta. De repente ela me disse, _você é bonito, eu a olhei e não perdi a oportunidade respondendo, se você acha mesmo me dá um beijo. Falei olhando em seus olhos, ela estática sem se mexer me aproximei dela encostei meu corpo no dela ela começou a se afastar mas logo encostou na parede e não teve como fugir mais, abaixei e fiquei com minha boca próxima a dela e sem pensar eu comecei o beijo, lento, suave só pra sentir seu sabor quando termino ela me olha tímida e desvia o olhar, perguntei oque era e ela disse que nunca tinha beijado, pergunto se ela tinha gostado e ela diz que sim com a cabeça.
Estávamos do lado da porta do banheiro, completamente sozinhos, a chuva aumentou ainda mais foi quando instintivamente abro a porta e puxo a ninfeta pra dentro do banheiro ela sem resistir me acompanhou, estava limpo, a pia era balcão então peguei ela no colo e coloquei ela sentada sobre o balcão da pia, entro entre suas pernas e procuro sua boca, percorro minha mão por seu cabelo até chegar em sua nuca, puxo suavemente seu cabelo arrancando suspiro enquanto beijava deliciosamente sua boca, apertei sua cintura e senti ela ficar arrepiada, puxo seu corpo contra o meu, ela se afasta um pouco e olha pra minha camiseta suada eu entendo e tiro a camiseta ela da um sorriso discreto, puxo ela contra mim seu quadril estava na altura do meu o encaixe estava perfeito, começo a beijar seu pescoço e ela se tremeu toda, senti que ela nunca tinha feito algo como aquilo mas estava gostando, desço beijando seu corpo sobre o vestido e ela dava gritinhos percebi que ela gostou e então resolvi arriscar soltei o feche que era atrás do pescoço fazendo assim revelar seus inesquecíveis seios, mamilos quase que transparentes rígidos, não teve como, passei a língua suavemente até chegar nos bicos e comecei a circular com a língua ele se arrepiou toda, e eu suguei seus pequenos e deliciosos seios, meu pau já estava uma rocha de vontade de comer aquela menina mas ainda existia consciência em mim e sabia que ela era virgem e eu estava sem camisinha mas essa consciência não durou muito não, foi embora quando ela começa a roçar no meu pau, olho pra ela e quase rasgo seu vestido mas ainda me controlei mas quando vejo sua calcinha branca toda balada eu não me contive puxei as laterais com toda força que rasgou, ela me olha assustada mas já era tarde, em um movimento rápido estava chupando sua bucetinha e ela se contorcia toda, gemia como uma gata no cio, apertava minha cabeça contra sua bucetinha eu chupo freneticamente até sentir ela uivando de prazer pelo gozo que estava tendo, seu mel escorria em minha boca, sua respiração era constante e eu não poderia perder aquela oportunidade, abaixei minha bermuda ela vê meu pau, não é o maior de todos mas grosso o suficiente pra preencher deliciosamente qualquer buceta sedenta e era assim que ela estava, mesmo sem ter muito a consciência do que estava acontecendo ela estava gostando muito. Me olhou sem saber oque ia acontecer, esfregue o pau na sua rachinha completamente melada, ela suspirou, fiz mais uma vez e ela riu timidamente de prazer. Eu tinha acabado de cruzar com ela numa pista de corrida no parque, o destino nos proporcionou um encontro e sabia apenas seu nome e idade, não usei camisinha, não tinha e se tivesse sinceramente não usaria, queria sentir toda a temperatura de sua buceta virgem e garanto estava bem quente, encostei a cabeça do pau fiz escorregar pra dentro ela sentiu que ia entrar e tentou fugir, parei e fiz novamente, e na terceira vez atravessei seu hímen, ela gritou nem me importei pois sabia que o prazer maior que a dor, comecei a meter até sentir que ela estava bem, quando percebi ela querendo rebolar no meu pau enfiei com força freneticamente, ela sussurrava de prazer, apertei sua bunda trazendo pra mais perto de mim, meti, o barulho de nossos corpos era abafado pela chuva, e eu gozei nela molhando ela de gozo como a chuva encharcada a terra lá fora. Olhei no meio de suas pernas e vi escorrer porra e um pouco de sangue, olhei para ela e ela estava suada, me joguei sobre ela e a beijei e no fim do beijou eu ouvi um eu te amo, na hora eu voltei em si e pensei oque seria agora. Pra ela não ficar sem graça eu respondi a mesma coisa.
Me vesti, ajudei ela a se limpar w colocar sua roupa, ela tentou andar mas estava fraca, depois de um tempo anotou meu telefone pois eu estava sem o meu e saiu correndo na chuva pois já estava mais fraca, disse que sua mãe ia brigar com ela pelo horário que já era, eu achei bom pois ela ia se molhar um pouco e disfarçar o estado que ficou. Eu fui até a frente do parque e procurei por um táxi pois nem uber eu conseguia pegar pois estava sem celular, cheguei em casa tomei um banho e aguardei a novinha mandar mensagem.
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Comentários (1)
kaka: Muito bom conto, continua...
Responder↴ • uid:1ec2o5zka41g