Comendo a Amiga da Filha no Carnaval 2
Num baile de carnaval, tocando as marchinhas e voando confete no meu cabelo. Com uma latinha de cerveja na mão. Dançando, bebendo e recebendo encoxadas de algum tarado atrás de mim.
Com uma sainha preta curtinha e meia calça, empinadinha e me equilibrando na minha sandália de salto. Suadinha e descabelada, sentindo o volume de um caralho grosso me roçando por trás.
Loirinha, 1,55 de altura, vinte e poucos aninhos, jeitinho de patricinha mimada e uma raba de 98 de quadril naquela sainha preta apertada. Inclinadinha com o corpo pra frente, jogando a bundinha pra trás. E a bucetinha babando de tesão na minha calcinha.
As mãos do tarado na minha cintura. Uma de cada lado. Me segurando e me sarrando gostoso. Era carnaval. Tava liberado pra patricinha virar uma piranha sendo encoxada.
Eu nem sabia o nome daquele tarado, mas tava rebolando gostoso no pau dele. Fazendo movimentos circulares na pontinha do cacete que esfregava e roçava em cada curva do meu rabo.
Subindo e descendo, rebolando igual uma PUTA no cacete de um canalha que eu tinha acabado de conhecer. Ele me segurava de um jeito que me deixava arrepiada. Dominador do jeito que eu gosto.
Sou patricinha, mas sou uma VAGABUNDA!
Já era tarde da madrugada e a minha bucetinha precisava de pica. Mas quando eu pensei em fugir com aquele tarado, percebi que a minha amiga estava passando mal. Tive que largar a putaria e levar a minha amiga de volta pra casa.
Botando a minha amiga na cama, no quarto dela. Tentando não fazer barulho, pra não acordar ninguém.
Toda descabelada e de meia calça preta, andando na casa escura, dos quartos até a cozinha. Eu tava com sede, precisava beber água. Mas acabei assaltando a geladeira, pegando um Danoninho pra comer.
Sentadinha no sofá da sala, mexendo no meu celular. A minha sainha preta curtinha subindo nas minhas coxas. A meia calça preta nas minhas pernas dando ar de safada. Balançando os pezinhos no ar e comendo o meu Danoninho.
Eu fazia umas poses e umas selfies pra postar no meu instagram. Me sentindo a piranha do carnaval. Mas ainda precisando de rola pra apagar o meu fogo. Puxando a meia calça até a base das minhas coxas. Filmando e fazendo carão de cachorra safada.
Vou postar esse vídeo no meu Telegram @bunnycontos ou quem quiser pode pedir no meu email [email protected] de sainha preta curtinha, pernas abertas e a meia calça me dando ar de patricinha safada.
Também posso mandar vídeos peladinha e de sexo no zap. Gosto de provocar os meus leitores tarados.
A patricinha loira comendo o meu Danoninho e fazendo poses de pernas abertas. Foi assim, que você me pegou no flagra. O pai da minha amiga aparecendo na sala. De blusa de dormir e cueca box. Parado em pé, me olhando com cara de tarado.
No meio da madrugada, com todo mundo dormindo nos quartos. Sem querer acordar a minha amiga ou a sua esposa. Mas lembrando da transa gostosa que você me comeu todinha do conto anterior.
Cruzando e descruzando as pernas, com a sainha preta subindo e deixando aparecer a minha calcinha. Descabelada, bêbada e com a bucetinha pulsando de tanto tesão.
Eu comia meu Danoninho, botando a colherinha na boca com cara de menina sapeca. Com sorriso de putinha sonsa e olhar de cachorra querendo rola, eu segurava e lambia a colheria como se fosse uma piroca. Lambendo de língua aberta. De passar a língua lentamente como se fosse um pau. Só pra te provocar descaradamente.
Sem soutien, com os bicos durinhos dos meus peitos furando a minha blusinha branca. Te olhando de baixo pra cima. Toda baixinha e safada. Com a minha boquinha lambuzada de Danoninho e querendo me lambuzar no seu pau...
Sorrindo e te chamando com os dedinhos.
- Oi tio.... Vem pra cá....
Você entendeu, fechou a porta e caminhou na minha direção. A gente não podia fazer barulho, a gente não podia ser pego na sala da sua casa, mas a nossa cabeça só pensava em sexo sacana e pervertido.
A amiga piranha da sua filha, de pernas abertas e meia calça. Lambendo a colher e te chamando pra me comer todinha. Quem recusaria? Rsssssss...
Em pé, você alisava a minha cabeça, os meus cabelos, descendo a mão pelo meu rosto. Passando pelos meus lábios. Eu abria a boquinha e engolia um dos seus dedos. Sentadinha, te olhando de baixo pra cima, com um dedo na boca e chupando como se fosse o seu pau.
- Vadia boqueteira!
- Uhummmmm
Eu nem podia responder com a boquinha cheia e só fazia um "uhummmm" chupando o seu dedo tarado, penetrando os meus lábios.
A sua mão descendo pelo meu ombro até tocar nos meus peitos por cima da minha blusinha. Você apertava de encher a mão segurando um dos meus seios. Os peitinhos firmes e macios de uma ninfeta de 23 aninhos cheia de tesão pra te dar ali naquele sofá.
Subindo a sua mão pelo meu pescoço, apertando firme, subindo pelo meu queixo, passando pela minha boquinha e alisando a minha bochechinha quando...
PLAFT!! Você me deu um tapinha na cara... PLAFT!!
- Sua piranha gostosa!
Com fúria e tesão, você se sentou do meu lado no sofá, me puxando pra cair deitada de bruços por cima do seu colo. Com os pezinhos balançando no ar, minha sandália azul caindo no tapete do chão e uma raba enorme toda pro alto na sua cara. Eu entendi bem que você tava tarado na minha bunda, só não esperava o que vinha a seguir...
PLAFT!!!
Uma palmada sacana na minha bundinha empinada no seu colo... PLAFT!!! Uma segunda palmada, com um olhar de tarado me olhando ali debatendo os pezinhos no ar...
PLAFT!! Uma terceira palmada, dessa vez, apertando e agarrando o meu rabo no seu colinho. De sainha preta, bundão pro alto e a sua mão me alisando. Sentindo o volume do seu pau ficando duro, cutucando a minha virilha. Olhando pra trás por cima dos ombros e vendo a sua cara espumando de tesão no meu rabo...
PLAFT!!!
- Piranha piranha da bunda grande!
PLAFT!!!
- Todo rebolando esse rabo na minha casa!
PLAFT!!!
Eu dava gritinhos e soltava o ar a cada palmada que levava por trás. Com a sainha levantada, a meia calça preta toda bagunçada, meu salto azul caido no chão e debatendo os pezinhos no ar. Eu estava indefesa, vulnerável e completamente dominada. Eu estava cheia de tesão, querendo levar pica na porra daquele sofá!!!
PLAFT!!!
Você começou puxar a minha sainha, me deixando de calcinha e meia calça pretas. A blusinha branca levantada, meus peitinhos aparecendo. A calcinha fio dental toda enterrada no meio do meu rabo, te deixando ainda mais tarado na minha bunda.
A amiga piranha da sua filha com o bundão empinada no seu colo. Com o meu telefoninho em cima da mesa filmando. E a novinha soltando gemidos manhosa a cada palmada.
Eu tenho vídeos levando palmadas no seu colinho. Quem quiser, pode pedir nos meus contatos que mando pros meus leitores tarados.
Você apertava, alisava, agarrava e dava tapas na minha bunda de fora. A calcinha toda puxada e enfiada no meio do meu rabo. A sua mão sentindo a pele macia do meu bundão. E os seus dedos esfregando o montinho enxarcado da minha bucetinha por cima do tecido da minha calcinha.
PLAFT!!!
Segurando firme a lateral da minha calcinha, você puxou tudo de uma vez. VLAPT!! Puxando o meio foi dental preto enrolando pelas minhas pernas. De meia calça e coxas grossas, com a blusinha levantada e as pernas debatendo no ar. Deitadinha no seu colo peladinha. Com o bundão pro alto e a bucetinha brilhando entre os seus dedos.
Você esfregou a mão entre os lábios da minha xotinha, se lambuzando todo, melecando o seu dedo e deslizando a ponta do dedo grosso pra entrada do meu cuzinho cor de rosa.
Eu pisquei de medo. Olhei pra trás por cima dos ombros e vi a sua cara de maníaco tarado. Você não ia sossegar enquanto não comesse o meu cuzinho. Eu só conseguia olhar em volta procurando alguma coisa pra me ajudar a encarar de costas a sua pica me fodendo por trás.
Foi quando vi caído no chão, o pote de danoninho. Só tive tempo de esticar a mãozinha, pegar e te entregar. Ia ser a única coisa pra lambuzar e lubrificar o meu cuzinho da sua pirocona dura que ia me ferrar naquele sofá. O danoninho de morango da menina inocente ia ser usado pra lubrificar o rabo gostoso da patricinha cavalona.
Você ia comer o meu cu com danoninho....
Lambuzando o dedo e enfiando no meu cuzinho. De bruços no seu colo. A pele vermelha da minha bunda, das palmadas que você me deu. O geladinho do iogurte de morango lambuzando todo meu cuzinho por dentro. Eu pisquei no seu dedo, de frio, de medo e de tesão.
Eu tava pronta pra algo maior...
Você me segurou, me botando de 4 no sofá. Com os pezinhos pra fora e o bundão empinado pro alto. Meu cuzinho todo lambuzado de danoninho cor de rosa. E a cabeça do seu pau encostando na entrada do meu anelzinho de ninfeta. No meio da madrugada, no meio do do carnaval, no meio do meu cuzinho...
Com sua mão segurando meu ombro e a outra posicionando a pica pra enterrar no meu bundão. Comigo de quatro e você em pé fora do sofá, caindo por cima das minhas costas.
Eu nem lembrava mais que alguém poderia aparecer no meio da sala. Eu tinha problemas maiores pra me preocupar. Problemas grandes, grossos e cabeçudo. Começando a deslizar pra dentro da minha bundinha de princesa. O danoninho ajudou a lubrificar e me evitar alguns gritinhos a mais kkkkk
A sua visão do alto, vendo a novinha safada de quatro, meus cabelos loiros enrolado em uma das suas mãos, a minha marquinha de biquini brilhando na sua cara. Pequenininha, de fio dental, me deixando com ar de piranha e te deixando com muito mais tesão de empurrar o cacete no rabo gostoso da cavalona.
De quatro, com as coxas grossas flexionadas e a meia calça preta nas minhas pernas. Toda descabelada, a blusinha levantada, meus peitinhos de fora e uma piroca enterrada até a metade na minha bunda. Eu mordia a almofada do sofá, pra abafar meus gritinhos de patricinha desesperada, prendia a respiração e aguentava uma rola na bunda.
Você forcava o vai e vem, me dava trancos e metia ferro na amiga piranha da sua filha.
Eu gemia manhosa, contorcia os dedinhos dos pés, sentia o friozinho do danoninho e o quente do seu pau. Fechando os olhinhos, mordendo a almofada do sofá, jogando o rabo pro alto e rebolando na vara. Toda novinha, toda princesa, ali, de quatro, igual uma vadia, uma vagabunda, levando ferro no cuzinho.
Eu sou uma vagabunda... E falei isso pra você...
- Ainn ainnnn soca soca... soca pica no meu cuzinhooonnn..
- Ta gostando piranha?
- Toooonnn... vai devagar... Devagarzinhoooonnn...
- Quer devagar sua vadia?
- Queronnn... Mas não para de socar...
- Vagabunda! Fala o que você é! Fala!!!
- Souuuunnnn... Sou uma vagabunda.... Sou uma vagabundannnn... SOU UMA VAGABUNDAAAAAAAAAANNNN
Eu dava gritinhos de dor e tesão, aguentando uma rola no cuzinho e me sentindo a maior vagabunda do mundo.
De quatro, de meia calça preta, toda descabelada, sendo xingada, e jogando o rabo pro alto. Eu rebolava no seu pau. Eu rebolava com uma rola na bunda. A sua esposa dormindo no quarto e você montado atrás de mim.
A minha bunda toda vermelha das suas palmadas e agora sendo castigada com um caralhão grosso no meu cuzinho. EU SOU MUITO VAGABUNDA!!!
- Ainnn ainnn caralhoonnnn... Ainnnn me fóóódiinnnn... Me fódi gostosooonnnnnnn!!!
- Toma vadia! Toma pica nessa bunda! Toma! Toma! Toma!
Eu tomava. E tomava gostoso!
Não demoramos 10 minutos naquele sofá. E nem poderíamos demorar mais. Antes que alguém chegasse ou escutasse o barulho. Os meus gemidinhos manhosa, os seus xingamentos de tarado, os tapas estalados na minha bunda e os ploc ploc ploc ploc ploc das bolas explodindo no meu rabo.
Era o seu presente de carnaval. Comer o rabo da novinha que vivia te provocando. E comeu com Danoninho kkkkk
Espero que tenham gostado e gozado com o conto de hoje. E quem quiser as minhas nudes, o vídeo levando palmadas ou vídeos de sexo. Podem pedir nos meus contatos que mando no zap pra vocês.
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Comentários (1)
Futchamp122: Caralho que delícia , já ouvi falar sobre , acontece muito por aí rsrs , T futchamp122 pessoal com relatos
Responder↴ • uid:1deobs16fovy