Cabaço do cu voou hoje! Oficial
Me chamo Márcio, 19 anos, e depois daquela segunda foda no quarto de hóspedes, com o Seu Zé me enchendo de porra enquanto eu gemia como putinha no espelho, eu não conseguia mais pensar em outra coisa. Meu cu ainda latejava, ardia gostoso, e eu sentia o leite dele escorrendo devagar pelas minhas coxas quando saí dali sorrateiro, fingindo que tava tudo normal na casa cheia de gente. Mas o tesão não passava. Ele era o caseiro, sim, mas eu descobri que o “Seu Zé” era só apelido de respeito — o nome dele era José, mas todo mundo chamava de Zé. E o cara tinha só 26 anos. 26! Eu achava que era mais velho por causa do corpo forte, da barba por fazer, do jeito homem de roça, mas não: ele era jovem, moreno, alto, 1,85m fácil, corpo definido de quem levanta peso no quintal todo dia, e puta que pariu… super dotado. O pau dele era um monstro mesmo, daqueles que faz a gente duvidar se cabe. Grosso, veias saltadas, cabeça vermelha e inchada, uns 22cm de comprimento e uma circunferência que me deixava com o cu em chamas só de lembrar.
A noite caiu, a casa tava lotada: meus pais, a Ana dormindo no quarto comigo (mas eu fingi cansaço e não toquei nela), os sogros, uns tios, primos, todo mundo rindo na varanda com cerveja. Eu não aguentava mais. Mandei mensagem pro Zé pelo WhatsApp que eu tinha pego o número dele ontem: “Tô louco pra te ver de novo. Meu cu tá doendo mas querendo mais. Vem pro quarto dos fundos, o da ferramenta, agora”. Ele respondeu em dois segundos: “Tô indo, putinho. Prepara essa bundinha branca que hoje eu vou te arrombar de verdade. Meu pau tá duro só de pensar em você”.
Saí de fininho, coração na boca, e entrei no quartinho dos fundos, aquele cheio de ferramentas, cheiro de óleo e madeira. Apaguei a luz principal, deixei só uma lâmpada fraca. Tirei tudo, fiquei nu, de quatro no chão mesmo, sobre um tapete velho, bundinha empinada pro alto, cuzinho rosado ainda inchado da foda anterior. Comecei a me filmar de novo pro meu perfil Selma Recife, gemendo baixinho: “Olha o estado do meu cu depois do caseiro… 26 anos e pau de cavalo… quero mais leite dele”. Mal terminei de falar, a porta rangeu e ele entrou, trancando atrás de si. Sem camisa, só de bermuda jeans, boné pra trás, corpo suado brilhando na luz fraca. O volume na bermuda era absurdo, o pau já marcando todo.
“Caralho, menino… Olha essa posição. Bundinha branca empinada pra mim, cuzinho piscando… Você é safado demais, Márcio. Eu tenho 26 anos e já comi muita rola por aí, mas nunca vi um cu tão perfeito quanto o seu. Branco, macio, apertadinho… Me dá vontade de te foder até amanhecer”. Ele tirou a bermuda devagar, e o pau saltou pra fora, duro como pedra, balançando pesado. Era maior do que eu lembrava — grosso pra caralho, veias pulsando, cabeça brilhando de pré-gozo. Eu engoli em seco: “Zé… porra, esse pau é enorme. Como que eu aguento isso tudo de novo? Meu cu já tá dolorido…”. Ele riu, voz rouca de tesão: “Você aguenta sim, putinho. Porque você ama dor misturada com prazer. Vem cá, abre mais essas nádegas pra mim ver esse buraco virgem que eu abri ontem”.
Eu obedeci, mãos abrindo a bunda, mostrando o cuzinho vermelho e inchado. Ele se ajoelhou atrás de mim, cuspiu direto no buraco, passou a língua grossa uma vez, me fazendo tremer: “Ahh, Zé! Tá quente…”. “Gosta, né? Meu cuzinho favorito. Tão apertado, tão quente… Vou meter devagar no começo, mas depois vou socar forte, te fazer chorar de tesão”. Ele posicionou a cabeça grossa na entrada, empurrou devagar. A dor veio imediata, lancinante, como se meu cu estivesse sendo rasgado de novo. “Aaaahhh, caralho! Zé, dói pra porra! Seu pau é muito grosso, tá esticando tudo!”, eu gritei, mordendo o braço. Ele gemeu de prazer: “Isso, geme alto, menino. Sente como meu pau te abre? 22cm de rola dura entrando no seu cu branquinho… Que delícia, putinho. Você aperta tanto que eu quase gozo só de entrar”.
Metade entrou, eu choramingava, lágrimas nos olhos, mas rebolava devagar: “Dói… dói muito, Zé… mas não para. É gostoso pra caralho… Fode devagar, por favor…”. Ele segurou minha cintura com as mãos grandes, começou a meter ritmado, entrando e saindo devagar, o pau veioso roçando nas paredes sensíveis. “Olha como você engole minha rola, Márcio. Esse cu é feito pra pau grande. Eu desejo você desde que te vi na piscina, de short molhado, bundinha balançando… Agora toma, putinho, toma tudo”. Ele acelerou, socando mais fundo, o som molhado e alto ecoando no quartinho. “Pah, pah, pah!”. Eu gritava: “Uhhh, Zé! Tá me arrombando, caralho! Dói tanto, mas eu amo… Seu pau é duro pra porra, grosso, me preenchendo todo… Fode mais forte!”. Meus vídeos e fotos coloco em www.selmaclub.com
Ele se inclinou sobre mim, peito colado nas minhas costas, boné roçando minha nuca, sussurrando no meu ouvido: “Você é minha putinha agora, menino. Namorada lá fora, mas cu aberto pra mim. Eu amo essa bundinha branca batendo na minha virilha… Tão macia, tão gostosa. Vou te foder todo fim de semana, encher esse cu de leite até você não aguentar andar”. Eu respondia, voz tremendo de prazer: “Sim, Zé! Me fode como sua putinha… Dói gostoso, seu pau super dotado tá me destruindo… Mas eu quero mais, porra! Soca fundo!”. Ele metia como louco agora, pau entrando até a base, bolas batendo nas minhas, suor pingando. “Toma, toma rola grossa! Seu cu é quente, guloso… Me aperta tanto que eu vou gozar logo, putinho!”.
De repente, ele urrou: “Ahhh, caralho! Vou encher você, Márcio! Toma meu leite quente no cu!”. Senti o pau inchar, jatos grossos e quentes jorrando lá dentro, enchendo tudo, escorrendo pelas minhas coxas. “Uhhh, Zé! Sinto jorrando… Tá me enchendo todo, porra! Que gozada gostosa…”. Eu gozei junto, sem tocar, esperma voando no tapete, gemendo alto: “Aaaahhh, caralho… melhor foda da vida!”.
Ele ficou dentro um tempo, ofegante, beijando minha nuca: “Você é foda, menino. Meu pau super dotado ama esse cu branquinho. Amanhã a gente repete na trilha, escondido dos outros. Esse fim de semana vai ser só isso: eu te arrombando todo dia”. Eu sorri, dolorido e satisfeito: “Pode vir, Zé. Meu cu já é seu”.
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