#Bissexual #Grupal

Leitinho pro Lek: Gozando na Grávida e tomando rola do pai

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Grok_o_perv

Encontrei um casal pervo no telegram e eles me chamaram para foder os dois... ou os 3.

Tudo começou numa noite de tédio absoluto. Minha namorada tinha viajado pro fim de semana e eu tava sozinho em casa, pau meio duro sem ter o que fazer. Abri o Telegram e entrei rolando nos grupos de punheta pesada. Entrei num chamado “Punheta Pesada + Encontros BR” — daqueles bem sem limite, onde os caras mandam vídeo batendo punheta gemendo alto, áudio contando fantasia, foto de rola pingando e combinam meet pra punhetar junto ou foder.

Fiquei um tempo ali assistindo. Tinha um cara batendo uma punheta lenta com óleo, outro mostrando o cu aberto pedindo pica, casal trocando porra na boca. De repente apareceu o post deles. O marido tinha mandado um vídeo dele sentado na cama, rola grossa na mão, batendo devagar enquanto falava rouco pra câmera:

“Procurando mano versátil pra punhetar gostoso, comer, dar e receber. Minha esposa tá grávida de 8 meses e queremos encher ela de leitinho quente pro lek. Dirty talk pesado, sem limite, sem camisinha. Quem topa tudo e aguenta putaria de verdade manda mensagem.”

A foto que ele postou junto era dela de lado no sofá, barrigão enorme, redondo e esticado, só de calcinha preta. Os peitos grandes cheios de leite marcando. Meu pau deu um pulo na cueca. Nunca tinha feito algo tão doente, mas aquilo me acertou forte. Mandei mensagem no privado. A conversa foi direta e safada. Em menos de 40 minutos eu já tava no Uber a caminho da casa deles, coração batendo forte e pau semi-duro o caminho inteiro.

Cheguei na casa num bairro tranquilo. O marido abriu a porta só de short, peito definido, sorriso safado. “E aí, punheteiro… chegou pra brincar com a gente?” Me levou pra sala. A luz era baixa, amarelada, cheiro de sexo, vela e um pouco de suor no ar. Ela tava deitada no sofá grande, camisola fina quase transparente, barrigão monstruoso de 8 meses subindo e descendo devagar com a respiração. Os mamilos escuros marcavam o tecido, um pouco úmidos de leite.

A gente não perdeu tempo com papo furado. Ficamos os três pelados rapidinho. Primeiro sentamos no sofá, eu no meio. Começamos batendo punheta um no outro. A rola dele era grossa, veias marcadas, cabeça grande e rosada. Eu sentia ela pulsar quente na minha mão enquanto ele fazia o mesmo comigo, apertando devagar. Ela assistia, passando a mão na barriga e na buceta inchada, gemendo baixinho.

Ele me puxou pro beijo. Língua quente, molhada. Depois desceu, chupou meu pescoço, peito, e engoliu minha pica inteira, babando bastante. Eu gemi alto. Retribui, ajoelhando e mamando ele com vontade, sentindo o gosto salgado, as bolas pesadas na mão.

“Porra, você mama bem gostoso”, ele grunhiu, segurando minha cabeça.

Ele virou de quatro no sofá, empinou a bunda firme e olhou pra trás: “Me fode primeiro.”

Cuspi bastante na rola e na bunda dele, esfreguei a cabeça e enfiei devagar. Tava apertado, quente, pulsando em volta da minha pica. Comecei a meter, primeiro devagar, depois mais fundo e mais ritmado. Ele gemia rouco, empinando mais, pedindo “mete tudo”. Enquanto eu comia ele, ela tava do lado, se masturbando e apertando os peitos, leite escorrendo um pouco pelos dedos.

Depois de uns bons dez minutos metendo nele, ele me parou. “Agora quero te comer.”

Me colocou de quatro bem colado nela. Meu rosto ficou perto daquela barriga enorme. Ele cuspiu na minha bunda, esfregou a rola grossa e enfiou tudo de uma vez. Eu soltei um gemido longo e grave.

Eu já era acostumado a dar o cu. Fui iniciado bem cedo, ainda moleque, pelo meu tio. Nas férias ele me pegava escondido, me ensinava a chupar devagar, elogiava quando eu engolia, depois me virava na cama, passava bastante cuspe e metia aos poucos até eu aguentar tudo. Aquilo marcou pra sempre. Sou hétero, amo foder buceta, amo minha namorada, mas desde então carrego essa tara secreta por rola grossa de homem e por putaria pesada envolvendo leks. É como se tivesse ligado um interruptor na minha cabeça que nunca mais desligou.

Ele metia forte, segurando minha cintura, batendo as bolas contra mim. Cada estocada fazia meu pau balançar duro embaixo, roçando na barriga dela. Ela colou o rosto no meu, me beijou e sussurrou: “Gosta de dar o cuzinho pro pai do lek, né? Tá todo molhadinho…”

Depois de me arrombar gostoso ele tirou e mandou: “Agora vai nela. Quero ver você enterrar tudo nessa barriguda.”

Eu me posicionei entre as pernas dela. A buceta tava inchada pra caralho, lábios grandes, vermelhos e brilhando de tesão, um fio grosso de lubrificação escorrendo. Esfreguei a cabeça da pica ali, sentindo o calor absurdo, e empurrei devagar. Entrei centímetro por centímetro até bater no fundo. Quando cheguei lá, senti o primeiro chute forte — bum — direto na cabeça da minha rola através da parede da barriga.

“Caralho… ele chutou minha pica”, eu gemi, arrepiado da cabeça aos pés.

“Ele tá sentindo o tio lá dentro… mete mais, vai… acorda ele pro leitinho quente”, ela gemeu alto, segurando a própria barriga com as duas mãos.

Comecei a estocar. Devagar no começo, sentindo cada detalhe: o calor apertado e molhado, a textura diferente por causa da gravidez, a barriga enorme subindo e descendo, roçando contra meu abdômen a cada estocada. O lek tava agitado: chutes fortes, viradas, mexidas longas, como se estivesse reagindo à pica batendo fundo. A pele da barriga dela tava quente, esticada, brilhando de suor. Os peitos enormes balançavam, leite escapando dos mamilos duros e molhando minha mão quando eu apertava.

Enquanto eu socava ela cada vez mais forte, o marido veio por trás de mim novamente. Cuspiu, enfiou a rola grossa na minha bunda e começou a meter no mesmo ritmo. Eu tava no meio do sanduíche perfeito: metendo fundo na grávida dele e sendo comido por ele ao mesmo tempo. O ritmo ficou sincronizado e insano. Cada vez que eu entrava até o fundo nela, ele metia tudo em mim. O barulho molhado de pele, o cheiro de sexo, os gemidos dos três enchiam a sala.

Eles soltavam putaria sem parar:

“Olha como ele tá metendo fundo na nossa barriguda… tá sentindo o lek se mexendo todo na tua pica?”
“Vai gostoso… mistura tua porra com a minha dentro dela… enche o lek de leitinho quente.”
“Nós já pegamos vários manos pra isso… todos ficam loucos quando começam a sentir os chutes na rola.”

Eu tava delirando. Segurava aquela barriga enorme com força, sentindo os movimentos fortes por baixo da pele enquanto socava cada vez mais fundo. O suor escorria do meu peito pra barriga dela. Os peitos dela vazavam leite toda vez que eu apertava. O marido metia cada vez mais rápido e forte na minha bunda, gemendo no meu ouvido.

Ele gozou primeiro. Grunhiu alto, me segurou firme pela cintura e despejou porra quente bem fundo no meu cu, jato atrás de jato, pulsando forte. Ficou lá dentro, ainda duro, me enchendo.

“Agora é tua vez… goza junto com o pai dele. Enche ela.”

Eu segurei a barriga dela com as duas mãos, senti o lek se mexendo loucamente contra minha pica e meti o mais fundo que consegui. O orgasmo veio violento, quase dolorido de tão forte. Meu pau explodiu dentro dela, jatos grossos, longos e quentes, enchendo aquela buceta grávida até transbordar. Enquanto eu gozava, os chutes ficaram ainda mais intensos, como se o lek estivesse sentindo a porra quente entrando tudo. Eu gemi feito animal, corpo inteiro tremendo, visão turva, o prazer misturado com aquela tara proibida que me consumia.

Quando finalmente tirei a pica, um rio grosso e branco de porra (minha misturada com a dele) escorreu da buceta inchada dela, descendo pela bunda e sujando o sofá inteiro. A barriga ainda se mexia devagar, mais calma, como se tivesse tomado bastante leitinho.

A gente ficou uns longos minutos ali, suados, ofegantes, sem falar nada. Só respiração pesada e o som distante de um carro na rua.

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