Selma Recife & aline de Maceió, num motel, com 4 machos dotados e loucos por cu
**Bom dia, meus amores! Aqui é Selma Recife, a puta mais arretada de Pernambuco!**
Ah, meus filhos... só de lembrar desse sábado meu cu ainda fica latejando de saudade. Foi num sábado quente pra danar, depois que eu larguei da loja lá no Recife. Foram horas e horas de fotos e vídeos, meu Deus do céu! A Aline de Maceió chegou na sexta-feira à noite, dormiu lá em casa comigo e com o corno. A gente já foi se pegando um pouquinho na cama, se beijando, se tocando... deixando o corpo pronto pro que ia acontecer no dia seguinte.
No sábado de manhã cedinho pegamos o carro e fomos pro motel em Paulista, aquele famoso onde eu gravo desde 2007 e a turma Bliss já filma desde os anos 90. Meu corno manso foi dirigindo, caladinho, enquanto eu e Aline íamos no banco de trás rindo e já adiantando o serviço.
Chegamos, tiramos tudo e ficamos peladas na beira da piscina, lado a lado, bundonas empinadas pro sol, molhando só a parte de baixo. O corno já foi preparando as câmeras e tripés.
Logo os dois primeiros machos chegaram. Meu corno, como sempre, foi abrir o portão e trouxe eles pra dentro:
— Entra, meus filhos... vem comer minha mulher e a amiguinha dela — disse ele, com aquela voz de corno resignado.
Os dois ficaram loucos quando nos viram assim, oferecidas. Nem esperaram os outros dois. Tiraram a roupa e pularam na piscina.
Antes de qualquer coisa eles queriam sentir o cheirinho natural da gente, suado do calor.
O moreno alto veio por trás de mim, abriu minha bundona e colou o nariz bem no meio do meu cu:
— Caralho... que cheiro forte e gostoso de bunda suada!
Aline olhou pra ele e mandou logo:
— Lambe essa bunda, porra! Tá com nojo, caralho? Cheira e lambe direito a bunda suada da gente!
Eu empinei mais e completei:
— Isso, meu filho! Cheira fundo! Sente o sabor da bunda da Selma Recife, natural e suadinha do dia. Lambe agora, vai! Enfia essa língua no meu cu, bora!
Eles lamberam com fome, um em cada bunda. Eu e Aline nos viramos, nos beijamos com muita língua na frente deles, gemendo gostoso enquanto eles comiam nossos cus.
— Olha essa porra, corno! — gritei. — Dois machos cheirando e lambendo nossa bunda suada enquanto tu só filma que nem um otário. Que corno mais sem-vergonha!
Aline riu e falou pro corno:
— Filma direito, corno manso! Mostra como tua mulher e eu estamos dando o cu suado pros machos de verdade. Tu nem merece assistir isso, véi!
Eles colocaram os paus grandões na nossa frente. Eu e Aline ajoelhamos na água, lado a lado, e começamos a mamar.
— Olha como a Aline chupa gostoso... — disse o moreno.
— Agora prova a Selma Recife — falei, engolindo até o fundo, babando tudo.
Eles ficavam trocando de boca, comparando:
— Porra, a Selma mama mais gulosa, engole até o saco!
— Mas a Aline faz aquele barulhinho de garganta que me deixa doido!
Eu olhei pro corno:
— Tá vendo, corno? Eles tão comparando como tua esposa e a Aline chupam rola melhor do que tu nunca vai conseguir. Filma essa merda direito, inútil!
Nós duas nos beijamos de novo, babando, e pedimos juntas:
— Bate na nossa cara, porra! A gente adora apanhar!
Eles deram tapas bem dados. Eu gemi alto:
— Mais forte, caralho! Bate na cara dessa puta arretada! Eu gosto!
Aline também gritou:
— Isso! Me bate enquanto eu chupo! Eu adoro apanhar, meu filho!
Depois eles colocaram nós duas de quatro na borda da piscina. Um meteu na buceta da Aline, o outro na minha. A gente se beijava, mamando nos peitos uma da outra.
Aí veio o anal que a gente mais queria.
O moreno encostou no meu cu e forçou:
— Aaaaiii meu Deus! Tá doendo demais! Mas enfia, vai, não para! — gritei.
Aline levou junto:
— Dói muito... mas continua... tá gostoso pra danar! — gemeu ela.
Nós duas lado a lado, gemendo alto, nos beijando, apertando os peitos uma da outra enquanto levávamos rola grossa no cu:
— Olha o corno filmando enquanto a esposa dele leva rola no cu, véi! — disse um dos machos. — Que corno filho da puta!
— Isso mesmo, corno! Filma como minha bundinha tá sendo arrombada! Tu nunca me comeu assim na vida, seu fraco! — humilhei.
— E filma a Aline também, corno! Mostra pra família dela o que a filhinha faz escondido no Recife! — completou o outro.
Eles meteram com força. A gente gemia sem parar:
— Dói... mas não para! Arromba meu cu, caralho! — pedia Aline.
— Mais fundo! Rasga esse cu de puta! — eu gritava.
Depois foderam a gente de pé, encostadas na borda. Um comia o cu da Aline enquanto eu olhava e conversava:
— Como tá, amiga? Tá sentindo ele bem fundo no teu cu? — perguntei.
— Tá rasgando todinho... mas tá bom demais, porra... — respondeu ela gemendo.
Depois trocaram. Eu levei de pé, anal bem fundo, rebolando enquanto Aline assistia:
— Olha como ele tá destruindo o cu da Selma, corno! Tu é um inútil, só serve pra filmar!
No final eles mandaram nós duas ajoelharmos na água, boca pra cima, lado a lado, línguas pra fora. Os dois machos em pé na borda bateram punheta forte.
— Goza na nossa boca, porra! — pedimos juntas.
Jatos grossos e quentes caíram na nossa cara e boca. Engolimos tudo, nos beijando depois, trocando leitinho entre nós.
— Olha isso, corno! Tua esposa e a Aline engolindo porra de macho na piscina! Que corno feliz tu deve tá filmando isso, hein seu manso!
E olha que isso foi só o começo do sábado, meus amores... ainda tinha os outros dois machos pra chegar, e a gente ficou lá até o fim da tarde gravando tudo. Meu cu ficou destruído de tanto arrombamento.
Se você ficou com a rola latejando lendo esse conto, imagina assistindo o vídeo completo com todos os gemidos, tapas, cheiradas na bunda, humilhações e gozadas? Tudo isso tá fresquinho no nosso **Telegram VIP: www.bit.ly/telemanu**. Assine agora que você ganha na hora a assinatura completa do site www.selmaclub.com com todos os vídeos, fotos e contos sem censura. Lá você conversa direto comigo e com a Aline também.
Beijos molhados, porra na boca e cu bem arrombado.
Bom dia, meus amores! Aqui é Selma Recife, a puta mais arretada de Pernambuco!
Ah, meus filhos… o dia tava só começando. Depois daquela primeira roda braba com os dois machos na piscina, a gente ainda tava lá, suada, gozada e arrombada, quando a campainha tocou de novo. Meu corno foi atender, todo mansinho, e trouxe os dois pesados: Priapus e o Africano de Angola, dois garanhões conhecidos pra caralho nos nossos vídeos. Priapus com aquela rola branca grossa que parece um braço, e o Africano com um monstro negro, veioso, enorme, capaz de rasgar qualquer cu.
Eles entraram já tirando a roupa. Quando viram eu e Aline ainda na piscina, bundonas empinadas, cus piscando e escorrendo porra, os dois sorriram feito lobo.
— Porra, Selma! Hoje nós vamos destruir vocês duas de vez — rosnou Priapus.
O Africano já veio direto, agarrou minha bundona e colou o nariz fundo no meu cu:
— Hummm… tá cheirando a puta usada… delícia.
Eu empinei mais e gritei:
— Cheira e lambe, caralho! Sente o cheiro de cu arrombado da Selma Recife! Lambe fundo, vai!
Aline fez o mesmo pro Priapus:
— Lambe minha bunda também, porra! Enfia essa língua!
Logo os dois paus monstros já tavam duros. Eles colocaram eu e Aline de quatro na borda da piscina, lado a lado. Priapus meteu aquele tronco na minha buceta primeiro, enquanto o Africano enfiou na Aline.
— Aaaaiii meu Deus do céu! Tá muito grosso! — gritei.
Mas logo eles queriam o cu.
Priapus tirou da buceta e encostou a cabeça grossa no meu cuzinho já usado:
— Vou rasgar esse cu agora, Selma.
— Enfia, porra! Arromba! — eu mandei.
Ele segurou minha cintura e empurrou tudo de uma vez. Eu dei um grito desesperado:
— AAAAAAIII PORRA! TÁ RASGANDO MEU CU! TÁ MUITO GROSSO, CARALHO! TIRA UM POUCO! NÃO… NÃO TIRA! METE MAIS! AAAAIHHH!
Aline ao meu lado levou o monstro do Africano e também berrou:
— Aaaaai meu pai! Tá entrando até o intestino! Dói demais! Mas mete, vai! Arromba esse cu de vadia!
Nós duas nos beijamos com desespero, língua molhada, babando, enquanto os dois socavam fundo. Eu olhei pro corno:
— Filma isso, corno filho da puta! Olha como Priapus e o Africano tão destruindo o cu da tua mulher! Tu nunca vai ter uma rola assim, seu inútil!
Aline gritou pro corno também:
— Isso, corno manso! Filma tua esposa e eu gritando feito cadela enquanto levamos rola de verdade! Mostra pros teus amigos o que tu aguenta!
PRRRRRRRRT! PRRRRFT! Eu soltei um peido longo e molhado bem na rola do Priapus.
— Tá peidando, sua nojenta? — ele riu e meteu mais forte.
— Tô com vontade de cagar! Aaaaihh! Tô sentindo que vai sair! Não para! Quero cagar na tua rola grossa, Priapus! — gritei desesperada.
Aline também começou:
— Aaaahhh! Tô me cagando também! O pau do Africano tá empurrando a merda pra fora! Filma isso, corno! Mostra tua mulher cagando nas picas dos machos!
O Africano deu um tapa forte na cara da Aline e outro na minha:
— Toma na cara, suas putas fedorentas! Cagam mesmo enquanto eu rasgo esse cu!
— Bate mais! Eu adoro apanhar! Me bate enquanto eu cago na rola! — eu berrei, olhos lacrimejando.
Eles trocaram. Agora o Africano meteu aquele monstro negro no meu cu. Eu quase desmaiei:
— AAAAAAIII CARALHO! TÁ RASGANDO TUDO! TÁ MUITO GRANDE! TÔ SENTINDO ELE NA MINHA GARGANTA! AAAHHH! QUERO CAGAR! TÔ COM VONTADE DE SOLTAR TUDO!
PRRRRRRRRRRT! Soltei um peido molhado e quente, sentindo o cocô começando a pressionar contra a cabeça do pau dele.
— Olha isso, corno! Tua mulher tá cagando no pau do Africano! — gritou Priapus. — Que puta nojenta você tem em casa!
Aline, sendo comida por Priapus, também gritava:
— Tô cagando também! Aaaaihh! Tá saindo! Filma, corno! Mostra como nós duas viramos privadas de macho!
Nós duas nos beijamos de novo, gemendo, chorando de dor e tesão, mamando nos peitos uma da outra enquanto levávamos aquelas duas rolas gigantes no cu. Os machos socavam sem piedade, fazendo água da piscina balançar.
— Mais fundo! Rasga meu intestino! Eu quero cagar tudo na rola! — eu berrava.
— Dói demais… mas não para! Arromba! Tô gozando de dor! — gritava Aline.
Eles meteram por um tempo que pareceu eterno, nos fazendo gozar várias vezes no meio do desespero. No final, tiraram os paus imundos do nosso cu (cheios de sujeira) e mandaram nós duas ajoelharmos boca aberta, línguas pra fora.
Priapus e o Africano gozaram juntos, jatos grossos e fortes enchendo nossa boca e cara de porra quente. Eu e Aline engolimos tudo, nos beijando depois, trocando o leitinho misturado.
— Olha isso, corno! Tua mulher e a Aline tomaram porra dos dois rasgadores de cu! — eu disse, rindo safada. — Tu é o maior corno do Recife, véi!
E olha que o dia ainda tava só na metade… ainda tinha muita rola, muita humilhação e muito cu arrombado pela frente.
Meus amores, se você tá com a rola pulsando lendo esse relato, imagina assistindo o vídeo completo com todos os gritos, peidos, tapas, desespero e arrombamento de verdade? Tá tudo fresquinho, sem censura, no nosso Telegram VIP: www.bit.ly/telemanu. Assine agora e ganhe na hora a assinatura completa do site www.selmaclub.com !
Depois de toda aquela foda braba na piscina, a gente tava destruído. Eu e Aline mal conseguíamos ficar em pé, os cus latejando, inchados e arrombados. Priapus, o Africano de Angola e os outros dois machos também tavam suados, respirando pesado. Meu corno, caladinho como sempre, só servia pra registrar tudo.
A gente saiu da piscina, secou um pouco o corpo e sentou na mesa do lado de fora. O corno trouxe cerveja geladinha pra todo mundo e uns tira-gostos: torresmo, linguiça assada, queijo coalho. Ficamos uns 25 minutos ali, bebendo, rindo, conversando safadeza. Eu sentada no colo do Africano, rebolando devagar na perna dele, enquanto Aline mamava no peito do Priapus.
— Porra, Selma… tu aguenta mesmo, hein? — disse Priapus, dando um tapa na minha coxa.
— Aguento é pouco, meu filho. Ainda quero mais. Esse cu ainda não tá destruído do jeito que eu gosto — respondi, dando um gole na cerveja.
Aline riu e completou:
— Vamos pro quarto? Quero aquelas duas rolas monstros na cama king size.
Não demorou. Fomos todos pro quarto. A cama era enorme, king size, perfeita pra putaria. Eu e Aline deitamos no meio da cama, peladas, bundonas pra cima. Os quatro machos subiram também. Meu corno ficou só no canto do quarto, registrando tudo em silêncio, trocando ângulo, sem falar nada.
Priapus e o Africano não perderam tempo. Colocaram eu e Aline de quatro, lado a lado na cama.
— Agora vai ser de verdade — rosnou o Africano, encostando aquele monstro negro no meu cu.
— Enfia logo, caralho! — eu gritei.
Ele segurou minha cintura e meteu tudo de uma vez. Eu dei um berro desesperado:
— AAAAAAIII MEU DEUS DO CÉU! TÁ RASGANDO MEU INTESTINO! TÁ MUITO GROSSO, PORRA! AAAAIHHH!
Ao meu lado, Priapus fez o mesmo com Aline:
— Aaaaaiii filho da puta! Tá entrando até o estômago! Dói demais! Mas mete, não para!
Eles começaram a socar forte. A cama toda tremia. Eu e Aline nos beijávamos, gemendo alto, chorando de dor e prazer.
— Olha isso, corno! — berrei olhando pro marido. — Tá registrando direitinho como o Africano tá destruindo o cu da tua mulher? Tu nunca vai ter uma rola assim, seu corno manso!
Aline também humilhou:
— Isso, corno! Registra o rosto da tua esposa enquanto ela leva rola de Angola no cu! Mostra pros teus amigos como tu é corno de verdade!
PRRRRRRRRT! PRRRRFT! Soltei peidos molhados e quentes na rola do Africano.
— Tô com vontade de cagar! Aaaaihh! Tá pressionando! Tô sentindo a merda querendo sair! — gritei desesperada.
— Eu também! Tô me cagando no pau do Priapus! — berrou Aline.
O Africano meteu mais fundo ainda e deu um tapa forte na minha cara:
— Caga então, sua puta nojenta! Solta tudo na minha rola!
— Aaaaiii caralho! Tá saindo! Tô cagando na rola do Africano! Registra isso, corno! Registra tua mulher virando privada de macho! — eu berrava, o corpo tremendo.
Eles viraram nós duas de frente, pernas bem abertas. Priapus enfiou no cu da Aline enquanto o Africano meteu no meu. DP anal começou logo depois. Dois machos em cada uma de nós, uma rola na buceta e outra no cu ao mesmo tempo.
Eu quase desmaiei:
— AAAAAAIII PORRA! AS DUAS ROlas AO MESMO TEMPO! TÁ RASGANDO TUDO! TÔ COM VONTADE DE CAGAR NOS DOIS PAUS! NÃO AGUENTO! MAS NÃO PARA!
Aline gritava igual:
— Tá doendo demais! Meu cu tá pegando fogo! Tô cagando, Priapus! Tô cagando na tua rola grossa!
Nós duas nos beijávamos desesperadas, apertando os peitos uma da outra, mamando os bicos enquanto levávamos aquela surra de rola. Os machos davam tapas na nossa cara e na bunda:
— Toma na cara, suas vadias fedorentas! — rosnava Priapus.
— Bate mais forte! Eu adoro apanhar! Me bate enquanto eu cago nas vossas rolas! — eu implorava.
O corno registrava tudo de perto, trocando de posição pra pegar os ângulos perfeitos dos nossos cus esfolados, vermelhos, abertos e sujos.
— Registra direitinho, corno! — gritou o Africano. — Mostra pro Recife inteiro como tua mulher e a Aline viram privadas dos machos de verdade!
Depois de quase uma hora naquela putaria insana, os quatro machos gozaram dentro e em cima da gente. Eu e Aline ficamos deitadas na cama king size, cobertas de porra, cu arrombado piscando, escorrendo mistura de porra e cocô no lençol.
Ainda tava longe de acabar o dia…
Meus amores, se você tá com a rola pulsando só de ler, imagina assistindo o registro completo desse dia inteiro, com todos os gritos, peidos, desespero, tapas e humilhação? Tá tudo fresquinho e sem censura no nosso Telegram VIP: www.bit.ly/telemanu. Assine agora e ganhe na hora a assinatura completa do site!
Beijos molhados, cu destruído e porra escorrendo,
Selma Recife 🔥😈
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