Fui parar no cinema outra vez com aqueles dois homens
Parece que a cena estava se repetindo. A mesma sala de cinema, meu pai sentado na mesma poltrona daquela noite, meu cheiro de bom moço indo longe, a mesma excitação correndo minhas veias. Eu tava pegando fogo e a telona ficou clara bem na hora que ia me inclinar pedindo um beijo do macho ao meu lado.
“Quem tá aqui comigo?”
“Não entendi” meu pai reagiu chegando perto pra ouvir direito.
“Quem me trouxe ao cinema, meu pai ou o meu amante pervertido?”
Ele riu, mas lembrou do perigo de me ter por perto e respondeu no meu ouvido.
“Presta atenção, seu safado. Tente não gritar essas coisas, olha a boca!”
“Se eu fosse você achava um jeito de me calar, papai. Tô muito falante hoje.”
Riu de novo e me puxou aproveitando o trailer pra me beijar dizendo que eu não estava só falante, mas muito safado também. Começou lento chupando meu lábio de olhos fechados tentando não fazer barulho, mas aí eu coloquei a língua, enchi nossa brincadeira de saliva e pronto… Em segundos o cara estava chupando a boca do próprio filho como se isso fosse a coisa mais natural do mundo. Pelo menos pra gente é.
“Porra, moleque… Senti seu cheiro na entrada da sala. Sabia que era você…”
Se eu tava ocupando meu pai dando minha língua macia pra ser chupada, quem é que elogiava meu cheiro desse jeito? Tomei um sustão quando a voz grave interrompeu minha safadeza, virei na direção dele e a montanha de macho parado ao nosso lado me fez estremecer. Como alguém pode ser tão imponente? Que tipo de exercício deixa aquele peitoral enorme e todo travado? E os ombros? Como ele conseguiu aqueles ombros? As costas do cara abre inteira, os braços musculosos ficam lindos na camiseta, o pescoço é largo igual o tronco, da pra ver a cintura grossa dele marcada por baixo do tecido fino da roupa e por causa do frio o mamilo tá meio durinho. Tem um volume enorme na virilha que faz a calça ficar estufada, um tronco virado pra direita todo marcado, consigo imaginar que está pegando fogo. Queria botar a mão logo nele.
O amigo do meu pai abriu o maior sorrisão quando flagrou nosso beijo, porque não é surpresa pra ele o tipo de putaria que pai e filho curtem, chegou mais perto e se curvou inteiro pra alçar meu rosto com sua boca linda. Ele fala do meu cheiro, mas o dele é impossível de ser ignorado. Amadeirado, mas fresco, um perfume que grita dinheiro, bom gosto e certa energia de macho reprodutor. Ignora meu pai, não se importa em ser simpático, vai direto pro meu pescoço e esfrega a boca e o queixo em mim de um jeito que meu cu molha na hora.
“Saudade desse cheiro de putinho” falou só pra mim. “O que tem feito desde aquela noite que me provocou nesse mesmo cinema?”
Não respondi, impossível. Tava segurando pra não soltar um gemido só de ganhar um carinho leve no pescoço. Mas meu pai riu. Sabia que aquilo estava pra acontecer, era ideia dele trazer Cael para um segundo encontro no cinema. Tinha gostado do que rolou entre nós três e isso ficou muito claro quando deitamos naquela noite. Não chegamos a lugar nenhum, mas só a nossa energia já era suficiente pra saber que de alguma forma daríamos certo.
Eu tremi quando eles se cumprimentaram como bons amigos e finalmente fiquei entre os dois outra vez. Primeiro um calor, depois um frio na barriga, um suor escorrendo na nuca, uma dor no pé da barriga. Pura ansiedade. O negro lindo me viu tremendo e meteu os dedos enormes na minha coxa.
“Não vai falar que sentiu saudade?”
“Saudade? Quase não te reconheci quando chegou.”
Que mentira! Na hora lembrei da minha punheta dias depois no banho pensando no gosto da boca naquele beijo maldito antes de ir embora e na gozada que deu sozinho no banco da frente me assistindo ser um puto no banco de trás com meu pai.
“Que mentiroso!” Ele falou todo seguro fazendo meu pai rir.
“Tenho cara de quem mentiria?”
“Você tem cara de quem faz coisa pior” Cael respondeu rapidinho.
Outra vez meu pai riu concordando com aquela provocação.
“Vão ficar brigando? O filme vai começar, tava doido pra ver, não quero perder nada.”
Outro mentiroso.
Finalmente começou. Filme escuro, suspense meio ação com muito barulho, sala mais vazia, nós num canto, quase última fileira. Péssima visão da tela, ótimo lugar para o que a minha mente mandava fazer. Sem surpresas meu pai segurou minha mão e quando achei que era carinho, era perversão. Colocou meus dedos na sua coxa pertinho do volume da pica, eu fui sozinho tocando o caminho e brincando com a calça dele. O cara soltou o maior suspiro quando agarrei por cima do tecido com força pra sentir direitinho o tesão dele. Cael, pra não ficar em desvantagem naquela disputa por atenção, puxou minha outra mão e fez diferente. Até me espantei.
Levou meus dedos ao queixo. Suspirou na minha pele, cheirou meus dedos, beijou minha mão, passou em seu queixo que estava perfeitamente barbeado e lisinho e quando eu pensava que o homem estava para romances… Desceu de uma vez e só parou quando me botou pra segurar a malona estourando na calça. O sorrisinho era de homem seguro, que sabe estar em ganhando na luta.
Meu pai não queria perder a atenção. Ligeiro colocou a pica pra fora pelo zíper e me entregou a coisa durona pingando. Mordeu o próprio lábio quando olhei pra ele no escuro vendo só um pouco do rosto. Olhar selvagem de homem que sabe o que quer, um pai que tem o filho na mão. Ou na rola.
Saiu em vantagem. Me inclinei sobre o colo, dei uma cheirada na pica melada, brinquei com meus lábios na cabecinha e fui forçado a colocar na boca de uma vez. Engoli, sou acostumado com ela. Botei pra dentro, suguei devagarinho pra não fazer barulho, molhei ainda mais com minha saliva e deixei escorrer um pouquinho nas bolas que coloquei pra fora da calça depois de desabotoar. Mas vantagem não é vitória. Cael alisou meus cabelos e os dedos pesados na minha nuca me fizeram querer sentir o que guardado tinha pra mim. Larguei meu pai com um sorriso de boca molhada e me beijou antes de permitir com o olhar o que sabia que ia acontecer de qualquer jeito.
Fui guiado, virando de lado, pra encontrar Cael na outra poltrona. Sentado mais largado, as coxas jogadas e abertas, o zíper desfeito, a pica pra fora da cueca. Finalmente num clarão rápido pude assistir meu filme preferido: um homem se exibindo pra mim. O pau é como o dono, não poderia ser diferente. Escuro na base, não tolamente depilado. Tem uns pelinhos escuros e grossos, o que me faz querer sentir o cheiro dali. A cabeça, que é mais clara que o corpo da rola, escorre o líquido que minha língua deseja. Tem veias saltadas embaixo do couro, que de tão dura enverga pra direita, pulsa, e é muito maior que a do meu pai. Boto a mão e meus dedos lutam pra abraçar o tronco, ele sorri, eu babo. Vou de boca e sofro pra abocanhar. Ele ajuda, força meu pescoço, me faz suar e provocar ruídos. É o custo para satisfazer um homem safado. Avança na minha cara, esfrega a pica em mim, amassa minhas bochechas, parece ter esperando uma vida inteira pra fazer isso.
“Sabia que essa boca não ia decepcionar” me confessa num gemido.
Meu pai assiste, mas não fica só nisso. Mete a mão na minha bunda por dentro do meu short e caça meu cu, sabe que estou pronto, afinal tomou banho comigo. Não transamos mais cedo e sequer me deixou mamar alegando pressa ou qualquer coisa, eu sabia que tinha um plano pra mais tarde. O plano era me ver sofrer na pica grossa do amigo.
Mamei guloso, fui o putinho que meu cheiro anuncia. O amigo do meu pai jogava a cabeça pra traz, respirava pesado, sorria satisfeito e botava mais pra dentro. Quando cansei, levantei e também troquei um beijo molhado. Ele provou da própria pica engolindo minha saliva, chupando minha boca sem pressa.
“Sua rola é enorme pra mim” sussurrei.
“São só 19 centímetros, moleque. Não exagera.”
“Seu mentiroso. Não tô conseguindo nem segurar direito.”
“Disso você tem razão, putinho. Minha rola engrossa facinho, ainda mais com esses seus dedinhos brincando aí.”
“É grossa demais” falei agarrado nela, masturbando enquanto sussurro pertinho da boca. “Mas é macia. Muito boa de chupar. O cheirinho dela… seu cheiro…”
“O que tem meu cheiro?”
“Cheiro de macho” falei gemendo baixinho. “Me deixa maluco.”
“Que safado! Já tá viciado no cheiro do negão?”
“Tô. Você tem cheiro de sexo. Me deixa mamar mais?”
Pedi com jeitinho, a boca vermelha aberta, meu hálito de rola.
“Faz melhor” Cael sugeriu. “Mama seus dois machos ao mesmo tempo.”
Ele mesmo me tirou da poltrona e passou para o meu lugar, me restando ficar de joelhos entre entre os dois homens. Mais fácil pra me manipular apertado no escuro da fileira. Os dois lado a lado sorriram cúmplices da perversão que ninguém podia imaginar. Mamei. Fiz o que os dois machos esperavam de mim: dois paus duros na cara, baba escorrendo no queixo, cuidei das bolas pesadas brincando com elas, às vezes na boca, às vezes com os dedinhos. É delicioso cheirar a virilha dos dois, bochechas estufadas e lágrimas nos olhos pra mostrar o esforço em suprir a necessidade deles. Me fuderam ali mesmo, primeiro pela boca, é claro.
As vezes me esticava pra beijar meu pai, depois Cael, e quando voltava a chupar lá embaixo, eles se olhavam como se fossem cair num beijo também, mas nada disso rolou. Tava ocupado entre as coxas deles quando ouvi meu pai gemer baixinho.
“Agora vem aqui e senta pro pai.”
Que tipo de maluco faria isso? Era um cinema, uma sala escura e quase vazia, mas ainda era um cinema. Tinha gente ali. Pensei se ouvia aquilo mesmo ou era minha mente pervertida fantasiando tudo isso, mas de novo ele falou, só que em ordem.
“Vem, meu viadinho. Vira de costas, abre o rabo e senta pro papai.”
Ordens são ordens. Levantei, eles adoraram ver meu rosto amassado e a boca vermelha, Cael me virou, apertou minha bunda, abaixou o short, levantou minha camiseta um pouquinho, cheirou minhas costas e ele mesmo abriu meu rabo. Fui sentando e ele encaixando segurando a pica babada do meu pai pra entrar certinho. Mirou, botou no rumo perfeito e eu sentei com tudo. Rabo pronto, não tem dificuldade quando sou acordado quase todo dia sendo comido com carinho e pressão. Rebolo e solto um gemido, Cael não se aguenta e procura minha pica pra me masturbar, a mão enorme me cobre inteiro, até as bolas, e ele me agrada enquanto sirvo meu pai.
Me come do jeito certo botando fundo devagar, fazendo ela deslizar carinhosamente no meu cu. Me empino e sofro um pouquinho, mas adoro. Meu corpo sabe que é meu próprio pai ali, tem o sangue dele em mim, além de muita porra. Quando me come até minha respiração se encaixa com a dele. O nome disso é amor.
Mas ele avisa que estou indo longe demais.
“Desse jeito você derruba o pai, meu amor. Não mastiga a pica assim, não. Vai me fazer gozar. Deixa eu te ver sentando pro Cael, deixa…”
Não demoro. Salto de um colo pro outro, mas antes o amigo do meu pai prepara bem a rola, deixa escorrendo saliva nas bolas pra fora da calça, dá uma masturbada pra endurecer ainda mais e os 19 centímetros parecem brincadeira perto do que vejo. A pica ganha mais veias, engrossa ainda mais, soa monstruoso o que ele pode fazer comigo. Pra minha surpresa me deixa em pé, me faz empinar e esfrega o queixo no meio da minha bunda abusada pelo meu pai. Impossível não gemer, ele sabe disso. Solto um dos altos e ele me agarra pela cintura parando imediatamente de me comer com a língua. A gente ri, mas logo o riso vira dor.
Me senta e encaixa a cabeça grandona, dá a volta com os braços na minha cintura e morde minhas costas. É uma fera pegando um moleque. Bota o que acha que dá, me faz tremer em seu colo e não consigo empinar, mas o cara me força a fazer isso, me agarra, mistura seu cheiro no meu e quando vejo estou sendo comido como achava que não poderia ser. Me abre, bota fundo, marca meu corpo e me arranca dores, mas morro de prazer assim. Me faz cavalgar de costas e a rola está quase toda dentro. Isso é desejo.
Não é fantasia o que a gente faz. Quando olho meu pai se masturbando e suando ao nosso lado, vejo que é mais real ainda, que é fruto do desejo de dois homens sujos e pervertidos. Isso é o corpo, a carne, é o que tem de mais sagrado na masculinidade. Eles me comem, me enchem de felicidade em forma de prazer e o mundo parece mais ajustado assim.
“Que rabo guloso” ele solto no meu ouvido quando me gruda na sua barriga durinha.
“Tô sentindo você todinho” solto num gemidinho fino.
“Só boto assim, pra ir tudo dentro. Só gosto de meter se for pra arregaçar esse cuzinho. Rebola mais pra mim, mastiga igual fez com seu paizão.”
“Assim? Gosta quando um moleque rebola safado desse jeito?”
Empinei, sem vergonha nenhuma, sentindo que aquela coisa dura pulsava mas fundo do que deveria. Estava inteiro dentro mesmo, tanto que começava a doer nas minhas costelas por causa da pressão. Ele sorriu e gemeu abafado, meu pai não segurou e me puxou pra chupar minha boca. Sussurrou que não tava aguentando, precisava gozar.
Virei para Cael e perguntei com a voz tão doce que os céus se abriram pra mim:
“Quer gozar no meu cuzinho? Quer botar seu leitinho aí dentro?”
“Não precisa pedir de novo” respondeu cheio de ganância.
“Vem, pai.” falei pro meu homem.
Não tinha como negar. Meu pai olhou assustado, mas ainda escorrendo tesão. Ficou de pé na minha frente, de costas para quem pudesse nos ver nas fileiras adiante, uma mão segurando meu queixo, outra batendo uma punheta nervosa. Gozou furioso, tremendo e contendo os gemidos, escorreu leite na minha boca depois de descer uma camada grossa pela garganta, e melou meu queixo lisinho. Mas não era porra suficiente pra mim. Cael meteu mais rápido, as mãos machucando meu quadril, pegando mais forte do que deveria. Cuspiu um leite pesado dentro do meu rabo, que de tão grosso fez a socada espumar. Escorreu pelo saco dele, melou a calça e meu cu ficou liso do jeito que eles gostam. Uma bagunça completa.
Caímos os três nas poltronas respirando pesado. Eu senti tudo arder inteiramente, os dois deliravam de olhos fechados tentando recuperar a decência. Olhei minha virilha e eu tinha gozado sem nem me tocar.
“Qualquer putinho agora sentiria inveja de você” meu pai falou de olhos fechados ainda.
“Aposto que sim” Cael concordou.
“Só porque… Ai, caramba.” Eu me mexi ajeitando minha roupa e minha bunda doía. Além das costas e o quadril. “Deveriam sentir inveja só porque transei com vocês dois?”
“Não sei o que vocês têm feito por aí, mas dar pro pai e o amigo no escuro do cinema com essa sua idade não é nada normal” Cael falou rindo.
Meu pai gargalhou e o cinema percebeu que algo acontecia ali, porque a cena do filme era tensa. Algumas cabeças viraram na nossa direção, mas a putaria maior já tinha acontecido.
“Vou fazer uma listinha de coisas para fazer antes de morrer e já vou maçar o item trepar sem capa com dois gostosos no cinema” falei cheio de ousadia.
Meu pai me puxou, beijou minha testa, minha bochecha, colou num beijo rápido na minha boca e falou baixinho, só pro seu filho.
“Disse que você dava conta desse recado. Tá vendo como você é? Eu sei o filho que tenho. E que recado, hein… Sabia que o pau desse cretino era grande, no ginásio a mala no short era famosa, mas que belo estrago ele faz em garotinhos assim como você.”
“Quero saber como chegou nesse papo com ele, pai. Tô curioso.”
“A história é longa” Cael respondeu porque claramente escutava ali do lado.
“Acho que a gente tem a noite todinha pra isso, né?” Sugeri.
“Seu pai que tem que nos dizer isso, não você.”
“Acha mesmo que ele fala alguma coisa depois de eu decidir o que eu quero, Cael?”
O homem me olhou sério, admirando minha provocação, chegou perto sem precisar de permissão e cheirou meu rosto antes de me beijar lento. Não era como se fôssemos começar tudo de novo, me deu um beijo carinhoso de quem sabe que pode ter mais. O tipo perfeito de homem que não tem medo das consequências, gosta de exercer outros limites. Colocou a língua pra fora e me deixou chupar, sem receios de parecer vulnerável e menos viril. Pelo contrário, fazendo isso era só me fazia querer mais.
Percebi ali que Cael nunca foi de ninguém. Esse tipo de homem não pode ser prioridade de outra pessoa, ele chega, muda o cenário, oferece todo tipo de prazer e vai embora. Mas por algum motivo ainda estava ali me olhando de perto, respirando meu hálito, brincando com meus cheiros. Alguma coisa fazia aquele homem me tocar com mais intensidade e até uma calma que não combina com seu tamanho exagerado.
“Vamos tirar ele daqui” falou pro meu pai. Sem rodeios, corajoso e sensual.
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Comentários (2)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkRoberto: Que delícia e que inveja, muita inveja.
Responder↴ • uid:r7dwknhj