Baptismo gay
Casal swing, experimentando relações gay
Logo pela manhã desse sábado, ouço minha esposa falar ao telefone, desde o nosso quarto e logo entra na sala, onde eu estava tomando um cafezinho descansado e logo me fala que era a sua amiga Rita convidando-a para jantar e com ela decerto passar a noite, dirigindo-me desde logo, a pergunta afirmativa; não te importas, pois não meu amor, eu sei que não... comenta ela.
Rita, sua recente colega de trabalho, desde logo iniciaram uma amizade tresloucada e de muita paixão. A Rita também é uma menina muito linda, elegante e muito sensual, tirando-me mesmo do sério e fica muito bem ao lado da minha esposa. Um lindo par de jarras.
Ela também é casada, mas por vezes ao fim de semana, seu marido fica fora, devido a certas responsabilidades profissionais e desde aí convida a minha esposa Ana, para lhe fazer companhia e assim curtirem as duas.
Sempre que isso acontece, a Ana sugere que eu convide o nosso vizinho Leandro, para me fazer companhia.
O Leandro é um brasileiro que há uns tempos se instalou na vizinhança, muito comunicativo, um belo rapagão e muito gay também. Desde há uns bons tempos, a Ana começou a criar em sua mente, uns fetiches meio doidos,
que me envolviam a mim, e a ele comendo o meu cuzinho. Eu nunca tivera interesse por algum homem, mas de tanto ela falar no assunto, eu já começava a viver certas fantasias relacionadas.
Ela sempre diz que ele é muito lindo, assim como um belo enchumaço apresenta entre as pernas.
Um pequeno à parte, devo aqui partilhar; o nosso casamento já dura há uns sete anos, mas após algum tempo, a nossa vida começou a ser muito rotineira, monótona e a nossa paixão de outrora, rápidamente ia apagando. Filhos não tinhamos, continuavamos a gostar um do outro, mas alguma coisa estava faltando, até que um dia fomos a uma praia de nudismo e conhecemos um lindo casal, simpático e nos convidou a jantar em sua casa e novos mundos descobrimos.
Através deles, outras pessoas fomos conhecendo, novas experiências também, que muito apimentavam nossa relação, mais liberais íamos ficando após cada aventura,
e nossas cumplicidades não tinham mais segredos.
A nossa relação agora, voltara a fazer sentido!
Voltando ao Leandro; aminha esposa adquiriu um strapom de cinta e quando tinhamos relações, começou a gostar de fazer de homem, e sempre mencionava o nome do Leandro.
Eu comecei a gostar daquilo e a imaginar como seria um de verdade, sempre que me penetrava, ou nele me fazia mamar.
Há hora combinada, a Rita apareceu e me roubou a mulher e eu com aquela obsessão da Ana e também já com muita vontade minha, pego numa cerveja, vou para o telheiro da habitação e aguardo que o meu vizinho, vá passear o seu cachorrão, como sempre fazia.
Não foi preciso esperar muito, quando o vejo já a caminhar na minha direcção. Logo lhe ofereço uma cerveja e perante sua afirmação, fui apanhar mais duas.
Estava muito calor mesmo ao final da tarde desse verão e logo bebemos outra, pois eu também tinha que ganhar muita coragem para o que estava para vir e não sei como, acabei por comentar, acerca da Ana me ter deixado só e abandonado. Sorriu e disse, para que servem os amigos, vens até minha casa e empinamos uns canecos, que tal!?
Ele já me tinha feito esse convite por outras vezes, só que nunca aceitei, porque ele era óbvio demais e me assustava.
Para sua surpresa eu estava aceitando seu convite, deu-me um suave beijo no canto da boca e disse; vou só tomar um duche. Eu respondi que ia fazer o mesmo e que logo lá iria ter.
Deu alguns passos em direção a sua casa, mas logo voltou para trás e disse, vem já e tomas teu duche lá também. Fiquei em silêncio e ele insiste. Ok, vou só lá dentro apanhar uma garrafa de um bom vinho branco, que já deve estar fresquinho e o segui.
Peço-lhe para trazer dois copos, fizemos um tchim tchim e ele fez uma saúde dedicada à presente noite.
Com o álcool a fazer algum efeito, eu já estava para o que desse e viesse e de imediato pega-me pela manhã e leva-me até ao banheiro. A água a correr já me provoca pra entrar, mas primeiro tirar a roupa, que logo ele faz em automático, deixando-me como que hipnotizado, olhando todo o corpo dele.
Do seu enorme e desafiante pénis, torna-se dificil eu tirar o olhar, quando me pergunta se gosto. Huumm, que belo caralho, metes-me inveja. Não te preocupes eu vou dar-te ele todo, basta quereres e sim, respondo eu, quero muito provar. Toco nele agarro ele e aquela enorme cabeça quero ver. Foi um pouco esquisito sentir aquilo na mão, muito diferente de quando no meu pego, mas gostei muito, muito mesmo!
Ele salta para o duche, enquanto também me desnudo e entro para bem junto dele, virando-me de costas, logo me abraça e com gel vai passando por meu peito até lá abaixo e me enche de tesão, também por sentir todo ele entre as minhas nádegas, subindo.
Eu estava cheio de curiosidade para sentir algo assim na boca, baixei-me e com toda aquela água correndo por ele abaixo, foi delicioso sentir todo aquele monstrinho na boca. Ergo o meu corpo, o abraço forte e deixei que ele me beijasse com intensidade.
Nossos corpos se tocando, sexo contra sexo, adoráveis sensações!
Alguém chama à porta, ele disse fica à vontade, devem ser dois amigos meus. Ouvi eles falarem desde a sala, enrolo uma toalha à cintura, e fui até eles.
Logo o Leandro me apresentou, apresentou-me o André um preto calmeirão e o João um bonitão.
O Leandro logo comentou, que eu aguardava pelo meu baptismo gay e logo se fizeram muito interessados em participar, parece que todos me querem tirar a virgindade e até que pode ser muito bom, uma estreia à maneira.
O Leandro propõe uma bebida e pra junto ao pequeno bar nos convida. Quatro cálices de um óptimo licor de whisky. Sinto-me mesmo muito à vontade, completamente desinibido. O André diz sentir muito calor e logo se despe todo, coisa enorme eu vejo a abanar e me pergunta se eu quero provar. A toalha deixo cair, minha tesão não escondo, assim me ajoelho, com a boca a tento pegar, mas sem nela pegar, foge de mim sem parar. Nela meus lábios vão tocando, com a lingua a tento molhar, até que o André mais não aguenta e de uma vez ma mete dentro. Geme muito de prazer, ao sentir o calor húmido na minha boca, que vai fodendo com paixão. Aquilo é enorme, só o cogumelo entra e vai tirando fora, em meus lábios fechados que bem sentem aquelas abas largas a entrar.
Ele grita e tira fora, antes que em minha boca se vá esporrar. Não a liberto da minha mão e logo o João na dele me faz pegar, meto-a na boca para ele todo enterrar.
Engasgo-me e muito tusso, da minha boca sai muita baba e meus olhos ficam a chorar.
Alguem sugere a mesa de jantar, o João se senta e seu corpo cai para trás, com aquele caralho bem de pé, ele me desafia para continuar. Curvo-me um pouco para ele, quando o Leandro vem por trás, força minhas costas um pouco mais e sinto seus dedos a me lubrificar. Força-me a engolir o caralho do João, e com força me quer penetrar, gemo, grito bem alto e me tento desviar.
Ele me segura bem firme, enquanto o André também me vai mamar e aperta forte meus mamilos, até o Leandro todo se enterrar.
Peço-lhe que pare um pouco, até o cuzinho se adaptar, mas logo começa a se movimentar.
Grito e muito gemo sem parar, mas logo começo a sentir muito prazer e não quero mais parar.
Um enorme calor começo por sentir, tal como uma bola de fogo sempre a crescer e minhas pernas sinto tremer, sem as conseguir controlar. Sinto que muito líquido dou ao André e logo o João na minha boca sinto esporrar, ao mesmo tempo que na boca do André, me sinto libertar.
O Leandro continua, perco todo o control, como se viajasse pelo espaço sideral.
Apenas sei que por momentos, perco todos os meus sentidos e já só me sinto pingar.
Pelas minhas pernas cambaleantes muito leite sinto passar, que no chão se acumula, com outros líquidos que lá estão.
O André ainda tem os colhões cheios e pergunta-me onde os deve vazar e depois de um pouco pensar, ofereci-lhe o buraquinho para voltar a delirar. Mais grosso ainda é, mete forte para eu mais gritar e enorme enxurrada de leite, eu sinto do meu cu vazar.
Ali fico sem quase conseguir andar.
Levo minha mão ao cuzinho, bem molhado e desflorado que muito palpita sem parar.
Agora me sinto realizado e feliz por ter tentado, menos homem também não me sinto e muito pelo contrário. Todos os outros, no sofá descansam, todos estamos bem estoirados.
A noite já vai longa, visto a minha roupa, de todos me despeço, com beijos de carinho em seus lábios, saio para a rua com um céu muito estrelado.
Logo em casa estou, deito-me no sofá, todo aquele filme revi e assim adormeci!
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