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O dia em que eu comi meu melhor amigo

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zJhon6474

Meu amigo ficou se esfregando em mim enquanto jogávamos videogame, eu tomado pelo tesão tive que comer ele contra a vontade dele.

Meu nome é Marcos. Hoje tenho 20 anos, nessa história eu tinha 17 anos e meu melhor amigo Lucas tinha 16.

Lucas era meu melhor amigo desde os 10 anos. A gente era daqueles amigos que todo mundo achava que eram irmãos. Jogava bola juntos, ia pra escola juntos, dormia na casa um do outro, dividia segredo, dividia roupa, dividia tudo. Ele era um pouco mais alto que eu, loiro escuro, corpo definido de quem jogava futebol, e tinha um jeito calmo que me deixava confortável. Eu confiava nele cegamente.

Naquela tarde de sábado, os pais dele tinham viajado e a casa estava só nossa. A gente passou a tarde jogando videogame no sofá-cama da sala. Estávamos os dois só de short, sem camisa, porque o dia estava abafado. Eu estava sentado normalmente, com o controle na mão. Lucas estava deitado de bruços ao meu lado, com a cabeça quase encostando na minha coxa, concentrado no jogo.

Em determinado momento, ele se mexeu pra pegar melhor o controle e acabou pressionando a bunda contra minha coxa. Eu senti um calor estranho. Continuei jogando, mas meu pau começou a reagir devagar. Quanto mais ele se mexia pra jogar, mais a bunda dele roçava em mim. Eu tentei ignorar, mas meu pau foi endurecendo até ficar bem marcado no short.

Lucas deve ter sentido algo duro encostando nele, porque parou de mexer o personagem na tela por um segundo.

— Marcos… tem alguma coisa me cutucando — ele falou, meio rindo, mas com a voz um pouco estranha.

Ele tentou se afastar, virando o corpo pra o lado. Mas quando fez isso, a bunda dele deslizou mais ainda contra meu pau duro, pressionando ele entre as nádegas por cima do short fino. Eu soltei um suspiro baixo, sem conseguir controlar.

— Para de se mexer assim… — eu murmurei, voz rouca.

Lucas tentou se levantar, mas eu, sem pensar, tomado pelo tesão que ele causou em mim segurei a cintura dele com uma mão, mantendo ele de bruços.

— Marcos… que isso? — ele perguntou, voz nervosa, tentando se soltar.

Eu não respondi. Meu pau estava latejando. Eu segurei a cintura dele com mais força e esfreguei devagar, pressionando meu pau duro entre as nádegas dele por cima da roupa. Lucas ficou tenso, mas não conseguiu se livrar.

— Para… a gente é amigo… eu sou hétero… — ele falou, voz tremendo um pouco.

Mas quanto mais ele tentava se mexer pra escapar, mais a bunda dele deslizava contra meu pau. Eu sentia o calor dele, a maciez, o formato redondo. Meu pau babava pré-gozo dentro do short. Eu segurei ele firme e comecei a esfregar com mais intenção, subindo e descendo entre as bandas da bunda dele.

Lucas soltou um gemido abafado, quase contra a vontade.

— Marcos… não faz isso… — pediu, mas a voz saiu mais fraca.

Eu puxei o short dele pra baixo devagar, até as coxas. A bunda branca e redonda dele ficou exposta. Eu passei a mão aberta por ela, apertando, sentindo a pele quente. Lucas estremeceu inteiro.

— Para… eu nunca fiz isso… — ele murmurou, mas não tentou se levantar com força.

Eu abaixei meu próprio short, liberei meu pau duro e comecei a esfregar a cabeça melada diretamente entre as nádegas dele. Lucas soltou um gemido mais alto quando sentiu o calor do meu pau tocando seu reguinho.

— Ahh… Marcos… isso não tá certo… — ele gemeu, mas o corpo dele parou de lutar tanto.

Eu segurei a cintura dele com as duas mãos e comecei a esfregar mais firme, pressionando a cabeça do meu pau contra o anelzinho dele, sem entrar ainda. Lucas respirava pesado, o corpo tremendo debaixo de mim.

Eu estava completamente dominado pelo tesão. Meu melhor amigo, o cara que eu mais confiava no mundo, estava debaixo de mim, bunda exposta, gemendo baixinho enquanto eu esfregava meu pau nele.

Lucas tentou se soltar de repente. Ele se debateu com força, tentando virar o corpo e escapar debaixo de mim.

— Marcos, para! Eu não quero isso! — ele falou, voz alterada, quase em pânico.

Mas quanto mais ele se mexia, pior ficava. No esforço pra fugir, a bunda dele deslizou para trás, e o anelzinho quente e apertado roçou direto contra a cabeça melada do meu pau. Eu soltei um gemido baixo. Lucas também.

— Ahh… — ele soltou um gemido involuntário, rouco, que pareceu surpreender até ele mesmo.

Ele congelou por um segundo, como se tivesse sido pego de surpresa pela própria reação. Eu aproveitei o momento e segurei firme a cintura dele com as duas mãos, impedindo que ele se afastasse.

— Marcos… por favor… — ele pediu, voz tremendo. — Eu sou seu amigo… não faz isso comigo…

Mas quando ele tentou puxar o corpo para frente novamente, a bunda dele escorregou mais uma vez, e o anelzinho quente pressionou com mais força contra a cabeça inchada do meu pau. Dessa vez o gemido dele foi mais claro, mais longo, quase um suspiro manhoso.

— Hmm… — ele mordeu o lábio com força, tentando segurar o som, mas não conseguiu completamente.

Eu sentia o cuzinho dele pulsando contra mim, quente, macio, molhado de suor e do pré-gozo que escorria da minha glande. Cada vez que ele tentava fugir, o movimento fazia ele esfregar mais ainda o anelzinho na cabeça do meu pau, como se o corpo dele estivesse traindo a mente.

— Para de se mexer assim… — eu murmurei, voz rouca, segurando ele com mais firmeza.

— Eu tô tentando sair… — ele respondeu, ofegante. — Mas você tá me segurando… ahh…

Ele se debateu de novo, e dessa vez a cabeça do meu pau pressionou um pouco mais forte contra a entrada, quase entrando. Lucas soltou um gemido mais alto, o corpo inteiro estremecendo.

— Caralho… — ele sussurrou, quase sem voz. — Isso… isso não pode estar bom… eu sou hétero… para, Marcos… por favor…

Mas o corpo dele não parava de tremer. O anelzinho continuava pulsando e roçando contra mim, cada movimento involuntário fazendo ele soltar gemidinhos baixos e envergonhados.

Eu estava louco de tesão, segurando a cintura dele com força, sentindo o calor úmido do cuzinho dele beijando a cabeça do meu pau a cada tentativa frustrada de fuga.

Lucas ainda tentava se soltar, se debatendo debaixo de mim. Mas quanto mais ele se mexia, mais a bunda dele esfregava contra meu pau duro, o anelzinho quente roçando na cabeça melada.

Eu não aguentei mais.

— Olha o que você tá fazendo… — eu falei, voz rouca de tesão. — Você que me deixou assim, se alisando todo em mim… tá sentindo como meu pau tá duro por sua causa?

Lucas soltou um gemido abafado e tentou fugir de novo, empurrando o corpo para frente com força. Mas o movimento só fez ele deslizar mais ainda para trás, e o cuzinho quente e apertado pressionou forte contra a cabeça do meu pau.

— Ahh… — ele soltou um gemido involuntário, mais alto dessa vez, o corpo inteiro tremendo.

Ele tentou de novo, se contorcendo desesperado, mas cada tentativa de fuga só fazia a bunda dele esfregar mais ainda contra mim, o anelzinho piscando e roçando na glande sensível. Meu pau babava sem parar, deixando tudo molhado entre nós.

— Marcos… para… eu não quero… — ele implorou, voz falhando, mas o corpo continuava se mexendo, traindo as palavras.

Eu estava completamente tomado pelo tesão.
Enquanto segura a sintura dele precisando ele contra meu pau, eu cuspi na outra mão e passei no cuzinho dele depois segurei a cintura dele com as duas mãos, firme, impedindo que ele escapasse. Posicionei a cabeça grossa do meu pau bem no meio do reguinho dele e, sem conseguir me controlar mais, empurrei devagar.

A glande forçou a entrada apertada. Lucas soltou um gemido longo e rouco quando a cabeça entrou nele.

— Ahh… caralho… tá entrando… — ele gemeu, o corpo tensionando inteiro.

Eu continuei empurrando devagar, sentindo o cuzinho dele me apertando forte, quente, pulsando ao redor do meu pau. Centímetro por centímetro eu ia abrindo ele, sentindo as paredes internas dele me sugando para dentro.

Lucas agarrou o lençol com força, gemendo contra o sofá, o corpo tremendo enquanto eu penetrava devagar, mas firme.

— Marcos… tá muito grosso… para um pouco… ahh… — ele gemia, mas o quadril dele parou de tentar fugir e começou a se mexer levemente para trás, como se o corpo estivesse pedindo mais.

Eu segurei ele com mais força e continuei entrando, até sentir minhas bolas encostarem na bunda dele.

Eu fiquei completamente enterrado dentro dele. Meu pau latejava forte, sentindo as paredes quentes e apertadas do cuzinho dele me envolvendo por inteiro. Lucas soltou um gemido longo, abafado contra o sofá, o corpo inteiro tensionado.

— Ahh… Marcos… tá muito fundo… — ele gemeu, voz rouca e trêmula. — Tá me abrindo todinho… para um pouco… eu não aguento…

Eu segurei firme a cintura dele com as duas mãos, impedindo que ele se mexesse. Meu pau pulsava dentro dele, sentindo cada contração involuntária. Eu não saí. Fiquei parado, só sentindo ele me apertar, me massageando por dentro.

— Você tá apertando tanto… — eu murmurei, voz baixa de tesão. — Tá gostoso pra caralho.

Lucas tentou se mexer pra frente novamente, mas eu empurrei o quadril e meti mais fundo, fazendo ele soltar um gemido mais alto, quase um choramingo.

— Não… ahh… tá doendo… mas… porra… — ele murmurou, confuso.

Eu comecei a mover devagar. Saí quase tudo e voltei bem fundo, em estocadas longas e lentas. Cada vez que eu entrava completamente, Lucas soltava um gemido rouco, o corpo tremendo. Aos poucos, os gemidos dele foram mudando de tom — de desconforto para algo mais profundo, mais manhoso.

— Marcos… hmm… tá acertando um lugar… ahh… — ele gemeu, mordendo o braço.

Eu acelerei um pouco o ritmo, metendo mais firme. Lucas parou de tentar fugir. Em vez disso, o quadril dele começou a se mover levemente para trás, encontrando minhas estocadas.

— Eu não deveria estar gostando disso… — ele sussurrou, quase pra si mesmo, mas o corpo traía completamente. — Eu sou hétero… mas tá tão bom… ahh… continua…

Eu segurei ele com mais força e comecei a meter mais fundo, ritmado, sentindo meu pau ser massageado pelas paredes quentes dele. Lucas gemia cada vez mais alto, sem vergonha agora, rebolando contra mim.

— Mais forte… — ele pediu, voz falhando. — Por favor… me fode mais forte…

Eu obedeci. Segurei a cintura dele e comecei a meter com vontade, estocadas fortes e profundas, fazendo o som das nossas peles batendo encher a sala junto com os gemidos dele.

Lucas estava completamente entregue, gemendo como uma puta, o cuzinho apertando meu pau a cada estocada.

Eu sentia que não ia aguentar muito mais.

Eu metia cada vez mais forte, segurando firme a cintura de Lucas enquanto estocava fundo. O cuzinho dele estava quente, molhado e apertado, pulsando ao redor do meu pau a cada vez que eu entrava até o fundo. Os gemidos dele tinham ficado altos, quase desesperados.

— Ahh… Marcos… tá tão fundo… tá acertando tão gostoso… — ele gemia, rebolando contra mim, completamente entregue.

Eu sentia o orgasmo se aproximando. Meu pau latejava forte dentro dele, as bolas apertadas. Lucas também estava perto — o pau dele babava sem parar no sofá, o corpo tremendo inteiro.

Eu acelerei, metendo fundo e rápido, sentindo que nós dois estávamos a segundos de gozar.

Mas no último momento, eu tirei tudo de uma vez.

O pau saiu com um “plop” molhado, deixando o cuzinho dele aberto, piscando, vazio e brilhando de lubrificante e pré-gozo.

— Nãooo… — Lucas soltou um gemido alto, quase um grito de frustração. — Marcos… por favor… não tira… eu tava quase…

Ele tentou empurrar a bunda para trás, buscando meu pau desesperadamente, mas eu segurei a cintura dele firme, impedindo que ele se aproximasse.

— Marcos… enfia de novo… — implorou ele, voz rouca e quebrada. — Eu tava quase gozando… não me deixa assim… por favor…

Ele rebolava no ar, o cuzinho piscando visivelmente, carente, implorando por ser preenchido novamente. O corpo inteiro dele tremia de tesão acumulado.

— Por favor… eu tô louco… meu cu tá doendo de tanto tesão… enfia seu pau de novo… me fode… me enche… eu imploro… eu faço qualquer coisa… só não me deixa vazio assim…

Ele virou o rosto pra me olhar, os olhos úmidos, expressão completamente destruída de desejo.

— Marcos… por favor… eu tô implorando… coloca de novo… me fode forte… eu preciso sentir você gozando dentro de mim… por favor… eu não aguento mais…

O cuzinho dele continuava piscando, aberto, brilhando, como se estivesse vivo e pedindo por meu pau.

Eu segurei a base do meu pau melado e esfreguei a cabeça bem devagar contra a entrada dele, provocando, sem entrar.

Lucas soltou um gemido longo e sofrido, empurrando a bunda para trás com desespero.

— Por favor… enfia… eu sou sua… me usa… me arromba… só enfia logo…

Eu não aguentei mais a imploração dele. Segurei firme a cintura de Lucas com as duas mãos e posicionei a cabeça grossa e melada do meu pau bem no meio do cuzinho dele, que ainda piscava desesperadamente.

— Tá bom… vou te dar o que você quer — eu falei, voz rouca de tesão.

Empurrei devagar, mas firme. A glande abriu ele novamente, deslizando para dentro com facilidade por causa de todo o lubrificante e pré-gozo. Lucas soltou um gemido longo e aliviado quando eu entrei.

— Ahhh… isso… enfia… me enche de novo… — ele gemeu, empurrando a bunda para trás.

Eu continuei empurrando até enterrar todo o meu pau bem fundo dentro dele. Senti as paredes quentes e apertadas me envolvendo completamente. Lucas tremia inteiro, gemendo alto contra o sofá.

Comecei a meter devagar no começo, estocadas longas e profundas, sentindo cada centímetro dele me massageando. Lucas rebolava contra mim, completamente entregue, gemendo sem parar:

— Isso… assim… tá tão bom… me fode mais fundo…

Eu acelerei o ritmo, metendo mais forte, batendo minhas bolas contra a bunda dele. O som molhado das estocadas enchia a sala. Lucas gemia cada vez mais alto, o cuzinho apertando meu pau ritmadamente, como se não quisesse mais me soltar.

— Marcos… eu tô quase… não para… me fode mais forte… — ele implorava, voz falhando.

Eu segurei a cintura dele com mais força e comecei a meter com tudo, estocadas rápidas e profundas, acertando direto na próstata dele. Lucas gritava de prazer, o corpo tremendo violentamente.

— Ahh… eu vou gozar… eu vou gozar… — ele avisou, quase soluçando.

Eu meti mais algumas vezes bem fundo e senti meu próprio orgasmo chegar. Segurei ele firme e gozei com força dentro dele. Jatos grossos e quentes explodiram bem no fundo da bunda de Lucas, enchendo ele enquanto eu gemia alto, esvaziando tudo. Meu pau pulsava forte, soltando porra sem parar dentro dele.

Lucas gozou logo em seguida, o cuzinho apertando meu pau com força, ordenhando cada gota enquanto ele jorrava no sofá sem nem tocar no próprio pau, gemendo alto e tremendo inteiro.

Nós dois ficamos ali, ofegantes, suados, fiquei enterrado bem fundo dentro de Lucas, sentindo os últimos jatos da minha porra enchendo ele. Meu pau pulsava forte, e o cuzinho dele apertava ritmadamente ao meu redor, como se quisesse tirar até a última gota. Lucas tremia inteiro debaixo de mim, gemendo baixo enquanto gozava no sofá sem nem ter tocado no próprio pau.

Depois de um tempo, eu saí devagar. Um fio grosso de porra escorreu imediatamente do cuzinho dele, descendo pelas coxas. Lucas soltou um gemido fraco quando sentiu o vazio, o corpo mole e suado.

Eu me deitei ao lado dele no sofá-cama. Nenhum de nós falou nada por vários minutos. Só se ouvia a respiração pesada e a chuva ainda caindo lá fora. Lucas virou o rosto para o outro lado, como se não quisesse me olhar. Eu passei o braço por cima dele e puxei ele para mais perto.

Ele ficou tenso no começo, mas acabou relaxando contra meu peito.

— Caralho, Marcos… — murmurou ele finalmente, voz rouca e baixa. — Eu sou hétero… ou pelo menos achava que era. Mas você me fodeu de um jeito que eu nunca senti na vida. Eu implorei pra você me encher… eu gozei só com seu pau dentro de mim.

Eu não sabia o que dizer. Passei a mão devagar nas costas dele, sentindo a pele quente e suada.

— Eu também… — confessei. — Eu nunca imaginei que ia querer tanto isso. Você é meu melhor amigo… mas quando eu tava dentro de você… eu perdi o controle.

Lucas ficou em silêncio por um tempo, depois soltou um suspiro longo.

— Isso fica entre a gente, né? — perguntou, quase sussurrando.

— Fica — respondi, apertando ele contra mim. — Só nosso.

Ele virou o rosto e me olhou. Havia vergonha, confusão, mas também algo mais suave nos olhos dele. Ele encostou a testa na minha e falou baixinho:

— Eu não sei o que a gente é agora… mas eu não quero que isso estrague nossa amizade.

Eu concordei com a cabeça e dei um beijo leve na testa dele.

Ficamos ali, abraçados, suados e marcados, ouvindo a chuva cair lá fora. Dois melhores amigos que acabaram de cruzar uma linha que nunca mais conseguiriam apagar.

E, pela primeira vez, nenhum de nós quis fingir que não tinha gostado.

Fim.

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